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sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

Série Dexter


Terminei essa semana a série Dexter. Já vou logo soltar um spoiler leve. Confesso que fiquei bastante decepcionada com o final. Triste mesmo. Na verdade, o meu bom senso afirma que ela terminou como tinha que terminar, era  a maneira mais coerente da série chegar ao fim. Mas eu fiquei chateada, enfim.

Dexter foi uma série americana de drama/suspense que estreou em 2006 e contou com detalhes a história de Dexter Morgan (Michael C. Hall), um psicopata serial killer que tinha um código de conduta ensinado pelo pai que fora policial. De acordo com esse código, Dexter primeiramente não deveria ser pego e em segundo lugar só devia matar bandidos. Ele deveria ser um tipo de vingador segundo o código de Harry, seu pai.

A história é narrada em Miami, o que é na minha opinião, uma das coisas mais interessantes e originais da série. Quando a gente pensa em Miami, só pensa em praia, férias, colares de flores e dança hula. Ou seja, clichês e mais clichês, ilusões que são quebradas quando aparece a primeira cena de crime sombria na cidade do litoral americano.

O assassino em série também trabalha na polícia, assim como seu pai e sua irmã Debra (Jennifer Carpenter). Mas ele não é policial. Dexter se tornou um perito em padrões de sangue. Ele, óbvio né, é fascinado pelo sangue, suas nuances e desenhos. Sangue é arte. Eu adorei essa série e praticamente a devorei. É divertida. Alguns fios soltos podem ser observados durante o enredo. Por que Dexter nunca é pego apesar de tantas vezes  vacilar, ou deixar algo que provava quem realmente ele era bem evidente? Claro né, se ele fosse pego acabava a série.

Mas não é bem isso que estou querendo dizer. Por exemplo, Debra Morgan, irmã de Dexter, minha personagem preferida - a pessoa mais boca porca de todas as séries e filmes que eu já assisti - foi uma excelente detetive e foi a personagem da série mais próxima do irmão durante as oito temporadas da série. Mas ela nunca, nunca, mas nunca mesmo desconfiou. Mesmo com tantos "moles" que ele dava, mesmo com saídas " a trabalho", mesmo tendo sido criada com ele, etc...

É claro que não vou contar tudo aqui né. Mais uma vez: eu amo essa série! Boas atuações. Especialmente dos protagonistas Dexter e Debra. A série terminou 2013 e sua primeira temporada foi fortemente baseada no livro Darkly Dreaming Dexter de Jeff Lindsay. Voltando ao fato de Dexter nunca ter sido pego, hehehe: ele, além de ser "atlético", como me disse um amigo, ele era um bom perito e sabia como se comportava a mente de psicopatas como ele. Por isso, era mais fácil para ele se desviar dos olhares da polícia... Olha eu ficaria aqui a noite toda falando dessa série. Quem quiser que assista. Recomendo!



Rafaela Valverde


segunda-feira, 2 de maio de 2016

Máscara Hidratante Hidrabell Aloe Vera

Imagem de minha autoria
A máscara hidratante profissional para cabelos cacheados promete performance de salão, tem um cheiro bom e realmente hidrata bem o cabelo. A consistência é ótima também e hidrata na mesma hora da aplicação.Quando apliquei no cabelo já senti logo a hidratação, é instantâneo. Eu usei umas duas ou três vezes e sinto que além da maciez, dá brilho.

Essa máscara foi indicada pela vendedora da loja, que eu achei que pudesse estar jogando um caô em mim, já que ela é bem salgadinha, custou 32,00. Mas quando cheguei em casa e usei, pude constatar que realmente vale a pena. Pena eu não ter dinheiro para comprar toda a linha que conta ainda com shampoo e condicionador. Não tenho certeza se tem creme para pentear.

A embalagem informa que o produto conta com Aloe Vera, Queratina e silicones especiais. Promete tratamento e proteção dos fios cacheados, hidratando os sedosos e hidratados. Cada substância dessa tem uma função de ação nos cabelos. A Queratina aumenta o condicionamento dos cabelos, melhora a maciez e o brilho; Aloe Vera controla o volume e definição dos cachos e os silicones especiais auxiliam na hidratação, reforçando e protegendo a fibra capilar.

A indicação de uso é com tempo de cinco a dez minutos, dá para usar no banho. É boa para quem não tem muito tempo. Mas só lembrando: não peguem com a mão. Usem sempre uma espátula ou uma colher, pois pegar com a mão pode contaminar o produto, diminuindo sua eficácia.

quinta-feira, 8 de outubro de 2015

Ei você... você mesmo. Leia isso!

Imagem da internet
Ei você, você mesmo. Não vai agora não. Não sai da minha vida ainda não. Espera mais um pouco, ainda está muito cedo e ao menos tivemos oportunidade de conversar mais. De tomar vinho e assistir filmes. Nos conhecemos há tão pouco e você já quer ir? Ah não seja assim tão implicante. Maleabilidade e flexibilidade  são essenciais para quaisquer tipos de relações. Por que pessoas erram. Sempre vão errar.

Eu sou errante. Mas também sou humilde para reconhecer que errei e me desculpar. Não sou infantil como você afirmou. Não vá ainda por que preciso te mostrar isso e comprovar que sou amadurecida pela vida. Não suporto ver as pessoas se afastando de mim, mas sou a primeira a agir com uma tremenda idiotia a ponto de quem eu gosto sair correndo.

Eu acho que eu tenho medo de ter quem eu gosto ao meu redor, acho que nem Freud entenderia e explicaria a tendência suicida que eu tenho em arruinar tudo. Mas ainda assim vou usar um de seus conceitos para tentar explicar para mim mesma. Inconsciente. É isso, acho que inconscientemente eu afasto de mim as pessoas com medo de estar bem com elas por perto. Dá para entender? Não, né? Mas é de forma psicanalítica que eu tento explicar as cagadas que eu faço.

Eu sempre me gabei por não ser ciumenta, controladora e de ter segurança em meus sentimentos e em meu relacionamento. Mas no momento em que vi minha vida  a dois ser ameaçada eu percebi que tinha esse sentimento abominável chamado ciúme, que sempre detestei e é apenas um medo estúpido de não ser mais querida, desejada e é um sinal forte de insegurança, o que pessoas com péssima baixa estima como eu tive a vida toda, são capazes de ter. 

Mas eu odeio sentir ciúmes. Eu odeio brigar com meus amigos por que eles saíram com outros amigos deles e não comigo. Mas eu não rechaço esse sentimento. Eu entendo os motivos de ele existir, aceito o e trabalho todos os dias para conviver com ele da melhor forma e não perturbar ninguém. Por que isso é ruim, é muito ruim. Eu passei meses sendo perseguida, por causa de ciúmes, com minhas mensagens de celular sendo lidas e recebia acusações todos os dias, sabia disso? Quase eu fiz uma besteira. Sei o quanto pode ser opressor. Senti na pele.

Só quero um pouquinho de paciência da sua parte, como eu disse nos conhecemos há pouco tempo e você não teria obrigação de ter. E não tem. Mas eu sei que não estou sozinha e do lado de lá também rola algo bom. O que é louco, devido ao tão pouco tempo. Mas eu não sou tão ruim, na verdade eu sou uma ótima pessoa, não é a toa que tive um relacionamento tão longo. Como alguém ficaria anos ao lado de uma pessoa desagradável?

Não vá ainda não. Espere um pouco. Venha cá. Deixa eu te fazer um cafuné, deixa eu te botar no colo e te apoiar incondicionalmente. Saiba que já foi dito por quem conviveu comigo todos esses anos, que é um privilégio ser "gostadx" por mim. E antes eu não acreditava, mas agora eu sei. É um privilégio sim e você ganhou o prêmio.

Só não vá ainda. Por que é cedo. Por que não vale a pena. Por que eu sou mais que isso. Por que a nossa amizade, acima de tudo, vale a pena. Por que eu quero ter você por perto e  depois de anos, descobri uma pessoa tão fascinante, com quem se pode conversar sobre tudo sem ser recriminada. Como disse no início, ainda não tomamos aquele vinho nem compartilhamos momentos. Você ainda nem me conheceu de verdade e já quer ir? Não vá ainda. Por que eu tenho muito para mostrar. Não vá ainda por que sou além do que aquelas conversas de WhatsApp por trás de uma foto bonita e um status charmoso.

Sou mais. Sou muito mais que isso.  Hoje eu sei e foi você uma das pessoas que me fez enxergar isso, lembra? Lembra mesmo do que você fez por mim? Você sabe o que fez por mim? Por que para mim foi muito. Muito mesmo. E é isso que deixa tudo tão especial. Conversas profundas, uma visita, mãos dadas, olho no olho, sexo bom,  uma noite dormida, sinceridade... Mas eu fiz merda como sempre. Mas você não acha que se eu fosse tão louca eu já teria demonstrado antes? A não ser que eu fosse psicopata e eu não sou.

Quem é maníaca, possessiva e controladora demonstra logo, através de sinais. Sim, eu concordo com você quando compartilhou em seu Facebook que ciúme não é amor. Não é mesmo. E esse meu blog está aqui para comprovar o que eu penso sobre o assunto. Não é você quem pesquisa bem? Então pesquise. Sou um livro aberto, pronto para ser estudado. Não sou nenhuma louca desequilibrada, apenas uma manteiga derretida insegura, que já está melhorando muito em sua baixa estima e outros complexos oriundos de sofrimentos na infância.

Bom, estou persistindo e não insistindo. Insistência é sinal de arrogância e desrespeito. Eu não. Eu sou é determinada. Sempre corri atrás de minhas coisas, sempre conquistei o que quis e tudo o que eu tenho hoje é graças a minha persistência. Por isso estou usando todos os métodos possíveis para tentar te convencer a não sair da minha vida agora, para tentar observar o que eu sou. Você disse que eu era uma mulher incrível, lembra?

E é por isso que estou escrevendo esse texto aqui. É por isso que vou deixar você respirar um pouquinho e não vou conversar com você. Quando quiser e se quiser vem. Eu estarei aqui. Sempre estarei. Respira, pensa e responde depois se vale mesmo a pena fugir. Se o ideal é ter medo e afugentar um contato bom, com viagens, shows, vinhos, bons filmes e boas músicas, bom sexo e tudo de bom que duas pessoas podem fazer juntas.  Tudo o que nos prometemos.Vale a pena?




Rafaela Valverde

sexta-feira, 4 de setembro de 2015

Lágrimas de tristeza, lágrimas de fracasso!

Foto: Google
Bom, eu sou uma manteiga derretida. Então quem me conhece já vai saber disso e nem vai se importar mais se me vir chorando. Nem eu me importo mais, às vezes. Sai automaticamente a lágrima. Aí puxa outra e outra e outra. E aí eu tento me esconder das pessoas e seco as lágrimas rapidamente mas não consigo esconder por que meus olhos ficam pequenos e vermelhos. Aí todo mundo sabe que eu estava chorando.

Chorar tem sido uma ação tão natural do meu corpo ultimamente, que eu acho que se não bebesse tanta água como eu bebo ao longo do dia eu já estaria desidratada! (piadinha) Mas enfim, Eu tenho sentido uma tristeza tão profunda nesses últimos meses que eu nem lembro mais quais são os precedentes dessa tristeza, qual foi a última vez que me senti assim de verdade. Acho que para falar a verdade, eu tenho uma certa noção sim e esse blog começou desse vazio que eu sentia em 2008.

Sentia minha vida inútil e vazia. Sem um rumo, sem uma direção. Hoje pelo menos eu sou mais madura, eu me divirto mais eu conheço mais coisas, eu trabalho. Mas ainda assim, penso que poderia ser melhor que eu poderia dar mais sentido a minha vida, ter momentos mais produtivos, fazer o que gosto de verdade, trabalhar fazendo o que eu gosto e me realizando.

Mas a vida não é perfeita. A vida não é um mar de rosas. E isso eu aprendi desde cedo. Está mais para mar de lágrimas, isso sim. É isso. Eu tenho a sensação que nunca fiz e nem faço nada direito e nem faço o correto, eu tenho a sensação de que a minha vida não anda para frente e que eu sou uma fracassada vivendo em um círculo vicioso. Eu não me formei. Eu não tenho uma carreira, eu não tenho grana, eu não li todos os livros e assisti todos os filmes que eu queria. Eu não tive todas as experiências que gostaria de ter. E eu já tenho 26!

Eu não obtive sucesso em nenhum empreendimento em que tentei levar para a frente, por que sempre, por covardia, largava tudo pela metade. A minha vida a dois falhou por que o meu relacionamento fracassou e findou de vez, eu não me formei em pedagogia, nem em jornalismo, nem em psicologia. Eu não tenho filho ainda, eu não plantei uma árvore ainda, eu não escrevi um livro... ainda! Ah tá bom, eu consegui entrar na UFBA depois de tanto tentar e querer. Mas uma greve de quase cem dias atrasa mais ainda o meu sonho!

Bom, eu tenho ou não tenho motivos para chorar? Não sei o que vai ser daqui para frente mas eu preciso de um rumo na vida para não estar daqui a um ano escrevendo outro texto desse. Eu preciso de uma vida de verdade! Filhos eu não quero, plantar uma árvore talvez, mas um livro... ah num livro eu acredito. Esse eu ainda vou escrever!



Rafaela Valverde

sexta-feira, 8 de maio de 2015

Texto ´Quem tem medo do poliamor?` de Mônica Barbosa - Veículado no blog Cultura e Sexualidade no site Ibahia

Gente hoje estou passando super rapidinho para brindar a sexta feira, é claro e para mostrar para vocês um texto maravilhoso sobre o poliamor e relações não monogâmicas vinculadas pelo blog Cultura e Sexualidade do Ibahia. O texto é esse aqui ó: Quem tem medo do poliamor? É um texto teórico com base em conhecimentos e bem claro. Sem achismos e mimimis apesar de expressar opinião, a qual eu coaduno.  O texto é de Mônica Barbosa que fez mestrado  na UFBA e escreveu um livro baseado no tema.
Super recomendo!

terça-feira, 5 de maio de 2015

Livro Escuta Zé - ninguém de Wilhelm Reich

Foto:Google
Quero falar sobre o último livro que eu li Escuta Zé-ninguém de Wilhelm Reich que foi um psicanalista austríaco que viveu no século XX. Ouvi falar dele fora da faculdade de psicologia. Ouvi falar dele em casa, pois alguém que morava comigo gosta de algumas de suas obras (rsrs) Enfim... O referido livro dá um tapa na cara de todos nós, nós os zés-ninguém e que achamos que somos muito importantes e que temos o direito de humilhar o outro, especialmente quando estamos em uma posição um pouquinho maior que o outro.

"Este livro é para o zé ninguém que mora dentro do seu peito..." Esse livro trata - se de uma resposta a uma das perseguições sofridas pelo ex seguidor de Freud, que rompeu com o neurologista para seguir sua própria linha psicanalítica. Ele foi perseguido e incompreendido por desenvolver pesquisas polêmicas na área da sexualidade. Foi preso e morreu na prisão, mas hoje eu e mai diversas pessoas estamos aqui para lhe fazer justiça! 

O livro Escuta Zé-ninguém ficou arquivado em uma biblioteca e publicado pós mortem. Reich entre outras coisas escreve em sua obra sobre o nosso aprisionamento por nós mesmos. Já nesse livro especificamente, ele traz mesmo um desabafo, um grito de quem esteve impedido durante muito tempo de viver sua vida e desenvolver suas teorias.  

Gostei muito do livro, da linguagem e definitivamente ele dá um tapa na cara de quem o aceitar tomar. Mostra para a gente que muito do que acreditamos não tem razão de existir. Em uma das falas do livro ele diz que os zés- ninguém julgam mulheres que têm filhos sem casar, mas admiram a mãe de Jesus que teve um filho sem uma certidão de casamento. Polêmico? Genial? Sim. E eu adoro!


Recomendo, Até para quem não é da área.



Rafaela Valverde

terça-feira, 14 de abril de 2015

Um pouco de Behaviorismo

B.F Skinner
Na década de 1890 a psicologia já estava consolidada como ciência. Diversos laboratórios  e departamentos universitários foram criados na Europa e nos Estados Unidos. Com o interesse em se manter a psicologia em bases científicas sólidas, os psicólogos começaram então a reagir contra a introspecção e a filosofia. Várias outras ciências já haviam rompido com a filosofia e esse para alguns psicólogos era o caminho a ser trilhado.

O método da introspecção era visto como demasiadamente subjetivo e como teorias baseadas neles não podiam ser confirmadas através da observação, buscou -se  naquele momento - afim de incluir a psicologia definitivamente nas ciências - teorias que poderiam sem observadas e mensuradas.

Via se portanto a solução de estudo do comportamento, já que este sim poderia ser efetivamente observado iniciam-se então atividades controladas, realizadas em laboratório. Os primeiros behavioristas  conceberam experiências , observando o comportamento de animais em situações planejadas e assim foi possível desenvolver teorias sobre aprendizagem, memória, condicionamento e o modo de interação dos humanos com o ambiente.

O conceito principal do behaviorismo , o condicionamento surgiu da base dada pelo fisiologista russo Ivan Pavlov que em seu estudo sobre a salivação de cães descreveu como o animal responde a um estímulo, salivando ao cheiro e/ou visualização de alimento. Isso passou a ser chamado de condicionamento estímulo - reposta.

A teoria/corrente behaviorista cuidava em observar respostas a estímulos externos  e ignorava estados e processos mentais interiores - já que esses não podiam ser examinados e confirmados cientificamente. Watson "iniciou" o behaviorismo em 1913 a partir da publicação do "manifesto behaviorista", seu artigo " Psychology as the behaviourist viiews it", o que causou uma mudança no foco, que a partir de então sairia da mente e iria para o comportamento. A abordagem behaviorista foi predominante nos EUA durante os quarenta anos seguintes.

Segundo Watson, o comportamento é formado apenas pelo estímulo ambiental; fatores inatos  ou hereditários não interferem nos comportamentos. Depois de Watson surge o "behaviorista radical" B.F.Skinner, que reformula o conceito  de "estímulo- resposta", através da teoria do condicionamento operante (comportamento era moldado por consequências e não por estímulos precedentes). A ideia de Skinner alterou radicalmente alguns rumos do behaviorismo, pois passou a considerar fatores genéticos e a explicar estados mentais como resultado  e não como causa.


Rafaela Valverde




quarta-feira, 8 de abril de 2015

Livro O corpo fala

Foto: Google
Esse livor é diferente de todos que eu já li. Ele tem imagens. Muitas imagens! Traz conceitos de várias correntes psicológicas de uma forma bem didática e criativa. Vai nos dando o passo a passo de como investigar um ser humano, de acordo com as suas partes, sentimentos e cada ser animal que existe em cada ser humano.

Temos em todos nós representações do boi, do leão e dá águia (quem for ler ou já leu vai entender). Cada um deles representa um lado nosso. A águia por exemplo representa nossa racionalidade, nossa mente e é ela na maioria das vezes quem vai nos comandar.

 Tem um momentos que o livro fica um pouco monótono, mas a gente vai para a próxima página e já melhora. Ele contém vários exercícios, para que a gente  passe a ter o costume de observar o outro. Observar o corpo do outro,etc. E o nosso também. É  a primeira coisa a se fazer inclusive. Realmente o corpo fala!  E eu estava querendo ler esse livro há anos, só havia encontrado ele na livraria Cultura, e quase compro mas li mesmo o exemplar da biblioteca da faculdade. Hehehe de graça!



Rafaela Valverde

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Livro O lado bom da vida

Foto: Google
Terminei de ler o livro O lado bom da vida. O livro traz a história de Pat Peoples um cara otimista demais, chato e ingênuo demais. Eu não gostei desse livro. Esse Pat é insuportável, a ingenuidade e credulidade dele me deixam impaciente. Quase não termino de ler,mas como já tinha comprado mesmo eu li. 

Tudo bem que ele estava mentalmente perturbado, tinha depressão, bipolaridade e sempre tinha ataques, ou estava querendo esquecer, mas não concebo a ideia de alguém ser assim, Eu já tinha visto o filme e também não achei essas coisas todas não. O livro falava muito de futebol americano, o que eu não entendo nada e nem gosto.

O livro traz ainda muitos clichês, muitas frases repetitivas. Pat tem um pai idiota que não se enturma e não se dá bem com a família. Pat quer voltar para Nikki, sua ex- esposa que não quer ver pintado de ouro. Depois de sair do lugar ruim, uma clínica de recuperação, ele vive em função de recuperar sua ex- esposa, malha igual a um louco e volta a morar com os pais.

Apesar de não lembrar de nada, Pat sente uma necessidade grande de ser bom, de ser melhor. Ele que tanto isso que vira um chato de marca maior, Ele, apenas no intuito de reconquistar Nikki passa a querer ser gentil ao invés de ter razão. Esse é um dos seus principais lemas ao longo do livro. Um belo dia ele conhece Tiffany e aí começa a confusão maior.

Bom, é meio parado, fala muito de futebol, tem um pai impossível de existir, um psicoterapeuta que vai ao estádio com o paciente, enfim. Quem quiser ler, leia, mas eu não recomendo muito não.




Rafaela Valverde










quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Filme O guardião de Memórias

Assisti na faculdade sábado passado, na disciplina Psicologia da Adolescência o filme O guardião de Memórias.  O filme se passa nos EUA, no ano 1964. É  a história de um livro com mesmo nome, baseado em fatos reais. O doutor David, ortopedista, em um momento de emergência de vê obrigado a fazer o parto de sua esposa.



Com isso ele vê que nasceram gêmeos, um menino e uma menina. O menino nasce primeiro e nasce "normal", trazendo muita felicidade ao casal. Porém uns minutos depois, a esposa de David começa a sentir as contrações novamente e ele percebe que ali tem outro bebê. É uma menina e ela nasceu com síndrome de down. O  pai logo a rejeita, por já ter um histórico de "doença" em sua família, já que sua irmã morreu aos doze anos, trazendo muita dor para a sua mãe.


Ele não quer que a esposa sofra da mesma forma que a sua mãe sofreu e achando que estava fazendo o melhor que podia naquele momento, ele pede a enfermeira mandar a menina "mongolóide" para um abrigo onde eram mandadas pessoas com síndrome de down e outros problemas de desenvolvimento. A enfermeira vai até o local e não consegue deixar a menina no abrigo que trata os doente de forma pouco ortodoxa.

Ela acaba ficando com Phoebe, esse é o nome dela e  a partir dessa decisão sua vida muda. Ela se apaixona, se casa e sua filha ganha um pai. Formam uma família, enquanto a família do doutor David passa a desmoronar, sobretudo por causa da sua mentira que mudou a vida da esposa, do filho e da filha especial que vive com a enfermeira. O filme vai mostrando as trajetórias das duas famílias e o final é emocionante. É um filme que nos faz refletir sobre a força que às vezes não temos para enfrentar coisas pequenas, enquanto outras pessoas enfrentam obstáculos tão maiores.


Bem, é essa a maior intenção do filme, é nos fazer pensar, refletir sobre nossas vidas. Muitos acharão familiar essa história, já que várias outras se originaram dela, inclusive a novela da Globo. Acho que Viver a Vida de 2009. Se não me engano é isso. Recomendo, principalmente para estudantes e pessoas que se interessam pelo tema.






Rafaela Valverde

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Comportamentalismo

Se opôs ao funcionalismo
E a Titchener
Seu objeto não é mais a mente
E sim o comportamento
Interagindo com o ambiente
Watson inaugurou
O que a psicologia buscou
Métodos científicos:
Observação e experimentação
Trouxeram resultados magníficos
Que consolidaram
A psicologia como ciência
Mas nada de auto-observação!
Muitas correntes da psicologia
Apesar da oposição
Fazem parte da sua essência
Uma delas, a psicofísica
Que dizia
Que a mente com o físico
Não se relacionaria
Apenas um ao outro acompanharia
O sujeito do conhecimento
É organismo apenas
É um ser  somente biológico
A vivência do sujeito
Sua experiência imediata
Não são importantes
Para Watson é lógico
Ele apenas se interessa
Pelo comportamento observável
Que pode ser constatado
Que pode ser controlado.




Poema escrito por mim para trabalho da faculdade na disciplina História da Psicologia


Rafaela Valverde

terça-feira, 23 de setembro de 2014

Freud - o pai da psicanálise, 75 anos de sua morte.

Foto: Google
Há 75 anos morria o Pai da Psicanálise Sigmund Freud em 23 de setembro de 1939 em Londres. O austríaco que utilizou a hipnose no para o tratamento inicial de histerias e neuroses e foi o precursor junto com Charcot e Breuer do tratamento psicológico para essas doenças, morreu com uma dose de morfina aplicada por sua filha Anna, solicitada pelo próprio.

Descobriu que a causa para a hipnose era psicológica e não orgânica como se acreditava na época e a hipnose veio inicialmente como única forma de acessar a mente do paciente que estava sendo tratado, antes com tratamentos orgânicos e pouco ortodoxos, digamos assim. 

Criou  o conceito de inconsciente e trouxe a psicanálise como tratamento, onde era possível tratar o paciente conversando. Freud acreditava que o desejo sexual era o que impulsionava e motivava a vida humana, a libido como ele denominou estava fortemente ligada a essas doenças e também à cura delas. 

Após um tempo, Freud deixou a hipnose de lado e passou a se dedicar mais a psicanálise, seu novo método do diálogo com o paciente, onde utilizava a Associação Livre e a Interpretação dos Sonhos como um dos recursos de cura e análise do paciente e para ter acesso ao inconsciente. 

Sua obra como um todo, trouxe um grande conhecimento para a humanidade e assim uma nova compreensão do homem, como um animal, com razão, porém fortemente influenciado por seus desejos, impulsos e sentimentos íntimos e internos do inconsciente, que entram constantemente em contradição com a vida social que o novo homem era obrigado a levar.



Rafaela Valverde

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Livro O que é psicologia



Terminei de ler esse livro em três dias. É um livro pequeno, curto da coleção primeiros passos, que é uma coleção bastante conhecida por quem está no meio acadêmico e é bem simples e mostra vários assuntos de forma introdutória e sucinta. E eu gosto muito desse livrinho que é útil e utilizável. O tema da psicologia me trouxe alguns conceitos novos, como os conceitos das frustrações e ansiedade, mais conhecimento sobre Freud e a Psicanálise e sobre o papel do psicólogo e o mercado de trabalho nessa sociedade moderna. A autora que é bem objetiva em sua fala, faz ainda uma crítica ao psicologo e sugere direções para a prática profissional. Traz alguma coisa sobre a história da psicologia e o método cartesiano, para a construção de conhecimento e o tratamento da psicologia como ciência, uma nova ciência.


Rafaela Valverde

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Psicologia

Foto: Google
A vida é uma ironia. Ou uma série de ironias, intermináveis e consecutivas. Eu sou a pessoa das ironias, da coisas inesperadas e ruins que de repente se tornam boas ou vice versa. Há uns dez anos mais ou menos eu sonhava em ser psicóloga. Sobretudo quando lia livros de suspense, ou romances policiais. 

Queria atuar na psicologia forense, ou na área de terapia sexual. Passei anos da minha vida dizendo isso e em 2009 fiz o vestibular na UNEB, em Pedagogia. Como não tinha Psicologia na UNEB, hoje já tem, eu fui fazer Pedagogia, achando que tinha alguma coisa a ver. Não tinha. Não tem.

Fiquei uns semestres fazendo Pedagogia, por que não sabia realmente o que queria e algumas disciplinas até tinha alguma coisa de psicologia. Fui fazendo, mas quando chegou muito no foco do ensino, do magistério, eu entendi que não era aquilo que eu queria para mim. Ainda não sabia o que queria exatamente, mas o que eu  'não' queria eu tinha certeza. E estar cercada de crianças, com temas relacionadas às crianças eu não quero! 

Logo nessa época, em um evento da Rádio Metrópole, no aniversário de doze anos, descobri o jornalismo e passei cerca de dois anos me empenhando e pesquisando sobre a área. Entrei em jornalismo no início do ano, pelo FIES em uma faculdade elitista em Salvador. Muito conhecida, pouca qualidade efetiva no ensino. Pelo menos é o que eu acho. Não vou me ater a esse assunto, vou prosseguir. Agora no segundo semestre me candidatei novamente a uma vaga no PROUNI (essa história eu já contei).

O fato é que conforme fui informada em jornalismo, na minha atual faculdade que é a FSBA (Faculdade Social da Bahia) poderia haver a não formação da turma para jornalismo. E eu teria que escolher outro turno, ou outro curso. Pois foi isso que aconteceu e a faculdade entrou em contato comigo alguns dias antes de começar as aulas para me informar. Tentei ver o turno noturno e o curso de Publicidade para não me afastar muito da área que eu queria, mas não foi possível.

Dentro das áreas a mim oferecidas: Direito, Administração, Educação Física, Fisioterapia e Psicologia, eu optei por psicologia. As coisas são difíceis e eu não queria perder minha bolsa. A faculdade fez minha transferência interna e cá estou eu realizando meu desejo de adolescência, estou cursando Psicologia em uma conceituada faculdade, preocupada com os alunos e com a qualidade de ensino. Estou gostando. Estou feliz. E dessa vez, juro que me formo. 

Depois faço jornalismo. E ainda pretendo fazer uma especialização em terapia sexual, ou sexologia para ser sexóloga. Bem, é isso.


Rafaela Valverde
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