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sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

Série 3%


Terminei de ver a série brasileira 3%. É uma série exclusiva da Netflix com produção e atores brasileiros. Foi lançada no ano passado e a primeira temporada tem 8 episódios. Criada por Cesar Charlone e Pedro Aguilera, a série tem excelentes atores como João Miguel, Bianca Comparato, Michel Gomes.

João Miguel está maravilhoso com sempre. Que ator. Eu nem vou falar dele, vou falar só da série pois João Miguel daria um texto só pra ele. Enfim, 3% é uma série de Drama, Ficção científica, Suspense que foi bastante falada no final do ano passado quando estreou.  Ouvi falarem bem e mal também. Eu gostei bastante, especialmente por ser completamente diferente de tudo que eu já assisti produzido no Brasil. Particularmente, eu curto bastante a dramaturgia e o cinema brasileiros, então para mim foi mais fácil. Apenas não julguei.

Um ambiente futurista é o cenário da série, onde há a separação do mundo em um lugar devastado, o Continente e Maralto, um lugar extremamente moderno e bom de se viver. Todo jovem de vinte anos passa por uma seleção para ir para um bom lugar para "melhorar de vida". Eles passam por duras provas físicas e psicológicas, mas só três por cento desses jovens serão selecionados e poderão sair daquela vida miserável.

A trama que se segue a partir daí é tensa e cheia de suspense. A cada hora você é surpreendido, não se sabe o que vai acontecer no próximo minuto, e  novas histórias sobre os personagens são contadas ao longo dos episódios. Com uma fotografia sóbria e cinza e diálogos bem feitos a série para mim dá conta do recado. Devorei em poucos dias. Recomendo!



Rafaela Valverde

terça-feira, 5 de abril de 2016

Parem de pedir nudes, agora!

Imagem da internet
Essa coisa toda de redes sociais como WhatsApp, Facebook junto com toda essa facilidade de WiFi, envio de fotos e arquivos de forma rápida e fácil acaba muitas vezes sendo chata. Não viveríamos mais hoje em dia sem essas coisas. Mas às vezes, enchem o saco. Eu tenho uma relação meio que conturbada com as redes sociais e só fui ter tudo isso quando já era a maior febre. Sempre fui a última a aderir às redes.

Tenho uma péssima relação com o Tinder, por exemplo, que é usado para arrumar alguém para trepar, pode se dizer assim. Já excluí e instalei mil vezes e já no meu celular novo eu já instalei e já excluí. Como na maioria das vezes só conheci trastes, nos últimos tempos estava usando ele para me divertir. Sim, ria dos perfis e das fotos sem noção.

Bem, mas fiz essa introdução apenas para ilustrar a minha já cansada relação com tudo isso. Mas hoje quero falar mesmo sobre os pedidos de nudes de alguns homens babacas com os quais tenho que lidar. Tem uns que parecem que não têm mais o que fazer e não têm outro assunto a não ser pedir nudes. É chato, incomoda. Além de que isso é considerar a mulher que está do outro lado apenas um corpo, um objeto.

Eu tenho achado isso ultimamente bem nojento. Na verdade eu sempre me senti meio incomodada em mandar esse tipo de fotos, mas até mandava sem o rosto, etc. Mas agora, me irritei tanto, uma pessoa me irritou tanto que eu desisti e bani essa merda da minha vida. Não mando mais esse tipo de foto para ninguém.

Essa pessoa, em todas as conversas no WhatsApp pede fotos minhas e já usou o termo "caridade", é mole? "Faz uma caridade e me manda uma foto sua aí, gata." Que idiota! Eu fico com tanta raiva que esse aí nem vai mais ver a minha cara. Eu só digo uma coisa para vocês queridos: parem! Isso não é nada agradável. Nenhuma mulher gosta dessa insistência, se ela não mandou é porque não vai mandar, portanto parem de pedir.

Acham que vão vencer pelo cansaço, pela insistência. Não vão. A gente vai continuar achando vocês muito chatos. Querem ver a nossa "pepeka", sejam homens e queiram ver pessoalmente. Agora, ficar nessa idiotice de pedir nudes e fotos das partes íntimas, ou de "como está vestida agora" é um saco. Apenas parem. É deselegante e é falta de educação.

Eu por exemplo, não tenho nenhuma pretensão na vida de ser motivo de punheta de homens grandes idiotas, que não sabem fazer sexo direito e por isso não transam com ninguém. Não transando com ninguém, na primeira oportunidade que têm de conversar com uma mulher ficam nessa de pedir nudes todo santo tempo, todo santo dia. Isso enche meu saco e como a playboy não tem mais a glória de antes, vou mandar que vocês vão pegar um corpo-objeto-qualquer para se divertir no banheiro, lá na internet, ok? Conhecem o Google? ótimo, tem várias mulheres nuas lá! Meu corpo não!



Rafaela Valverde

segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

A menina das letras

Imagem da internet
Sempre fui a menina das letras. Sempre fui a menina dos rótulos, das bulas de remédios e dos manuais de todos os móveis e eletroeletrônicos e domésticos que eram comprados lá em casa. As letras juntas em palavras, constituindo frases e formando textos sempre exerceram um fascínio sobre mim,

Sempre fui a menina que lia tudo e que sempre tinha a resposta na ponta da língua, e que quando não tinha essa resposta ia buscar nos livros, já que a internet era mais remota nesses tempos longínquos. Sempre estive acompanha por um livro, revista ou qualquer coisa para ler. Durante os almoços de família não era permitido, mas aí eu arrumava outros locais mais solitários como o banheiro (rsrsrs). Na minha bolsa sempre tem um livro e essa é uma regra básica!

A leitura sempre foi presente na minha vida. Como eu já disse, sempre fui a menina das letras, aquela que muitas vezes foi considerada esquisita, mas que nunca ligou. Afinal de contas havia mundos muito mais interessantes nos livros, gibis e outras revistas. O mundo das letras e das palavras sempre me pertenceu e eu a ele. E com eles eu sou possessiva, não os deixando por nada! E nem eles me deixam. Os livros me conquistam a cada dia que passa e eu sempre faço questão de tê-los perto de mim.

Ao contrário da maioria das pessoas adeptas à internet e das pessoas sobreviventes nesse século, os livros sempre têm o que me dizer! Mesmo que seja o mesmo livro, ele sempre vai me dizer algo, sempre vai me servir para algo e sempre vai me preencher. Eu amo as letras, as palavras, os textos, os livros. E eles me amam! Eu amo cheiro de livros, cor de livros, fontes das letras impressas, tudo. Tudo mesmo. Mas o que me encanta é o que há dentro deles, as histórias, a magia, o encantamento... 

Quem não tem essa paixão pelos livros nunca vai conseguir entender, mas a gente, os aficionados, nós entendemos e continuamos amando, esses que são a melhor invenção! Enfim, mesmo quando estiver velha, continuarei sendo eu, continuarei amando os livros e continuarei sendo a menina das letras.



Rafaela Valverde

quinta-feira, 5 de novembro de 2015

Livro Muito mais que 5inco minutos - Kéfera Buchmann

Imagem da internet
Ontem terminei de ler o livro Muito mais que cinco minutos da Youtuber Kéfera Buchmann. Gostei do livro e ele, assim como a sua escritora, me fez rir muito. É claro que o livro não é uma obra literária estupenda, mas é um livro auto biográfico, divertido e que conversa diretamente com os adolescentes. É uma literatura efêmera, mas que atinge os jovens e os fazem ler. E é claro que toda leitura é válida.

Até por que, quem começa a ler livros de youtubers, de literatura efêmera, uma hora vai passar a ler livros mais complexos. Sim, por que eu ainda criança, comecei a ler livros muito bestas e gibis. Enfim, gosto de Kéfera. Acho a uma pessoa inteligente que soube superar coisas como o bullying e o insucesso escolar, fazendo algo relacionado às artes que foi o que ela sempre curtiu desde a infância.

No livro ela conta algumas das histórias da infância, da adolescência, da transformação de um patinho feio  em uma menina bonita que quem a  havia desprezado antes, depois de um tempo ficou afim e ela desprezou. Hahaha. Me identifico muito com isso, por que foi exatamente o que aconteceu comigo. Deixei de ser a gorda, feia e quatro olhos. Me tornei mais bonita e depois os otários vinha atrás... hahaha. Me identifiquei com isso e com o bullying. Bom, sem mais spoilers. Entre outros motivos, li o livro para estar atualizada e poder falar sobre  o mesmo.



Rafaela Valverde



segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Nossas putarias no WhatsApp

Imagem da internet

Estava sentada conversando com você no WhatsApp quando de repente começou a rolar putaria. Eu simplesmente falei que queria uma massagem no pé e você já "fetichiou" aí e já mandou algo relacionado a língua no pé. E em outros lugares. Você sabe que eu adoro uma língua passeando pelo meu corpo e que o meu pé é um dos meus pontos erógenos mais sensíveis.

Aliás você sabe o suficiente de mim. Do meu corpo e do meu prazer. Mesmo com tão poucos encontros você já presenteia com aquele olhar safado enquanto me chupa. Sim, por que para chupar gostoso tem que olhar de forma safada. O olhar faz parte da coisa toda. Você já sabe o quanto que eu gosto de carinho, você já consegue saber o que eu gosto. E já consegue me excitar apenas falando no WhatsApp. Só com conversas picantes eu já fico doidinha de tesão.

Verifico e estou molhada. Falo para você e você reage com uma foto do seu pau duro, esperando por mim. Ou simplesmente reage com uma frase que me deixa mais louca ainda, como: "Eu quero te chupar..." ou "Você tem uma energia sexual incrível..." Nossa, cara eu fico louca quando você fala isso. Nem sentada eu estou mais. Eu já me deitei e meus dedos estão entre as minhas pernas. Na outra mão, o celular e a coisa toda continua... Você passa a mandar áudios e sua voz me deixa louca. É uma voz dengosa e arrastada, que eu adoro.

Você diz que também está "batendo uma" e assim mais uma madrugada é finalizada. Com nossos gozos a distância, nossos gozos pelo aplicativo de mensagens do celular, nossos gozos sincronizados. Nossos gozos. Nossa noite. Nada supera o que é feito pessoalmente, mas esses momentos são super picantes e gostosos. E só aumenta nossa sintonia sexual. Uma sintonia tão intensa que só uma frase já excita, e  uns poucos momentos já fazem gozar!


Rafaela Valverde
 

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Obsessão moderna?

Foto: Google
Hoje em dia está todo mundo conectado o tempo inteiro, então a gente às vezes, do alto da nossa empáfia não consegue entender aquelas pessoas que não estão e que ainda nos criticam por isso e vice versa. Como assim, você não tem Smartphone e seus aplicativos super, ultra, mega  úteis? São perguntas como essas que ouvimos e fazemos todos os dias.

Cheguei em um restaurante dia desses e havia um casal, cada um segurando seu Smartphone em sua cadeira. Digitavam desesperadamente, sozinhos é claro, em seu mundo próprio, com as cabeças baixas. De repente começaram a mostrar algo que estava no celular um ao outro e a gente da nossa mesa observando. Tiraram foto e é bem provável que tenham postado no mesmo minuto em que esta foi tirada. Os celulares ficaram ali mesmo na mesa, ao lado dos pratos como uma obsessão moderna, como se fosse acontecer algo que não pudesse esperar enquanto eles estavam juntos, confraternizando, ou simplesmente estando juntos.

Não é proibido desconectar, ao contrário. Na verdade não considero possível estar o tempo todo conectado, digitando, com a cabeça baixa e o corpo curvado. Afinal, um dia as dores vão chegar. Nosso corpo envelhece! É claro que também tiramos fotos nesse mesmo restaurante, mas elas foram para registrar um momento de comemoração de um aniversário e foram postadas posteriormente. 

Quando eu estou com alguém, ou vários "alguéns" em uma mesa, em um restaurante, um bar, ou seja lá onde for, meu celular raramente sai da minha bolsa, pois afinal de contas aquele momento é muito mais importante, e aquelas pessoas são muito mais importantes do que qualquer outro tipo de contato virtual. Bem, essa é a minha opinião, é a forma que eu penso. Cada pessoa é diferente não, é? Para outras pessoas pode ser que isso seja normal e que ambas as coisas sejam importantes, ou ainda que uma coisa não invalide a outra. 

Mas acredito que para tudo deve haver um limite, uma tolerância, um bom senso. E ultimamente temos exagerado em muitas coisas, sobretudo em atitudes como essa, que além de fazer mal para as amizades, os relacionamentos interpessoais, para a mente, faz mal para o corpo, afinal como eu já disse, a gente envelhece!



Rafaela Valverde

sexta-feira, 2 de maio de 2014

Celular X Tablet

Foto: Google

Eu tenho um celular antigo daqueles Samsung teclados qwerty que foi febre há três, quatro anos. Minha irmã me deu e tenho por ele um grande apreço. O valor sentimental de um objeto pode ser inestimável. Não tem sistema operacional e nada dessas modernidades, mas com ele eu consigo ligar, atender, enviar e receber SMS, etc.

Agora ele está querendo me deixar na mão. Não está reconhecendo nenhum fone e estou quase impossibilitada de ouvir minha rádio. Além disso o volume é muito baixo. Estou ficando chateada com isso e pensando
seriamente em comprar um novo celular. Também será um celular simples, não faço questão e nem tenho dinheiro para outro mais sofisticado. O que quero dizer com tudo isso é que não sou consumista ao extremo.

Costumo usar os aparelhos até o final da sua vida útil e creio que essa é uma atitude importante para a manutenção da natureza e para a manutenção da nossa vida na terra. Mas essa é uma outra questão, sobre qual não competência para falar. Meu marido quis me dar um desses celulares cheios de coisas, mas eu preferi um Tablet. Com o Tablet eu posso ler de forma melhor todos os meus  livros em PDF e não precisei me desfazer do meu bom e velho celular.

Sei que também poderia ler textos em um celular, mas eu prefiro um celular mais simples até por que aqui tem muito ladrão e a todo momento ouço alguém dizer que foi assaltado. Esses celulares enormes chamam muita atenção de bandido. O tablet fica mais em casa. Raramente levo para rua e com a capa, ele pode ser confundido com um livro, ficando camuflado e me deixando com uma sensação de mais segurança.

Tem sido muito útil, a utilização desse aparelho que é bem simples. Com ele consigo ver filmes e ler livros. Coisas que eu mais gosto de fazer. A leitura pode se adaptar aos meus olhos, pois posso aumentar ou diminuir as letras, não preciso imprimir todos os textos da faculdade  e posso sempre continuar a minha leitura, coisa que eu não achei que seria possível. Enfim, estou gostando muito da minha experiência com esse aparelho que um dia cheguei a discriminar e dizer que era tecnologia inútil. Coitado. Retiro o que eu disse e procuro sempre agradecer a possibilidade de mudar de ideia.


Rafaela Valverde

domingo, 20 de abril de 2014

WhatsApp

Foto: Google


WhatsApp é uma febre que chegou de repente. Pelo menos para mim foi de repente. Um belo dia estava eu no Facebook, quando li a publicação de alguém divulgando o número de celular para que outros alguém adicionassem na rede social/aplicativo. Eu não tenho. O meu celular é ainda primitivo, não tem sistema operacional nem nada.

Porém com ele eu ainda consigo realizar e receber chamadas, enviar SMS, ouvir música, acordar todos os dias, através do despertador e até acessar a internet, também de forma um tanto primitiva. Mas ele me foi dado de presente, tenho um apreço por ele e não pretendo alimentar o consumismo, adquirindo um aparelho mais moderno, com o meu ainda estando em plenas condições de uso. Sinto muito zap zap, como é carinhosamente chamado.

Segundo a Wikipédia, o whatsapp é uma aplicação multi plataforma de mensagens instantâneas paras smartphone. Seus usuários podem enviar arquivos de áudio, vídeo e fotos, além do tradicional bate papo digitado. O whatsapp cresceu absurdamente no Brasil, de um ou dois anos para cá e recentemente foi comprado pelo Facebook e seu dono, o super poderoso Mark Zuckerbeg (acho que é assim), pela bagatela de 16 bilhões de dólares.

Particularmente, eu não dou muita bola para ele. Acho que em breve vai acalmar essa febre e essa pergunta: "tem whatsapp"? Já vi essa febre com o orkut e o msn e as mesmas morreram. Tudo é efêmero nesse mundo. Um dia tudo vira lembrança, até a gente. Mas voltando ao aplicativo, resolvi escrever sobre isso pois cada vez mais ouço mais gente falando por ele e sobre ele.

Essa semana que tivemos uma rápida greve dos policiais miliares, vi pessoas aterrorizadas, com arrastões inexistentes que estavam sendo espalhados via zap zap. Fotos de um rolezinho em outra cidade, foram disseminados como foto de arrastão no Salvador shopping. O pânico tomou conta da nossa cidade e a frase mais ouvida por mim foi: "eu vi/ouvi no whatsapp..."

Aí me peguei pensando, que será que tudo isso não está demais, não? Isso já não é alienação? Já não virou algo que nos impede de ver a realidade com clareza? Precisamos refletir mais e raciocinar em relação a essas coisas que vêm, vão e tomam conta das nossas vidas de uma maneira irreversível. Estou de fora, e talvez por isso veja essas coisas com mais clareza. Isso vai passar. Na verdade eu nem preciso me desgastar muito.

Eu sempre resisti um pouco ao whatsapp, principalmente quando percebi que para obtê-lo seria necessário sair por aí divulgando que nem uma doida, o meu número de celular. Um número que antigamente era meu e eu só dava a quem eu quisesse que me encontrasse. Hoje as coisas mudaram e número de celular não é mais pessoal e pode ser divulgado com muitas pessoas, enfim, cada um tem seu gosto. Não estou aqui para julgar. É apenas meu ponto de vista. O que valeu foi essa reflexão que eu fiz.


Rafaela Valverde

sábado, 12 de abril de 2014

A criação da internet - Parte II

Foto: Google

Nos anos 90 a internet já estava privatizada e contava com uma arquitetura técnica totalmente aberta. Essa abertura permitia a conexão de todas as redes de computadores em qualquer lugar do mundo. A WWW já estava funcionando com softwares adequados e vários navegadores fáceis já estavam disponíveis para serem utilizados.

 A internet nasceu da junção da intenção de pesquisa militar e da cultura libertária.A verdadeira intenção na verdade ao criar a Arpanet foi  financiar a ciência da computação nos EUA e deixar que os cientistas trabalhassem, Algo de interessante e diferente tinha que sair dali.  E saiu. 

O uso mais popular da internet naquela época foi o correio eletrônico, e até hoje ainda é o recurso mais usado na net. A Arpanet já era usada para conversas entre estudantes e compras de determinados itens como maconha, por exemplo. Isso acontecia devido à política de flexibilidade e liberdade acadêmica da ARPA, que deu espaço para a criatividade de universitários e americanos de forma geral. Com isso ofereceu-lhes recursos para transformar ideias em pesquisa e pesquisa em tecnologias possíveis de acontecer.

Sem a ARPA não teria havido a Arpanet, e sem ela não haveria a internet como conhecemos hoje. O mundo dos negócios não aceitou a internet. Afinal era uma tecnologia ousada demais, cara e arriscada demais para se dá alguma importância. Os empresários da época eram muito conservadores e estavam totalmente voltados para o lucro. Não havia espaço para inovações tecnológicas nesse mundo antiquado e quadrado.

Houve uma rápida difusão dos  protocolos de comunicação entre computadores, Isso não teria ocorrido sem a distribuição gratuita de softwares e  uso cooperativo de recursos. Isso se tornou o primeiro código de contato entre os hackers. Afinal não havia intenção de lucro com isso. Havia valores de liberdade individual do pensamento independente e de solidariedade e cooperação.

Essa cultura adotou uma interconexão de computadores como um instrumento da livre comunicação e um instrumento da livre comunicação e libertação política, que junto com o PC daria às pessoas, cada vez mais informações e saberes e as libertaria dos governos e corporações. 

Será?

Rafaela Valverde

quinta-feira, 3 de abril de 2014

A criação da internet - Parte I



Nós temos uma capacidade enorme de subverter o que está posto, desobedecer regras e adaptar recursos existentes para o uso que melhor nos represente e beneficie.
A criação da internet se dá nesse contexto. Em setembro de 1969 o Departamento de Defesa dos EUA formou a ARPA (Advanced Research Projects Agency). A ARPA tinha um departamento, o Information Processing Techniques Office (IPTO), onde surgiu a Arpanet, que era uma rede de computadores interligados, com o objetivo de superar tecnologicamente a União Soviética que havia lançado seu primeiro Sputnik em 1957. Da rivalidade e da necessidade de fazer pesquisas em diversos campus universitários, nasceu a ideia da internet como conhecemos hoje.
 Daí podemos perceber a intencionalidade de compartilhamento de dados e informações, já nascendo. Em 1983, o Departamento de Defesa resolveu separar as coisas e como ainda estava preocupado com a segurança, criou a MILNET dedicada exclusivamente para fins militares e transformou a Arpanet em ARPA- INTERNET, que ficou apenas destinada à pesquisa.E em 1990, mais especificamente em fevereiro, a Arpanet foi retirada de operação, pois já era considerada obsoleta, devido ao desenvolvimento e aperfeiçoamento de programas parecidos. Nesse período o governo americano deixou a administração da Arpanet a cargo da NSF (National Science Foudation), porém a NSF privatizou a internet pouco tempo depois. A partir desse período, a internet, diversos provedores e a rede global de computadores, tomaram pé e cresceram rapidamente.
O projeto original da Arpanet possuía uma arquitetura aberta e descentralizada. Foi isso que permitiu esse rápido crescimento. Em um período anterior, em 1977, pouco tempo depois do surgimento da Arpanet, dois estudantes, Ward Christensen e  Randy Swess criaram o modem, que permitiu a transferência entre seus computadores pessoais.Após a criação e consolidação dessa nova rede, surgiram várias criações que possibilitaram e facilitaram o seu uso. Já citei o modem, mas ainda tem o mouse e um sistema operacional como o Linux, por exemplo. Criado em 1991 por Linus Torvalds que distribuiu gratuitamente na internet e manteve seus códigos abertos. Além disso há o windows que conhecemos tão bem, não é mesmo?
 Outro detalhe importante para o crescimento da internet até chegar a internet que conhecemos hoje, foi o desenvolvimento da WWW. O WWW é uma aplicação de compartilhamento. Em 1995 lançaram o software Navigator através da Net gratuitamente para fins educacionais. Custava 39 dólares e era usado comercialmente.Depois do sucesso do Navigator, a Microsoft finalmente descobriu a internet e em 1995 junto com seu windows 95, introduziu seu próprio navegador: o internet explorer.

Fonte: A galáxia da internet - Manuel Castells



Rafaela Valverde

terça-feira, 1 de abril de 2014

Bem vindo abril sem internet.

Hoje inicia - se um novo mês. É o dia da mentira e o mês do meu aniversário, que é daqui a 22 dias. Enfim, não sei se me sinto muito feliz em comemorar 25 anos, tão rápido, mas o importante é estar viva, é estar bem e feliz. Estou sem internet nesse início de mês e só estou podendo postar aqui na faculdade, que onde eu estou agora. As visualizações vão cair um pouco, pois  não posso divulgar e atualizar a página do Facebook. 

Pois é, aqui na faculdade não "pega" o Facebook e em curso como o meu, onde as disciplinas nesse semestre são praticamente sobre mídias, tecnologias e redes sociais, incoerentemente a gente não entra nem no Youtube! Estou tentando ver vídeos para um trabalho de uma disciplina chamada Sociedade e Tecnologia e NÃO CONSIGO. As redes sociais são bloqueadas aqui. E o Youtube acaba sendo considerado rede social.

Pode até ser, mas eu acho incoerente os professores falarem em sala de aula, sobre a necessidade de jornalistas e futuros jornalistas estarem antenados e nossos laboratórios de informática, não abrirem um site como o Youtube! Quando eu estudava na UNEB, tínhamos esses recursos disponíveis, porém agora, mesmo com as disciplinas tendo grupos no Facebook, com divulgação de textos, e informações sobre ter ou não aulas nessa rede, nós não temos acesso.

Bem, é isso. Só queria saudar abril, desejar que ele venha lindo para todos nós, cheio de boas notícias e muito chocolate!! Não esqueçam de mim e do meu aniversário, quero chocolate, hein!



Rafaela Valverde

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Apaziguado

Esse mês de fevereiro foi bem tumultuado. Mudei tanto esse blog que as coisas ficaram confusas até para mim, imagina para vocês, meus poucos leitores. Mas agora as coisas voltaram ao normal. Mudei para o wordpress, não me me adaptei lá, afinal já são quase seis anos aqui no blogger! Voltei, mudei o domínio, depois voltei com o mesmo domínio, enfim. Agora as coisas aparentemente se normalizaram e eu voltei para o espaço que gosto e o espaço que estou acostumada. Sei mexer em tudo aqui e lá no wordpress e ficava perdida, ficava sem saber o que fazer com os recursos do blog ou falta deles. Enfim agora estou aqui de novo e tudo está se arranjando, inclusive fora do blog também. A vida está se arrumando e eu estou muito feliz.


Rafaela Valverde

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

O blog e a tecnologia


Hoje um colega me perguntou sobre o que era o meu blog e eu como sempre respondi que eu falava de tudo. Falei o nome e ele me perguntou se eu escrevia sobre tecnologia. Foi aí que parei para pensar duas coisas: A primeira é que realmente não escrevi muito aqui durante todo esse tempo sobre as diversas tecnologias a que estamos expostos hoje em dia. Na verdade hoje vivemos reféns das tecnologias, sejam elas quais forem. 

A segunda coisa é que um blog que tem esse nome, e que fala de tudo, pode se tornar tão amplo e abrangente que ao mesmo tempo pode perder o foco e se tornar apenas um diário on-line. Mas essa é a essência do meu blog e eu não saberia e nem poderia mais mudá-lo. Principalmente depois de cinco anos de existência. Escrevo o que estou pensando, sentindo, ou algo que passei e/ou tenha presenciado. 

Ultimamente também tenho me interessado por questões ligadas a relacionamentos, relações afetivas, amizades, etc. Por que isso é tratar de gente, é escrever e refletir sobre gente. Pessoas é o comportamento delas me fascinam e registrar isso para mim é muito importante e enriquecedor.

Em relação à tecnologia, não me sinto à vontade em escrever sobre isso. Tecnologia é um assunto importante, sério e que de acordo com o perfil do meu blog, teria que ter uma escrita mais formal, mais acadêmica e eu não tenho bagagem e conhecimento para escrever sobre tal assunto. Mas juro que vou pesquisar mais e vai passar a ser um dos meus assuntos aqui, ok? 


Rafaela Valverde

domingo, 8 de setembro de 2013

Cuidados com meus cachos





Hoje eu quero falar um pouco mais sobre o meu cabelo. Na semana passada, eu vi no youtube em um dos vídeos que eu vejo, dicas de como clarear a cor dos cachos nas pontas. Pois bem, eu comprei a água oxigenada e o pó descolorante e fiz com as mãos mesmo o clareamento das pontas do cabelo. Como já era de se esperar os cachos ficaram um pouco ressecados, com pontas duplas e frizz. Hidratei já duas vezes após a aplicação e já aprendi receitas de algumas máscaras de nutrição e hidratação caseiras, através do próprio youtube. Esse penteado eu fiz com uma técnica que aprendi também através dos vídeos e é feita com uma meia.Sabe aquelas meias de pé, cor da pele que usamos com sapatos fechados. Eu tenho dois pares e um deles estava furado, abri ela no meio e utilizei para prender o cabelo desse jeito. Como ficou ressecado depois da aplicação, eu ainda vou hidratar um pouco mais. Comprei o creme Elséve Hidramax para cabelos cacheados que é o queridinho das blogueiras. Vou usá-lo amanhã e passo aqui para contar, ok?


Outra coisa que acabei de aprender no youtube com uma blogueira, foi a selagem com vinagre de maça. Vou fazer por esses dias e volto também aqui para dar o retorno sobre essa selagem super econômica e que segundo ela, a blogueira Dani Azevedo deu um excelente resultado. Farei uma pequena resenha sobre os produtos que for usando e contando se eu gostei ou não.


Bem, por hoje é só.



Rafaela Valverde







quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Ineficiência da Oi

Gostaria de pedir desculpas por não ter feito a postagem sobre o Pelourinho que eu prometi. A segunda parte. É culpa da OI. Que empresa ordinária, viu? Na terça feira eu saí para tentar resolver os processos de castração dos meus gatos, o que aliás não deu certo, quando vi um funcionário da empresa dependurado no poste. Quando voltei, já estava sem internet e o meu cunhado que me fornece a internet estava sem telefone. O reparo nada a tinha a ver com a gente e fomos prejudicados por dois dias, já que a mesma só foi regularizada hoje. Que feio, heim Oi? Depois de uma insistência em ligações para a sua central de atendimento, tudo ficou normalizado agora de tarde. Sem mais comentários em relação à empresa Oi que há muito tempo deixa a desejar e ninguém faz nada. Só quero deixar registrado que ela me gerou transtornos, como perder em uma etapa de seleção de emprego, por não poder enviar o currículo que me foi solicitado. OBRIGADA, OI!


Rafaela Valverde

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

A era da indignação forçada

Foto: Reprodução/ Google
Vivemos na sociedade da indignação. O problema é que a indignação vem sozinha. Não vem acompanhada de nada além de uma simples postagem no Facebook e nada mais. Sem nenhuma outra reação ou atitude que demonstre essa indignação forçada. É, forçada sim. Por que quem emite uma opinião rasa no Facebook sobre algo que está acontecendo, para que todo mundo veja, sempre com a palavra "absurdo" no meio, está tendo uma reação forçada.

 Até por que, quando você vai perguntar a essa pessoa se ela tem alguma sugestão para melhorar aquilo, você percebe que ela sequer sabe pensar, sabe refletir sobre os acontecimentos ao redor e ainda acha que política é besteira, ela não gosta de política (?). Então como eu posso achar que essa pessoa realmente se importa com o fato que ela postou, que se importa com o outro, com a sociedade, enfim. Dá nojo da falsa revolta vista apenas no Facebook, Twitter e demais redes sociais, vindas de uma pessoa que não lê nada, não se interessa por nada e quando sai do computador vai assistir tevê ou ouvir músicas eróticas de qualidade duvidosa.

Essa gente se indigna por que é politicamente correto se indignar com algo. Todos vão achar que você é uma pessoa destemida e militante em prol de alguma causa do bem, e ainda por cima, hoje em dia, na época onde todos tem alguma besteira para falar, é bonitinho que você se expresse como um manifestante que discorda totalmente do sistema que está mergulhado até o pescoço.



Rafaela Valverde

quinta-feira, 25 de julho de 2013

Estou de volta

Até que enfim voltei. Não aguentava mais ficar longe da blogosfera e principalmente do meu blog. Senti falta de escrever e acabei com um caderno com vários textos escritos à mão. Foi o que restou nesses dias. E serão esses textos que estarei digitando nos próximos dias e mostrar para vocês o que andei escrevendo enquanto estava off line. E por que fiquei fora durante todo esse período? Estava sem computador. Bem, meu notebook já deu pau há muito tempo e eu estou usando o PC. Esse último mês ele resolveu simplesmente parar de funcionar e como estamos muito duros, tivemos que esperar um pouco para repor as peças danificadas. Agora ele está até mais leve. Considerando que hoje fazemos tudo pela rede, inclusive mostrar que estamos vivos, não pretendo tão cedo ficar sem internet de novo. É HORRÍVEL. Foi bom apenas por que eu devorei livros. O fato é que estou de volta.



Rafaela Valverde

terça-feira, 18 de junho de 2013

Oportunidade de trabalho através da internet

Foto: Google
Hoje em dia fazemos muitas atividades pela internet. Realizamos pagamentos, entramos em contato com os amigos, namoramos, consultamos diversas modalidades de serviços e enfim procuramos e encontramos emprego. Desde a semana passada até hoje eu estou envolvida em duas seleções. Na verdade já estou para ser contratada em ambas, estou apenas esperando chamar, ver os prós e contras e decidir para qual vou e ambas eu contactei através da internet. 



A primeira foi para a vaga de vendedora de uma loja de móveis e eletros que vai inaugurar em Salvador e o envio do meu currículo foi através de uma divulgação no Facebook, onde eu fui encaminhada para a agência de RH onde fiz uma seleção inicial chamada triagem, depois uma prova e uma dinâmica que foram hoje e amanhã vou fazer teste psicológico. A segunda empresa que eu contactei, porém já fiz a seleção desde a semana passada foi um call center no comércio, cujo o envio do meu currículo foi através do site da própria empresa e de repente, quando eu não esperava mais, veio a ligação me convidando a participar da seleção.

Então o que quero ressaltar aqui, apesar de vocês já saberem, é a importância da internet em nossa vida. Através delas obtemos empregos, cursos gratuitos, informações diversas, atualizações profissionais e informação, informação e informação. Antes, eu não acreditava muito no poder da internet para enviar currículo e ser realmente convocada para uma entrevista ou seleção. Mas agora as empresas já se deram conta de que essa é uma ótima ferramenta que além de otimizar tempo pode alcançar muito mais pessoas.

Viva a era digital que nos traz muito mais coisas boas do que ruins.


Rafaela Valverde

sexta-feira, 14 de junho de 2013

Sobre a página do Facebook

Tive um pequeno problema quando mudei o template do blog e não está aparecendo a opção de curtir a página do blog no Facebook. Está ativado mas não aparece. Como já troquei várias vezes e não aparece realmente eu desisti e o novo modelo de HTML do blogger, onde fazemos esse tipo de procedimento está um saco, então eu  disponibilizei o link do meu próprio Facebook e quem quiser curtir a página, basta falar comigo ou entra em contato através da aba contatos, ou ainda pode pesquisar na busca do Facebook pelo nome do blog que encontrará a página, ok?


Rafaela Valverde

quinta-feira, 25 de abril de 2013

'Sou honesto, voto aberto'

Depois da baixaria de nossos digníssimos vereadores que em sua maioria votaram contra a decisão do TCM - Tribunal de Contas dos Municípios e em maior número votaram a favor do ex prefeito João Henrique e da aprovação das suas contas do ano de 2010, veio à tona uma ideia que já tenho em mente há muitos anos. Defendo plenamente o voto aberto em todas as instâncias do legislativo brasileiro. O Grupo Metrópole, junto com outros dois grupos de comunicação de nossa cidade inciaram a campanha: "Sou  honesto voto aberto", campanha que tem meu total apoio inclusive para que cresça a nível nacional. Temos que entender que nós juntos, sociedade civil, somos capazes de pelo menos tentar, mudar algumas coisas em nosso país. Estou trazendo o link da campanha para quem quiser votar. É super rápido, basta digitar nome e e-mail. Vamos lá, colabore!





Rafaela Valverde
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