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terça-feira, 10 de janeiro de 2017

Desígnios de Deus


Ontem eu vi o seguinte comentário em uma postagem na internet sobre homossexualidade, não lembro exatamente qual: "não são os desígnios de Deus". Alguém prontamente respondeu que roubar e matar é que não eram os desígnios de Deus e ainda assim as pessoas fazem. O mais engraçado é saber que assassinos e estupradores são acolhidos por diversas religiões. Enquanto gays, só por serem gays são tratados como pecadores, como pessoas erradas, que são julgadas e humilhadas apenas por serem o que são.

Isso quando não são mortos de forma violenta. Simplesmente porque uma sociedade doente não aceita suas orientações. Dá um desgosto ouvir uma pessoa dizer que ser gay é opção sexual. Não. Pelo amor de Deus, ninguém escolhe ser gay, ninguém escolhe viver assim a vida inteira. Ser humilhado, viver escondido e ser agredido a vida toda. Ninguém merece isso. O que não são desígnios de Deus são as coisas absurdas que certas pessoas e instituições fazem aos homossexuais. Especialmente no Brasil que é um dos países que mais mata homossexuais no mundo. Eu já escrevi sobre isso nesse artigo Debates sobre a homofobia. Para quem quiser saber mais.

Mas, voltando ao que algumas pessoas dizem ser desígnios de Deus. Eu não sei o que certas pessoas pensam que são ao falarem em nome de Deus. Uns merdas que aprontaram a vida toda e depois botam a bíblia embaixo do braço e se dizem melhores que os outros. Eu não consigo aceitar certas coisas ditas por essa gente. Gente essa que faz fofoca, intriga, picuinha, pirraça, é porca, preguiçosa e têm todos os defeitos imagináveis. São o que criticam na gente que "é do mundo" e mesmo estando vivendo nesse mundo, usufruindo das coisas boas desse mundo afirmam que "esse mundo não tem nada a oferecer."

São essas pessoas que vomitam merdas desnecessárias na internet e falam que dois homens se beijando (lembrei, era sobre o ator Leonardo Vieira) não é o desígnio de Deus. Quem é que sabe o que essas pessoas fazem nas suas vidas pessoais? Não é desígnio de Deus ficar falando merda e julgando os outros na internet também não, e mesmo assim vocês fazem, seu chatos.



Rafaela Valverde 

terça-feira, 25 de outubro de 2016

Agradecer!!!


Eu não tenho do que me queixar. Estou na UFBA, onde sempre quis estar, apesar dos pesares. Sou bolsista de iniciação científica. Isso não foi possível para mim nos dois anos em que estive na UNEB. Lá não houve tantas oportunidades desse tipo. Eu acredito na pesquisa. É um dos pilares da universidade e conta pontos para seleção no mestrado, um dos meus maiores sonhos.

Com essa bolsa eu posso me dedicar um pouco mais aos estudos e à pesquisa ao invés de apenas estudar para me formar e trabalhar para manter a graduação e conciliar tudo. Além disso, eu tenho poucos e bons amigos ao meu lado, tenho uma família incrível que me ama e me ajuda. Tenho uma coisa que eu acho que pode ser um dom, que é o dom da escrita e sei que escrevo bem.

Posso, apesar da crise, pagar e comprar algumas coisas como por exemplo a Netflix que me proporciona tantas séries e filmes bons, como Grey's Anatomy, House of Cards e outras que eu amo e me emociono. Me ajudam a escapar da minha rotina louca. Enfim, tenho auto estima e tenho algumas coisas que sempre quis. Inclusive paz.

E de pensar que há poucos meses eu queria morrer todo dia. Não tinha vontade e alegria de nada. Mas hoje eu estou bem e preciso muito agradecer. Por mais que eu agradeça todo dia ainda não é suficiente. E ainda há meu querido Cássio, meu namorado. Uma surpresa que apareceu esse ano e uma das quais eu me sinto mais grata. Uma nova paixão, mas uma amizade das antigas. Sim, eu conheço Cássio desde 2004 quando começamos o ensino médio. Meio que éramos amigos, e meio que rolou uns beijos não muito legais, mas não havíamos nos visto ou nos falado nos últimos anos. A não ser por uns contatos esporádicos pelo Facebook e num grupo da turma no WhatsApp. Mas um belo dia nos reencontramos...O beijo melhorou! rsrsrs Essa história eu conto depois. O que quero dizer é que depois de tanta dor hoje eu sou feliz e sou muito grata!



Rafaela Valverde

sexta-feira, 23 de setembro de 2016

A menina das telas


Estou sem as minhas telas. Meu celular e meu tablet deram pau ao mesmo tempo e ambos já estão no conserto. Mas eu cheguei a conclusão que sou a menina das telas. Gosto sim de estar cercada por telas. Nem eu sabia disso. Mas quero as telas que eu possa ter e que o dinheiro (o pouco que eu tenho) possa me oferecer.

Eu sinto falta do meu celular o tempo todo e até fiquei meio jururu. Primeiro pelo prejuízo, especialmente quandro os dois quebraram ao mesmo tempo e segundo por que sinto falta dele, simplesmente. Estou carente. Fico procurando. Às vezes vou me deitar e procuro o celular para dar uma última olhadinha no Facebook antes de dormir. E já acordo pensando em pegar meu celular. Ele despertava para eu acordar e era a primeira coisa que eu fazia ao acordar era tocar nele, é claro. E depois ligava o wifi.

Não sei até que ponto isso é prejudicial ou não, mas hoje estamos mais que inseridos nesse mundo das telas. Eu adoro tablet. Tablet é uma coisa mágica, parece até do capeta! rsrsrs É sério, eu fazia quase tudo pelo tablet. Acessava meu e-mail, internet em geral, via minhas séries e filmes; lia textos da faculdade - é uma mão na roda e foi por isso que eu comprei - lia livros, etc, etc, etc. Foi o segundo tablet que eu tive e esse foi com meu dinheiro, sabe? O outro foi presente. E eu adoro tablet mesmo.

Eu até pensei em comprar um kindle que é um leitor de livros on line ou PDF da Amazon. Mas apesar da qualidade comprovada, da boa leitura que oferece eu prefiro mesmo um tablet que até mesmo tira foto. Enfim, parece que não tenho muita sorte com esses aparelhos, pois quebram. Sempre quebram. Eles não gostam de mim. Meu notebook quebrou há uns anos, já foi consertado e quebrou de novo.

Eu não gosto muito de consertar aparelhos, sou mais de ir lá e comprar outro. Se tiver grana, é claro. Como não tenho, não estou tendo, então fico sem mesmo. Eu adoro comprar celular. Estava pensando nisso essa semana. Sim, eu adoro comprar celular. Aquela sensação de tirar da caixa, ver o aparelho novinho, aprender a usar... é gostoso. E consumista! Eu sei, mas ainda assim se eu pudesse eu comprava um celular por ano. É isso, sou a menina das telas.



Rafaela Valverde

sábado, 20 de fevereiro de 2016

Sempre demorei para aderir às redes sociais

Imagem da internet
Fui uma das últimas a ter e-mail, MSN, Orkut e o Flogão, aquele das fotos sabe? Nunca tive. Fui uma das últimas a deixar de usar o falecido Orkut e a aderir ao Facebook. É sou resistente. Sou taurina. Não vejo graça em ser como os outros e fazer tudo o que os outros fazem.

Só fui ter WhatsApp em 2014, por que apenas nesse ano comprei um smartphone furreca. Antes tinha um celular mais furreca ainda com toques polifônicos e teclado QWERTY. Última moda na época do seu lançamento. Tinha por ele um super carinho, foi presente. A comunicação era feita quase que exclusivamente via ligações e SMS. Sim, alguém ainda sabe o que é isso?

Só tive Instagram no ano passado e é uma rede que eu gosto muito. Enfim, sou lenta para aderir coisas como essas. Não gosto de estar na "crista da onda" (gíria velha). Mas não que seja algo totalmente intencional da moça turrona que sou às vezes, mas é uma característica minha mesmo.

Conheci o Tumbler em 2011 e fiz uma conta mas o meu interesse por ele não vingou. O snapchat, a rede da moda, é uma das coisas mais imbecis que eu já vi. E olhe que tenho visto muitas coisas imbecis ultimamente. 

Já o blog tenho desde 2008, pelo desejo que tinha de escrever para desabafar, falar sobre mim. Nessa época eu tinha 19 anos e nem sabia o que eu queria da vida. Eu nem sabia que escrevia bem, que era essa a minha maior paixão. Eu não sabia nada de mim mesma. Enfim, mas esse me conquistou bastante, desde sempre. 

Na verdade eu sempre acho que não dá para ter todas as redes sociais, ver todas as séries, ler todos os livros da moda, etc. Eu tenho meu ritmo próprio e sinceramente acho que essas pessoas que fazem tudo isso de forma muito exagerada não tem muita coisa de útil para fazer não. Pronto, falei!



Rafaela Valverde

domingo, 27 de dezembro de 2015

Mais respeito ao que fomos um dia!

Imagem da internet 
Eu não mereço isso. Eu não merecia e você sabe disso. Você diz que é suficiente para você e que não precisa de mais ninguém para ser feliz. Eu concordo, nossa felicidade costuma estar em nós mesmos e não em outros seres humanos ou não humanos. Isso é correto realmente. Porém me respeite e respeite tudo o que vivemos, pois em algum momento e durante vários anos você precisou de mim para aumentar a sua felicidade e eu te fiz muito bem, me dedicando a você e satisfazendo as suas vontades.

Mas você diz que só você é quem fez as minhas. Você diz que só você abdicou de sei lá o que por mim. Só você quem me idolatrou e foi caminho de minha felicidade. Foi sim. E continuaria sendo. Mas eu também fui importante para você  durante um tempo, você não imaginava sua felicidade sem mim. Tanto foi que eu respeito muito e tenho saudade da nossa história e não saio desrespeitando ela por aí, postando fotos e frases idiotas dizendo que está mais feliz sozinho, que você se basta, etc. Nunca fiz e nem farei uma postagem dessa. Deixe de ser babaca e escroto!

A nossa autonomia pode ser conquistada a gente estando só, ou a gente estando acompanhado. Isso depende da nossa força de vontade e depende do tanto de amor que a gente tenha pelo outro e por nós mesmos. Sei que o que você quer nesse momento é provar para você mesmo sua autonomia, é mostrar para você mesmo que você pode ser feliz sem ninguém e sem mim. Mas pelo amor de Deus, me respeite e respeite nossa história que foi tão linda.

Ontem vi no Facebook uma postagem da nossa psicanalista preferida Regina Navarro Lins, onde ela dizia o seguinte: "A busca de autonomia não significa incapacidade de permanecer numa relação a 2, mas sim a recusa de pagar qualquer preço por ela." Você pode ter visto essa frase e até pode ter compartilhado ela, mas eu não sei por que você me tirou a sua vida a ponto de eu não ter acesso ao seu Facebook.

Pois bem, eu concordo, a busca da autonomia não significa não ser capaz de estar a dois. Ao contrário, isso é plenamente possível, estando a dois, ou a três, ou com uma família inteira. Entendo que você ache que estava pagando um preço demais por estar a dois e não mais querer fazer isso. Mas eu acho que os preços de estamos numa relação nós já pagamos e agora seria o momento de calmaria e só você não entende isso. Agora seria o momento sem dificuldades financeiras, sem brigas pelo lençol ou pela sujeira no banheiro, sem brigas por você sabe qual motivo. Agora seria o momento de desenvolver a autonomia, mesmo estando juntos. Eu indo às minhas festas e você aos seus jogos, para depois sairmos juntos e nos curtir. Curtir nosso amor.

Mas enfim, você não quer, você não me tem mais amor. O que eu posso fazer? Apesar de não me convencer disso, pois você só me disse por telefone e seu olhar disse outras coisas. Mas eu vou fingir que acredito e vou pedir que me respeite e respeite o que a gente viveu durante todos esse anos! Só vou te pedir duas coisas: primeiro, tome muito cuidado para não me deixar com raiva e não me perder, não me deixe ter mágoa de você de novo. Cultive, pois um dia esse sofrimento pode ser seu, você pode vir atrás e eu te chutar. Segundo: não me humilhe e humilhe a minha família (elas não gostaram de sua linda postagem na praia, afirmando que só precisa de si mesmo para ser feliz) e pare de ficar postando coisas tão "cara esperto sem sofrimento" por que o que eu posto sobre mim é sobre meu sorriso, o meu amor a mim mesma e sobre o amor e a saudade que eu sinto por você. E sentirei eternamente. E já que eu tenho que aguentar a indiferença, a distância, a dor, o término, a solidão, a saudade e a falta de amor, pelo menos me respeite, respeite nossa história, respeite meus sentimentos. é só o que eu peço.


Rafaela Valverde




domingo, 15 de novembro de 2015

Tristeza e consternação com tanta tragédia!

 Criança morta (Candido Portinari, 1944)
O ano de 2015 em sua reta final está me entristecendo. Muitas tragédias vem ocorrendo nesses últimos dias. No Brasil e no mundo. Ando estarrecida com os altos índices de violência em nosso país que já impera há anos sem controle. O que em minha opinião é fruto de uma dívida social e de uma desigualdade sem tamanho construída gradativamente em nosso país, por diversos motivos.

Enfim, esse é o primeiro problema que me entristece e me indigna dia após dia. Mas esse já virou um problema banal. Ninguém mais se revolta e faz campanhas sobre isso. Mas isso vitima dezenas de pessoas por dia. Números altíssimos de mortes relacionados à violência me chocam diretamente. Mas não vemos campanhas contra nossas mazelas sociais.

Mas esse é um outro assunto. Então, há uns dias um avião russo caiu no Egito matando 224 pessoas. O avião foi derrubado por um grupo terrorista ligado ao Estado Islâmico. Em seguida já no início do mês de novembro, aconteceu o rompimento das barragens em uma pequena cidade de Minas Gerais. Vários lugares foram atingidos inclusive algumas cidades do estado do Espírito Santo mais próximas do estado mineiro. As localidades atingidas estão soterradas de lama, há muita destruição e muitas pessoas ainda estão desaparecidas, além dos mortos é claro.

Há ainda o prejuízo material e ambiental. Esse último irreversível. Em mim causa uma tristeza arrebatadora ver um rio como o rio doce, cuja as dimensões eu só vim conhecer agora e que abastecia toda uma região morrer assim. A contaminação com minério é alta. A fauna e flora dessas localidades estão mortas. Não há mais remédio. Apenas dor e indignação, por que pelo que estou conseguindo acompanhar, foram falhas técnicas que causaram o "acidente" e as falhas técnicas já eram conhecidas pelas empresas responsáveis.

É triste saber que sustentável é apenas uma palavra bonita que usamos com banalidade, mas que não levamos em prática. É triste saber que as futuras gerações não encontrarão o mesmo planeta que encontramos, o que já não era bom. É lamentável perceber que recebemos recursos naturais tão maravilhosos e nem ao menos nos demos ao trabalho de mantê-los. As pessoas não estão com água para beber! Água é básico, água é vida!

E na sexta feira 13 tivemos o desprazer de ouvir noticiar atentados na cidade de Paris, na França. Atentados que mataram mais de cem pessoas e que mais uma vez foi reivindicado pelo Estado Islâmico. Muitos tiros e explosões em uma casa de shows. Pânico, reféns e mais ataques nas ruas e em um estádio de futebol, onde pessoas horrorizadas pararam um jogo de futebol. Reféns e desespero. Triste. é só o que posso dizer nesse texto. Triste.

E para finalizar, mas nem por isso menos importante falo sobre a consternação que me causa os incêndios na região da Chapada Diamantina. Sim aqui mesmo em nosso estado. Bem perto de nós. Eu nunca fui mas é um lugar lindo e que quem vai fica apaixonado. Mas estamos também destruindo pois os incêndios são criminosos. Afinal fogo não surge do nada não é mesmo? O que estamos fazendo com a nossa natureza? O que estamos fazendo uns com os outros? O que estamos fazendo com a gente? Entendam, está difícil viver e testemunhar tantas atrocidades cometidas por seres humanos.

Percebam que nada disso é um acontecimento sobrenatural, uma fatalidade. Não. São horrores causados por nós mesmos. Humanos? Somos? Com tanta estupidez seria até blasfêmia nos comparar com animais. Eles não são tão sórdidos! Não faço campanhas de modinhas. A minha campanha é essa. A minha campanha são a tristeza e a indignação que estou sentindo nesse momento.


Rafaela Valverde

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Obsessão moderna?

Foto: Google
Hoje em dia está todo mundo conectado o tempo inteiro, então a gente às vezes, do alto da nossa empáfia não consegue entender aquelas pessoas que não estão e que ainda nos criticam por isso e vice versa. Como assim, você não tem Smartphone e seus aplicativos super, ultra, mega  úteis? São perguntas como essas que ouvimos e fazemos todos os dias.

Cheguei em um restaurante dia desses e havia um casal, cada um segurando seu Smartphone em sua cadeira. Digitavam desesperadamente, sozinhos é claro, em seu mundo próprio, com as cabeças baixas. De repente começaram a mostrar algo que estava no celular um ao outro e a gente da nossa mesa observando. Tiraram foto e é bem provável que tenham postado no mesmo minuto em que esta foi tirada. Os celulares ficaram ali mesmo na mesa, ao lado dos pratos como uma obsessão moderna, como se fosse acontecer algo que não pudesse esperar enquanto eles estavam juntos, confraternizando, ou simplesmente estando juntos.

Não é proibido desconectar, ao contrário. Na verdade não considero possível estar o tempo todo conectado, digitando, com a cabeça baixa e o corpo curvado. Afinal, um dia as dores vão chegar. Nosso corpo envelhece! É claro que também tiramos fotos nesse mesmo restaurante, mas elas foram para registrar um momento de comemoração de um aniversário e foram postadas posteriormente. 

Quando eu estou com alguém, ou vários "alguéns" em uma mesa, em um restaurante, um bar, ou seja lá onde for, meu celular raramente sai da minha bolsa, pois afinal de contas aquele momento é muito mais importante, e aquelas pessoas são muito mais importantes do que qualquer outro tipo de contato virtual. Bem, essa é a minha opinião, é a forma que eu penso. Cada pessoa é diferente não, é? Para outras pessoas pode ser que isso seja normal e que ambas as coisas sejam importantes, ou ainda que uma coisa não invalide a outra. 

Mas acredito que para tudo deve haver um limite, uma tolerância, um bom senso. E ultimamente temos exagerado em muitas coisas, sobretudo em atitudes como essa, que além de fazer mal para as amizades, os relacionamentos interpessoais, para a mente, faz mal para o corpo, afinal como eu já disse, a gente envelhece!



Rafaela Valverde

quinta-feira, 3 de abril de 2014

Parabéns Metrópole! Que venham muitos anos!!!


Hoje é aniversário da rádio Metrópole. A minha radinha. Devo muita coisa do que sou hoje a esse grupo, a essa rádio que comecei a ouvir mesmo, diariamente, há cerca de sete anos. Sempre que posso, em meus momentos livres, estou ouvindo a Metrópole, acompanhando o site e o Facebook. Tudo. A minha vida diária está conectada com a rádio. Há dois anos, no aniversário de doze anos da rádio, estava lá no Teatro Eva Hertez na livraria Cultura e percebi, descobri que a minha vocação e a minha verdadeira felicidade seria no jornalismo. Ainda me lembro do dia, da sensação que tive e da alegria que senti, quando pensei: "É aí que eu quero trabalhar." E não vou descansar enquanto não conseguir meu objetivo. Já pensou? De fã à funcionária? Cultura, arte, história, literatura, humor, política, vida, vivacidade! AMO! E sempre vou amar! Parabéns Metrópole! Continue existindo, e eu sempre estarei com você, minha radinha!



Rafaela Valverde

terça-feira, 1 de abril de 2014

Bem vindo abril sem internet.

Hoje inicia - se um novo mês. É o dia da mentira e o mês do meu aniversário, que é daqui a 22 dias. Enfim, não sei se me sinto muito feliz em comemorar 25 anos, tão rápido, mas o importante é estar viva, é estar bem e feliz. Estou sem internet nesse início de mês e só estou podendo postar aqui na faculdade, que onde eu estou agora. As visualizações vão cair um pouco, pois  não posso divulgar e atualizar a página do Facebook. 

Pois é, aqui na faculdade não "pega" o Facebook e em curso como o meu, onde as disciplinas nesse semestre são praticamente sobre mídias, tecnologias e redes sociais, incoerentemente a gente não entra nem no Youtube! Estou tentando ver vídeos para um trabalho de uma disciplina chamada Sociedade e Tecnologia e NÃO CONSIGO. As redes sociais são bloqueadas aqui. E o Youtube acaba sendo considerado rede social.

Pode até ser, mas eu acho incoerente os professores falarem em sala de aula, sobre a necessidade de jornalistas e futuros jornalistas estarem antenados e nossos laboratórios de informática, não abrirem um site como o Youtube! Quando eu estudava na UNEB, tínhamos esses recursos disponíveis, porém agora, mesmo com as disciplinas tendo grupos no Facebook, com divulgação de textos, e informações sobre ter ou não aulas nessa rede, nós não temos acesso.

Bem, é isso. Só queria saudar abril, desejar que ele venha lindo para todos nós, cheio de boas notícias e muito chocolate!! Não esqueçam de mim e do meu aniversário, quero chocolate, hein!



Rafaela Valverde

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Só para informar

Estou passando rapidinho só para dizer que me sinto muito lisonjeada com os elogios que venho recebendo, em relação ao blog. Ontem eu ganhei mais uma fã, que leu o blog, disse que é "muito massa" e que virou minha tiete. Esse é o melhor feedback que eu posso receber e pode crer que a minha intenção é sempre melhorar, como já melhorei bastante nesses cinco anos. Estou nesse final de mês, meio adoentada. É, logo agora que comecei a trabalhar fico com febre, dor de cabeça muito forte e dores horríveis pelo corpo. Mas como hoje melhorei, vim aqui escrever um pouquinho e matar as saudades! Ainda estou com uma dor de cabeça chata e tentando melhorar, mas à noite volto aqui. Quero pedir aos novos leitores que curtam a página no Facebook, para receber atualizações das postagens.


Rafaela Valverde

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

A era da indignação forçada

Foto: Reprodução/ Google
Vivemos na sociedade da indignação. O problema é que a indignação vem sozinha. Não vem acompanhada de nada além de uma simples postagem no Facebook e nada mais. Sem nenhuma outra reação ou atitude que demonstre essa indignação forçada. É, forçada sim. Por que quem emite uma opinião rasa no Facebook sobre algo que está acontecendo, para que todo mundo veja, sempre com a palavra "absurdo" no meio, está tendo uma reação forçada.

 Até por que, quando você vai perguntar a essa pessoa se ela tem alguma sugestão para melhorar aquilo, você percebe que ela sequer sabe pensar, sabe refletir sobre os acontecimentos ao redor e ainda acha que política é besteira, ela não gosta de política (?). Então como eu posso achar que essa pessoa realmente se importa com o fato que ela postou, que se importa com o outro, com a sociedade, enfim. Dá nojo da falsa revolta vista apenas no Facebook, Twitter e demais redes sociais, vindas de uma pessoa que não lê nada, não se interessa por nada e quando sai do computador vai assistir tevê ou ouvir músicas eróticas de qualidade duvidosa.

Essa gente se indigna por que é politicamente correto se indignar com algo. Todos vão achar que você é uma pessoa destemida e militante em prol de alguma causa do bem, e ainda por cima, hoje em dia, na época onde todos tem alguma besteira para falar, é bonitinho que você se expresse como um manifestante que discorda totalmente do sistema que está mergulhado até o pescoço.



Rafaela Valverde

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Facebook: facetas e funções

Foto: Reprodução/Google Imagens
O Facebook hoje faz parte da vida de todo mundo. Não é mais proibido seu uso em faculdades e órgãos públicos e já é cena comum, chegar em algumas organizações públicas e ver funcionários e usuários utilizando essa que já é considerada uma ferramenta de trabalho. Pois é, já vi por exemplo, funcionários da Biblioteca Central dos Barris aqui em Salvador, acessando abertamente e interagindo através do Facebook. O Facebook virou ambiente e instrumento corporativo?

 Talvez não, e com tanta baboseira que algumas pessoas postam acho difícil que venha se tornar um dia, porém quero destacar que a sua presença é cada vez mais predominante nos ambientes em que eu tenho estado, pelo menos. O Facebook também auxilia a todos nós no que diz respeito as relações interpessoais, pois como todos os recursos tecnológicos nesse mundo globalizado, diminui distâncias e traz quem mora longe mais para perto. Além disso nos traz a possibilidade de encontrar pessoas que há muito não vemos. Através dele, marcamos encontros, organizamos eventos, nos reconhecemos, ou não e por fim temos a possibilidade de finalmente nos rever e voltar a ter interações perdidas.

 Esses dias eu encontrei algumas pessoas que estudaram comigo há oito, nove anos e que eu não via desde então. A minha turma do primeiro e segundo anos do Ensino Médio se encontrou no último sábado e tudo foi arranjado através da Rede Social que já virou uma Rede múltipla, que vem fazendo cada vez mais parte das nossas vidas. Eu fui resistente ao Facebook e só vim mesmo dar atenção a ele no ano passado, antes disso eu nem queria conta. E conheço gente que até hoje não se rendeu aos seus encantos. Mas enquanto não surge a nova onda para substituir o Facebook, nós vamos na maioria das vezes usando com inteligência, essa ferramenta em quaisquer âmbitos das nossas vidas.


Rafaela Valverde

sexta-feira, 14 de junho de 2013

Sobre a página do Facebook

Tive um pequeno problema quando mudei o template do blog e não está aparecendo a opção de curtir a página do blog no Facebook. Está ativado mas não aparece. Como já troquei várias vezes e não aparece realmente eu desisti e o novo modelo de HTML do blogger, onde fazemos esse tipo de procedimento está um saco, então eu  disponibilizei o link do meu próprio Facebook e quem quiser curtir a página, basta falar comigo ou entra em contato através da aba contatos, ou ainda pode pesquisar na busca do Facebook pelo nome do blog que encontrará a página, ok?


Rafaela Valverde

quinta-feira, 18 de abril de 2013

Quem não tem preconceito?

Tem gente que diz que não tem nenhum preconceito. Particularmente eu não acredito nisso. Ter preconceito é uma característica inerente do ser humano. Sempre temos algum tipo de reserva, ou um conceito pré-estabelecido de alguém, algo ou algum lugar que não conhecemos. É normal, até por uma medida de proteção, de instinto.

Imagem: Google
Soa no mínimo hipócrita alguém dizer que não tem nenhum preconceito e que ama tudo e todos. É por isso que as coisas estão como estão, por que as pessoas continuam tendo medo de falar o que pensam, de fazer o que querem e pensam que perdemos os direito de não gostar de alguma coisa. Por que se falamos que não gostamos de alguma coisa, de alguma música, algum artista, ou qualquer coisa que seja, somos chamados de preconceituosos direta ou indiretamente. O que é? Perdemos o direito de gostar do que quisermos? E perdemos o direito de falar sobre isso?

Ah, já sei! No meu caso,tenho que gostar de tudo que o povo gosta, por que está na moda e por que é conveniente, para não ser preconceituosa. Estou muito incomodada com o que pensam de mim. "Oh, você não gosta? Por quê? Ah, minha filha, eu gosto, sou livre de preconceitos."

Pelamor! Me poupe desses comentários estúpidos e politicamente corretos, por que se não me poupar vai ouvir ou ler, como foi o caso hoje, já que a resposta foi dada via Facebook. Além de soar como hipócrita demonstra uma certa ignorância por parte da pessoa, pois falta leituras, uma análise mais profunda sobre preconceitos, discriminação, intolerância, etnocentrismo, enfim... Entender esses conceitos e as suas utilizações já seria alguma coisa, que melhoraria um pouco o diálogo, mas as pessoas hoje em dia não querem ler, não querem estudar e dessa forma só ficam concentradas em "conceitos" do senso comum.


Esse é o meu recado.



Rafaela Valverde








segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

O meu 2012

Resolvi sentar para escrever a retrospectiva de 2012 apesar de ele ainda não ter acabado. Pronto, é agora.
Em Janeiro, quando ainda estava me recuperando do susto do assalto de Dezembro, dentro do ônibus, Pablo meu marido foi assaltado na porta de casa e tivemos muitos problemas, além do susto, por conta disso. Levaram o meu cartão de transporte que estava com ele, então imaginem como ficamos e imaginem como começamos o ano. Nessa época eu trabalhava no SAC. Em fevereiro tivemos a greve dos policiais que como sempre nos deixou apavorados. A greve durou doze dias. No mês de março meu marido foi demitido e aí começaram alguns problemas financeiros que tivemos, pois no mês de abril pedi demissão do SAC para ser monitora de ensino na UNEB, do curso de Pedagogia, uma decepção, já que me deram calote e a bolsa não saía na data correta e eu trabalhava "pra burro". No mês de março eu decidi começar a usar o Facebook, depois de resistir muito.  Em abril é o mês do meu aniversário e da minha irmã. Passei um bom aniversário. E ainda em abril, no dia 12 houve o evento em comemoração aos 12 anos da rádio Metrópole, no Teatro Eva Hértez, fui com o marido e conheci Mário Kértez, tirei foto com ele, e algumas meninas da rádio. Foi emocionante! O mês de abril ainda teve início a greve dos professores da rede estadual de ensino que durou 115 dias e acabou no mês de agosto. No mês de maio saí da casa que morava há um ano e cinco meses e vim morar na casa em que moro atualmente que é a casa de minha mãe, até a minha ficar pronta. Também no mês de maio em meio a nossa mudança, minha gatinha Nicole sumiu. Ficamos muito mal. Teve o dia das mães, fiz um almoço aqui para minha mãe. Nesse mês é comemorado o aniversário de meu pai, eu fiz uma feijoada a pedido dele para a comemoração, isso antes dele virar evangélico. Em maio também peguei duas gatinhas que iam ser jogadas na rua. Anita e Tônia. Tônia já morreu. O mês de junho é marcado pelo São João que eu não curti. Esse mês foi difícil, pois diversas vezes, minha avó ficou doente, tendo que ser levada ao atendimento de emergência. Também no mês de junho é comemorado o aniversário de minha mãe e passei esse dia com ela. No final de junho perdi um tio que gostava muito e foi uma perda muito grande para toda a família. Em julho comecei a procurar estágios e/ou emprego pois já havia saído da droga de monitoria da UNEB. Em agosto fiz dois anos de casada e saímos para comemorar em meio a tantas derrotas em seleções de emprego. Setembro é sempre um bom mês e com ele veio o aniversário de meu afilhado Davi, que comemorou um ano no dia 20 e a festa foi dia 23 desse mesmo mês. Ainda em Setembro foi o aniversário de meu marido e foi o mês que eu decidi largar a faculdade de vez e também foi o mês que eu cortei o cabelo "joãozinho", retirando toda a química e aprendendo a conviver de vez com os meus cachos que estão lindos e me deixando feliz.. No mês de outubro finalmente consegui emprego na empresa que trabalho agora e isso me deixou muito aliviada, de verdade, ainda mais no meu caso que estou retornando à empresa, já que já trabalhei lá há dois anos. Em outubro é comemorado o aniversário de minha sogra, esse também foi o mês da eleição pra prefeito de nossa cidade fui presidente de mesa esse ano no primeiro e no segundo turno. Em novembro começaram os preparativos para o natal. Nesse mês eu decidi fazer o curso de Comunicação Social na UNEB e me inscrevi no vestibular que será daqui há uns quinze dias. E agora estamos no mês de dezembro (mês que eu comprei o livro Cinquenta Tons de Cinza) na madrugada doa dia 25/12, com uma ansiedade tamanha esperando mais um ano chegar ao fim.


E esse foi um resumo de 2012...

Rafaela Valverde

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

O dia de hoje

Hoje passei um dia muito bom. Estou de folga hoje,amanhã e sábado. Dois dias por conta da eleição, que como vocês sabem fui presidente de mesa esse ano. Pois bem. De manhã curti um sol e uma piscina. Almocei fora e agora estou aqui sem fazer nada. Só não consegui ir à academia e dormir um pouco agora à tarde, mas tudo bem.  Aí fico revezando entre a internet e os afazeres domésticos e assim consigo dar conta aos poucos de meus afazeres. Essas folgas vieram a calhar, pois estou resfriada e tomando anti-inflamatório para a garganta e estou dormindo muito mal, então vou poder pelo menos descansar a mente um pouco da agonia que é o meu trabalho. Agora um texto que eu publiquei no Facebook:


"Fazendo um rápido balanço hoje e dando depoimento no programa 'As Metropolitanas' na Rádio Metrópole hoje, vi o quanto esse ano de 2012 foi libertador para mim. Fiz tudo o que quis sem me importar com a opinião alheia. Como eu disse no programa, se o mundo acabar amanhã (era o tema da pergunta do programa) eu estaria satisfeita,pois fiz tudo o que quis esse ano, me libertando de coisas que não estava mais me deixando feliz. Larguei um emprego que não mais me motivava, larguei a faculdade depois de seis semestres cursados e apesar de todos os votos contrários de todos que eu conheço, e me libertei de toda a química do meu cabelo, cortando-o "joãzinho", quando todo mundo dizia que ia ficar feio. Hoje tenho outro emprego menos monótono, estou inscrita no vestibular da UNEB para um curso que realmente é a minha cara e meus cachinhos estão crescendo lindos! OBRIGADA DEUS POR ME FAZER ASSIM, CORAJOSA! E quem não é, passe a ser! Ignore totalmente a opinião alheia e quebre paradigmas!
Viva 2012! Ano de libertações e que venha 2013!!!"




Rafaela Valverde

domingo, 16 de dezembro de 2012

E chegamos as trinta mil!

Chegamos as trinta mil visualizações e já passamos. E olhe que eu duvide que isso aconteceria até o final de mês,  que também é final do ano. Estou muito feliz e confesso que o Facebook me ajudou muito nessa divulgação estrondosa que eu tenho hoje. É claro que sempre podemos crescer mais e é isso que eu quero. Há quatro anos comecei a escrever aqui sem nenhuma pretensão,eu só queria desabafar meus perrengues e conseguia. Depois comecei a escrever coisas que estavam acontecendo em nossa cidade, estado e país. O domínio do blog ainda levava meu nome e para obter anúncios tive que mudar e transformei o domínio no mesmo nome do blog. Então com isso perdi muitas postagens,pois não aparecem mais. Mas algumas ainda aparecem e de vez em quando eu volto e releio, comprovando meu amadurecimento na escrita. Quando entrei na faculdade passei a escrever textos mais relacionados a área da educação e agora escrevo de tudo, sobre tudo e o nome do blog já diz tudo. E mais uma vez afirmo que estou muito feliz e lisonjeada com essas trinta mil e sessenta visualizações. E OBRIGADA!


Em breve a retrospectiva 2012.




Rafaela Valverde
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