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domingo, 18 de junho de 2017

Série Blindspot


Terminei ontem a primeira temporada da série Blindspot. E gostei muito. A série é americana, estreou em 2015 e foi criada por Martin Gero. O elenco conta com  Jaimie Alexander, Sullivan Stapleton, Rob Brown, entre outros. É uma produção de drama, suspense e ação que ainda está em andamento.

A série traz a história de agentes do FBI que se veem envolvidos em vários casos criminais e de corrupção, a partir de uma mulher, Jane Doe (Jaimie Alexander). com o corpo todo tatuado deixada em uma mala, sem roupas e desmemoriada, em uma das ruas de Nova York. Em uma das tatuagens há o nome do agente Kurt Weller  (Sullivan Stapleton), que logo se sente responsável por proteger a mulher misteriosa.

Assim, diversos casos se desenrolam a partir das tatuagens de Jane. Alguns casos estão em andamento, outros ainda vão acontecer enquanto cada tatuagem é decifrada. A identidade da mulher é revelada, mas nada é o que parece. Até mesmo os flashes de sua memória que vai voltando aos poucos podem não ser exatamente o que todos pensam.

A série é cheia de mistérios e conspirações. Muita ação, drama e suspense compõem os roteiros e as cenas, que são bem construídas e montadas, com boas interpretações. Percebi que algumas peças foram deixadas soltas, o que acredito que serão resolvidas ao longo das próximas temporadas. Uma série bem feita, com boas fotografias da cidade de Nova York e das outras locações. Cenas arrebatadoras, que prendem e deixam a gente com os nervos a flor da pele. Eu gostei bastante da série e recomendo!



Rafaela Valverde

quarta-feira, 10 de maio de 2017

Série Gilmore Girls


Terminei de ver no final de semana a antiga série Gilmore Girls e em seguida assisti os quatro episódios do especial lançado pela Netflix no final do ano passado. Já tinha ouvido falar da série há alguns anos, mas a curiosidade veio mesmo  a partir do Gilmore Girls - Um ano pra recordar. No início do ano comecei a ver os episódios e de cara já gostei do bom humor de Lorerai e da amizade com a filha Rory.

Tal Mãe, Tal Filha como foi traduzida é uma série criada por  Amy Sherman-Palladino que estreou no ano 2000. Estrelada por Lauren Graham e Alexis Bledel, como Lorerai e Rory, teve seu final no ano de 2007. Com sete temporadas, a série teve um grande sucesso, inclusive aqui no Brasil. 

A história de mãe e filha é contada. Lorelai engravidou aos 16 anos e decidiu sair de casa para criar sua filha longe de todos. Mãe solteira, chegou na  pequena cidade fictícia Stars Hollow e  com ajuda de amigos e bastante trabalho começou a criar sua filha. Como são apenas as duas, elas desenvolvem uma parceria e cumplicidade. E foi essa parceria que me chamou atenção na série. E o bom humor de ambas? A piada de uma complementa a da outra. Achei sensacional a química das duas atrizes.

Lorelai não tem um bom relacionamento com seus pais Emily e Richard Gilmore por sempre contestar suas ideias e modo de vida. Os pais são envolvidos em eventos sociais que Lorelai acha fúteis, por isso sempre critica os pais e com isso traz certas alfinetadas ao modo de vida dessas pessoas.

Mas a série é muito mais que isso. Ri horrores durante esses meses que a vi. São ótimas piadas, histórias e personagens bem construídos. Stars Hollow é a comédia em si. Claro que também há drama e especialmente na última temporada e no especial chorei bastante e com certeza entrou no rol de uma das minhas séries preferidas. Amo Gilmore Girls. E essa é minha pequena homenagem.



Rafaela Valverde


sexta-feira, 7 de abril de 2017

Série Orphan Black


Terminei a quarta temporada da série Orphan Black. Já estou esperando a quinta e li em algum lugar que será a última temporada. Sabe, eu até prefiro séries que sejam assim, do que aquelas que ficam enchendo linguiça como Grey's Anatomy já durando mais de dez anos. Enfim, mas essa é outra história. O fato é que Orphan Black vai durar cinco temporadas e já estou na expectativa da quinta.

Mas vamos ao que interessa. Orphan Black foi criada por Graeme Manson, John Fawcett  e estreou em 2013, sendo produzida no EUA e Canadá. É uma fantástica série de Ficção Científica e Suspense. Eu comecei sem muito interesse, só porque ouvia falar muito dela, mas depois foi engrenando e eu amei. Entrou no rol das minhas séries preferidas. Com Tatiana Maslany, Jordan Gavaris, Kevin Hanchard e outros no elenco, a série dá show de interpretação.

Claro que a campeã do show é  a canadense Tatiana Maslany. Eu já havia assistido um filme com ela e já sabia do seu potencial, mas nessa série ela se superou. São 22 clones, cerca de nove personagens que ela encarna ao longo de toda a trama. Todas com olhares, trejeitos, vozes e sotaques diferentes. E mesmo quando duas personagens estão juntas, dá facilmente para imaginar que são duas pessoas diferentes, irmãs gêmeas juntas. Ela é genial e já ganhou diversos prêmios por essas interpretações. 

Eu sinceramente fico fascinada por cada personagem e suas diferenças: Cosima, Sarah, Alison, Katja, Rachel, Helena, Mika, Kristal, Beth. Todas elas são bastante diferentes. Até a forma de andar muda e confesso que essa é uma das coisas que mais me atrai na série. E mesmo em alguns momentos em que alguma clone se passa por outra é genial, pois conserva- se traços da original misturando aos traços da clone imitada. AMEI! 

As questões de ficção científica podem parecer confusas no final da primeira temporada e na segunda, mas a partir da terceira e quarta já ficou mais amarrradinho e próximo do real. É isso. Há mais questões sobre a série que eu gostaria de abordar, mas vou deixar para a quinta e última temporada. Vai ter textão. Se vocês ainda não viram Orphan Black, corram para ver!


Rafaela Valverde

sexta-feira, 24 de março de 2017

Série Merli


Dois professores me indicaram a série Merlí e eu decidi assistir. Está no Netflix e eu não poderia deixar de dar uma espiada. Especialmente por se tratar de uma série catalã, cuja cultura e língua eu ainda não tinha tido contato e por se tratar de educação e filosofia. Merlí estreou na Catalunha em 2015 e a Netflix comprou os direitos de exibição no Brasil e nos EUA.

Só tem a primeira temporada, mas já quero a segunda! Merlí, professor que dá nome a série é um professor de filosofia nada tradicional. Ele chega à escola causando polêmicas com os outros professores e com os alunos que estranham sua forma de ensinar e agir. Desperta o ódio de alguns e o amor de outros. Um outro detalhe da série é que cada episódio é nomeado com um filósofo ou uma vertente filosófica como os peripatéticos. E nesses episódios com nomes de filósofos, as aulas e as histórias têm influências de certas ideias deles. 

Merlí é pai de Bruno, que também é seu aluno. Bruno é gay mas ainda está no armário. E as histórias vão se desenvolvendo a partir dos dramas dos alunos, da personalidade do professor-protagonista Merlí, que não é nada fácil e a partir de ideias filosóficas também. Vários assuntos são abordados, como conflitos entre pais e filhos, divulgação de vídeos íntimos na internet, bullying, homossexualidade, etc.

É uma série muito bacana. Bem produzida, com boas atuações e aquela gostosíssima língua catalã que inclusive estou estudando na faculdade, já que é uma língua românica, advinda do latim hahaha. É isso, gente, eu gostei bastante e recomendo. Para professores e pessoas normais (rsrsrs). Já que é uma série bastante divertida e dá para aprender alguma coisa sobre filosofia. Recomendo!



Rafaela Valverde

quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

Livro A Garota na Teia de Aranha - David Lagergrantz


O último livro que li em 2016 foi A Garota na Teia de Aranha de David Lagergrantz. Ele é a continuação da trilogia Millenium, trilogia sueca cujo o autor, Stieg Larsson, faleceu em 2004. Ele nem viu seus três livros serem lançados e o sucesso que fizeram. Eu adoro essa trilogia  e descobri por acaso quando tinha TV por assinatura, o filme Sueco Os homens que não amavam as mulheres. A partir daí comecei a pesquisar, vi todos os filmes, inclusive o americano e li os três livros.

No ano passado, houve o lançamento desse quarto livro, escrito pelo jornalista e escritor Davi, citado acima. Eu torci a boca para esse livro, pois só o via como um livro mercadológico lançado pela família de Larsson para ganhar dinheiro. Eu ainda acho isso, com a diferença de que agora eu li e devo admitir que é um bom livro. Apesar de meio repetitivo, David conseguiu captar as áureas dos personagens, especialmente os principais: Lisbeth Salander e Mikael Blomkvist.

O livro traz uma trama, literalmente. Uma trama, uma teia, como o próprio nome já diz, onde os personagens se ligam de alguma forma. O passado de Lisbeth vem mais uma vez à tona com a revelação de novos detalhes que ainda não eram conhecidos pelos leitores dos livros anteriores.

Agora, a história está fortemente ligada à tecnologia e à matemática. O autismo também tratado, com um pouco de fantasia, eu achei. Há algumas outras coisas que são fantasiosas demais, mas vocês terão que ler para saber. Mas o livro é bom, eu gostei bastante e praticamente o devorei. Recomendo a leitura!



Rafaela Valverde

quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

Grey's Anatomy ♥


Terminei de ver as doze temporadas de Greys Anatomy disponíveis no Netflix. Há muito tempo que ouvia falar dessa série e quando tinha TV por assinatura até dei umas olhadas nela algumas vezes, \ mas alguém me disse: " essa será a melhor série da sua vida." Então fui, relutante, assistir e ver se era isso mesmo.

No início, nos primeiros capítulos da primeira temporada, eu ainda estava meio em dúvida se realmente gostava daquela série alucinante, cheia de casos loucos de medicina. Eu comecei bem devagar inclusive, ainda estava conhecendo os personagens e acabei parando no meio da segunda devido aos tantos afazeres da faculdade.

Mas um belo dia resolvi voltar a ver e fui me encantando aos poucos. Gostei logo de uns personagens de outros não. A série estreou em 2005 e é escrita por Shonda Rhimes, a mesma autora de séries como Scandal e How to Get Away with Murder, ambas que eu adoro. A minha relação hoje com Greys Anatomy é a mesma relação dos outros fãs. Eu adoro essa série. Me emocionei, ri, mas ri muito. Me indignei com algumas atitudes e mortes de alguns personagens.

E tem Cristina Yang. É um caso à parte. Eu e todos que eu conheço amam Yang. Ela é sem dúvida, a melhor personagem da série. A amizade dela com Meredith, a protagonista chatinha e metida a suicida é marcante e o bordão: "você é a minha pessoa" entrou para a minha história e para uma amizade que eu tenho hoje.

Foram casos estranhos, cenas bizarras e ficcionais. Teve gente envolvida com pedra, teve gente atravessa com um ferro no meio do corpo, explosão, afogamento, acidentes de carro, quedas de avião, transplantes, sexo... Muito sexo. Como as pessoas se pegavam dentro do hospital. Um outro destaque que eu quero dar para Grey's é em relação ao destaque que é dado aos personagens negros, que geralmente são médicos respeitados e chefes.  Enfim, cada  personagem é fofo e bem feito. Eu amo essa série.




Rafaela Valverde

quinta-feira, 17 de novembro de 2016

Filme Olho por Olho


Estou aproveitando esses poucos dias de férias que eu tive, já que segunda feira já começa o semestre 2016.2 por isso estou assistindo muitas coisas. Comecei a assistir a antiga e clássica Friends, indicada por amigos e já bastante conhecida por mim. Estou devorando Grey's Anatomy e estou assistindo alguns filmes.

Ontem vi um filme de 1996, ou seja de vinte anos atrás. Sei lá, tava passeando aleatoriamente no netflix e me deparei com esse filme, gostei da sinopse e decidi assistir. O filme é Olho por Olho. Dirigido por John Schlesinger, o filme  é um suspense, um bom suspense integrado por  Sally Field, Ed Harris, Olivia Burnette entre outros.

Uma família é abalada pelo estupro e morte violenta da filha mais velha. A mãe ouve toda a cena do ataque pelo celular, já que estava falando com a filha. Ela entra em desespero e em meio ao engarrafamento se vê impotente para ajudar a filha. A constatação da morte violenta da menina vem com a chegada em casa.

Daí em diante iniciam - se as investigações e as buscas pelo bandido. Logo um suspeito é pego e vai a julgamento, sendo solto por inconsistências de provas. O que se segue daí em diante é uma trama bem feita mas com o final meio previsível, apesar de  alguns detalhes surpreendentes. Eu gostei bastante desse filme e eu adoro suspenses. Recomendo.



Rafaela Valverde

terça-feira, 8 de novembro de 2016

Easy


Assisti nesse final de semana a primeira temporada da série Easy, série original da Netflix. Composta de oito episódios, a série estreou em setembro e traz de forma antológica, personagens e episódios diferenciados e nem sempre conectados. Exceto por um detalhe ou outro, um personagem ou outro. A cidade em comum é Chicago. É lá que as câmeras livres e meio caseiras registram histórias divertidas e reflexivas.

Mas também há cenas e episódios meio maçantes. Apesar de eles durarem apenas cerca de 30 minutos, não dando muito tempo para se sentir entediado. Em alguns momentos eu senti uma identificação da série com uma outra que eu estou assistindo que é Black Mirror, uma série inglesa também com personagens e episódios diferentes. Vamos dizer que Easy seja uma Black Mirror dos pobres... rsrsrs

Mas Easy, que é dirigida por Joe Swanberg trata mais de relacionamentos interpessoais, apesar de haver algo  de relacionamento com a tecnologia e Black Mirror também tratar, além da tecnologia, das relações entre as pessoas. Mas sobre a série inglesa eu falo depois. O texto aqui é para Easy que traz temas modernos e polêmicos como exposição na mídia, diferença entre gêneros, aplicativos para transar, veganismo, homossexualidade etc.

Eu gostei da série. É bem feita e tem bons atores. Em um dos episódios há a presença de Orlando Bloom, famoso ator de Hollywood. E antes que eu esqueça de falar, há em Easy, um tratamento especial ao sexo. Cenas diferentes de sexo. Casais héteros, um casal de mulheres, mulher com o amigo do marido... É tudo bem quente. Que fique claro que foi o que eu mais gostei. Hahaha


Rafaela Valverde

segunda-feira, 17 de outubro de 2016

Scandal


Terminei a quinta temporada da  série Scandal. É uma série dramática norte-americana. Passada em Washington, D.C, com grande foco na Casa Branca e na vida do presidente mais poderoso do mundo. Os bastidores da política americana são retratados com muita emoção e para quem não conhece os pormenores da política americana pode ser bastante útil. 

A série é de Shonda Rhimes a mesma criadora de Greys Anatomy, série de grande sucesso. E a primeira temporada foi lançada no país em 2012. Estrelada por Kerry Washington no papel de Olívia Pope, a série é inspirada na ex assessora de imprensa da Casa Branca durante o governo de George Bush: Judy Smith.

Olívia Pope agora trabalha na OPA. Olívia Pope Associados que é uma empresa que resolve problemas. Como a própria Olívia afirma é a melhor coisa que ela sabe fazer. É o que ela faz melhor: resolver problemas e "limpar a barra" de clientes que nem sempre são tão inocentes assim.

Vi algumas críticas à série na internet e em algumas coisas eu concordo. Há uma série de incoerências e histórias mal contadas na série. Um jogo perigoso é jogado o tempo todo, b613, Comando, espionagem, terrorismo, assassinatos, suspense... Mas a protagonista tem muitas oportunidades de resolver coisas e não resolve. Ela é meio inútil em alguns momentos.

Ela é egoísta e chata. Aquelas caras e bocas junto com os suspiros pelo presidente são irritantes. Eu acho maravilhoso uma mulher negra protagonista, mas a personagem não ajuda. Ela é arrogante e só pensa nela. Quase tudo o que ela faz é por ela mesma e não para ajudar as pessoas como ela mesmo fala. Mas apesar de Olívia, eu adoro essa série. Ela é alucinante, não dá para parar de assistir.

Agora é esperar o ano que vem para chegar a sexta temporada na netflix. Sem falar que há outros personagens memoráveis como Cyrus, Mellie, Abby, Huck, Rowan... Os outros personagens e/ ou as tramas paralelas ajudam a prender a gente na frente da tela e não desgrudar nem um minuto. É muito boa e quem gostar de suspense e tramas alucinantes assista! Recomendo.


Rafaela Valverde 

segunda-feira, 29 de agosto de 2016

Série Gossip Girl

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Terminei há alguns dias de assistir a série Gossip Girl, A garota do blog que se passou em Nova York e que teve seu início em 2007. Época em que eu ainda estava na escola, mal tinha um computador e ainda não existia netflix, não que eu saiba. Nessa época, a série passava em TV fechada, algo que eu só fui ter anos depois.

Por isso só vim ver a série agora, de forma retardatária. A série foi baseada nos livros homônimos lançados nos EUA um pouco antes. Teve seis temporadas, terminando em 2012. Claro que eu já ouvia falar bastante nessa série, principalmente através das revistas que eu lia. No ano passado um ex colega de trabalho, sabendo que eu era blogueira, sugeriu que eu assistisse a série então comecei a ver em maio.

Gossip girl nada mais é que uma série que relata a vida de estudantes ricos do Uper East Side, Manhattan. Seus conflitos, seus dramas e intimidades eram investigados e narrados pela garota do blog, uma página de fofoca que espalhava boatos, ou não sobre os jovens. Esses jovens não eram lá esses santos também e sempre davam assunto para o blog.

Gostei bastante da série, havia muitas filmagens externas pelas ruas da cidade. Outras cidades e países também foram filmados, como Paris. Os jovens atores eram bons apesar de estarem começando e tinha moda, muita moda; pessoas bonitas, casais... Tudo que a gente gosta! Enfim, apesar de não ser mais uma adolescente eu curti muito a série que trata de muitos assuntos diferentes, como desigualdades, poder e dinheiro, drogas etc.


É isso, beijinhos, Garota do Blog!  hehehe



Rafaela Valverde

terça-feira, 28 de junho de 2016

Orange Is the News is Black - Quarta temporada (Spoiler)

Imagem da internet
Durante o final de semana terminei de ver a quarta temporada de Orange is the News Black, série já bastante conhecida de todos, mas que surpreendeu muito nessa última temporada que foi lançada no último dia 17/06. Assisti aos pouquinhos para não terminar tão rápido. Fui saboreando as pequenas doses da série que esteve muito mais pesada nessa temporada.

Agora sim foi possível perceber que era um série que se passava dentro de um presídio. Mais cruel, mais violenta, abuso de autoridade e outras questões estiveram presentes a cada episódio. Confesso que senti que acabou rápido, apesar de eu ter visto devagar. Na madrugada de domingo eu vi o penúltimo e o último episódio e esses dois foram emocionantes, de cortar o coração.

Chorava sem nem sentir, as lágrimas desciam enquanto eu vislumbrava o que para muitos se tratam apenas de uma obra de ficção, mas que para mim é a representação da vida real. Os diálogos estavam emocionantes e emocionados, algumas cenas passaram uma tensão incrível e como todos já sabem houve a morte de uma personagem muito querida da maioria das pessoas que acompanham a série.

O último episódio terminou com uma grande tensão em suspenso, pois só será concluída na quinta temporada que estreia no ano que vem. Fiz um pequeno relato de como estava me sentindo sobre essa quarta temporada e sobre essa morte no Facebook e para mim ficam duas lições principais: a vida é muita curta e é necessário vivê-la intensamente. Ela, a vida, pode acabar de repente. A segunda lição, é que apesar de sermos diferentes, somos também iguais, pois somos seres humanos. Que venha OITNB em 2017!



Rafaela Valverde

quarta-feira, 8 de junho de 2016

Jessica Jones ♥

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Jessica Jones é uma heroína da Marvel. Ela veio de um quadrinho dos EUA, publicado pela Marvel Comics e agora ganha mais vida em uma série da Netflix que estreou em 2015. Jessica Jones é interpretada pela atriz e ex modelo Krysten Ritter e criada por Melissa Rosenberg. É uma série dramática, de fantasia e policial.

A série começa com Jessica tentando viver uma nova vida após o que parece ser um grande trauma e assim ela passa a ser investigadora particular na sua própria agência  Alias Investigations. Ela trabalha e tenta esconder seus poderes e se esconder de um antigo vilão que a atormentava. Zebediah Kilgrave (David Tennant) um dia aparece e os pesadelos de Jessica retornam.

A vida de Jessica passa a ficar rodeada de acontecimentos macabros que ela sabe que são causadas pelo vilão Kilgrave. A morte de uns clientes da sua agência é o ponto de partida para a corrida contra Kilgrave e assim salvar uma "inocente" da cadeia. A série é alucinante, com cenas tensas, violentas e fantásticas.

A personagem principal é maravilhosa e eu estou apaixonada por ela. Ela é politicamente incorreta, fala palavrões, bate em homens e para mim é um símbolo de representatividade feminina. É uma feminista e mostra que mulher pode tudo, inclusive beber que nem uma esponja. É o que Jessica faz, o que mostra também que mulher bebe e pode beber o quanto ela quiser. A série tem um grande discurso feminista pois fala de dominação masculina, relacionamentos abusivos, entre outros assuntos similares.

A série ainda está na primeira temporada que estreou em novembro do ano passado e tem 13 episódios. Faz um sucesso enorme  e ganhou um Prêmio Peabody, que é um prêmio anual americano que premia mídias no país. Para mim é maravilhosa, uma das melhores séries que vi nos últimos tempos, estou simplesmente viciada e aficionada com Jessica. Fora que Krysten é linda e que cabelo! Fico babando. Recomendo.



Rafaela Valverde


sexta-feira, 18 de março de 2016

Livro Édipo Rei \ Antígona - Sófocles

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Terminei de ler mais um livro. É um livro bem pequenininho e li em poucos dias. Se trata de Édipo e Atíngona, tragédia de Sófocles, o maior tragediógrafo da sua época. Me fascinei pela história depois de uma aula de literatura onde estudamos essa história. A história de Édipo um rei de Tebas que cai em desgraça por causa da maldição de um deus, o deus Apolo.

Claro que eu já conhecia a história de forma superficial e até já estudei um pouco sobre o conceito psicanalítico do complexo de Édipo desenvolvido por Freud, mas também não estudei muito não, o que me isenta de falar sobre isso. Uma novela brasileira também contou essa história, onde Vera Fischer e Felipe Camargo eram Jocasta e Édipo respectivamente. 

O livro vem em forma de peça de teatro e as histórias são bem curtinhas. Édipo, nome que significa pés inchados, se quiser saber por que é só ler, É uma tragédia. O nome já diz e é o estilo de Sófocles. Ele gosta do miserê hehehe. Mas é sério, Sófocles, em suas histórias fala muito sobre o destino, sobre os deuses e suas vontades. Para mim é uma trama fascinante que olhei a vida toda com preconceito. Por que nos fazem odiar esse tipo de leitura? Hein? Hein? Será que é por que prega a justiça e um governador de uma nação realmente justo e honesto?



Rafaela Valverde

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

Filme Chatô, o Rei do Brasil

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Quando o filme começou eu já o achei um pouco estranho, pois achei que seria um filme biográfico sério e dramático como os grandes filmes biográficos americanos, ingleses, etc. Claro que pode ter pitadas de humor, mas achei escrachado demais.

No decorrer do filme me perguntei: "vinte anos pra isso?" Em minhas memórias busco o pouco que sei sobre Assis Chateaubriand e me lembro de uma série da globo que falava sobre o Modernismo brasileiro e ele era um dos personagens, mas sei também que ele foi um jornalista visionário, dono de veículos de comunicação e ligado à política. Ele ampliou a forma de se comunicar no Brasil e a minha dúvida é se ele não fosse nordestino se o filme seria retratado dessa mesma forma, ou se seria mais sério. Fica a pergunta. Ele era paraibano.

Achei que o filme pode ter avacalhado a memória de Chatô, como ele era chamado. Apesar de saber que ele teve seus defeitos e métodos escusos e antiéticos de trabalhar, etc. O filme mostra a vida dele, sua amizade com Getúlio Vargas, seus dois casamentos etc, mas mostra ele no leito de morte também e um sonho com um julgamento -programa de TV irônico e que era para se engraçado. Mas não é. O filme conta com Marco Ricca, como Chatô, Paulo Betti como Vargas, Andrea Beltrão, Leandra Leal, Gabriel Braga Nunes e outros grandes nomes com vinte anos a menos. E o mais estranho de tudo é ver esses atores vinte anos mais novos e lembrar do escândalo que envolveu o filme, cujo o diretor é o também ator (e fraco) Guilherme Fontes. Ele participa ridiculamente do filme. Bem, se não conhecem o escândalo desse filme, pesquisem, assistam e tirem suas próprias conclusões.



Rafaela Valverde

quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Leitor - Luiz Felipe Pondé

Luiz Felipe Pondé
Estou lendo de novo o livro Guia Politicamente Incorreto da Filosofia do filósofo e professor Luiz Felipe Pondé, como vocês sabem. O cara mete o pau em todo mundo. Ele crítica muitas aspectos do Politicamente Correto, a praga PC, como ele chama. Eu gosto do que ele escreve. Mas sobre isso eu falarei na resenha. Agora vou deixar apenas um dos ensaios do livro, que reflete bem o que venho pensando atualmente.

Tem gente que se acha importante em seu apartamento de dois quartos de classe média


Uma das coisas mais terríveis é o chamado "receptor de mídia", seja ele leitor, seja telespectador. Talvez o segundo seja ainda pior do que o primeiro porque para ler você precisa ser um pouco menos ignorante.

Certa feita perguntaram a um astronauta americano que esteve na Lua o que ele achava das teorias conspiratórias segundo as quais o homem não teria ido à Lua. Ele respondeu que existem pessoas que se levam muito a sério. Nada pior do que essas pessoas que não sabem nada, mas não sabem que não sabem nada, e levam suas vidas banais (toda vida é banal, mas a classe média com sua infinita baixa autoestima não sobrevive a esse fato) como se tivessem algum grande valor que ão foi descoberto pelos outros. Não digo isso com a intenção de afirmar que, se leu cem livros, você seja supertop por isso. Você pode ter lido muito e ser um bobo do mesmo jeito. Mas o tipo de médio leitor de jornal ou telespectador de TV é um medíocre que se acha o máximo, principalmente quando leva muito a sério suas opiniões sobre o mundo. Quase sempre não entende nada e vocifera seu não entendimento como parte da democratização do conhecimento.

Sou um quase descrente na capacidade da televisão de fazer algo que preste pela cultura (não sou 100% descrente pois acredito em milagres), porque a televisão entra em todos os lares e por isso mesmo lida com aquele idiota aqo qual fiz referência antes. Sua ruidosa ignorância banhada em auto estima criada pela fé na democracia gera a crença em si mesmo, e é isso que, creio, o astronauta americano tinha em mente quando respondeu à questão sobre aqueles que acham que a ida à Lua foi feita para ele, em sua "brilhante" inteligência, "descobrir" como farsa.

Na verdade é duro ser gente mesmo.E a maioria de nós é irrelevante mesmo, se arrasta pelo mundo como uma raça de abandonados que riem com pó entre os dentes. Mas o politicamente correto nos proíbe de dizer esta verdade: o leitor e o telespectador são idiotas, e no fundo nós, que "somos a mídia", pouco os levamos em conta porque quase nada do que eles dizem vale a pena. Não fosse pela desgraça do mundo capitalista (que nos obriga a ouvir esse sujeito porque ele é consumidor e há de disputá-lo como consumidor), não precisaríamos  dele e poderíamos dizer-lhe está verdade insuperável: você é um idiota e, se não fosse consumidor de nosso produto, esqueceríamos que você existe.


Luiz Felipe Pondé





Rafaela Valverde


segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

Sense 8

Imagem da internet
Estava ouvindo já algum tempo sobre a série Sense8 e achei uma modinha e as pessoas estavam ficando chatas por causa dela. Enfim, sou meia implicante sim e só veja, leio, ouço as coisas quando a modinha já acabou. E foi isso o que aconteceu. Estou com acesso ao Netflix e assisti a primeira temporada toda.

Eu gostei muito mesmo dessa série. É muito inteligente e com excelente qualidade dramatúrgica. Eu gostei bastante. Me diverti, me emocionei, sei risada, tive momentos de tensão. Enfim, é uma obra muito boa, os atores são bons. E como há gente bonita nessa série! Dá gosto de ver.

Então, eu gostei muito e a série tem muita qualidade e realmente não é apenas uma modinha. Estou ansiosa para chegar 2016 para eu assistir a segunda temporada. É isso, eu recomendo essa série para quem ainda não viu. Se é que é possível alguém não ter visto.



Rafaela Valverde

segunda-feira, 3 de agosto de 2015

Comédias brasileiras

Foto: Google
Ontem assisti o filme Candidato Honesto e ri bastante. Os filmes de comédia brasileiro são bons. Leandro Hassun é ótimo, um dos maiores comediantes e atores do Brasil. O filme é cheio de sátiras, cíticas e alfinetadas, que vieram a calhar, já que foi lançado no ano passado. Ano de eleições presidenciáveis. Achei parecido com o filme americano, O mentiroso, com Jim Carrey. E ri muito!

Os filmes brasileiros de comédia estão com uma super pegada de drama também, até chegando no melodrama, como foi o caso de Entre Abelhas, com Fábio Porchat que assisti no cinema. Acho isso interessante, para que o filme não vire um pastelão, uma comédia forçada.

Outro filme que assisti recentemente foi  Loucas para casar, com a ótima Ingrid Guimarães que trabalha com Hassun em um seriado da globo, que não é lá essas coisas, mas isso é outro assunto. Enfim, o filme Loucas para casar é engraçado,mas por Ingrid que segura o filme quase todo. O filme Loucas para casar soa meio machista, mas vai se desconstruindo um pouco ao longo do caminho, já que no fundo a personagem principal, vivida por Ingrid, realmente não quer ter a vida de casada. 

Na verdade nem pensei muito nisso, só dei risada mesmo! Quer besteirol para rir, apenas comendo pipoca e curtir o final de semana, vale a pena. Vamos valorizar também nossa comédia. Isso incentiva nossa arte  e nossos artistas a crescerem! Comédias brasileiras são boas!




Rafaela Valverde

quarta-feira, 11 de março de 2015

Amar é cuidar... e dá poesia!

Foto: Reprodução: Google
Pelo fato de ter "tomado conta" de minha irmã quando éramos pequenas, mesmo com uma diferença de apenas dois anos, me tornei uma pessoa muito cuidadosa com quem eu amo, sou uma mãezona no sentido de me preocupar e de tentar entender o que está se passando com o outro. Claro se a pessoa quiser e aceitar o que eu falo, se não quiser também eu deixo de me importar.

 Eu e ela ficávamos muito tempo sozinhas em casa e aprendi a ter responsabilidades cedo. Atribuo a isso muitas características que possuo hoje. Ela era dengosa e às vezes fazia coisas inacreditáveis, mas ainda assim eu aprendi lidar com ela. Com isso consigo lidar em muitos sentidos com qualquer tipo de gente.

Acredito que ouvir é a parte principal de qualquer relacionamento, mas não só ouvir fisicamente, escutar, entender o outro. Amar é cuidar, é desejar boa aula, bom trabalho, boa noite, bom tudo. É emanar tudo de bom que for possível para aquela pessoa. Saber onde estar não deve ser um forma de controle e sim de buscar o bem estar da pessoa.

Amar é cativar todos os dias e cultivar o que for bom em todas as oportunidades. Ontem assistindo a novela Império vi uma cena da atriz Zezé Polessa dizendo que não era muito de demonstrar o amor pelo marido. Paralelamente, mostrava a cena do marido, Tato Gabus Mendes, tendo um surto, algo que segundo a trama pode ser um indício de mal de Alzheimer. Em seguida, ele é levado ao hospital e aparece Zezé novamente dizendo:"Como eu gostaria de ter dito mais vezes, eu te amo. De demonstrar meu amor." E a cena segue com a expectativa se ele esquecerá de todo mundo ou não.

Por que é necessário acontecer uma tragédia, algo grave para fazer com que a gente se dê conta que amamos? Por que o que sentimos não pode ser cultivado todo dia? Com uma simples atitude, um simples bom dia, uma gentileza, uma coisa surpreendente, lembrar de algum detalhe, enfim... Detalhes para mim são muito importantes e faz o outro se sentir importante também, além de sentir acolhido e bem tratado. 

Afinal todo mundo gosta de saber que a pessoa amada sabe de algum detalhe que foi dito e nem era imaginado que essa pessoa lembrava. Não dá uma satisfação? Então... trate como quer ser tratado, dê mais atenção aos detalhes e a vida fica mais bonita, mais poética e menos sem graça. Bom, pelo menos alguns problemas serão evitados.



Rafaela Valverde

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Não tenho nada contra novelas

Ouço algumas pessoas falando com um desprezo sobre novelas e sobra a TV aberta em si, principalmente a Rede Globo_ o mais engraçado é que uma parte dessas pessoas passam todo o final de semana vendo enriquecedores programas da Record, Sbt, etc. Fico me perguntando por que as pessoas demonstram em público, odiar tanto as novelas.

As novelas são tradição antiga em nosso país. Tínhamos antes as rádio-novelas e também as fotonovelas. Com o advento da televisão e após o surgimento da Rede Globo as novelas caíram ainda mais no gosto popular. 

Foto: Google
Eu particularmente adoro novelas. Principalmente as boas novelas. Não tenho vergonha de dizer, como a maioria das pessoas que falam mal e no fundo assistem sempre que é possível. As novelas fizeram no passado e ainda fazem parte das nossas vidas. Minha infância eu passei vendo novelas, admirando os artistas e personagens; aprendendo com suas histórias e campanhas para o bem. Com essas campanhas, as novelas já ajudaram e conscientizaram muita gente.

Mas ainda existem os pseudointelectuais e "pseudomoralistas" - hipócritas no final das conts- que desprezam a cultura novelística que existe em nosso país. Recentemente ouvi duas pessoas conversando e diziam que não viam a Globo de jeito nenhum e nem novela, que nem sabiam mais nada sobre a programação, enfim. Direito delas, mas eu também vejo muito pouco, TV, seja aberta ou fechada e nem por isso preciso ficar falando e vomitando furiosamente sobre o assunto.

Enquanto elas falavam fiquei pensando que não precisava deixar de assistir nada, apenas era necessário desenvolver um senso crítico e assistir todas as coisas, utilizando-o. Levantei de onde estava sentada e rebati calmamente dizendo que era uma noveleira, que adorava e que tinha planos der um dia escrever novelas e talvez até fazer uma especialização sobre elas no Rio ou em Sampa.

Isso é o que eu penso sobre novelas e sobre aqueles que dizem que odeiam novelas.


Rafaela Valverde

sexta-feira, 20 de junho de 2014

Pausa para a copa

Foto: Google
Em tempos de copa do mundo no Brasil, podemos ver vários espetáculos em campo e podemos constatar também que toda a programação nacional e local das Tvs, rádios, jornais, etc., está tomada pelos assuntos relacionados ao evento esportivo. Isso é bom.Ter o nosso país tomado por esse clima de festa, essa alegria, essa animação em uma época do ano já tão animada é bom. 

Porém é necessário também que saiamos desse torpor. Será que acabaram ois assassinatos, os estupros, as mortes, as drogas? Acabaram as mortes nos hospitais? Acabaram todas as desgraças que existem em nosso país? Não, não acabaram. Nada mudou no mundo, nada mudou em nosso país, mas parece que demos uma pausa em tudo isso. Pausa de um mês para ver a copa. 

O país para, as cidades param, as empresas (algumas) se adaptam para que seus funcionários vejam os jogos da nossa seleção, etc. É emocionante ver toda essa união em prol de algo e é pena que não vejo mais a mesma união para outras coisas, outras  lutas, outras demandas sociais, enfim. No mais eu vejo como algo positivo e mudei muito a minha visão em relação a esse evento esportivo. E é bom lembrar que a copa é aqui e a última foi em 1950. Nem eu, nem a maioria das pessoas que eu conheço havia nascido nessa época, então pode ser daí essa comoção geral.

É claro que eu não entendo nada ou quase nada de futebol e  às vezes perco alguma coisa. O importante para mim na verdade é o gol. Como diz O Rappa: "Eu quero ver gol, eu quero ver gol, não precisa ser de placa eu quero ver gol..."

Agora vejo os jogos, pelos menos os que eu posso ou os mais importantes. Tento entender as regras, as gírias, pergunto, olho atentamente e percebo o tamanho dos espetáculos que temos a oportunidade de ver em campo. São verdadeiros shows! Com homens lindos, por sinal! Essa copa realmente está sendo muito boa para mim. Estou de casa nova, uma casa muito mais espaçosa e melhor, é a minha primeira copa depois de casada, e diferente das últimas duas copas, a minha vida está tranquila e nada de ruim aconteceu.

Vamos celebrar a vida, celebrar a copa, celebrar os países que se unem. Mas também vamos manter os pés firmes no chão, a cabeça aberta e ligada em todos os outros acontecimentos que continuam atingindo nossas vidas e nosso mundo, mesmo que estejamos de pausa para a copa.


Rafaela Valverde

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