sábado, 28 de fevereiro de 2015

Amor não correspondido

Foto: Reprodução: Google
Um amor não correspondido é uma praga. É para mim uma das piores coisas que pode acontecer na vida de uma pessoa. Não dá para entender por que a gente cai nessa roubada. Na verdade a gente nem tem muita culpa, costumamos dizer. Mas será que não? Será mesmo? Será que não queremos amar? Será que a sensação de amar alguém não é o que nos faz bem?

Mesmo que  não seja correspondido? Sim, acho que sim. Temos a necessidade mórbida de estar sempre sentindo um apaixonamento desconcertante que não nos deixa em paz em um só momento. Tem dias que acordamos bem, mas no seguinte acordamos desmoronando, pensando e chorando pelos cantos ansiando pela presença do ser amado.

Uma música, uma frase, qualquer coisa faz lembrar. Qualquer motivo é um estopim para lágrimas e a gente não se conforma de estar vivendo uma vida tão miserável como essa. Tão miserável a ponto de gostar e dedicar a maior parte dos nossos pensamentos diários para essa pessoa. Ao mesmo tempo vem a revolta, vem a raiva, vem o inconformismo e  a sensação de estar sofrendo muito, de que precisa esquecer e de que essa é a melhor alternativa para todas as pessoas envolvidas.

Por mais que a gente tente, não consegue esquecer. A gente ocupa a mente, faz várias coisas ao longo do dia e a pessoa fica lá escondida em algum lugar. E de repente no primeiro segundo em que paramos os nossos afazeres, vem à tona em pensamento a imagem do ser amado. Ou é ilusão? Ou é uma miragem? A gente quer realmente esquecer? Bem, eu acho que não. Sinceramente eu acredito que no fundo, mas bem no fundo a gente gosta mesmo de sofrer, Gosta do apaixonamento irreal e imaturo que uma paixão platônica nos causa.


No fundo esperamos que um dia remoto, sejamos correspondidos!


Rafaela Valverde


quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Máscara de reparação intensiva e hidratante cachos definidos da Pantene

Foto: Reprodução: Google
Estou um pouco sem tempo mas como eu não falei muita coisa sobre produtos capilares ultimamente, eu passei aqui rapidinho para falar um pouco da máscara de reparação intensiva e hidratante cachos definidos da Pantene. É uma máscara sem adição de NACL, ou seja sem sal. Apesar dessa descrição de produtos sem sal não me convencerem muito, mas tudo bem.

Vamos lá, segundo a embalagem a sua fórmula intensiva sela a cutícula e repara cada cacho. Ainda promete cachos 99% mais definidos. A indicação de uso é por três minutos após o shampoo da mesma linha, porém eu também usei como hidratação com um tempo maior usando a touca de alumínio ou o plástico filme. Nesse caso deixei agir uns quarenta minutos. O efeito não muda muito não.

A máscara custou 11.99 mas percebi que esse preço varia muito. E eu gostei bastante dela. Sim, realmente os cachos ficam muito bem definidos e arrumados. O day after dura mais tempo. A sensação que fica no cabelo logo após o enxágue é ótima. Pura maciez e nutrição, eu pude perceber em meus cachos.

O cheiro é um pouco enjoado para meu gosto, mas como há o enxágue e a aplicação do creme de pentear, não chegou a me incomodar muito não. Ela rende e eu super recomendo! Comprei o pote em dezembro e usando umas duas ou três vezes no mês, ainda tem um pouquinho. É claro que eu intercalo com outros produtos né?Ah usei ela junto com um abacate batido no liquidificador e o efeito de nutrição foi ainda melhor. Amei.


Recomendo!



Rafaela Valverde

Filme hoje eu quero voltar sozinho

Foto: Reprodução/Google
O filme brasileiro do ano passado traz a história de Leo, adolescente cego que não aguenta mais a super proteção da família e deseja ser mais independente, apesar das suas limitações. Tem uma melhor amiga, chamada Giovana, da qual não desgruda e é bastante rechaçado na escola por conta da sua deficiência.  

Até que um belo dia chega um aluno novo que logo se aproxima de Léo. A amizade fica cada vez mais próxima, com trabalhos escolares e Gabriel passa a ser companheiro de Léo, ao invés de Giovana em suas andanças. Gabriel passa a levá- lo em casa e  isso acaba causando o ciúmes e posteriormente o afastamento da sua amiga Giovana.

Léo é um garoto sonhador e quer viver de fora mais livre e autônoma possível, realizando todas as coisas que fazem os meninos de sua idade. Ele tenta até um intercambio mas a sua família não permite tal aventura. 

Como todo adolescente, Léo está em uma fase de descobertas e a descoberta maior dessa filme é a sa sexualidade. Um belo dia após uma festa, Gabriel beija Léo e ele passa a compreender melhor o que já sentia pelo amigo. Com o desenvolvimento e descoberta da sua sexualidade, coisa que eles fazem juntos, os meninos passam a ser mais que amigos e descobrem sentimentos de liberdade e compressão nunca antes encontrado.


Recomendo!




Rafaela Valverde

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Fiquei morena com a coloração preto natural - Maxton

Estou morena. É, eu gosto de mudar. Eu gosto de ser várias mulheres em uma só. A tintura vermelha é linda e eu gostei, mas desbota muito rápido e confesso que estragou um pouco meu cabelo. E estou querendo chegar a cor natural do meu cabelo que é castanho escuro. Adoro pintar o cabelo. De preto então mais ainda...
Eu em 2008

Já tive cabelo preto quando usava química. Então era pretão e lisão. Gostava muito também. Mas com os cachinhos é uma experiência totalmente nova e eu amei. Dessa vez usei uma outra tinta. Usei o preto natural da Maxton, Embelleze. Confesso que me surpreendi e gostei bastante. Gostei até mais do que o Koleston.
Foto: Reprodução/ Google



Primeiro por que o cheiro é muito melhor, mais suave. Gostoso mesmo, o cheirinho. Segundo, vem um gel de proteção para passar na testa, orelhas, etc., para não manchar tudo e também o Maxton não ressecou tanto. Mas também pode ter sido pela cor. O vermelho é mais forte e resseca mais. Ah e ainda veio uma bisnaga de queratina. Choque de queratina da Embelleze.

Essa queratina eu passei antes do creme de pentear e não enxaguei. Cheirinho bom, tratamento e força para os fios. Mas queratina é bom usar pouco, tá? Tipo, uma vez por mês e é isso que vou fazer. Vou trazer mais novidades e mais produtos que comprei para nossas madeixas.




Rafaela Valverde

Livros lidos em 2015 até agora e leitura na livraria Cultura

Foto: Reprodução/ Google
Nesse ano de 2015 eu já li quatro livros. Fiz resenha de dois e o terceiro foi Nêmesis de Agatha Christie, porem desse eu não fiz resenha aqui no blog não. Agora li o quarto livro que foi Curinga 120 segundos de sabedoria cômica, com crônicas de Fabrício Carpinejar. Li em pouco mais de uma hora dentro da livraria cultura daqui de Salvador. Trata se de 120 crônicas de Fabrício reunidas nesse livros. 

Eu particularmente sou fã dele e o segundo livro do poeta e jornalista gaúcho que eu leio. Adoro o que ele escreve. Ele consegue ser cômico, sério, trágico e tocar nossos sentimentos ao mesmo tempo. As cônicas são basicamente sobre família, casais e o dia a dia de onde podemos sim tirar diversas situações divertidas e o bom cronista sabe disso.

Foi uma experiência totalmente nova para mim, já que nunca tinha parado em uma livraria tanto tempo para ler um livro todo. Só alguns trechos de relance. E dessa vez fui absorvida por essas crônicas de uma forma, que não arredei pé de lá enquanto não li as divertidíssimas crônicas. Gostei muito e confesso que enquanto tiver tempo farei isso mais vezes. Nem me liguei em olhar o preço do livro para comprar depois. 


Rafaela Valverde

Reflexões sobre o perdão

Foto: Reprodução/ Google
O que é o perdão? Você sabe? Você realmente sabe?Alguém sabe mesmo? O que entendo sobre o perdão não apenas na teoria mas na prática, perdoando ano após ano é que perdoar é muito mais complexo do que nos é ensinado.

 O perdão é afugentar a mágoa todo dia; evitar que ela vire rancor. Talvez perdoando não seja mesmo possível esquecer totalmente o que foi feito, porém reservar uma parte bem funda do nosso HD para guardar é o nosso dever.

Perdoar é não remoer, é não massacrar o perdoado sempre que surgir uma oportunidade. Perdoar é tentar com todas as nossas forças e boa vontade começar de novo, confiar, começar do zero. Uma pedra, um ponto final em todo o mal cometido pelo outro e bola pra frente

. Mas cabe ao outro também tentar cativar novamente, recuperar a confiança e tentar colar os cacos quebrados.Perdoar é dar uma segunda chance, mas claro que não é ser idiota. E nem vale também ficar desconfiando toda hora. Perdoou, perdoou. Acabou, esquece o assunto! 

O que estou querendo dizer é que da segunda chance também não dá para passar né? Terceira e quartas chances não, né? Enfim, cabe aos dois lados fazer o que lhes compete para que esse perdão seja finalmente consolidado.



Rafaela Valverde

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

Contradições e empatia

Foto: Reprodução Google
Não sei muito bem  se consigo entender o que estou sentindo. Eu choro, eu brigo, eu me contradigo e dou patada em todo mundo e eu não sei por que. Eu definitivamente não sei o que se passa na minha cabeça e nem ao menos posso dizer se realmente dá tempo me arrepender de todas as besteiras que eu faço. 

Na verdade eu nem sei se quero realmente me arrepender. Não sinto que tudo que faço no momento de raiva seja total besteira. Algumas coisas sim, outras eu já teria feito, mesmo sem a raiva. É como se fosse uma cachaça que a gente toma e se sente encorajada a tomar uma ou várias decisões.

Não tenho nenhuma pretensão de ser entendida. Na verdade não me importo muito com a compreensão ou não de quem quer que seja. Não sei o que me dá. De repente tudo perde o sentido. Mas também, as pessoas não querem, não têm paciência de entender o ouro, de se colocar no lugar do outro. Empatia é algo praticamente extinto hoje em dia. Mas eu acredito que ela, a empatia seja o básico em qualquer relacionamento entre pessoas.

O que será que foi feito para que aquela pessoa agisse dessa ou de outra forma? O que levou a uma reação destemperada dessa, movida pela raiva? Não digo nem que alguma coisa justifique reações assim. Questiono apenas a motivação, o que aquela pessoa teve que suportar repetidas vezes antes de explodir? Isso ninguém questiona. Julga se apenas a explosão e os momentos de raiva. E o antes?

Para reflexão...



Rafaela Valverde
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