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terça-feira, 1 de agosto de 2017

Eu e os óculos


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Voltei a usar óculos depois de quase três anos de lentes de contato. Eu escolhi um modelo de óculos bem estiloso e diferente de tudo que já usei antes, mas pelo meu grau ser muito alto e a grana ser pouca acabei ficando com uma lente grossa. Eu odeio óculos. Sempre odiei e desde ontem estou me sentindo um pouco angustiada em ter que usar esse troço no meio da minha cara.

Sinto que muda muito minha fisionomia e me deixa menos bonita. Nunca me senti bonita de óculos. Até compartilhei um texto no Facebook sobre minhas angústias, mas aqui que é o espaço adequado para isso. Eu estava pensando ontem, o dia todo, que ninguém vai me olhar mais. Ninguém vai se sentir atraído por mim mais. Por causa dos óculos... Bom se já não olhavam antes... Pode parecer besteira, mas não é. Não para mim.

Tenho uma necessidade de me sentir bem. De me sentir bonita pois passei minha infância e minha adolescência sofrendo de baixa auto-estima. Baixíssima auto estima. E os óculos, além do meu peso, cabelo e aparência como um todo, eram responsáveis por isso. Me sinto meio triste, mas vai passar. Eu sei. Mas é assim que estou me sentindo no momento. Querendo fazer cirurgia de redução de miopia, querendo nascer de novo, sem isso. Pedindo para não ser tão cega... Tudo meio idiota, mas eu sou assim.


Rafaela Valverde

terça-feira, 7 de março de 2017

Manifesto contra 'homis' escrotos

Pessoas em geral não prestam, pessoas em geral não são confiáveis. Mas os homens estão de parabéns nessa história. Parece que na escola chamam os homens e ensinam como serem escrotos. Parafraseando Vivian, personagem de Julia Roberts em Uma Linda Mulher que fala exatamente essa frase, só que no lugar do "de como serem escrotos", a fala dela é sobre os homens aprenderem a bater bem na cara de uma mulher - é que abro esse manifesto contra os homens escrotos - quase todos.

Não estou aqui para generalizar, mas também não vou ficar defendendo homi bosta não. Pois bem: a maioria dos homens que conheci e fiquei são bem imbecis. Não têm papo, não sabem lidar com uma mulher; eu sou capaz de dizer que não conhecem mulher.  Os homens são inconstantes, indecisos (mudando de opinião de forma irritante, ao seu bel prazer), uma hora querem, outra não querem. E isso em qualquer coisa! Os homens, em sua maioria, não se importam com nada mais além deles mesmos e seus digníssimos paus. Ah, pelo amor de Deus! Grande coisa é um pau!

Há uma cultura tão grande de idolatria a esse órgão, que para mim é nojenta. Um pau sozinho não faz nada. Entendam isso! Mulher é um conjunto bastante complexo e não apenas o que está embaixo da nossa saia é que o interessa. Aliás, para vocês, sim, né! É só o que importa: buceta. Pra meter, gozar, virar para o lado e dormir. Mas eu hei de informar para vocês, homens, que nós mulheres, temos vários pontos erógenos pelo corpo, atrás dos joelhos, por exemplo, é um bom local, o pescoço... Vocês já chegaram nesses locais? Não, né? Porque vocês não se importam com o prazer feminino. Só com vocês mesmos e ainda não sabem fazer sexo, não descobriram ainda a magnitude do que é o sexo, que com certeza não é só buceta e pau!

Ainda falando de sexo, eu infelizmente preciso dizer aqui que o mesmo homem que adora receber sexo oral é o mesmo que não gosta de fazer. Tem nojo de buceta, dos pelos, do cheiro, sei lá o que! Eu já devo ter falado isso aqui umas quinhentas vezes mas ainda assim vou repetir: buceta tem gosto e cheiros característicos e isso que faz dela uma buceta. Se você não gosta desses dois aspectos, você não gosta de buceta! Ah, quem dera se o mesmo homem que não gosta de chupar fosse o mesmo que não gostasse de ser chupado!!

Eu tenho pena desses homens. Coitados. Dependem apenas do pênis para ter prazer e quando esses dito-cujos começam a falhar é um deus dará, porque não há interesse em descobrir outras formas de prazer para ambos, afinal sexo é uma troca, não é? Não, os homens passam a vida toda dependentes dos pintos e só usando eles, muito mal, ainda por cima.

E aqui não estou reclamando ainda da falta de tato masculina apenas no sexo não. A maioria dos homens não tem tato para nada. Já saí com um cara que me levou numa lanchonete, engoliu o sanduíche dele e aparentava muita presa de irmos logo ao motel. Fiquei com vergonha alheia ali mesmo, só não me mandei porque queria levar o encontro adiante apenas para finalizá-lo de vez. Em outra ocasião deixei um homem-britadeira, lá sozinho de pau duro, na cama e fui me embora. Que nada, eu não sou obrigada!

Em relacionamentos, quando resolvem entrar, os homens costumam fazer muita merda também. Uma das piores coisas é continuar a vida de pegador mesmo tendo mulher/namorada em casa. É ridículo! Vocês não são obrigados a terem relacionamento, se querem continuar pegando, fiquem solteiros, porra! Estamos no século XXI! Mas na sociedade retrógrada e conservadora em que vivemos, parece que as pessoas são obrigadas a se relacionarem, casar, ter filhos... Apenas para prestar contas à sociedade. Tsc, tsc, tsc...

Por último, mas nem por isso menos importante, ao contrário são as coisas mais importantes para mim em qualquer relacionamento, mesmo que seja somente um relacionamento curto, para sexo casual, o respeito tem que imperar, de qualquer jeito. Sejam carinhosos, gentis, cavalheiros (não no sentido de tratar a mulher como uma retardada, sem mãos) mas o que custa pegar uma bolsa pesada se vocês estão com as mãos vazias? Nada! Acreditem, a gente, por mais feminista que seja, repara em atitudes como essa e gosta de ser bem tratada. Quando terminarem de transar e os DOIS tiverem gozado, e isso eu digo para as mulheres também: se abracem, se acariciem! Carinho é maravilhoso. Não vão cada um para um canto com o celular não, isso destrói qualquer possibilidade de um novo encontro e vai destruindo aos poucos o relacionamento. Por fim: homens, ESCUTEM AS MULHERES! Será que é tão difícil escutar, não só ouvir? Prestar atenção e não ficar olhando para o celular? Será que é possível conversar com vocês? Ou vocês só sabem mesmo, e mal, fazer sexo?


Ficam as dicas!


Rafaela Valverde


quinta-feira, 29 de setembro de 2016

Ser tradicional é tão ruim assim?


Passei anos fugindo do tradicional. Não quis cerimônia e festa de casamento, quando juntei os trapos. Nunca tive esse sonho, nunca tive o sonho de ser mãe. Mesmo depois de uns anos casada, eu pensei em engravidar somente por influência de uma amiga que havia tido filho recentemente. Nunca fui "Amélia", sempre trabalhei e estudei. Exigia as divisões das tarefas domésticas, sempre fui uma mulher diferente. Aquela que  não queria ser normal, tradicional. Não queria fazer o mesmo que os outros faziam.

Troquei de faculdade e de curso três vezes antes de conseguir finalmente ir para a UFBA. Enquanto tinha um relacionamento, ele, em um determinado momento, foi aberto. Depois que meu relacionamento e meu casamento terminaram, eu tive literalmente uma vida de solteira. Curti bastante. Nunca fui, portanto, uma mulher tradicional, com valores tradicionais e puritanos, muito pelo contrário, sempre fiz questão de seguir o oposto.

Mas ei que eu venho percebendo que quero ser meio tradicional. Eu explico: para começo de conversa eu estou em um relacionamento sério, o que eu achava há seis meses que não queria e que não iria acontecer; me enquadrei de novo nas regras de um relacionamento e não me arrependo, não sinto falta da vida solitária que eu levava quando estava solteira. E por fim, fico olhando ex colegas de escola ou de faculdade que casaram, têm filhos, cachorro... Fico olhando essas famílias tradicionais, constituídas com um casamento formal,  "no papel" como a gente costuma dizer; com filhinhos, bichinhos, casas bonitas, lares estruturados e meio que me dá uma inveja.

Eu não sei muito bem explicar o que eu sinto e por quê. Mas eu fico querendo ter essa vidinha pacata, com problemas pra resolver e fraldas para trocar ( essa parte é só licença poética, tá?) É claro que eu não desejo ter filhos. Não agora, mas sei que posso mudar de ideia. Sei que já tive uma vidinha pacata de gente casada, que é boa, viu? Mas que não deu mais certo e o que não dá certo deve ser consertado ou acabar. Sei que há uma tendência atual de rejeitar essa tradicionalidade, de rejeitar essa vidinha- família- classe média-shopping.

Mas eu sei também que sou taurina. Os taurinos gostam de estabilidade, de um porto seguro. Os taurinos geralmente curtem família. E se, querer uma "famíliazinha" minha, construída por mim, é o "normal", é isso mesmo que eu quero. Com cachorro e gato, com frutas e Fast Food, com filmes e carnaval. Com tudo que eu tiver direito. Essas pessoas com cônjuge/companheiros, filhos e bichinhos de estimação devem sentir um orgulho danado da família que expõem no Facebook, eu teria!





Rafaela Valverde

sexta-feira, 23 de setembro de 2016

A menina das telas


Estou sem as minhas telas. Meu celular e meu tablet deram pau ao mesmo tempo e ambos já estão no conserto. Mas eu cheguei a conclusão que sou a menina das telas. Gosto sim de estar cercada por telas. Nem eu sabia disso. Mas quero as telas que eu possa ter e que o dinheiro (o pouco que eu tenho) possa me oferecer.

Eu sinto falta do meu celular o tempo todo e até fiquei meio jururu. Primeiro pelo prejuízo, especialmente quandro os dois quebraram ao mesmo tempo e segundo por que sinto falta dele, simplesmente. Estou carente. Fico procurando. Às vezes vou me deitar e procuro o celular para dar uma última olhadinha no Facebook antes de dormir. E já acordo pensando em pegar meu celular. Ele despertava para eu acordar e era a primeira coisa que eu fazia ao acordar era tocar nele, é claro. E depois ligava o wifi.

Não sei até que ponto isso é prejudicial ou não, mas hoje estamos mais que inseridos nesse mundo das telas. Eu adoro tablet. Tablet é uma coisa mágica, parece até do capeta! rsrsrs É sério, eu fazia quase tudo pelo tablet. Acessava meu e-mail, internet em geral, via minhas séries e filmes; lia textos da faculdade - é uma mão na roda e foi por isso que eu comprei - lia livros, etc, etc, etc. Foi o segundo tablet que eu tive e esse foi com meu dinheiro, sabe? O outro foi presente. E eu adoro tablet mesmo.

Eu até pensei em comprar um kindle que é um leitor de livros on line ou PDF da Amazon. Mas apesar da qualidade comprovada, da boa leitura que oferece eu prefiro mesmo um tablet que até mesmo tira foto. Enfim, parece que não tenho muita sorte com esses aparelhos, pois quebram. Sempre quebram. Eles não gostam de mim. Meu notebook quebrou há uns anos, já foi consertado e quebrou de novo.

Eu não gosto muito de consertar aparelhos, sou mais de ir lá e comprar outro. Se tiver grana, é claro. Como não tenho, não estou tendo, então fico sem mesmo. Eu adoro comprar celular. Estava pensando nisso essa semana. Sim, eu adoro comprar celular. Aquela sensação de tirar da caixa, ver o aparelho novinho, aprender a usar... é gostoso. E consumista! Eu sei, mas ainda assim se eu pudesse eu comprava um celular por ano. É isso, sou a menina das telas.



Rafaela Valverde

terça-feira, 5 de abril de 2016

Parem de pedir nudes, agora!

Imagem da internet
Essa coisa toda de redes sociais como WhatsApp, Facebook junto com toda essa facilidade de WiFi, envio de fotos e arquivos de forma rápida e fácil acaba muitas vezes sendo chata. Não viveríamos mais hoje em dia sem essas coisas. Mas às vezes, enchem o saco. Eu tenho uma relação meio que conturbada com as redes sociais e só fui ter tudo isso quando já era a maior febre. Sempre fui a última a aderir às redes.

Tenho uma péssima relação com o Tinder, por exemplo, que é usado para arrumar alguém para trepar, pode se dizer assim. Já excluí e instalei mil vezes e já no meu celular novo eu já instalei e já excluí. Como na maioria das vezes só conheci trastes, nos últimos tempos estava usando ele para me divertir. Sim, ria dos perfis e das fotos sem noção.

Bem, mas fiz essa introdução apenas para ilustrar a minha já cansada relação com tudo isso. Mas hoje quero falar mesmo sobre os pedidos de nudes de alguns homens babacas com os quais tenho que lidar. Tem uns que parecem que não têm mais o que fazer e não têm outro assunto a não ser pedir nudes. É chato, incomoda. Além de que isso é considerar a mulher que está do outro lado apenas um corpo, um objeto.

Eu tenho achado isso ultimamente bem nojento. Na verdade eu sempre me senti meio incomodada em mandar esse tipo de fotos, mas até mandava sem o rosto, etc. Mas agora, me irritei tanto, uma pessoa me irritou tanto que eu desisti e bani essa merda da minha vida. Não mando mais esse tipo de foto para ninguém.

Essa pessoa, em todas as conversas no WhatsApp pede fotos minhas e já usou o termo "caridade", é mole? "Faz uma caridade e me manda uma foto sua aí, gata." Que idiota! Eu fico com tanta raiva que esse aí nem vai mais ver a minha cara. Eu só digo uma coisa para vocês queridos: parem! Isso não é nada agradável. Nenhuma mulher gosta dessa insistência, se ela não mandou é porque não vai mandar, portanto parem de pedir.

Acham que vão vencer pelo cansaço, pela insistência. Não vão. A gente vai continuar achando vocês muito chatos. Querem ver a nossa "pepeka", sejam homens e queiram ver pessoalmente. Agora, ficar nessa idiotice de pedir nudes e fotos das partes íntimas, ou de "como está vestida agora" é um saco. Apenas parem. É deselegante e é falta de educação.

Eu por exemplo, não tenho nenhuma pretensão na vida de ser motivo de punheta de homens grandes idiotas, que não sabem fazer sexo direito e por isso não transam com ninguém. Não transando com ninguém, na primeira oportunidade que têm de conversar com uma mulher ficam nessa de pedir nudes todo santo tempo, todo santo dia. Isso enche meu saco e como a playboy não tem mais a glória de antes, vou mandar que vocês vão pegar um corpo-objeto-qualquer para se divertir no banheiro, lá na internet, ok? Conhecem o Google? ótimo, tem várias mulheres nuas lá! Meu corpo não!



Rafaela Valverde

segunda-feira, 28 de março de 2016

Gritar o tempo todo que está bem não vai te deixar bem!

Imagem da internet

Quem está bem não precisa ficar bradando isso aos quatro cantos do mundo. Estar bem é apenas estar. É um estado tão puro que não carece ficar dizendo em todos os status de todas as redes sociais, nem mostrando em todas as fotos e legendas. Quem está bem, demonstra no sorriso que sai automaticamente em todas as suas fotos. Quem está bem não tira foto com a cara fechada e em baixo a legenda: "estou maravilhosamente bem, obrigado."

Não. Quem está bem sorri verdadeiramente nas fotos, mesmo que coloque na legenda "eu estou mal", ninguém acreditará. Então, estar bem é espontâneo e não deve servir para gerar elogio e admiração de outrem. Estar bem é um estado de espírito tão pleno que só dá vontade de estar em silêncio na verdade, para não assustar a sensação.

E na verdade isso serve para tudo na vida, quem está bem não fica falando, quem faz sexo todo dia não precisa ficar falando que faz e acontece e tal, quem ganha dinheiro e tem uma casa boa não precisa ficar contando vantagem.

Na verdade há hoje um conceito cultural de proibição do estar mal, é proibido ficar triste e zangado. O politicamente correto e a sensação de satisfação instantânea instaurada pelo consumo, festas e músicas ruins, inclusive com letras alienantes falando que está tudo certo no mundo, reforçam esse sentimento coletivo de falso bem estar e felicidade eterna.

É fato e é óbvio que a felicidade não pode e não é efetivamente plena. Não dá para ser. Sofremos picos de angústias, tristezas, dores, decepções, problemas cotidianos para resolver.., entre tantas outras adversidades. Em um momento, ao olhar o mar sentimos bem estar, mas depois de um momento sufocados por paredes vêm novamente a tristeza.

Então, nem sempre estamos bem. Estar o tempo todo bem e satisfeito com as as escolhas que fazemos é no mínimo ilusório. Mas também pode ser hipócrita e simplesmente mentiroso. Apenas factoides para mostrar para todo mundo, uma felicidade irreal. Enfim, o que eu quero realmente dizer é: não há necessidade de ficar dizendo que está bem, feliz, etc, etc, etc. Há coisas que não precisam ser bradadas a todo o tempo, felicidade e caridade são duas delas.


Rafaela Valverde

segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

A menina das letras

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Sempre fui a menina das letras. Sempre fui a menina dos rótulos, das bulas de remédios e dos manuais de todos os móveis e eletroeletrônicos e domésticos que eram comprados lá em casa. As letras juntas em palavras, constituindo frases e formando textos sempre exerceram um fascínio sobre mim,

Sempre fui a menina que lia tudo e que sempre tinha a resposta na ponta da língua, e que quando não tinha essa resposta ia buscar nos livros, já que a internet era mais remota nesses tempos longínquos. Sempre estive acompanha por um livro, revista ou qualquer coisa para ler. Durante os almoços de família não era permitido, mas aí eu arrumava outros locais mais solitários como o banheiro (rsrsrs). Na minha bolsa sempre tem um livro e essa é uma regra básica!

A leitura sempre foi presente na minha vida. Como eu já disse, sempre fui a menina das letras, aquela que muitas vezes foi considerada esquisita, mas que nunca ligou. Afinal de contas havia mundos muito mais interessantes nos livros, gibis e outras revistas. O mundo das letras e das palavras sempre me pertenceu e eu a ele. E com eles eu sou possessiva, não os deixando por nada! E nem eles me deixam. Os livros me conquistam a cada dia que passa e eu sempre faço questão de tê-los perto de mim.

Ao contrário da maioria das pessoas adeptas à internet e das pessoas sobreviventes nesse século, os livros sempre têm o que me dizer! Mesmo que seja o mesmo livro, ele sempre vai me dizer algo, sempre vai me servir para algo e sempre vai me preencher. Eu amo as letras, as palavras, os textos, os livros. E eles me amam! Eu amo cheiro de livros, cor de livros, fontes das letras impressas, tudo. Tudo mesmo. Mas o que me encanta é o que há dentro deles, as histórias, a magia, o encantamento... 

Quem não tem essa paixão pelos livros nunca vai conseguir entender, mas a gente, os aficionados, nós entendemos e continuamos amando, esses que são a melhor invenção! Enfim, mesmo quando estiver velha, continuarei sendo eu, continuarei amando os livros e continuarei sendo a menina das letras.



Rafaela Valverde

sábado, 20 de fevereiro de 2016

Sempre demorei para aderir às redes sociais

Imagem da internet
Fui uma das últimas a ter e-mail, MSN, Orkut e o Flogão, aquele das fotos sabe? Nunca tive. Fui uma das últimas a deixar de usar o falecido Orkut e a aderir ao Facebook. É sou resistente. Sou taurina. Não vejo graça em ser como os outros e fazer tudo o que os outros fazem.

Só fui ter WhatsApp em 2014, por que apenas nesse ano comprei um smartphone furreca. Antes tinha um celular mais furreca ainda com toques polifônicos e teclado QWERTY. Última moda na época do seu lançamento. Tinha por ele um super carinho, foi presente. A comunicação era feita quase que exclusivamente via ligações e SMS. Sim, alguém ainda sabe o que é isso?

Só tive Instagram no ano passado e é uma rede que eu gosto muito. Enfim, sou lenta para aderir coisas como essas. Não gosto de estar na "crista da onda" (gíria velha). Mas não que seja algo totalmente intencional da moça turrona que sou às vezes, mas é uma característica minha mesmo.

Conheci o Tumbler em 2011 e fiz uma conta mas o meu interesse por ele não vingou. O snapchat, a rede da moda, é uma das coisas mais imbecis que eu já vi. E olhe que tenho visto muitas coisas imbecis ultimamente. 

Já o blog tenho desde 2008, pelo desejo que tinha de escrever para desabafar, falar sobre mim. Nessa época eu tinha 19 anos e nem sabia o que eu queria da vida. Eu nem sabia que escrevia bem, que era essa a minha maior paixão. Eu não sabia nada de mim mesma. Enfim, mas esse me conquistou bastante, desde sempre. 

Na verdade eu sempre acho que não dá para ter todas as redes sociais, ver todas as séries, ler todos os livros da moda, etc. Eu tenho meu ritmo próprio e sinceramente acho que essas pessoas que fazem tudo isso de forma muito exagerada não tem muita coisa de útil para fazer não. Pronto, falei!



Rafaela Valverde
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