domingo, 31 de janeiro de 2016

Gostoso e sem pressa, temos todo o tempo do mundo!

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Estava olhando para o teto e via estrelinhas prateadas girando ao redor de uma maior de cor indefinida. Estava vendo coisas absurdas naquele teto. Era o teto mais bonito que já tinha visto nos últimos tempos. De repente eu acordei do meu devaneio e me vi gemendo. Percebi que meu homem estava com a cara enfiada entre as minhas pernas.

Ele me chupava tão intensamente e tão gostoso que eu estava vendo coisas por todo aquele quarto. A luz do sol entrava pela janela e o vento levantava a cortina branca. Aquilo parecia uma obra de arte. E eu continuava sendo deliciosamente chupada, lambida e salivada. Empurrava delicadamente sua cabeça para que ele continuasse o incrível serviço.

Alguns homens felizmente conseguem entender o quanto podem fazer as mulheres felizes, apenas por deixarem de nojinho idiota e meterem a cara. Afinal nós não podemos ter nojinho deles, né? Mas esse aqui entendeu há algum tempo a importância de chupar e meu sexo com ele é muito melhor do que com os outros. Ele é meu homem afinal! Sou louca de paixão por ele!

Movimentos circulares, lambidas molhadas, valorização do meu clitóris e uns dedos de vez em quando. Ai que delícia. Esse homem gosta de uma boceta! E isso é tão raro. A maioria dos que já tive, mal davam umas lambidinhas fajutas e metiam. Apenas metiam. Ah eles não sabem como é comer uma boceta que foi bem tratada antes e ficou muito mais molhadinha e sedenta. Não sabem mesmo. É diferente, é melhor. Os dois curtem muito mais. Afinal, para quê pressa? Temos uma cama enorme, dois corpos para se explorarem e todo o tempo do mundo.



Rafaela Valverde

Voz me seduz

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Eu me atraio por voz. Voz é uma coisa que sensualiza qualquer pessoa. Se ela tiver uma voz agradável, não estridente e que de alguma forma me atraia por algum motivo que ainda não descobri exatamente qual, eu fico deliciada. E algumas vezes até excitada para falar a verdade.

Sabe uma voz arrastada, embolada até? Com formas únicas de pronunciar palavras, misturadas ao nosso sotaque típico. Uma voz que emana sensualidade, voz que serve para falar ao ouvido, voz que deixa de perna trémula. Voz que nem o áudio do WhatsApp tira a magia.

Voz que canta, voz que sussurra, voz que fala palavras bonitas, feias e até voz que grita quando necessário. Voz que geme... Eita! Mas ás vezes nem precisa gemer, é só falar uma coisa, qualquer coisa. Se a voz for sensual e se meu cérebro entender de alguma forma  que é sensual eu gamo. Gente, é uma coisa que eu não sei explicar. Eu só sei que me atraio por vozes. Elas fazem parte da coisa toda da sedução.

Voz me atrai, me seduz. Eu gosto de belas vozes. Falem para mim, me liguem, me mandem áudios. Me encantem com uma bela voz que eu gosto. Eu gosto muito.



Rafaela Valverde


sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

Lutando para sentir indiferença

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Hoje eu sei que você nunca me amou. Hoje eu sei que todos os momentos em que você se calou você amou a si mesmo e só a si mesmo. É triste perceber que depois de anos sendo enganada com o seu falso amor eu ainda continuo me importando e pensando em você. Sinto aquela coisa na barriga quando vejo uma foto sua sua nas redes sociais de alguém. Mas não sofro mais. Isso eu posso falar com convicção. Não tenho mais esperança, não tenho mais saudade, não te quero mais. Apenas sinto amor. Mas esse  amor um dia também pode acabar, eu prefiro que acabe.

Hoje eu tenho certeza que o que foi vivido foi ilusão. Quem ama não trata como você me tratou. Você foi o escroto dos escrotos da minha vida. E olhe que eu confiava em você. Olhe que há coisas na minha vida que só você sabe. Como eu confiava em você, como eu te idealizava. Como na minha vida só dava você. Eu não tinha os mesmos olhos para mais ninguém. Como eu te venerava! Como eu fui idiota.Você estava comigo por qualquer outra coisa que não era amor. Você deixou essa impressão e essa certeza em mim com as suas atitudes. Que eu vivi uma sórdida ilusão achando que você me amava. Mas não. Você sempre amou a si mesmo apenas. E deixava eu  estar ali, na sua vida, achando que "cantava de galo".

Ainda hoje eu comparo todos os caras com quem eu saio com você. O seu toque, o seu jeito de tratar uma mulher na cama. Tudo eu comparo. Mas afinal quem não compararia?Você hoje é a minha maior referência. Mas o tempo vai passar e tudo isso um dia vai virar piada. A única referência que você terá para mim será a de uma pessoa que passou em minha vida, me sacaneou e que eu vou fingir que não conheço se vir na rua. Porque em minhas orações o que mais eu peço a Deus é para ficar indiferente em relação a você. É isso que sempre acontece, eu vou atrás, eu tento, tento e tento. Mas quando deixo de lado, vira um pedaço de papel amassado e esquecido no canto da sala, ou ainda uma pilastra. Fica indiferente. Após isso, eu não sinto raiva, nem ódio, nem amor, nem admiração, nem simpatia, nem antipatia, eu não sinto nada. Nada!

Hoje eu não sofro mais como já escrevi acima. Eu não me importo mais tanto. Eu perdoei, não tenho ódio de você como um dia eu senti. Mas ainda não estou indiferente o tanto que eu gostaria de estar. Mas eu vou conseguir. Eu sou forte, eu consigo. Eu sou mais eu. Perto do meu sorriso e da grandiosidade da pessoa que eu sou você é nada. Eu estou me sentindo tão bem sozinha, mas você não, né? Já se arranjou por aí e pegou uma nova coitada para ser enganada, o que você disse que não ia fazer, mas claro você não tem palavra mesmo. Nunca teve. Você é mesmo um cretino. Mas como eu ia dizendo, eu estou muito bem como estou hoje. Me sinto melhor como pessoa, minha criatividade anda a mil por hora, minha cabeça não para. Estou totalmente focada em meus estudos. E você? Você tem o que? Nada. E foi isso que eu vim te dizer. Além de você não ter nada, eu estou lutando para que você ganhe a minha indiferença e nada mais além dela.

Hoje eu sei tudo. É tudo muito claro. Toda a sua tramoia para ir se livrando de mim aos poucos até a decisão crucial que eu tomei de voltar a morar com a minha mãe. Aí sim, você viu a oportunidade de se livrar da chata que só tinha amor para te dar. Nada além disso. Eu vim aqui te dizer também que eu estou muito feliz em não acordar mais triste tentando entender o que aconteceu e também não acordo mais pensando em você. Tem dias que eu nem lembro que você existe (que maravilha), mas em alguns momentos, como no jogo do Vitória que teve essa semana, ou quando estou com alguém na cama eu ainda lembro. Mas um dia nem assim eu vou mais lembrar. E eu anseio por esse dia. E como eu confio em Deus, eu sei que ele vai chegar muito em breve. É isso, eu vim te dizer ainda que é assim que eu estou pensando agora: que você nunca me amou. Eu estou muito convicta disso. E por isso eu me sinto triste. Saber que vivi uma mentira por anos. Foi isso que as suas atitudes me fizeram pensar, foi isso que você me disse nas entrelinhas, indiretamente foi a marca que você deixou em minha vida. Obrigada por isso. Obrigada por me fazer amadurecer, mas obrigada por me fazer nunca mais querer confiar em alguém de novo.



Rafaela Valverde

quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Livro Guia Politicamente Incorreto da Filosofia - Luiz Felipe Pondé

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Passei rapidinho para fazer uma mini resenha do livro Guia Politicamente Incorreto da Filosofia do filósofo Luiz Felipe Pondé. Esse livro é meu. Eu o comprei em 2012 e acho que é a segunda ou terceira vez que o leio. Mas sabe aquela máxima que diz que a cada vez que lemos um livro, ele nos mostra coisas diferentes? Ela é verdade. Hoje eu estou lendo esse livro com um outro olhar, com mais senso crítico e maturidade. Estou mais próxima de conceitos como o feminismo e posso, além de me sentir no dever de discordar do autor em alguns momentos.  

Dessa vez eu vi alguns conceitos com uma ótica diferente, além de ter discordado com alguns pontos. Ainda me vi concordando com trechos que outrora discordava e desprezava. Mas uma coisa é certa: o politicamente correto é sim, na minha opinião e na do autor, infantilóide e mau caráter. Sobretudo o qual representa o feminismo. Sim, alguns pontos que ele ataca no feminismo eu concordo. O homem sofre com o machismo que o pressiona e há mulheres que só são feministas até o momento em que não precisem sustentar "marmanjo". 

Há ainda mulheres que nem olham para a conta e ainda se fazem de porreta, como se diz aqui na Bahia! Há muita gente estúpida no mundo - é o que ele diz - e são essas as pessoas que mais falam e que acham que sabem muito. E sem mais spoilers, fico aqui dizendo que é um bom livro, de um cara inteligente, que eu admiro muito. Mas é um livro ácido, áspero... Se você é adepto do Politicamente Correto ou da Praga PC, nem o leia. Você é xingado muitas vezes!


Rafaela Valverde



Rafaela Valverde

Leitor - Luiz Felipe Pondé

Luiz Felipe Pondé
Estou lendo de novo o livro Guia Politicamente Incorreto da Filosofia do filósofo e professor Luiz Felipe Pondé, como vocês sabem. O cara mete o pau em todo mundo. Ele crítica muitas aspectos do Politicamente Correto, a praga PC, como ele chama. Eu gosto do que ele escreve. Mas sobre isso eu falarei na resenha. Agora vou deixar apenas um dos ensaios do livro, que reflete bem o que venho pensando atualmente.

Tem gente que se acha importante em seu apartamento de dois quartos de classe média


Uma das coisas mais terríveis é o chamado "receptor de mídia", seja ele leitor, seja telespectador. Talvez o segundo seja ainda pior do que o primeiro porque para ler você precisa ser um pouco menos ignorante.

Certa feita perguntaram a um astronauta americano que esteve na Lua o que ele achava das teorias conspiratórias segundo as quais o homem não teria ido à Lua. Ele respondeu que existem pessoas que se levam muito a sério. Nada pior do que essas pessoas que não sabem nada, mas não sabem que não sabem nada, e levam suas vidas banais (toda vida é banal, mas a classe média com sua infinita baixa autoestima não sobrevive a esse fato) como se tivessem algum grande valor que ão foi descoberto pelos outros. Não digo isso com a intenção de afirmar que, se leu cem livros, você seja supertop por isso. Você pode ter lido muito e ser um bobo do mesmo jeito. Mas o tipo de médio leitor de jornal ou telespectador de TV é um medíocre que se acha o máximo, principalmente quando leva muito a sério suas opiniões sobre o mundo. Quase sempre não entende nada e vocifera seu não entendimento como parte da democratização do conhecimento.

Sou um quase descrente na capacidade da televisão de fazer algo que preste pela cultura (não sou 100% descrente pois acredito em milagres), porque a televisão entra em todos os lares e por isso mesmo lida com aquele idiota aqo qual fiz referência antes. Sua ruidosa ignorância banhada em auto estima criada pela fé na democracia gera a crença em si mesmo, e é isso que, creio, o astronauta americano tinha em mente quando respondeu à questão sobre aqueles que acham que a ida à Lua foi feita para ele, em sua "brilhante" inteligência, "descobrir" como farsa.

Na verdade é duro ser gente mesmo.E a maioria de nós é irrelevante mesmo, se arrasta pelo mundo como uma raça de abandonados que riem com pó entre os dentes. Mas o politicamente correto nos proíbe de dizer esta verdade: o leitor e o telespectador são idiotas, e no fundo nós, que "somos a mídia", pouco os levamos em conta porque quase nada do que eles dizem vale a pena. Não fosse pela desgraça do mundo capitalista (que nos obriga a ouvir esse sujeito porque ele é consumidor e há de disputá-lo como consumidor), não precisaríamos  dele e poderíamos dizer-lhe está verdade insuperável: você é um idiota e, se não fosse consumidor de nosso produto, esqueceríamos que você existe.


Luiz Felipe Pondé





Rafaela Valverde


domingo, 24 de janeiro de 2016

Dê me um achocolatado!

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Quero apenas um achocolatado. Dê-me um achocolatado, ande! Afinal não espero nada mais que isso ultimamente. Tenho querido pouco da vida, tenho lançado menos expectativas nas coisas, nas pessoas e na conspiração do universo a meu favor. 

Tenho aprendido a esperar e a observar, mas não virar uma passiva idiota diante dos fatos. Não. Eu preparo meu achocolatado. Só eu sei como eu gosto. Pessoas podem contribuir com pitadas e pitacos, mas o toque final é meu. Eu sei a quantidade certa de tudo. Eu sei a temperatura ideal e eu sei que não pode ser muito doce, nem muito frio.

Mas quase nunca um achocolatado é igual ao outro e eu só sei qual o seu gosto quando tomo o primeiro gole. Antes, só é possível sentir o cheiro.

Quase todos os dias preparo meu achocolatado com prazer, apesar do adiantado da hora. Mas o prazer de sorvê-lo é sempre indescritível. Quando não o preparo e não o ingiro - nossa que palavra horrível!- sinto vontade, sinto o gosto, sinto falta, sinto abstinência. Eu quero, quero mais, quero tudo, quero sempre. Talvez tomá-lo com torradas? Absorvê-lo puro? Deixar que suas propriedades se apropriem de mim? Nossa, que frase estranha, hein! Sim, apesar da frase mal construída, eu acho que devo deixar ele tomar conta de mim.

Só isso que eu quero, um simples achocolatado, qualquer pobre toma. Eu quero, sem esperar demais, sem expectativas demais, sem imaginar demais. Ele é simples, ele é barato e não custa nada! Por favor, um achocolatado. Please! Só um por dia por favor!. Só um mais um achocolatado, só mais um pouquinho de amor!



Rafaela Valverde


sábado, 23 de janeiro de 2016

Resenha - Creme de tratamento Detox Capilar TRESemmé

Quero falar sobre uma máscara que usei recentemente. É um da TRESemmé que promete um detox capilar com purificação e nutrição, com chá verde gengibre e proteína. É um creme de tratamento novo e tem um cheiro maravilhoso. Não tem corantes e nem parabenos. 

Imagem: de minha autoria (rsrsrsrs)
Ele tem 400g e o jogo de marketing da marca informa que é profissional, claro. Eles não vão dizer que é amador, não é mesmo? Mas enfim, é um bom creme. Tem uma textura leve e uma consistência razoável. Usei mais como uma hidratação rápida durante o banho. Ainda não usei como um banho de creme mais demorado. E por enquanto gostei dela, pois após o enxágue já é possível sentir a maciez. Acredito também que devido aos nutrientes haja uma nutrição para os fios.

Foto minha, gostou?
Essa aí é a parte de trás do creme que promete cabelos purificados, deslumbrantes e saudáveis a cada lavagem. Os antioxidantes  do gengibre e do chá verde auxiliam na desintoxicação capilar. Há ainda proteína do trigo que ajuda a cuidar de cutículas enfraquecidas e danificadas. O creme de tratamento promete cabelos macios, suaves e prontos para arrasar! (palavras minhas).

Bem, por enquanto estou gostando dele e custou cerca de 8,40 em uma farmácia daqui de Salvador, mas acho que foi promoção. Valeu a pena. Depois conto mais sobre ele.


Rafaela Valverde







Sei - Nando Reis


Sabe, quando a gente tem vontade de contar
A novidade de uma pessoa
Quando o tempo passa rápido
Quando você está ao lado dessa pessoa
Quando dá vontade de ficar nos braços dela
E nunca mais sair

Sabe, quando a felicidade invade
Quando pensa na imagem da pessoa
Quando lembra que seus lábios encontraram
Outros lábios de uma pessoa
E o beijo esperado ainda está molhado
E guardado ali...

Em sua boca
Que se abre e sorri feliz
Quando fala o nome daquela pessoa
Quando quer beijar de novo muito os lábios
Desejados da sua pessoa
Quando quer que acabe logo a viagem
Que levou ela pra longe daqui

Sabe, quando passa a nuvem brasa
Abre o corpo, sopro do ar que trás essa pessoa
Quando quer ali deitar, se alimentar
E entregar seu corpo pra pessoa
Quando pensa porque não disse a verdade
É que eu queria que ela estivesse aqui

Sabe, quando a felicidade invade
Quando pensa na imagem da pessoa
Quando lembra que seus lábios encontraram
Outros lábios de uma pessoa
E o beijo esperado ainda está molhado
E guardado ali...

Em sua boca
Que se abre e sorri feliz
Quando fala o nome daquela pessoa
Quando quer beijar de novo muito os lábios
Desejados da sua pessoa
Quando pensa porque não disse a verdade
É que eu queria que ela estivesse aqui

Sei, eu sei.



Rafaela Valverde

quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

Uma corrente que eu gostaria

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Gostaria de mais empatia. De mais casos de empatia e não apenas vingança, olho por olho, dente por dente. Gostaria de  mais olho no olho ao invés disso. Mais gentileza, mais afeto, mais amor ao outro. Se não amor pelo menos educação

É tão bom quando alguém pisa no meu pé e tem o cuidado de olhar para saber quem foi, pedir desculpas e até ficar sem graça. Eu faço isso, eu me importo com o dono ou a dona do pé que eu pisei. Eu procuro olhar para quem sem querer dei aquele esbarrão dentro de um ônibus lotado as seis da manhã.

Eu gostaria que houvesse mais isso em nosso cotidiano. Com certeza viveríamos um pouco melhor. Mas só um pouco também. Sem aquela utopia de que se cada um fizer a sua parte... Isso não funciona tão bem assim. Mas um pouco de empatia, de se colocar no lugar do outro. Se perguntar "eu gostaria que fizessem isso comigo?" pode ser que funcione. 

Por que não tentar? Por que não cultivar todos os dias coisas como essas? Pequenas gentilezas, pequenos gestos de cuidado com o outro. Se ambos se esbarrarem, mesmo que por falta de atenção ou qualquer outro motivo, o pedido de desculpas deve vir de ambos.

A atenção com o outro já começa na verdade em evitar esbarrões, empurrões, pisões no pé, etc. Isso mostra que estou prestando atenção ao que está a minha volta, eu estou realmente olhando para o outro, para o meu companheiro social e não apenas vendo ele de uma forma genérica. Isso me ajudou a compreender o outro, a mim mesma e meu contexto social.

Fora que gentileza gera gentileza. E isso não é apenas mais um clichê e nem apenas uma frase pronta. Não. É meio como tipo aquele filme A corrente do bem, onde há realmente uma corrente de coisas boas sendo passadas adiante. Eu explico: por mais que uma pessoa não seja tão gentil assim com todo mundo e se ela de repente for empurrada ou pisada e alguém gentilmente pedir desculpas de forma simpática e empática, ela pode repensar os seus atos de não-gentileza e passar a agir dessa forma também. Ou não. Ela pode apenas aceitar e fica tudo por ali. Mas não é a atitude do outro que importa nesse momento e sim a nossa. Faz bem, é educado, é legal e pode chegar a ser marcante. Somos lembrados por nossa educação.



Rafaela Valverde

sábado, 16 de janeiro de 2016

Caloura de novo

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Essa foi a minha primeira semana na UFBA, foi tudo meio caótico e diferente. Caloura faz umas merdas (rsrsrs). Não sabe nada, fica perguntando tudo, entrando em lugares errados... mas ao longo dos dias vai melhorando. Ainda estou tentando me adaptar novamente aos estudos, já que passei mais de seis meses.

Já fui à biblioteca, conheci ainda poucas pessoas mas já bati alguns papos. As partes mais diferentes são o fato de ficar trocando de sala a cada aula  e o RU, restaurante universitário. Na Uneb não tinha e eu antes estava em faculdades particulares, então é novo isso de almoçar na faculdade. Parece aqueles almoços coletivos de Orange is the new Black (rsrsrs) apesar de que nos dois dias em que almocei lá sentei sozinha e fui chamada de anti social por um colega que encontrei lá.

Mas é isso. Estou com muitas coisas para estudar e é isso que vou fazer agora. Depois passo para contar mais sobre o meu novo curso. Fui! Vou ler.


Rafaela Valverde

Descendo o rio - Forfun



Eu vou descendo esse rio, guiando a minha canoa
Não fujo do desafio, que cabe a minha pessoa
Deixo que as águas me levem, mas, quando preciso eu remo
Invoco a calma e a coragem nas tempestades que enfrento

Ah! Que lindo é o amor, o amigo chegou trazendo a paz
Ah! Que lindo é o amor, não há mais temor que seja capaz

Tem que ter leveza muleque, discernimento muleque
Tem que ter certeza muleque
Perseverança

Eu vou descendo esse rio, guiando a minha canoa
Não fujo do desafio, que cabe a minha pessoa
Deixo que as águas me levem, mas, quando preciso eu remo
Invoco a calma e a coragem nas tempestades que enfrento

Ah! Que lindo é o amor, o amigo chegou trazendo a paz
Ah! Que lindo é o amor, não há mais temor que seja capaz

Tem que ter leveza muleque, discernimento muleque
Tem que ter certeza muleque
Perseverança

Invoco a fé, a calma e a coragem
Invoco a fé, a calma e a coragem
Invoco a fé, a calma e a coragem
Invoco a fé, a calma e a coragem



Rafaela Valverde

quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

A minha fé

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Depois de um término doloroso, cujo processo se arrastou por meses e a dor vinda dele se tornou quase insuportável e física, eu passei a sentir necessidade de desenvolver a minha fé. Para ter alguma coisa em que acreditar e não me sentir tão só e desamparada. Senti em um determinado momento a presença de Deus e o sofrimento me levou para mais perto dele.

Enfim, sempre achei que o ser humano precisava de algo para se apegar, para dar sentido a vida, um invisível, mas ao mesmo tempo eu achava que fé, espiritualidade e religião eram coisas de pessoas ignorantes, pessoas que só viam a bíblia como parâmetro para viver. Eu achava isso ruim, e acho que ainda acho... rsrsrs, mas hoje sei que é uma visão extremamente preconceituosa e generalizadora. Conheço pessoas intelectuais, com mente aberta e outros bons adjetivos que têm uma fé absurda.

Então, aos poucos fui mudando minha visão e hoje eu vejo as coisas de outra forma. Eu senti Deus, eu falei e falo com ele. Deus é uma forte presença hoje na minha vida. Deus é uma energia que mora dentro de mim. Deus traz amor e paz. Deus se manifesta na alegria de viver que eu sinto hoje, depois de tanta dor. Eu aprendi a perdoar e esse foi o meu primeiro passo para desenvolver e fortalecer a minha fé.

Hoje eu estou muito melhor. Estou melhor que antes. Eu vivo em sintonia com Deus, agradeço mais do que peço e consigo ser mais grata pelo que eu já possuo. E pretendo desenvolver isso muito mais. Por que eu me sinto em paz. Deixei a raiva de lado e vivo com otimismo e alegria. Deus é maravilhoso, mas eu ainda continuo achando que não preciso de religião para estar perto dele. Não preciso estar dentro de uma igreja, para amá-lo e acreditar nele. Eu confio em Deus. Eu hoje, tenho fé. E por isso eu te agradeço, meu pai!



Rafaela Valverde

Não há vagas - Ferreira Gullar

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O preço do feijão
não cabe no poema. O preço
do arroz
não cabe no poema.
Não cabem no poema o gás
a luz o telefone
a sonegação
do leite
da carne
do açúcar
do pão

O funcionário público
não cabe no poema
com seu salário de fome
sua vida fechada
em arquivos.
Como não cabe no poema
o operário
que esmerila seu dia de aço
e carvão
nas oficinas escuras

- porque o poema, senhores,
   está fechado:
   "não há vagas"

Só cabe no poema
o homem sem estômago
a mulher de nuvens
a fruta sem preço ;

    O poema, senhores,
    não fede
    nem cheira






Poema de Ferreira Gullar, extraído de: http://www.citador.pt/poemas/nao-ha-vagas-ferreira-gullar




Rafaela Valverde

terça-feira, 12 de janeiro de 2016

Uma experiência erótica


Imagem: Google
Estou sentada em um bar fumando um cigarro. É um dos poucos bares em que ainda se permite fumar e essa coisa toda anti fumo me irrita totalmente. Estou de saia, sem calcinha, mas de meia calça preta e hoje eu vim aqui para provocar alguém, para perturbar. Não necessariamente saí em busca de sexo, mas às vezes rolava e eu não ia me privar de nada, especialmente disso.

Do outro lado do bar havia um casal, digamos animadinho e aquilo já estava me excitando, pois eles estavam quase consumando o ato ali mesmo. Coisas passavam na minha cabeça, sim eu sou assim e minha mãe costuma dizer que eu tenho o diabo no corpo. Senti a excitação e através da meia calça percebi que estava molhada e pensei em toda aquela situação. Eu não estava sem calcinha por que estava pensando em transar, saí sem a peça por que eu não tenho costume de usar mesmo. Acho que incomoda e aperta.

Fui até o balcão e pedi uma bebida, enquanto observava mais atentamente o casal fogoso. Nunca tinha tido uma experiência desse tipo, mas confesso que estava seriamente pensando ultimamente nessas experiências eróticas, algo como suruba ou algo assim. Precisava frequentar outros ambientes. Mas em outros ambientes não liberam cigarro e aqui nessa espelunca sim, pensei enquanto olhava ao redor,

E nesse mesmo momento em que olhava ao redor, o cara do casal que estava quase transando ali, olhou diretamente em meus olhos. Em seguida ele cutucou a mulher e apontou para mim. Eu virei de costas bruscamente e me voltei para o bar. Acendi mais um cigarro. Que vergonha! Após alguns poucos momentos, senti alguém me cutucar e virei calmamente.

Era o cara! Ele me cumprimentou com um sorriso safado e me convidou para tomar uma bebida com eles. Eu fui. Conversamos por alguns minutos e depois de um tempo saímos do bar e fomos para um lugar "mais aconchegante" para"'conversar com mais calma". E de repente descobri que eles eram meus vizinhos e apesar de hoje em dia não poder confiar muito nas pessoas, eu me joguei e paguei para ver. Riscos são necessários. Quem sabe, uma experiência não seria realizada naquela noite? Me joguei. Eu me jogo sempre. Se jogue!


Rafaela Valverde

quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

Creme de pentear Monange Cachos Perfeitos

Quero escrever agora sobre um outro creme de pentear que comprei esse mês. Ou no mês passado, ano passado, rsrs. Enfim, esse creme é muito bom e custa muito barato. O creme é esse aí ó:

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Bem eu só usei uma ou duas vezes, mas já percebi que ele é bom, mantém os cachos definidos, volume e brilho  O creme se intitula cachos perfeitos e tem Qnoa Advanced Tecnology que promete cachos mais flexíveis, definidos e hidratados. Informa também que é Hidra Absolut que hidrata e nutre é um condicionador sem enxágue e tem um cheiro normal, de um creme de cabelo. Não é o cheiro mais maravilhoso, mas também não é ruim, nem enjoativo.

Enfim, o creme cumpre o que promete. Ele é muito bom. Dá brilho, definição, volume e balanço. A consistência dele é boa, o que aumenta a durabilidade. Eu tinha dúvidas e preconceitos sobre esse creme, mas como sempre resolvi quebrar meu preconceito e me dei bem. Ele define os cachos pelos tantos de day afters que eu necessito. Gostei bastante e custou apenas 4,99. Gente, eu super recomendo.



Rafaela Valverde

Relevância e motivação no trabalho

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A gente passa a vida procurando relevância em tudo o que fazemos. Procuramos relevância na escola e no tanto de conteúdo que temos que estudar. Quando crescemos passamos a buscar relevância em nossa vida e passamos a buscar formas de sermos úteis. Daí vem o trabalho, que nos dá chances de sobreviver, claro. Mas aí passamos a analisar qual a relevância do trabalho.

Qual a relevância do que fazemos todos os dias? Qual a importância e objetivo além de apenas recebermos um salário minguado e descontado no início de cada mês? Em que a atividade laboral diária contribui para a sociedade, além de lucros, comércio e movimentação do capitalismo?

Será que parte da motivação que encontramos ou não no trabalho não se dá por causa de sua relevância para as outras pessoas e para a gente mesmo? Ou quando não nos mostramos motivados e com vontade de ir trabalhar todos os dias, o que isso significa? Que não vemos mais relevância no que fazemos diariamente?

O que nos leva a cansar de um trabalho, de uma labuta com meses fazendo trabalhos repetitivos e mecânicos. Será que trabalhos como esses nós fazem bem? Fazem bem para a máquina que é o nosso corpo e para o software que é nosso cérebro? Estamos alimentando o capital, alimentando um ou mais produtos e fazendo a cadeia girar. É natural, é assim mesmo. Sempre foi. Desde que o capitalismo é capitalismo.

Se bem que hoje em dia é muito mais fácil e viável, se fazer o que gosta. Mas quando não fazemos, quando perdemos a paixão (ou ainda quando nunca tivemos), quando a atividade se torna monótona, vazia e sem relevância, vem a angústia, a decepção e a frustração. Ao mesmo tempo nosso coração fica ansioso, desassossegado e inquieto. Ficamos querendo buscar o que nos agrade um pouco mais, do que apenas uma coisa metódica e repetitiva.



Rafaela Valverde

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

Reflexões sobre minha insônia

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Sou da madrugada. Sempre fui. E olhe que fui uma daquelas crianças insones que a mãe não sabia mais o que fazer para que dormisse. E eu achava não dormir ou dormir pouco muito ruim.
Hoje não mais. Me entendo como uma pessoa extremamente noturna. Produzo melhor na madrugada, meus melhores textos e poemas foram escritos à noite ou durante a madrugada.

Na verdade isso já se mostrava desde a tenra infância, pois meus pais dormiam e eu levantava da cama na madrugada e ia assistir TV. Filmes como Chucky, o boneco assassino entre outros. Sim eu gostava de filmes de terror. Hoje fiquei covarde e não gosto mais.Ou era isso ou era ficar na cama tendo pesadelos ainda piores, ou achando que sairiam ratos debaixo da cama. Acreditem que meus pesadelos eram piores que aqueles filmes. Até hoje são. Engraçado é que acabei de me dar conta que sempre tive pavor por ratos.

Mais engraçado ainda é eu estar falando de insônia em um momento de cansaço, em um momento de calmaria que já foi turbulento. É engraçado eu ter tomado chá de erva cidreira às 20h e às 23h ter tomado achocolatado que é estimulante e mais engraçado ainda é eu estar sem sono, deitada no escuro escrevendo e ouvindo o segundo disco da minha cantora internacional favorita. As músicas que me dão paz. Mas não me dão sono.

Engraçado, uma coisa nada tem a ver com a outra.Me sinto em paz, eu perdoei, eu senti uma presença divina inexorável eu não lembro mais dos meus sonhos. Mas eu acordo sentindo saudade, eu acordo sentindo cheiros. Saudades de quem não está mais aqui e de quem ainda virá. Cheiro dos que eu conheço e os cheiros que eu imagino que sejam.

Eu hoje não rechaço minha insônia. Eu a respeito. Eu gosto dela. Eu aproveito ela e eu acho ela engraçada e útil. Sei que na semana que vem quando eu passar a acordar as 5:30h ela vai me fazer falta, por que eu vou começar a capotar de sono todos os dias. A cama é de casal, é enorme, sinto ela vazia, mas eu me acostumo, a insônia vai perder razão de existir logo logo.



Rafaela Valverde

Eu cortei meu próprio cabelo

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Eu vim contar para vocês agora que cortei meu cabelo sozinha em casa, depois de três anos de transição, sem cortar. Mas comecei a sentir necessidade, pois as pontas estavam ressecadas e o cabelo estava pesado aí comecei a pesquisar na internet, formas e técnicas de cortar em casa.Encontrei algumas meninas cortando o próprio cabelo cacheado em casa e resolvi cortar em camas.

Fiz o corte com o cabelo molhado. Dividi em quatro partes e fui cortando as pontas. Da parte de baixo, a parte do cumprimento só tirei um dedo, para justamente não ficar muito curto. Da camada mais acima tirei três dedos, da outra dois dedos e a parte da frente eu joguei para a frente, dei uma torcidinha e tirei um dedo.

O segredo é cortar com uma boa tesoura e medir as mechas para saber se estão iguais, ou mais ou menos iguais. Para mim deu certo. O resultado ficou como eu queria, não tirou muito o cumprimento, deu mais balanço e leveza aos fios. Gostei bastante do resultado. A intenção aqui não é fazer um tutorial, por que não tem como mostra o passo e vocês não têm como ver.

Há vídeos diversos no youtube, mostrando como se faz. E a minha intenção aqui é apenas contar a minha experiência, mais uma coisa que eu faço em casa no meu cabelo. Não gosto de salão de beleza, não confio em cabeleireiras e acho uma perda de tempo esperar tanto. Detesto esperar.

Enfim, é o que eu digo. Se arrisquem, vão experimentando tratar seu cabelo em casa. Eu faço de tudo. Hidratações, tintura, já fiz luzes e agora eu mesma corto meu cabelo. Vou cortar a cada três meses e sempre venho contar para vocês o resultado. Bem, é isso.


Rafaela Valverde

Mais livros em 2016

Imagem da internet
Li apenas quinze livros em 2015. Foi um ano fraco nesse quesito. Na verdade fraco em vários aspectos da minha vida. Esse ano pretendo ler mais e que as redes sociais, as conversas inúteis e as séries não me tirem dos meus queridos livros.

Em relação a 2014 e a 2013, onde li mais de trinta livros cada, 2015 foi um ano improdutivo. Mas em 2016 a coisa há de melhorar e amanhã é dia de ir na Biblioteca Central, para depois de seis meses de suspensão, voltar a pegar livros. 

Estou lendo um livro no meu celular, Uma praça em Antuérpia de Luize Valente e é um livro muito bom, porém tenho andado com o ritmo fraco mesmo. Ainda peguei para ler novamente o livro Guia Politicamente Incorreto da Filosofia de Luis Felipe Pondé, que comprei há uns três anos. Esse ano, mesmo com as atividades acadêmicas, eu pretendo ler mais, muito mais.


Rafaela Valverde
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