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terça-feira, 30 de agosto de 2016

E a velhice?

Imagem da internet
A gente teme ficar velho, a gente não sabe como vai ficar nossa aparência. Como vai ser nosso rosto e nosso corpo no espelho? Nossa pele vai estar flácida, o rosto com rugas, o cabelo ralo. As roupas vão mudar, tudo vai ser diferente. A mentalidade vai ser diferente , a história de vida vai ser diferente. Teremos mais experiência. Tenho observado muitos velhinhos na rua. Vai ver é por causa da proximidade dos trinta... É, o tempo passa e conforme as décadas vão passando a gente vai ficando mais preocupado com o futuro, com a idade, com a saúde, com os joelhos... etc. Tudo muda né? 

Pois bem, eu vivo observando pessoas idosas na rua. Elas são diferentes. Bastante diferentes, mas ao mesmo tempo têm coisas em comum. Pensamentos que se convergem com os seus, ou não; têm aparências variadas, experiências e conselhos a dar. Minha vó mesmo diz sempre: "não termine a vida sozinha, minha filha, arranje um marido e fique com ele, não se pare sozinha como eu..." Eu gosto de escutar conselhos dos mais velhos. Se vou segui-los já é outras história. Mas eu escuto esses conselhos tecidos por uma outra mentalidade por uma outra visão de mundo.

Hoje estava observando uma senhora no shopping. Ela estava com uma roupa laranja. Calça e blusa laranjas. O cabelo estava pintado de vermelho cereja. Ela estava com muitas bijuterias. Eu achei ela bem estilosa, bem "prafrentex". Cheguei a conclusão que quero ser uma velhinha assim. Ela estava tomando um expresso com uma amiga. Ainda por cima curte um cafezinho. Ela ainda me lembrou uma pessoa muito querida para mim que morreu há uns anos.

Eu não tenho muita ideia de como eu vou ser daqui a quarenta anos ou mais, se estiver viva mas eu posso até imaginar pelo que minha mãe e minha vó demonstram a estética é boa, a pele é boa, os peitos demoram a cair... rsrsrs. Mas é difícil se imaginar com idade, mais idade. A gente sempre acha que será um momento bem longínquo a velhice. Mas nem tanto. O tempo voa. A idade vem, as limitações físicas também.

Hoje a qualidade de vida e a expectativa de vida dos idosos aumentou, viver e ser velho é u pouco melhor do que vinte anos atrás por exemplo. Mas ainda assim sei que existem muitos desafios. Posso comprovar isso através de minhas avós. É pena que eu não tenho mais avôs. Gostava deles, mas enfim, é a vida. Vou continuar a observar os mais velhos e me imaginar assim, pretendo ainda seguir o conselho de não ficar sozinha que minha vó tanto me dá. Não gosto de solidão. E solidão na terceira idade deve ser ainda pior. Abraçar, escutar, observar, acarinhar os velhinhos é uma boa forma de tomar um pouco da maturidade deles para a gente.




Rafaela Valverde

sábado, 25 de junho de 2016

Notícia de jornal - Fernando Sabino

Imagem da internet
Leio no jornal a notícia de que um homem morreu de fome. Um homem de cor branca, trinta anos presumíveis, pobremente vestido, morreu de fome, sem socorros, em pleno centro da cidade, permanecendo deitado na calçada durante setenta e duas horas, para finalmente morrer de fome.

Morreu de fome. Depois de insistentes pedidos de comerciantes, uma ambulância do Pronto Socorro e uma radiopatrulha foram ao local, mas regressaram sem prestar auxílio ao homem, que acabou morrendo de fome.

Um homem que morreu de fome. O comissário de plantão (um homem) afirmou que o caso (morrer de fome) era alçada da Delegacia de Mendicância, especialista em homens que morrem de fome. E o homem morreu de fome.

O corpo do homem que morreu de fome foi recolhido ao Instituto Médico Legal sem ser identificado. Nada se sabe dele, senão que morreu de fome. Um homem morre de fome em plena rua, entre centenas de passantes. Um homem caído na rua. Um bêbado. Um vagabundo. Um mendigo, um anormal, um tarado, um pária, um marginal, um proscrito, um bicho, uma coisa – não é homem. E os outros homens cumprem deu destino de passantes, que é o de passar. Durante setenta e duas horas todos passam, ao lado do homem que morre de fome, com um olhar de nojo, desdém, inquietação e até mesmo piedade, ou sem olhar nenhum, e o homem continua morrendo de fome, sozinho, isolado, perdido entre os homens, sem socorro e sem perdão.

Não é de alçada do comissário, nem do hospital, nem da radiopatrulha, por que haveria de ser da minha alçada? Que é que eu tenho com isso? Deixa o homem morrer de fome.

E o homem morre de fome. De trinta anos presumíveis. Pobremente vestido. Morreu de fome, diz o jornal. Louve-se a insistência dos comerciantes, que jamais morrerão de fome, pedindo providências às autoridades. As autoridades nada mais puderam fazer senão remover o corpo do homem. Deviam deixar que apodrecesse, para escarmento dos outros homens. Nada mais puderam fazer senão esperar que morresse de fome.

E ontem, depois de setenta e duas horas de inanição em plena rua, no centro mais movimentado da cidade do Rio de Janeiro, um homem morreu de fome.

Morreu de fome.


Extraído de: http://contobrasileiro.com.br/noticia-de-jornal-cronica-de-fernando-sabino/



Rafaela Valverde

quinta-feira, 28 de abril de 2016

Filme Nise - O coração da loucura

Imagem da internet
Hoje quero falar sobre o filme Nise - O coração da loucura, que foi lançado agora no dia 21 de abril. O filme conta com atores como  Glória Pires, Simone Mazzer, Julio Adrião e o diretor é Roberto Berliner.

É um filme muito bom, eu adoro filme brasileiro e acho que devemos valorizar a sétima arte produzida aqui. O filme é denso e traz a história da psiquiatria brasileira nos anos 40. Um hospital psiquiátrico no bairro Engenho de Dentro, Rio de Janeiro segue técnicas de tratamento muito utilizadas na época como choques e lobotomia.

A psiquiatra Nise, interpretada de forma bela por Glória retorna ao hospital depois de um afastamento e resolve mudar aquela forma de tratamento que segundo ela desconsiderava os pacientes como gente.Algumas cenas são bem chocantes devido a violência empregada. Nise chega ao hospital que é bem precário e promove uma revolução. Ela implanta uma sala de Terapia Ocupacional, onde os "clientes" passam a ser bem tratados, a violência é extinta e através de amor e arte, ela consegue realizar transformações na vida dos pacientes e no dia a dia do hospital.

Os pacientes são diversificados e muito deles têm talentos para a arte como esculturas e pinturas, enfim eu não vou falar mais nada. Apenas que é um filme forte e ao mesmo tempo sensível. Eu chorei. E além disso é um filme feminista porque é uma mulher forte, lutando contra um universo meramente masculino, já que seus colegas de profissão são todos homens. Enfim, eu realmente não vou falar mais nada. O filme está em cartaz. Assistam. É muito bom. Ahh não posso esquecer de falar que as atuações são excelentes e que no final aparece o trecho de uma entrevista com a Nise real já bem velhinha. Obra de arte incrível!



Rafaela Valverde

terça-feira, 29 de setembro de 2015

Chupe gostoso!

Foto: Google
Um sexo oral bem feito já me faz gozar logo de cara. O que significa que uma boa chupada, uma boa linguada acompanhada de dedos nervosos, mas ao mesmo tempo delicados são bem cotados para o início e até mesmo o fim de uma relação sexual. E é isso mesmo, eu vou falar sem rodeios, não vou usar eufemismos para mascarar algo que entre quatro paredes é tão natural e sem vergonha.

Tem gente que não gosta de fazer, só de receber - o que na minha opinião é um egoísmo e um retrocesso na intimidade do casal - pô, se você não gosta de fazer, pelo menos não receba de bom grado o mimo. A não ser que x parceirx queira e goste de fazer. Aí é outra história. Tem gente que gosta de ambos, faz bem feito e exige receber bem feito e tem gente que não deve gostar, ou tem nojo, sei lá vai saber, né? Tem maluco para tudo nesse mundo. Eu adoro! Sobretudo fazer. Meu melhor lema é oferecer prazer. E consigo!

Mas e quando a gente faz uma coisa caprichada, cheia de saliva, cheia de vontade por que estamos ali fazendo por gosto e quando recebemos, é uma chupada minguada e sem vontade? Aí é foda, literalmente (hehehehe). Na verdade isso aconteceu muito pouco comigo e já tive umas paradas muito loucas e alucinógenas só com uma língua safada na minha boceta. E não só na boceta, mas também nas áreas que a circundam.

E é óbvio, nem precisa falar que deve estar tudo em ordem e limpinho, tá? Eu não aproximo minha boca de um lugar com um aspecto e cheiro ruins. E vai de pessoa para pessoa, mas tem que ver também a pessoa que estar com você ali, quais são os hábitos dela, enfim... Mas isso todo mundo já sabe, não vou ficar aqui falando por que não sou sexóloga. Sou apenas praticante de sexo. Apenas.

O sexo oral é coisa delicada dentro de qualquer tipo de transa. Primeiramente por causa de todos esses meandros e travas que a pessoa pode ter. É normal. E pode levar um tempo até se soltar totalmente, exagerar na saliva, manerar com os dentes, enfim, caprichar e aprender a fazer bem feito... Demora, mas é possível. Olhar no olho em algum momento é imprescindível, delicadeza também e vontade. Tem que demostrar vontade. Tem que fazer por que realmente está afim. Se não for dessa forma, nem faça.




Rafaela Valverde


quinta-feira, 25 de junho de 2015

Livro A culpa é das estrelas

Foto: Reprodução/ Google
Li o livro A culpa é das estrelas novamente. E como sempre amei, isso não poderia ser diferente não,é?  Nada supera a leitura do livro físico, já que eu li há um ano no computador. Bem, a história do livro e de Hazel Grace e o fato de ela ter câncer todo mundo conhece. Até virou filme! 

Pois bem, o livro traz a deliciosa narrativa da vida e da morte de dois adolescentes que se conhecem em meio ao que poderia ser uma tragédia, mas eles tentam transformar a tragédia na mais graciosa história de amor e companheirismo que se pode haver nesse momento. 

Hazel conhece Augustus Waters em um grupo de apoio e se aproximam logo de primeira. O humor dessa dupla é inabalável. Eles passam a namorar e até vão para Amsterdã por conta do livro Uma Aflição Imperial, livro preferido de Hazel. Em meio a essa aventura e em meio a uma narrativa deliciosa, que flui, a gente vai se apaixonando por esses dois adolescentes que enfrentam coisas que nem todos têm coragem de enfrentar na vida. É um livro genial e eu amo! Sem mais spoilers. Leiam. Vocês vão amar.




Rafaela Valverde

sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Livro - Comer, rezar, amar

O segundo livro do ano, Comer, rezar, amar da jornalista americana Elizabeth Gilbert. Uma história real de uma mulher que não sabia da sua força e queria terminar seu casamento pelo simples fato de não querer estar mais casada.

Ela ouve a voz de Deus que nada mais é que a sua própria voz e sabe que precisa de uma comunhão maior com o ser superior que estava dentro dela mesma.

Após a sofrida saga do divórcio Lis decide viajar para os três países I. Itália,  Índia e Indonésia. Unindo o trabalho e a paixão pelo italiano junto com a necessidade de devoção,  Liz parte para Roma onde começa a aprender a língua que mais gosta e decide que vai comer e a aproveitar muito a culinária italiana.

Em Roma Liz deixa os antidepressivos de lado, faz muitas amizades e se diverte enquanto aprende o idioma. A escrita dela é ótima e a leitura flui.

Depois disso ela vai para a Índia e fica num ashran que é como se fosse um mosteiro,aprende a meditar, a ficar mais em silêncio e a ouvir sua voz interior.

Ela passa quatro meses em total devoção e vida regrada onde limpar o chão é tarefa para todos. Nessa parte do livro aprendi a respeitar minha individualidade, o meu eu por que se Deus quisesse que eu fosse de outro jeito,assim ele teria me criado. Aprendi ainda uma coisa chamada seleção de pensamentos, pra só atrair pensamentos positivos.

Em Bali, Indonésia o livro fica mais divertido,  engraçado mesmo.  Pelo menos eu ri bastante com a narrativa. Em companhia de um xamã e de  vários outros amigos indonésios, Elizabeth andou de bicicleta durante todo o tempo em que lá esteve.  Expurgou todo o sofrimento e depressão e concluiu seu processo de auto conhecimento e auto ccura. E ainda teve tempo para se apaixonar e amar, amar muito.  Super recomendo o livro.


Rafaela Valverde


quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Livro O lado bom da vida

Foto: Google
Terminei de ler o livro O lado bom da vida. O livro traz a história de Pat Peoples um cara otimista demais, chato e ingênuo demais. Eu não gostei desse livro. Esse Pat é insuportável, a ingenuidade e credulidade dele me deixam impaciente. Quase não termino de ler,mas como já tinha comprado mesmo eu li. 

Tudo bem que ele estava mentalmente perturbado, tinha depressão, bipolaridade e sempre tinha ataques, ou estava querendo esquecer, mas não concebo a ideia de alguém ser assim, Eu já tinha visto o filme e também não achei essas coisas todas não. O livro falava muito de futebol americano, o que eu não entendo nada e nem gosto.

O livro traz ainda muitos clichês, muitas frases repetitivas. Pat tem um pai idiota que não se enturma e não se dá bem com a família. Pat quer voltar para Nikki, sua ex- esposa que não quer ver pintado de ouro. Depois de sair do lugar ruim, uma clínica de recuperação, ele vive em função de recuperar sua ex- esposa, malha igual a um louco e volta a morar com os pais.

Apesar de não lembrar de nada, Pat sente uma necessidade grande de ser bom, de ser melhor. Ele que tanto isso que vira um chato de marca maior, Ele, apenas no intuito de reconquistar Nikki passa a querer ser gentil ao invés de ter razão. Esse é um dos seus principais lemas ao longo do livro. Um belo dia ele conhece Tiffany e aí começa a confusão maior.

Bom, é meio parado, fala muito de futebol, tem um pai impossível de existir, um psicoterapeuta que vai ao estádio com o paciente, enfim. Quem quiser ler, leia, mas eu não recomendo muito não.




Rafaela Valverde










terça-feira, 28 de outubro de 2014

Nós e as eleições

Foto: Google
Acabaram as eleições. Apesar de algumas pessoas chatíssimas ainda não terem percebido isso. Os comentários chatos ainda continuam, as pessoas sempre achando que têm mais razão que as outras, que são as mais certas continuam falando besteiras. Comentários preconceituosos contra nordestinos continuam sendo vomitados nas redes sociais. 

Aliás o mundo ficou mais nojento e mais careta depois das chamadas redes sociais aparecerem. Por incrível que pareça. Conseguimos o feito de ficarmos caretas, retrógrados, chatos e preconceituosos em pleno século vinte e um. No auge da civilização! Todos nós. A humanidade, as sociedades, o mundo, nós.

Os que lutaram pelo que temos hoje: liberdade, tecnologias avançadas, avanço da ciência, saúde, etc, devem estar se remoendo em seus túmulos. Viramos um bando de hipócritas, sem nada interessante na vida para ficar brigando por candidatos, políticos e partidos que sequer sabe que existimos! E olhe que a paixão política para mim e em outros tempos era vista de outra forma.

Não era e não é necessário xingar pessoas, brigar, discutir, ser chato de galocha. Não. Política devia ser algo positivo, algo que nos enalteça enquanto pessoas, enquanto sociedade, enquanto democracia. E não algo que vire apenas politicagem, no pior sentido da palavra. Não algo que nos torne vazios, medíocres e perturbadores da vida alheia como tenho visto esse mês, por causa das eleições.

Principalmente com o antagonismo existente nas eleições presidenciáveis e entre os próprios candidatos. Era o que se via entre os principais candidatos, os que foram para o segundo turno. Eles fomentaram todo esse clima tenso durante a campanha, durante os debates. Eles nos tornaram ainda mais tacanhos, pequenos e antiquados em nossas atitudes e palavras.


Rafaela Valverde

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Filme O guardião de Memórias

Assisti na faculdade sábado passado, na disciplina Psicologia da Adolescência o filme O guardião de Memórias.  O filme se passa nos EUA, no ano 1964. É  a história de um livro com mesmo nome, baseado em fatos reais. O doutor David, ortopedista, em um momento de emergência de vê obrigado a fazer o parto de sua esposa.



Com isso ele vê que nasceram gêmeos, um menino e uma menina. O menino nasce primeiro e nasce "normal", trazendo muita felicidade ao casal. Porém uns minutos depois, a esposa de David começa a sentir as contrações novamente e ele percebe que ali tem outro bebê. É uma menina e ela nasceu com síndrome de down. O  pai logo a rejeita, por já ter um histórico de "doença" em sua família, já que sua irmã morreu aos doze anos, trazendo muita dor para a sua mãe.


Ele não quer que a esposa sofra da mesma forma que a sua mãe sofreu e achando que estava fazendo o melhor que podia naquele momento, ele pede a enfermeira mandar a menina "mongolóide" para um abrigo onde eram mandadas pessoas com síndrome de down e outros problemas de desenvolvimento. A enfermeira vai até o local e não consegue deixar a menina no abrigo que trata os doente de forma pouco ortodoxa.

Ela acaba ficando com Phoebe, esse é o nome dela e  a partir dessa decisão sua vida muda. Ela se apaixona, se casa e sua filha ganha um pai. Formam uma família, enquanto a família do doutor David passa a desmoronar, sobretudo por causa da sua mentira que mudou a vida da esposa, do filho e da filha especial que vive com a enfermeira. O filme vai mostrando as trajetórias das duas famílias e o final é emocionante. É um filme que nos faz refletir sobre a força que às vezes não temos para enfrentar coisas pequenas, enquanto outras pessoas enfrentam obstáculos tão maiores.


Bem, é essa a maior intenção do filme, é nos fazer pensar, refletir sobre nossas vidas. Muitos acharão familiar essa história, já que várias outras se originaram dela, inclusive a novela da Globo. Acho que Viver a Vida de 2009. Se não me engano é isso. Recomendo, principalmente para estudantes e pessoas que se interessam pelo tema.






Rafaela Valverde

sexta-feira, 4 de julho de 2014

A morte

Foto: Google
A vida é repentina a morte também pode ser. A morte em alguns momentos pode ser bem estúpida. Mas cuidado por que a vida também pode ser estúpida, bem estúpida. Estou pensando muito nesse assunto ultimamente e entendo cada dia mais que a morte é que dá sentido a vida. Nós sabemos que vamos morrer. Nós vamos morrer e isso causa medo em alguns, alívio em outros. 

Não saber como, nem o dia, o ano, o mês angustia a gente. Mas será que saber tudo isso também não angustiaria e causaria dor? Muita gente pen
sa em vida eterna como algo bom. Será mesmo? Eu não acredito que viver eternamente seria agradável, principalmente com todas as limitações que temos como seres humanos. Nosso corpo, apesar da sabedoria é humano e se desgasta, vai morrendo aos poucos.

E ainda tem aquela máxima de pessoas que acham que certas outras pessoas vem para a terra cumprir uma missão e depois vai embora de repente, sem dar adeus. Será que é isso? Será que é por esse motivo que algumas pessoas morrem tão "de uma hora para outra". E morrer aos poucos, ficar penando também não é brincadeira. De qualquer forma as pessoas que ficam vão sofrer. Nós vamos sofrer, sempre. E nos perguntar o porquê.

Com o tempo a gente vai assimilando a dor. O tempo, ah o tempo... Curador de todas as feridas, da mente e do corpo também. Quem é que nunca foi beneficiado pelo tempo? Pelo esquecimento? O rosto daquela pessoa morta vai saindo aos poucos da nossa mente e a partir de um ponto é preciso fotografias para relembrá-la. Isso é verdade e todos nós sabemos disso, não podemos deixar a hipocrisia nos dominar e devemos sempre lembrar que o tempo cura tudo até o sofrimento causado pela morte. Esse é o consolo que temos. Que eu tenho.

Rafaela Valverde

terça-feira, 1 de julho de 2014

A cadeira do medo

Foto: Google
Eu não aguento mais sofrer com dor de dente. Dor de dente é um castigo e ir ao dentista é como uma tortura para mim. Chego lá e só de ouvir aquele barulhinho irritante eu me pelo de medo. Sei que é clichê ter medo do barulhinho do dentista, mas eu tenho de verdade. Frio na barriga é o maior indício disso. É aterrorizante, é apavorante pensar, imaginar que vou lá ficar com a boca aberta durante sei lá quanto tempo.

Venho sofrendo há mais de seis meses, mas o sofrimento ainda estava brando se é que posso dizer assim. Mas de uns dois ou três meses pra cá a coisa apertou e as dores e dificuldades para comer estão me acompanhando diariamente. Ainda bem que agora eu tenho um bom plano odontológico. Por que se não tivesse ele, não sei como eu estaria passando por esses maus bocados agora. SUS? Nem sei o que é isso. Nem sei onde posso encontrar dentista pelo SUS  e na verdade nem quero procurar.

Esse mês que passou, foi o mês de eu estar no dentista quase toda semana. Logo no primeiro dia útil tive uma emergência odontológica e adivinhem? Atestado. Canal, limpeza, emergência odontológica, madrugadas acordadas, etc. Tomei tanta radiação de Raio X na cara que a minha futura geração ainda vai ter sequelas. Tá bom, é exagero, mas foi muito Raio X mesmo. Saco!

O sofrimento ainda continua, mesmo depois de alguns procedimentos, acompanhamento e cuidado redobrado. Mas o mês de julho começou bem e ele, o sofrimento está prestes a acabar. O incômodo é indescritível, a dor é lancinante e perco até o prazer de comer. Acabei de soltar a pérola: "Estou virando um vegetal." Nem uma goiaba eu posso comer mais! Mas sexta feira isso acaba e estarei aqui contando a vocês a minha próxima experiência na cadeira mais aterrorizante que existe.

sábado, 3 de maio de 2014

Curso Técnico em Comunicação Visual - SENAI




Não havia contado ainda aqui, mas vou fazer um curso no Senai. É um curso técnico em Comunicação Visual. Fui selecionada através do Ssisutec e as aulas começam dia doze de maio. O que vai acontecer é que minha rotina será alterada. Estarei indo para a faculdade de manhã, depois saio correndo, desesperada que nem uma louca, para o trabalho, e como trabalho cinco horas por dia, vou sair de lá também correndo para ir para o curso que começará a partir das dezoito horas no outro lado da cidade.

É, vai ser uma correria. E com isso comecei a pensar em formas de ficar mais disposta, menos cansada. Na verdade eu já ando bem cansada. Tenho dormido pouco e mal. Comprei um chá calmante e vou tentar aos poucos melhorar minha alimentação. Comer mais frutas, legumes, folhas verdes, etc. Enfim, todo mundo já sabe, mas na correria e na falta de dinheiro impede que a gente fique sempre abastecendo a casa de vegetais. 

Realmente uma alimentação mais saudável ajuda a diminuir o cansaço e melhorar a disposição, mas e o sono? A aula lá vai acabar às 22h e eu não chego em casa em menos de uma hora. Então vou continuar dormindo pouco. O que devo fazer é tentar aumentar a qualidade, já que a quantidade não tem jeito, né? Acredito que o grande caminho para aguentar, é uma alimentação melhor. Vou tentar, eu juro!

Sempre quis fazer esse curso e agora surgiu a oportunidade. Surgiu do nada, a possibilidade de fazê-lo e no último dia das inscrições do Sisutec, me inscrevi para ver no que ia dar e deu nisso. Já fiz minha matrícula e as aulas já vão começar. Estou encarando como um desafio e quero muito terminar esse curso, que terá a duração de um ano e meio, eu acho. Bem é isso.

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Livro A culpa é das estrelas - John Green

Hazel Grace tem dezesseis anos e se acha uma granada. Efeito colateral do câncer, ser uma granada. Mas lendo esse livro compreendi que não existem granadas. Pelo menos não no contexto em que a palavra foi utilizada no livro. Geralmente não costumo ler best sellers ou grandes febres que geralmente vêm do exterior e que fazem sucessos com adolescentes, mas tive a curiosidade de ler e veio a oportunidade através do site da Le livros, onde fiz o download e mesmo sem gostar muito, li em PDF no PC.


Mas valeu a pena, viu? Me surpreendi muito com esse livro e amei Hazel. Sabe quando a gente se apaixona de cara por um personagem, a ponto de querer imitá-lo? Mas eu não consigo, por mais que eu tente, ser encantadora e engraçada como ela. Não dá para ser mais fatalista e realista que ela. Ela é demais. É sem dúvida, uma das melhores personagens de livros que eu já li. É irônica, inteligente e tem câncer.

Câncer na tireóide com metástase nos pulmões, o que faz com que ela tenha dificuldade de respirar, de andar, de correr, enfim, de viver como uma adolescente normal. Já está acostumada com o oxigênio que tem que levar a todo lugar e conhece em um grupo de apoio, que é obrigada pela a mãe a frequentar, Augustus Waters, a quem vai amar e viver cenas românticas e reais. Com ele, Hazel descobre que mesmo com o câncer, a vida pode ficar um pouco melhor.

Augustus é lindo, atraente, sexy, tem um lindo sorriso e apenas uma perna, devido a um osteosarcoma. É ex jogador de basquete e adora jogar vídeo game. Ele se apaixona por Hazel e sempre a chama de Hazel Grace. Eles vivem um amor incrível e aventuras que podem até durar pouco tempo, mas são tão intensas. Aceitam ou tentam aceitar as vicissitudes da vida e quem sabe também da morte.


Aceito.

Eu aceito!


Rafaela Valverde







quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Nova obrigação dos planos de saúde

Só vejo o governo investindo esforços e jogando duro em cima dos planos de saúde através da ANS. Essas ações até que beneficiam os usuários, porém será que elas não mascaram a situação do SUS? Os esforços deviam andar no lado contrário, para que todos os cidadãos tivessem a garantia de cumprimento do seu direito que é saúde pública de qualidade e não em meios paliativos que apenas fecham nossos olhos para uma realidade tão cruel, que é a saúde cada vez mais sucateada que temos, que mata cada vez mais, dia após dia. O que prevejo é a universalização dessas manobras, em prol dos usos da saúde privada em detrimento da saúde pública. Engraçado, que isso foi exatamente o que aconteceu com a educação há alguns anos, onde o foco saiu da escola pública universal para o enchimento dos bolsos e beneficiamento dos empresários donos de escolas e faculdades particulares. É a mesma história!

Entra ano, sai ano e vemos notícias como essa que saiu hoje e não fazemos nada.

O gigante  precisa acordar de verdade em 2014!

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Comecei a caminhar


Hoje fui caminhar na orla. Até que enfim e depois de dez meses morando há dez minutos da praia eu decidi sair um pouco do sedentarismo e desci para caminhar um pouco. Fiquei um pouco cansada, mas acredito que seja normal para o primeiro dia. Fui com meu marido, e ele mais experiente me orientou em algumas coisas e em alguns momentos dávamos uma corridinha e parávamos. Fizemos um alongamento básico antes e nenhum depois. E antes de subirmos para casa tomamos água de coco e quando chegamos em casa, tomei água e comi banana até a hora do almoço. O sol estava maravilhoso e a vista é linda, dá até gosto de caminhar. É pena que as praias de  Salvador, de maneira geral, estão degradadas e destruídas. É lamentável, mas as pessoas não deixam de caminhar e correr na orla por causa disso, e assim vamos trazendo pouco a pouco mais saúde para nossas vidas.


Rafaela Valverde

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

A morte e a dificuldade em lidar com ela

Falar da morte não é fácil. Lidar com ela é pior ainda. Hoje mais uma vez soube de alguém conhecido meu, digamos até próximo que se foi. Sem dar adeus e sem volta. Pelo menos nessa vida, e conscientemente não terá volta. Digo isso dessa forma por que acredito na teoria da reencarnação, mas mesmo acreditando, nunca deixaremos de sofrer pela morte de alguém. Mesmo eu que acho teoricamente a morte super natural, e "é o caminho de nós todos", ainda sinto uma lágrima cair no canto do olho quando recebo a notícia e quando me dou conta de que não mais verei ou falarei com aquela pessoa. É triste. Não consigo descrever o sentimento que toma conta de mim nesse momento. Fico apreensiva e angustiada só em pensar que esse momento vai chegar para as minhas avós, meu pai e minha mãe. Tento adiar ao máximo esse pensamento, porém é um fato que todos nós vamos morrer e ainda ontem eu falei disso aqui, que todos nós vamos morrer, enfim. Hoje eu fiquei um pouco mais triste e não tenho mais nada a dizer.



Rafaela Valverde

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Hospital das clínicas se nega a internar uma idosa de 81 anos

                                          




Ontem mais uma vez uma linha foi escrita na história de quem sofre na mãos dos serviços públicos de saúde, sobretudo na saúde e educação. Minha avó de 81 anos foi a vítima dessa vez, e quando algo do tipo acontece com alguém próximo da gente, e a gente sofre na pele e passa a entender o quão caótica está a situação do SUS.

A história foi a seguinte: minha vó depois de muitas indas e vindas e depois de um problema sério de cunho ginecológico, conseguiu, depois de fazer e refazer vários exames, marcar um internamento para fazer uma cirurgia. Esse internamento seria ontem e isso não foi concretizado. Minha vó saiu de casa cedo, junto com minha mãe sem se alimentar, esperando um internamento no Hospital das Clínicas, que faz parte da UFBA. E não foi internada, simplesmente por uma questão de burocracia inútil e falta de boa vontade da diretora/ chefe do departamento de ginecologia desse hospital.

Essa senhora que eu não sei o nome, por isso não o cito aqui.,que provavelmente não tem ou não teve mãe ou avó, ou se tem elas não precisam do serviço único de saúde, se negou a internar minha avó. Pois segundo ela o internamento deveria ter ocorrido dois dias antes. Como? Se o médico que vinha acompanhando ela, informou essa data? O médico compadecido pela idade e condições de saúde da minha vó, fez de tudo para liberar o internamento dela, até se dirigiu ao diretor geral do hospital, mas não adiantou nada.

A cabeçuda não aceitou nenhum argumento e disse na maior arrogância que não ia interná- la pois para isso, seria necessário ter um pré operatório de 48 horas. Pois bem, até concordamos com a importância do pré- operatório, porém já que nos foi falado que a data do internamento seria ontem e não foi avisado sobre os demais detalhes, não poderia haver uma exceção? Inclusive pelo fato de estarmos desde o a ano passado correndo atrás dessa bendita cirurgia e pelo fato de minha vó ser bem idosa e estar sofrendo com um problema de saúde sério.

Será que além de não haver competência, agilidade, e isonomia no serviço público, também não há generosidade e amor no coração? Será que não existe compaixão com alguém que se acabou de trabalhar a vida toda e hoje não consegue nem um atendimento para diminuir seu sofrimento? Não há flexibilidade tendo em vista os detalhes desse caso.Será que por conta de todos esses detalhes, da idade dela, enfim, será que não poderia ter sido aberta uma exceção e o pós operatório não poderia ter sido iniciado ontem as 48 horas haveria a cirurgia? Será que isso ia interferir no cotidiano ou na credibilidade do Hospital das Clínicas? Essa senhora que eu não sei o nome por que minha mãe não perguntou, de tão nervosa que estava esqueceu que vai ficar velha? Esqueceu também que trabalha no serviço público e que está lá pra lidar com pessoas que precisam do SUS?

Mesmo depois de  muitos apelos de minha mãe que chorou nervosa, junto com minha vó, essa senhora não cedeu uma simples autorização de pre operatório e internação que dependia apenas da assinatura dela. Nem o diretor do hospital a convenceu.É muito triste que tenhamos, nós, brasileiros, em plena era do desenvolvimento social, como o governo federal, insiste em nos fazer acreditar ter que passar por isso. É muito chato e desagradável.


Fica aqui meu desabafo.

Rafaela Valverde

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Por quanto tempo?



Estou pensando em quando o meu desejo vai ser realizado.
Quando é que vou poder sentir uma emoção única, mas ao mesmo tempo tão banal?
Será que vai ser agora? Na outra vez não deu certo.
Será que agora eu sou merecedora? Da outra vez não fui?
É a hora certa? Existe hora certa?
Será que não estou me confundindo? Será que estou certa?
O que estou sentindo, é real? O que é de verdade e o que é delírio?
Não quero me frustrar, por isso não acredito.
Preciso de confirmações, não acredito só no meu corpo e nos sinais que ele dá.
Mas também não quero acreditar em nada que discorde do que eu já sei.
Não concordarei com nada que me dê uma resposta negativa nesse momento.
E acabo ficando em cima do muro, no meio da linha tênue que existe entre esses dois lados.
Qual será a minha confirmação?
Vou acreditar nessa confirmação?
Por que ela não veio logo de primeira?
Por que eu tenho que sofrer esperando uma resposta?
Pra que tanta tortura?
Pra que tanta judiação com uma pessoa só?
Se vai ser não, por que me "assanha"? E por que me faz sofrer?
Uma dor física sem tamanho, estou sentindo. De não aguentar nem andar.
Fico pasma só de lembrar, do quanto alguém pode sofrer esperando algo que não vem.
E ainda a ansiedade permanece, por que os sinais permanecem e eles, os sinais, não mentem.
Ou mentem?
Por que o corpo e o cérebro da gente nos pregam peças como essas,
capazes de nos desmoralizar na frente dos outros?
Por que?
Por que?
A ansiedade me corrói e o que estou constatando é que terei
que conviver com ela nos próximos dias.



Rafaela Valverde

terça-feira, 22 de outubro de 2013

Atividade física, preciso começar.

Tenho sentido uma grande necessidade de me movimentar, de fazer algum exercício físico e ao mesmo tempo venho sentindo uma grande necessidade de dormir, descansar, ficar na cama e dormir várias horas. A preguiça acaba ganhando a briga para dizer a verdade. Mas tenho lido em alguns sites que caminhar um ponto a mais ou deixar de lado o elevador, já ajuda no abandono do sedentarismo e isso já me satisfaz a curto prazo. Não gosto de musculação e com a minha aparência, meio-nerd-acima-do-peso, não me sinto absolutamente confortável para frequentar uma academia com mulheres malhadas e experientes no ato de se exercitar. Já tentei frequentar assiduamente a mesma academia por duas vezes e não me adaptei com o ambiente. Não gostei mesmo. Será que é um problema comigo ou com a academia? Eu sou vou saber quando mudar para outra, mas cadê a coragem de acordar mais cedo e começar a me exercitar? O que posso fazer para me motivar para malhar? Eu ainda não sei. O meu corpo não quer malhar e a minha cabeça não gosta de musculação. Não tem nada não, um dia eu me conscientizo de uma vez sobre a importância de me exercitar e todo aquele blá.blá, blá todo que já estamos acostumados a ouvir. e vou fazer algum outro tipo de exercício físico que me dê a disposição e a animação que tanto tenho precisado.


Rafaela Valverde

sábado, 7 de setembro de 2013

Vamos falar sobre sexo?


Quem é que não tem pensamentos eróticos? Quem é que não gosta de uma boa sacanagem? Ah, minha gente não vamos ser hipócritas, não é? Não conheço uma pessoa que não goste de sexo, a não ser as que nunca experimentaram, o que inclusive é um número bem pequeno. Pelo menos no meu círculo de amizades. E as mulheres gostam também de falar sobre sexo, em pé de igualdade com os homens, pois se os marmanjos se gabam das suas relações sexuais, e entre eles até rola umas disputas, entre nós mulheres o papo é bem mais solidário e construtivo. Isso por que nós não temos vergonha de tirar dúvidas com as outras mulheres, nós compartilhamos informações e conversamos de forma natural e amigável e não em tom de disputa como os homens. Pelo menos é assim que funciona comigo. Não sei como é com as outras mulheres quando resolvem sentar para falar de sexo, mas  as rodas de amigas que participo são retadas! Sempre conversei sobre sexo com outras mulheres e tome- lhe falar putaria. Ops,desculpem a expressão, mas ela é necessária ao falar desse assunto e já estou farta de não escrever sobre esse assunto. Pronto, quebrei todos os tabus que ainda tinha ao falar de sexo aqui no blog e esse assunto vai ser muito mais constante a partir desse exato momento e justamente creio que um pouco desse linguajar não faz mal a ninguém. Afinal de contas, não rola menos que um festival de bocas porcas entre quatro paredes, não é? Então? O espaço é meu e eu não sou pudica na vida real por que tenho que ser pudica no blog, deixando de falar de uma coisa tão normal, tão simples, tão deliciosa e que eu gosto tanto? É claro que não sou Expert no assunto, mas quem pratica sempre sabe falar, ler e aprender também sobre isso não faz mal a ninguém, pelo contrário ajuda. Sexo é bom, sexo é saudável, sexo bem feito é uma delícia e é a coisa mais natural e antiga do mundo. Então, vamos falar sobre sexo?
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