sexta-feira, 22 de maio de 2015

Coragem para mudar

Foto: google 
Eu sou assim eu não tenho medo de mudar. Eu até tinha mas já tratei de perder há algum tempo. A vida me obrigou, a vida obriga a gente o tempo todo sair da nossa zona de conforto e ir à luta. Mudar é preciso! Movimentar. Sacudir a poeira da roupa e sair andando como se nada tivesse acontecido. é claro que nem todas as mudanças, são tranquilas, são "de boa". Não. Não é isso que eu eu quero dizer. Muitas mudanças são de lascar e a gente se arrepende e acha que vai se arrepender, o que vai dar errado. Mas nem sempre é assim e nem sempre dá errado. 

Sim, é preciso desenvolver a coragem para mudar. Pois mudanças são necessárias e em algum momento, a própria vida vai exigir isso de nós. Eu não tenho medo de mudar e muitas vezes esse é um fator muito forte da minha personalidade. Levo esse lema comigo, se não está bom, mude! Pronto. Para mim é muito fácil, mas sei que não é assim para todo mundo e respeito isso. É necessário um processo, um aprendizado de mudanças e experiências que essas mudanças vão nos dando ao longo do tempo e ao longo da vida.

Enfim, o que eu quero dizer é que se me importasse com a opinião alheia e tolhesse minha coragem de mudar, eu não teria feito metade do que já fiz na vida. Mando as pessoas à lotérica, pagar suas próprias contas e me deixar em paz, ou mando à merda mesmo, como queiram! E sigo minha vida. Mudo quando não tô satisfeita, quando percebo a necessidade de mudança e quando me dá na telha, pronto. Experimente. Dê um primeiro passo para a mudança, mesmo que seja em pequenas coisas como um penteado, ou um caminho diferente.


Rafaela Valverde

terça-feira, 12 de maio de 2015

Absurdamente inatingível

Foto: Google
Hoje eu estou zen, hoje eu estou light e hoje, pelo menos hoje não sinto a necessidade de chorar, nem de estar triste. Pelo menos não pelo motivo de não estar com você. Por que sei que de alguma maneira eu estou. Não que você tenha algo a ver com isso, na verdade você tem muito a ver com isso, mas eu tenho vergonha de falar.

Eu tenho vergonha de muitas coisas, eu tenho vergonha de ter agido como criança e ter feito tanta coisa com você. O que foi feito comigo não vem ao caso agora. Na verdade nada disso vem mais ao caso. É a minha terceira chance e eu espero não querer me afastar dessa vez. Me afastar não é o que eu quero, me afastar foi apenas uma atitude ilusória que eu tomei achando que poderia ser mais feliz.  Achei que poderia ser feliz sem ao menos conversar com você virtualmente todos os dias.

Pronto, me decidi e convenci finalmente que não quero me afastar de você. Nunca mais. Eu quero, pelo menos confirmar meu conformismo de apenas ter sua amizade. Ela já me basta. Nunca exigi e nem exigirei mais que amizade e o que amigos cobram dentro da amizade. Mas na verdade, nem isso vou mais cobrar, vou ficar aqui no meu canto, só falando com você virtualmente. E isso já será um mundo enorme para mim. Um mundo paralelo e cheio de cores. Um mundo em que farei questão de estar.

Ao contrário do que quem está com você pode pensar, essa ilusão eu nunca tive. Essa ilusão de ser mais que sua amiga, de "roubar" você. Sempre achei absurdamente inatingível. E nem é isso que eu quero, não é nisso que eu acredito. Sim, eu acredito em relações livres, não monogamia, poliamor, etc. E eu só queria, dentro dessa perspectiva ganhar um pouco de você para mim, mas só um pouco. Sem exclusividade, sem pretensões, sem expectativas... Não. Eu só queria que você quisesse me ver e estar comigo também. Por que não? Uma coisa não invalida a outra. Mas tudo bem, eu acho que não mereço mesmo. Eu sei que nunca mereci nada nessa vida.

Portanto, há muito parei de pensar nisso e vou viver minha "platonice" sem reclamar, quietinha no meu canto, só te querendo a distância mesmo. Já vivi isso e superei. Além disso tanta gente vive isso, por que eu não conseguiria? Mesmo assim, obrigada por me receber de novo, mesmo que com o pé atrás, nessa que eu vou chamar de a minha terceira chance. E o tanto que eu mudei e madureci nesse pouco tempo, eu tentarei mostrar para você. Você deixa?


Rafaela Valverde

sexta-feira, 8 de maio de 2015

Texto ´Quem tem medo do poliamor?` de Mônica Barbosa - Veículado no blog Cultura e Sexualidade no site Ibahia

Gente hoje estou passando super rapidinho para brindar a sexta feira, é claro e para mostrar para vocês um texto maravilhoso sobre o poliamor e relações não monogâmicas vinculadas pelo blog Cultura e Sexualidade do Ibahia. O texto é esse aqui ó: Quem tem medo do poliamor? É um texto teórico com base em conhecimentos e bem claro. Sem achismos e mimimis apesar de expressar opinião, a qual eu coaduno.  O texto é de Mônica Barbosa que fez mestrado  na UFBA e escreveu um livro baseado no tema.
Super recomendo!

quarta-feira, 6 de maio de 2015

Gel redutor de volume da capicilin - uso dele sozinho

Foto: Google
Vou falar mais uma vez sobre o gel relaxante natural da capicilin. Já comentei sobre ele logo que comprei, mas no último final de semana fiz uma utilização diferente dele. Pois bem, eu o utilizei puro. Na finalização, com os cabelos úmidos, fitei apenas com o gel. Então, o resultado enquanto ele secava foi bom, até por que secou rápido e logo subiu aquele volumão lindo e ficou com balanço, brilho e maciez. Nem parecia que eu tinha lavado e feito fitagem naquele dia, pois geralmente quando lavo e fito ele fica muito menor o volume.

O problema todo foi o dia seguinte. Não existe day after passando apenas o gel! Pelo menos não para mim. Não segurou meus cachos, até por que nem sei se é essa exatamente a sua função. Mas... enfim. No dia seguinte os cachos embolaram bastante, não ficou aquele day after bonito a qual estou acostumada, mesmo eu dormindo de abacaxi, que é o cabelo todo preso para frente. Mesmo assim dei uma revitalizada com borrifador e outro creme e deu para deixar solto, mas no outro dia saí para trabalhar com ele preso. Bem, não gostei não. Ele sozinho para mim não resolve e eu tive que lavar logo.

Mas ele junto com um creme de pentear tem um ótimo efeito e não reduz volume, o que me faz gostar muito dele, pois gosto mesmo é de volume. Além de hidratar e nutrir o cabelo. Eu gosto muito e usei ele hoje, junto com um creme ativador de cachos da seda. Mas não acho que ele reduza o volume não. Ele dá brilho, maciez , definição e redução de frizz, mas tem que ser acompanhado por outro produto. Pode ser passado mecha a mecha após o creme no momento da fitagem, ou ainda pode ser passado depois da fitagem, de uma forma geral com mechas maiores. Tem que enluvar bem, tá? O resultado não muda muito de qualquer forma que você passe, mas é isso. Super recomendo o produto!


Ah! Ele custou menos de 10,00 e já está durando um tempinho. Deve ter uns cinco meses. Por que a quantidade a ser usada é pouca. (Gente, só para lembrar que esse produto não tem química de transformação, apesar do nome relaxante, tá?)


Rafaela Valverde

terça-feira, 5 de maio de 2015

Mágoa, raiva e um terrível dilema...

Foto: Google
Mesmo que uma pessoa não guarde mágoa, raiva e não seja rancorosa, quando se trata de amor não correspondido em algum momento esses sentimentos vão surgir. Você se sente bem por não ter esses sentimentos na sua vida e no seu coração, mas no momento em que eles surgem por causa de um sentimento não correspondido, por causa de maus tratos e indiferença que te achincalham e te despedaçam, você acha isso super natural e nem quer deixar de sentir. Parece que quer se vingar e passa a alimentar isso. Procura motivos para deixar bem gordo. Mas, como uma famosa personagem de novela do globo, isso um dia explode.

E quando explode alguém sofre, e em 99% dos casos é você. É a gente, sou eu, somos eus! De qualquer forma, sempre é quem sente quem se dá mal, quem se estrepa como eu diria com a minha boca porca. Mas é isso, é verdade. A gente se dá mal sempre. E quando esses sentimentos ruins passam a machucar, passam a ficar tão evidentes que você não consegue mais viver sem conviver com eles de uma forma muito próxima.

Na cama, na hora de dormir eles vêm à tona, no trabalho eles vêm à tona e a todo momento você se pergunta se estava sofrendo menos quando vivia o amor platônico, ou agora com todos esses sentimentos ruins e conflitantes te atormentando de manhã, de tarde e de noite. Amor platônico ou raiva e mágoa? Nossa que grande escolha será feita, hein! Será que dá para ficar pior? 

Quando uma das saídas que são buscadas para se livrar desse famigerado sentimento de apaixonamento falha, o que pode ser feito? Existe outra saída? Eu não sei. Acho que ninguém sabe, acho que não há solução. Apenas o que se pode fazer no momento é parar de se gabar que não há mágoas no coração. Isso não mais é possível. Elas existem e são sentidas lá. Bem lá no fundo da sua alma e do seu inconsciente. E você fica na dúvida se ama mais ou se odeia mais. Que terrível dilema!



Rafaela Valverde

Livro Escuta Zé - ninguém de Wilhelm Reich

Foto:Google
Quero falar sobre o último livro que eu li Escuta Zé-ninguém de Wilhelm Reich que foi um psicanalista austríaco que viveu no século XX. Ouvi falar dele fora da faculdade de psicologia. Ouvi falar dele em casa, pois alguém que morava comigo gosta de algumas de suas obras (rsrs) Enfim... O referido livro dá um tapa na cara de todos nós, nós os zés-ninguém e que achamos que somos muito importantes e que temos o direito de humilhar o outro, especialmente quando estamos em uma posição um pouquinho maior que o outro.

"Este livro é para o zé ninguém que mora dentro do seu peito..." Esse livro trata - se de uma resposta a uma das perseguições sofridas pelo ex seguidor de Freud, que rompeu com o neurologista para seguir sua própria linha psicanalítica. Ele foi perseguido e incompreendido por desenvolver pesquisas polêmicas na área da sexualidade. Foi preso e morreu na prisão, mas hoje eu e mai diversas pessoas estamos aqui para lhe fazer justiça! 

O livro Escuta Zé-ninguém ficou arquivado em uma biblioteca e publicado pós mortem. Reich entre outras coisas escreve em sua obra sobre o nosso aprisionamento por nós mesmos. Já nesse livro especificamente, ele traz mesmo um desabafo, um grito de quem esteve impedido durante muito tempo de viver sua vida e desenvolver suas teorias.  

Gostei muito do livro, da linguagem e definitivamente ele dá um tapa na cara de quem o aceitar tomar. Mostra para a gente que muito do que acreditamos não tem razão de existir. Em uma das falas do livro ele diz que os zés- ninguém julgam mulheres que têm filhos sem casar, mas admiram a mãe de Jesus que teve um filho sem uma certidão de casamento. Polêmico? Genial? Sim. E eu adoro!


Recomendo, Até para quem não é da área.



Rafaela Valverde
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