quarta-feira, 29 de abril de 2015

Farinha pouca, minha pressa primeiro

Foto: Google
A lógica das pessoas é "farinha pouca, meu pirão primeiro" e é assim que sempre vai ser. Eu não tenho dúvidas e não me iludo mais em ter otimismo em relação a isso. Pessoas são egoístas. Nós somos egoístas. Quando alguém está em um carro fechado sentado no ar condicionado, de boa e não tem a piedade de parar para alguém que está na chuva atravessar uma via sem faixa de pedestres. Até as com faixa, os bonitinhos não param.

Outra lógica interessante da cabeça dos egoístas oficiais vem de quem está dentro do ônibus, sentadinho e por que o ônibus está muito cheio não quer mais que o motorista pare em nenhum ponto. Simplesmente por que alguém está se esbarrando nele ou nela. Sim e quem tem horário para chegar, não chega mais? Tem muitas outras opções para pegar? 

Você já parou para pensar quando você está no ponto de ônibus, na chuva, com pressa e o ônibus que você precisa pegar não para? Pode ser justamente por pessoas que estão fazendo pressão para o motorista não parar mais em nenhum ponto. E se você faz isso, lembre que um dia pode ser você tá?

Qual a sensação que dá na pessoa que faz isso com outra que está no mesmo barco que ela? Afinal ninguém ali pegou "buzu" por que gosta. Estamos sim com necessidade de chegar e muitas vezes só há aquela opção mesmo. E aí ficam pessoas iguais a nós que em nada são melhores que a gente utilizando seus "poderes superiores" de terem entrado no ônibus um ou dois pontos antes e tripudiam de quem não teve a sorte de outro ônibus não ter parado e ter tido o azar de só aquele lotado ter se dado ao trabalho de parar para pegar passageiros o que seria sua obrigação e sua razão de existir. Mas ,bem, o que eu queria questionar é justamente o comportamento egoísta de seres que se dizem humanos, bondosos, cristãos e solidários.



Rafaela Valverde

quarta-feira, 22 de abril de 2015

Hidratação-nutrição com leite de coco

Quero falar sobre uma hidratação maravilhosa e mega barata que fiz no meu cabelo no último final de semana. Comprei um creme de tratamento  da Seda, o seda Keraforce original. Esse aí embaixo:
Foto: Google

Pois bem, como é possível visualizar ele possui em sua fórmula queratina + óleo de argan e é indicado para cabelos crespos sem química. Ele é super baratinho, me custou menos de 5,00 e tem uma consistência ótima. Virava a colher e ele não caía. Gostei bastante. Bom, a embalagem afirma que ele ajuda a equilibrar a hidratação do cabelo para manter os cachos saudáveis e controlados. Promete ainda força e ultra-hidratação para um cabelo mais saudável e nutrição para cabelo fortalecido. 

 Mas a hidratação - nutrição que eu fiz com esse creme foi ainda mais intensa. Em uma vasilha, coloquei duas colheres desse creme aí, mais duas colheres de leite de coco. Sim, isso mesmo, leite de coco. Aquele mesmo de colocar em moqueca e que me custou menos de três reais e mais uma colher de azeite de oliva extra virgem. Misturei bem e fui aplicando em pequenas mechas do cabelo. O cheiro não fica agradável não, mas como após o enxágue haverá a finalização com creme de pentear, é o cheiro desse creme que vai predominar, então não há com o que se preocupar.

Gente, o resultado é simplesmente maravilhoso. Brilho, maciez, definição. Estou no meu quarto day after e o cabelo continua macio e definido. Nunca havia feito uma hidratação tão boa! E foi nutrição também, tendo em vista que o leite de coco também possui essa função. Mas não adianta um bom produto sem passar direito no cabelo. Tem que passar em mechas mais finas possíveis e enluvar bastante. Sentir o produto penetrar nos fios. Eu ainda aprendi uma dica em um vídeo no youtube com uma cacheada onde ela colocava uma touca plástica e em seguida a touca de alumínio. O tempo mínmo que eu fiquei foi quarenta minutos e quando enxaguei já senti a maciez e hidratação do cabelo. Amei e recomendo!


Rafaela Valverde

Amanhã é 23, são oito dias para o fim do mês... E meu níver!

Foto: Google
Amanhã completo mais uma primavera. E como não terei como postar nada amanhã, venho hoje falar um pouco sobre meu níver e sobre meus 25 anos. Eu só tenho a agradecer pois tenho a consciência do quanto evoluí e do quanto melhorei como pessoa durante esse período da minha vida. Ano passado, ano em que completei vinte e cinco anos foi um ano complicado para mim. Cheio de transições e conflitos internos e externos. Mas foi um ano de grande aprendizado, amadurecimento e mudanças.

Sei que estou aqui para evoluir, para melhorar ano após ano, por isso que celebro essa data, por que finalmente nesse momento faço um balanço de tudo o que eu melhorei. E esse balanço é sempre positivo. Dizem que a idade 25 anos é uma idade de transição na vida de uma pessoa, inclusive é a idade que alguns psicólogos acreditam que é a idade onde termina a adolescência. E também é a idade do "faltam cinco para trinta!" Brincadeira! 

Gostei muito desses meus vinte e cinco. Mudei de casa duas vezes, mudei de faculdade e de emprego e realmente compreendi o que quero e o que sou de verdade. Ah e agora sei também o que não quero. Sim, foi um momento de estabilização na minha vida. Eu agradeço. Agradeço a Deus e aos orixás, agradeço aos santos e a todas as entidades que a nossa vã filosofia não imagina! Agradeço por ainda ter a capacidade de sorrir e retirar graça de onde não tem, agradeço a alegria de viver, mesmo quando ela não era mais possível. Agradeço minha força e agradeço quem eu sou! A minha mente aberta, o meu senso crítico e essa força que vem de São Jorge, o Santo Guerreiro ou Oxóssi. Ah e foi nos 25 que fiz minha primeira tatuagem!

E que venham os 26! E que venham os "faltam 4 para 30" . Hahaha!!


Rafaela Valverde

 

terça-feira, 14 de abril de 2015

Poliamor? Sim, poliamor. Conhece?

Foto: Google
Poliamor. Poliamor? O que é isso? É alguma coisa relacionada à poligamia ou algo do tipo? Não. O poliamor apenas é uma prática que permite que haja amor, desejo, paixão por duas ou mais pessoas ao mesmo tempo. Há aceitação e todos os lados e prega à não-monogamia ( que em minha opinião é forçada e inventada socialmente) mas isso é assunto para outro texto.

Não tem nada a ver com putaria não, tá? Quer suruba, vá para casas de suingues! Pois bem, dando continuidade ao meu texto, o poliamor é algo muito difícil de se conquistar na vida, é uma abertura de pensamento muito grande e exige um pensamento pós- formal de todos os envolvidos. De todos mesmo! Estou ainda em processo de aprendizagem, a duras penas, mas esse tipo mais livre de relação já é e será tão mais comum nos próximos anos que ficará fácil nos adaptarmos.

O poliamor é muito mais amplo que apenas manter relações sexuais com parceiros diferentes. Essa parte é muito mais fácil. Sexo sem envolvimento sentimental é mais fácil. Mas o poliamor traz a possibilidade de dois, três ou mais relacionamentos ao mesmo tempo, de forma livre, pacífica e consensual entre todos os envolvidos. Em geral essas relações são duradouras e acontecem concomitantemente, mas não é regra. Pode ser que morem todos juntos ou não, pode ser que haja envolvimento entre todos eles ou não. Não há uma regra definida, cada caso é um caso.

Mas para ser definido como Poliamor se faz necessário que realmente haja amor, paixão ou algum sentimento. Senão, há outras formas de nomear. Vejam aqui: Relações não- monogâmicas  a diferenciação entre todos os tipos de relação não monogâmicas, para que não haja equívocos, tá? Pode haver liberdade sexual ou não no poliamor, mas a liberdade de amar essa existe e deve ser respeitada. Como eu disse depende de cada casal adepto e como eles vão definir suas próprias regras é com eles.

Vamos abrir nossas cabeças? Vamos ler historicamente sobre como e  porque a monogamia foi constituída e permanece até hoje? Vamos ler e vamos pensar, refletir e questionar? Por que nos castramos quando estamos em um relacionamento e bate o interesse, ou o amor por outro alguém? O que é que há de mal nisso? Não amamos vários amigos, avós ou animais de estimação? Então por que logo na hora do relacionamento é que TEM que ser um amor só?

Eu estou adepta da prática poliamorista e no momento é assim que eu vivo. Eu tenho hoje um relacionamento livre depois de quase nove anos de monogamia, onde não interessava o que estava ao redor. Mas em um momento passou a interessar e depois de sofrimento, tomamos essa atitude que repito não é fácil, exige muita coragem e um pensamento pós- formal e aberto. Agora quero deixar bem claro que essa é a minha opinião e a minha forma de viver. Quem estiver feliz da sua forma de viver, seja ela qual for, continue assim. O importante é estar feliz!!!


Rafaela Valverde

Um pouco de Behaviorismo

B.F Skinner
Na década de 1890 a psicologia já estava consolidada como ciência. Diversos laboratórios  e departamentos universitários foram criados na Europa e nos Estados Unidos. Com o interesse em se manter a psicologia em bases científicas sólidas, os psicólogos começaram então a reagir contra a introspecção e a filosofia. Várias outras ciências já haviam rompido com a filosofia e esse para alguns psicólogos era o caminho a ser trilhado.

O método da introspecção era visto como demasiadamente subjetivo e como teorias baseadas neles não podiam ser confirmadas através da observação, buscou -se  naquele momento - afim de incluir a psicologia definitivamente nas ciências - teorias que poderiam sem observadas e mensuradas.

Via se portanto a solução de estudo do comportamento, já que este sim poderia ser efetivamente observado iniciam-se então atividades controladas, realizadas em laboratório. Os primeiros behavioristas  conceberam experiências , observando o comportamento de animais em situações planejadas e assim foi possível desenvolver teorias sobre aprendizagem, memória, condicionamento e o modo de interação dos humanos com o ambiente.

O conceito principal do behaviorismo , o condicionamento surgiu da base dada pelo fisiologista russo Ivan Pavlov que em seu estudo sobre a salivação de cães descreveu como o animal responde a um estímulo, salivando ao cheiro e/ou visualização de alimento. Isso passou a ser chamado de condicionamento estímulo - reposta.

A teoria/corrente behaviorista cuidava em observar respostas a estímulos externos  e ignorava estados e processos mentais interiores - já que esses não podiam ser examinados e confirmados cientificamente. Watson "iniciou" o behaviorismo em 1913 a partir da publicação do "manifesto behaviorista", seu artigo " Psychology as the behaviourist viiews it", o que causou uma mudança no foco, que a partir de então sairia da mente e iria para o comportamento. A abordagem behaviorista foi predominante nos EUA durante os quarenta anos seguintes.

Segundo Watson, o comportamento é formado apenas pelo estímulo ambiental; fatores inatos  ou hereditários não interferem nos comportamentos. Depois de Watson surge o "behaviorista radical" B.F.Skinner, que reformula o conceito  de "estímulo- resposta", através da teoria do condicionamento operante (comportamento era moldado por consequências e não por estímulos precedentes). A ideia de Skinner alterou radicalmente alguns rumos do behaviorismo, pois passou a considerar fatores genéticos e a explicar estados mentais como resultado  e não como causa.


Rafaela Valverde




quarta-feira, 8 de abril de 2015

Preciso me amar mais!

Estava me sentindo rejeitada. Não estou mais. A rejeição estava batendo forte na minha mente e na minha alma. Não está mais. É incrível como comprovo todos os dias que a vida muda a cada minuto e nada nunca será como era há momentos atrás. Eu aprendi que preciso muito mais me amar do que esperar que os outros me amem, mas mesmo assim é muito difícil. Tarefa bem difícil!

Foto: Google
É incrível como em determinados momentos se torna mais fácil amar aos outros do que a gente mesmo, ou pelo menos demonstrar isso para a gente. Se olhar no espelho e simplesmente se amar. Mesmo estando feia, com olheiras ou com o cabelo mal pintado! Por que esse " se amar" não tem a ver com beleza ou com nada externo, relacionado ao nosso corpo e sim com o amor que temos por nossa vida, a vontade que temos de existir e de estar nesse mundo e a diminuição da auto- crítica. Afinal todo mundo erra. Somos seres humanos.

Eu preciso deixar de ter expectativas sobre os outros me amarem e eu mesma começar a fazer isso. Já! Imediatamente! Por que assim não me frustro tanto e aquele medo de estar sozinha, de suportar a minha própria companhia e de  ninguém me amar diminuirá aos poucos. Mas é aos poucos mesmo. Não dá para fazer mágica. É um processo. 

Se amar não é fácil, eu repito. E para mim tem sido difícil durante a vida inteira, quase vinte e seis anos de existência, com esses conflitos internos que só aumentam dia após dia! Estou disposta a isso. A gente precisa se ajudar, procurar motivos e ver que aquela merda que fizemos pode se transformar em lago bom, sei lá... nunca se sabe. Ou não também, pode ser merda mesmo!


Mas... seguirei em meu exercício e escrever ajuda. Ajuda muito!

Livro O corpo fala

Foto: Google
Esse livor é diferente de todos que eu já li. Ele tem imagens. Muitas imagens! Traz conceitos de várias correntes psicológicas de uma forma bem didática e criativa. Vai nos dando o passo a passo de como investigar um ser humano, de acordo com as suas partes, sentimentos e cada ser animal que existe em cada ser humano.

Temos em todos nós representações do boi, do leão e dá águia (quem for ler ou já leu vai entender). Cada um deles representa um lado nosso. A águia por exemplo representa nossa racionalidade, nossa mente e é ela na maioria das vezes quem vai nos comandar.

 Tem um momentos que o livro fica um pouco monótono, mas a gente vai para a próxima página e já melhora. Ele contém vários exercícios, para que a gente  passe a ter o costume de observar o outro. Observar o corpo do outro,etc. E o nosso também. É  a primeira coisa a se fazer inclusive. Realmente o corpo fala!  E eu estava querendo ler esse livro há anos, só havia encontrado ele na livraria Cultura, e quase compro mas li mesmo o exemplar da biblioteca da faculdade. Hehehe de graça!



Rafaela Valverde
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