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quinta-feira, 21 de junho de 2018

Como bancos tratam pobres que devem

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Essa semana, na terça feira, fui a um banco abrir uma conta para receber minha bolsa do estágio. Conto que é para a bolsa por que eu nunca abriria uma conta do nada e para nada, principalmente no banco que foi. Pois bem, cheguei lá alguns minutos da agência abrir e fiquei esperando na porta. É uma agênia bem vazia - por isso fui lá - e tinha pouca gente. Só eu para abertura de contas. Uma fila de funcionárias do banco nos esperavam na entrada, sorridentes e dando bom dia.

Disse que era para abrir conta e me mandaram sentar em uma cadeira lá para esperar. Todas ainda muito sorridentes. O atendimento começou com uma atendente ainda bastante sorridente e solícita, até ela verificar que eu possuo restrições no SPC e Cerasa, blá-blá-blá. A mulher nem conseguiu disfarçar a mudança no semblante dela. Claro que ela queria me empurrar goela abaixo produtos e serviços como seguros e capitalizações, etc. Daí, quando ela viu que não conseguiria fazer isso, porque não poderia e porque eu estava com uma declaração da prefeitura para abrir a conta , portanto seria obrigatório para ela abrir, ela ficou chateada, sem comissão, coitadinha.

Eu ria por dentro. É um absurdo o nível de mercenarismo desses bancos, sendo que existe um convênio com a prefeitura, convênio esse que com certeza tem dinheiro envolvido no meio, claro. É absurdo também o nível de preconceito e discriminação que instituições bancárias têm com pobres, assalariados (ou no meu caso, estagiários), da periferia e devedores. O atendimento seguiu seco, diferente do que eu imaginei quando entrei na agência e depois de alguns minutos saí feliz com minha conta aberta. E ela ficou lá, espero que o humor dela tenha melhorado ao longo do dia.

O que quero discutir aqui um pouco é justamente sobre essa questão da aparência - não preciso nem dizer que fui bem simples, né? Quero falar também sobre a importância que as pessoas dão para coisas mesquinhas, coisas que não têm importância. O jogo de interesses que há no comércio, nos serviços bancários e no capitalismo como um todo, de só vou atender você bem se houver alguma contrapartida. Só vou te oferecer um sorriso se a minha comissão for boa. Não vou te atender bem porque é minha obrigação, mas sim se ganhar algo em troca. Está difícil viver nesse mundo. Está cada vez mais mesquinho, o mundo. E isso acaba obrigando certas pessoas a fingirem ser o que não são para alimentar o sistema e para se encaixar em padrões e finalmente ser bem atendido, ser bem recebido e receber um sorriso. Bem, é isso...



Rafaela Valverde

sábado, 2 de junho de 2018

Confiar em Deus

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Tribulação e angústia me atingiram, mas os teus mandamentos são o meu prazer. Os teus testemunhos são eternamente justos, dá-me discernimento para que eu tenha vida.
Salmos 119:143-144


Aprendi que não adianta ser "barraqueira", me irar ou ficar triste. Não adianta e não precisa. O que preciso mesmo é confiar em Deus. Ele me mostrou isso mais uma vez essa semana. Quantas vezes será necessário que Ele me prove para que eu acredite que Ele está do meu lado? Eu fico com tanto medo de as coisas não darem certo que fico sofrendo por antecedência. Eu devia me envergonhar e sim, me envergonho, de não confiar suficientemente em Deus e saber que hora certa Ele vai agir. Preciso acreditar mais em Seu amor, misericórdia e graça. Tenho um Deus tão fiel e ainda duvido. Como ouso?

Obviamente a minha fé ainda está no início, sendo desenvolvida e ainda preciso melhorar muito, eu sei. Mas às vezes acho inadmissível algumas coisas que eu faço. Venho tentando mudar e me deixando ser moldada por Deus ao longo dessas últimas semanas, mas ainda assim, claro que que eu sei que não posso mudar de vez. Vou explicar a situação desde o início, mas vou me ater mais ao fato dessa semana  Enfim, no início do mês passado descobri que só iria receber minhas bolsas de estágio e transporte desde o mês de março, no final do mês de maio/início do mês de junho. Desde então tenho estado indignada com a situação, já que não fui avisada desde o início.

Venho mandando emails e ligando para tentar entender e até reclamar. Pois bem, me estressei (quem não se estressaria?) fiquei zangada, angustiada e preocupada. Para resumir a história, na quarta feira, acordei com a cabeça em um dos emails que havia recebido com uma resposta: "ligue pra fulana no setor tal, peça os números da sua matrícula, registro e data de admissão para ver o contracheque..." O que eu havia cismado aquela manhã é que os números de matrícula e registro que já haviam me dado poderiam estar errados e encasquetei que iria ligar para saber se os números realmente estavam corretos. Estava tentando entrar no sistema e o mesmo informava: "Servidor não encontrado". Achei aquilo estranho. Liguei pela manhã e nada. Depois que cheguei em casa, à tarde, ligue novamente e realmente um dos números estava errado. Me passaram errado ou eu anotei errado, não sei. O fato é que consertei os números e consegui entrar no sistema e verificar os valores e data de recebimento. Foi Deus quem meteu aquela ideia na minha cabeça, Ele me disse, tenho certeza disso. Como eu poderia saber ou pensar que o número que me deram há quase um mês estaria errado? Até porque não tinha pensado nisso até essa semana, que foi uma semana que me angustiei muito por causa disso. Deus veio me tranquilizar na minha angústia, na minha tribulação. E ele sempre virá! Aleluia!


Rafaela Valverde

domingo, 31 de dezembro de 2017

Adeus 2017!



Não posso dizer que 2017 foi um bom ano.  Terminei um namoro ruim e o que seguiu a partir daí foi bem escroto, mas já passei uma borracha nessa história que nem devia ter acontecido. Enfim, passando dessa parte que foi bem no inicio do ano, pulo para o carnaval que também foi bem no início e é um tema bem melhor. Fui depois de dois anos ao carnaval e pela primeira vez à noite, no circuito da Ondina. Fui atrás da pipoca de Armandinho e foi maravilhoso. Apesar de ter ido na última noite. Foi o melhor carnaval da minha vida.

Em abril fui para Recife e foram dias maravilhosos que passei lá. Viajar é uma das experiências mais gratificantes da vida. Mas esse ano tive poucos momentos realmente bons. Não posso mentir. Minha bolsa de iniciação científica acabou, tentei três estágios diferentes para atar em sala de aula e nenhum dos três deu certo. Isso foi muito frustrante por mim, sobretudo por eu não poder fazer nada. Me senti muito impotente. Com isso fiquei sem renda, o que me impediu de continuar saindo e fazendo minhas coisas. Deixei de ir à baladas, cinema ou qualquer outra coisa. E olhe que comecei o ano indo quase que toda semana ao cinema, o que eu amo. Enfim, tive momentos ruins financeiramente e na vida como um todo, pra falar a verdade.

Quantos dias e noites pensei em me matar. Coisa oriunda de uma grande depressão que fez ter uma recaída. Em muitos momentos acordava com vontade de morrer. A cada não que tomava em entrevistas de empregos e / ou estágios eu me sentia muito frustrada. Foi bem complicado. Tive vários momentos em que me senti inútil, com baixa auto estima e me achando a pior pessoa do mundo. Não curti São João. Não fiz quase nada que eu queria, mas consegui vencer tudo isso e estou aqui viva e bem.

Foi um ano bastante produtivo no que se refere a estudos e escrita. Comecei a escrever um livro de contos, que não sei quando vou terminar, escrevi o relatório final de pesquisa e fui destaque da Iniciação Científica do ano. Essa parte esteve tudo muito bem obrigado.  Tomei várias lições da vida. Lições de fé, de otimismo, de amor próprio, de amizade. Vi quem é realmente meu amigo e esteve sempre ao meu lado, disposto a me ajudar. Obrigada amigos. Um ano que conheci muita coisa nova na música e na literatura. Grandes descobertas e aprendizados. Agora, já no último mês, depois de tantos nãos chegou minha melhor notícia, meu emprego apareceu e é assim que vou começar o ano. Empregada. 

E ainda teve as questões políticas, sociais, os feminícidios e todas as atrocidades que aconteceram no Brasil e no mundo e que não deixam de nos marcar profundamente. É isso. Esse é, resumidamente, meu 2017. Que venha 2018. Muito melhor, fluindo, ano par... Coisa boa! Feliz ano novo para todos.




Rafaela Valverde

sábado, 24 de junho de 2017

Creme de tratamento Monange - Hidratação Intensiva

O creme de tratamento que usei na minha hidratação recente foi o da Monange, da embalagem rosa. Ele promete hidratação intensiva, mais nutrição. a embalagem informa que ele é condicionador e sem sal, além de conter o "inovador ingrediente Bio Form e extrato de oliva, que aliados à formulação, combatem os quatro sinais de ressecamento dos fios".

O produto promete mais hidratação e selar profundamente a estrutura do fio, melhorando aparência e textura. E tudo isso e três minutos. Que é o tempo de ação indicado na embalagem. Fora que a textura é ótima, viro o creme e ele não cai. O cheiro é normal, não é ruim, enjoativo nada. E promete o que cumpre, preciso dizer!

Eu não sei exatamente qual o valor unitário, mas sei que é bem baratinho. Uns seis golpinhos. Eu não sei porque comprei numa promoção incrível: dois shampoos, um condicionador e esse creme por 22,00. Hahahaha amo promoção assim! 

O que eu quero dizer desse creme é que ele virou meu novo queridinho. Ele é muito bom. Não vou mais deixar de comprar, funcionou bem no meu cabelo e hidratando direitinho, com as técnicas certas, o resultado é visível. E a partir da aplicação, já se nota. Dá para ter cabelo bonito e bem tratado com pouco dinheiro.


Rafaela Valverde

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

Funciono melhor trabalhando sozinha


Sempre funcionei melhor sozinha. Não gosto de trabalhar em grupo e até hoje, uma mulher adulta, eu não consigo entender como um professor tem a coragem de passar escritas de texto em grupo. Escrever é um ato individual. Para mim quase todos os atos são individuais. Eu gosto de andar sozinha na rua, sem conversar, assim ando mais rápido. Eu gosto de fazer trabalhos individuais. Eu gosto de criar sozinha. Sem interferências. Todo trabalho que faço individual sai bem mais bem feito.

Claro que por conta dessa solidão voluntária eu  acabo sozinha mesmo. As pessoas me vêem como antissocial ou metida e assim vou vivendo. Eu não sou nada disso, quando trabalho em grupo, trabalho até bem e não tenho problemas de relacionamento, fazendo bons trabalhos. Só que no início demoro um pouco para me enturmar, especialmente se for num grupo que não tenham muitas pessoas conhecidas.

Mas a minha principal dificuldade é conversar com pessoas estranhas. Minha segunda dificuldade é escrever textos de forma coletiva. Como os professores acham que isso pode dar certo? Não acham e não pode. Nossa, então cada um vai mandar um pedaço e algum besta vai emendar a colcha de retalhos.

Eu gosto de silêncio. Eu gosto de estar sozinha em determinados momentos, especialmente quando estou estudando, ou seja maior parte do meu dia. Portanto pessoas por perto às vezes só fazem me atrapalhar. Porque as pessoas conversam o tempo todo. As pessoas falam demais. Eu não aguento isso. Eu adoro os momentos em que fico calada para poupar minha voz. E o povo fica tagarelando, aff. Enfim, eu sou chata. Valorizo meu silêncio, minha paz. Eu funciono melhor sozinha.



Rafaela Valverde

segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

Vem ni mim 2017!

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Eis que o ano maluco de instabilidades chegou ao fim. Teve  muita bagunça no Brasil em 2016. Aliás, o Brasil é o país da bagunça, e como se já não bastasse todos os problemas que temos, em 2016 tivemos instabilidade econômica e política.

O ano passado foi melhor que 2015 para mim, mas ainda foi um ano difícil. Um ano cansativo e com pouco dinheiro. Foram muitas tretas, noites em dormir, assuntos para conversar e textos para ler. Sorrisos, festas e paixão, Paixão pela vida, paixão por mim mesma, paixão por outra pessoa.

Um ano cheio de fatos marcantes, imprevisíveis e com coisas boas também. Um período que não volta mais, um ano findado é um livro todo preenchido. O outro que começa é um livro em branco que podemos escrever tudo de novo. É uma metáfora manjada, mas bem ilustrativa.

Engraçado como o tempo passa e como a gente acha estranho um ano que estava logo ali, mas que já tem quatro anos. Acabei de compartilhar uma foto minha de 2013 e apareceu no Facebook, há quatro anos. Como assim? 2013 foi ontem.

Mas enfim, esse é o tempo. Essa é a nossa vida. Essa é a graça da vida: saber que vamos envelhecer e morrer. Sem isso a vida não teria sentido. Agora é foco total em 2017. Foco total em ser feliz. Em continuar sendo feliz! Tenho mais um ano novinho em folha para sorrir, para viver, para sair, para amar, para ler, etc. 

Eu só tenho o que agradecer pelo ano que passou. Aprendi muito, tive saúde, estudei bastante, fui para outro estado, arranjei um ótimo namorado, entrei num curso de inglês, fiz um curso de preparação de tortas no Senac. Enfim, fiz muitas coisas que tive vontade e esse ano farei muito mais. Eu sou muito grata! Vem ni mim 2017!



Rafaela Valverde

segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Passo de tartaruga não!

Imagem da internet
Eu tenho andado quieta, distraída, preocupada e tensa. O que tenho que fazer para que a única coisa que ainda falta se resolver na minha vida, se resolva logo? Eu tinha problemas de auto estima, minha aparência não me agradava, eu tive problemas com universidade e cursos de graduação e eu tive problemas sentimentais e quase entrei em depressão, eu tive e continuo tendo problemas financeiros.

Porém meus problemas de auto estima se resolveram e hoje eu me acho bonita, eu consigo me amar, não uso mais óculos e amo meus cachos. Eu também decidi que quero estudar literatura - minha grande paixão da vida toda - e que quero ser professora. Além de ter conseguido entrar na UFBA, que era o que eu sempre quis. E eu resolvi meus problemas sentimentais, superei um amor do passado e encontrei outro amor, alguém que me aceita, me respeita e me merece. Mas os problemas financeiros continuam.

Nunca tive uma vida financeira tranquila e folgada. Nunca achei nada fácil e de graça. Fui trabalhas aos dezesseis anos para ter minhas coisas e minha independência financeira. Não durou muito e daí eu já sabia que teria uma vida profissional complicada. Desde então foi assim mesmo. O maior tempo que fiquei em um trabalho foi um ano e oito meses, claro que por culpa minha também. Sempre fiquei na faixa de quem ganha um salário mínimo e só. Quase sempre dependi de alguém ou de ajuda para me sustentar. Nunca tive um bom salário, um bom emprego. Parece que isso não é para mim. 

Então eu estava pensando: já que muitas coisas mudaram para melhor na minha vida, como por exemplo minha auto estima e problemas de decidir minha área de formação, por que então a minha vida financeira e profissional não pode ser resolvida de vez? Qual a dificuldade de apenas um único pedacinho da minha vida se resolver para ela ser tranquila? Eu já orei, fiz promessa, estudo que nem uma louca, fiz concursos e cursos, eu busco, eu vou atrás... Mas nada acontece na área profissional e financeira da minha vida. Por que? O que falta? O que falta eu aprender? Só falta isso para minha vida se ajeitar. Depois de estabilidade financeira e profissional eu serei uma adulta realizada. E sei que ralo para isso e tenho potencial. Isso ninguém muda, o que eu sou, ou que eu sei... 

Eu sei também que a vida não é fácil e que é aos poucos que as coisas vão mudando e se ajeitando. Nenhuma dessas minhas conquistas acima: entrar na UFBA, melhorar minha auto estima, ou encontrar um novo amor veio de forma fácil. Nada vem fácil, mas também não precisa vir em passos de tartaruga não. Eu tenho gostado muito da minha vida, eu tenho estado satisfeita, mas ainda não cheguei no patamar financeiro que preciso para poder realizar meus sonhos materiais. Eu espero que isso também venha. E que venha logo. Daí minha felicidade estará completa!


Rafaela Valverde

domingo, 11 de setembro de 2016

Incertezas financeiras

Imagem da internet
Num domingo em que a data cheira a tragédia, estar de pé já lucro. A minha maior tragédia porém são meus problemas financeiros. Durmo e acordo pensando neles. Eles têm me atormentado de uma forma alucinante ultimamente. Além da crise econômica que está instalada em todas as nossas vidas, temos a crise política e o clima de instabilidade que deixa as nossas vidas caóticas.

Muitas incertezas atingem a vida dos brasileiros nesse momento e a minha não está de fora não é mesmo? A gente dorme catando moedas e acorda  pensando em soluções para driblar a crise, como trabalhar em casa, como vender coisas e dar aulas de reforço escolar. A gente precisa pelo menos sobreviver em meio a esse turbilhão.

Daí vem desemprego, bolsa atrasada, aparelhos eletrônicos que quebram do nada, contas que aumentam o valor a cada mês, despesas surpresas que vão surgindo e muitas vezes não resolvem o problema... Vem tudo ao mesmo tempo e a gente pensa que não vai conseguir lidar, nem raciocinar, nem resolver nada. Os problemas se aglutinam e nos devoram, nos sufocam.

Dívidas nem tanto, são mais compromissos mensais que assumi quando ainda tinha emprego. E agora tenho que saber viver e cumprir os compromissos com a minha bolsa da UFBA que é de 400,00 e ainda hoje dia 11 e não saiu. É um momento de incertezas. Temos que cumprir as obrigações da pesquisa e esperar o dia em que a "crise" permitir depositarem a grande fortuna dos bolsistas.

Tenho dúvidas do futuro, muitas dúvidas. Não posso deixar de dormir sem pensar o que será da minha vida na semana seguinte, no dia seguinte. Se terei transporte para sair, para ir à faculdade. Se conseguirei cumprir com meus compromissos. Essas dúvidas me dão muita aflição e preocupação e eu não consigo sossegar, vivo só de esperar.




Rafaela Valverde

terça-feira, 14 de junho de 2016

Filme O lobo de Wall Street

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O filme O lobo de Wall Street foi lançado em 2014 e é dirigido por Martin Scorsese. É um filme biográfico, um bom drama com Leonardo de Caprio que rouba o filme todo para si. Léo já merecia o Oscar nesse filme. O filme  veio de um livro autobiográfico do próprio Jordan Belfort. Ele é um corretor de títulos de Nova York e começa a ganhar muito dinheiro.

Paralelamente Jordan passa a se envolver com drogas e se torna um rico viciado. Ele começa de baixo em uma corretora grande, mas em um dia de grande baixas nas ações ele acaba sendo demitido. Vai para uma corretora bem menor e após um tempo abre a sua própria empresa junto com o seu melhor amigo. Jordan é ambicioso, sem escrúpulos e viciado em sexo.

Ele troca de esposa e se envolve em várias orgias ao longo do filme que é uma das parcerias de Scorcese e Dicaprio. É um filme muito bom, com cenas e diálogos bem feitos. Só achei um pouco longo demais. O filme têm três horas e eu tive que assistir aos poucos. Assisti em três momentos diferentes. Por que já estava tarde eu precisava dormir, né? Algumas pessoas me disseram que gostaram muito e outras que não gostaram. Mas é um bom filme sim.



Rafaela Valverde

quinta-feira, 9 de junho de 2016

Filme Jogo do Dinheiro

Imagem da internet
Fui na segunda feira assistir Jogo do Dinheiro no cinema. Um filme com meus queridos George Clooney e Julia Roberts, minha diva amada. Lançou em 26 de maio desse ano, ou seja no final do mês passado e é um suspense americano. Mas é um suspense bem engraçado diga se de passagem. Eu e a sala de cinema inteira rimos. A direção é de Jodie Foster, atriz já conhecida das telonas.

Lee Gates (Clooney) vive um apresentador de TV que tem opiniões repeitadas sobre Wall Street. O seu programa de nome homônimo ao nome do filme é um programa financeiro, mas com certa dose de humor. Porém após uma previsão econômica equivocada, uma empresa tem grande perda de ações e os investidores amargam um grande prejuízo.

Daí um homem armado invade o programa de Lee e o mantém refém ao vivo junto com a sua equipe técnica, inclusive a diretora Patty Fenn (Roberts). Ao longo do tempo a tensão vai aumentando e eles junto com a polícia e os responsáveis pelo prejuízo precisam encontrar uma forma de salvarem a própria pele. O que segue são sucessivas cenas de ação, regadas por piadas e suspense. Pois o grande mistério de onde foi parar o  dinheiro dos investimentos precisa ser desvendado. É um bom filme e tem minha amanda Julia. Recomendo.


Rafaela Valverde


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