sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Livro - Comer, rezar, amar

O segundo livro do ano, Comer, rezar, amar da jornalista americana Elizabeth Gilbert. Uma história real de uma mulher que não sabia da sua força e queria terminar seu casamento pelo simples fato de não querer estar mais casada.

Ela ouve a voz de Deus que nada mais é que a sua própria voz e sabe que precisa de uma comunhão maior com o ser superior que estava dentro dela mesma.

Após a sofrida saga do divórcio Lis decide viajar para os três países I. Itália,  Índia e Indonésia. Unindo o trabalho e a paixão pelo italiano junto com a necessidade de devoção,  Liz parte para Roma onde começa a aprender a língua que mais gosta e decide que vai comer e a aproveitar muito a culinária italiana.

Em Roma Liz deixa os antidepressivos de lado, faz muitas amizades e se diverte enquanto aprende o idioma. A escrita dela é ótima e a leitura flui.

Depois disso ela vai para a Índia e fica num ashran que é como se fosse um mosteiro,aprende a meditar, a ficar mais em silêncio e a ouvir sua voz interior.

Ela passa quatro meses em total devoção e vida regrada onde limpar o chão é tarefa para todos. Nessa parte do livro aprendi a respeitar minha individualidade, o meu eu por que se Deus quisesse que eu fosse de outro jeito,assim ele teria me criado. Aprendi ainda uma coisa chamada seleção de pensamentos, pra só atrair pensamentos positivos.

Em Bali, Indonésia o livro fica mais divertido,  engraçado mesmo.  Pelo menos eu ri bastante com a narrativa. Em companhia de um xamã e de  vários outros amigos indonésios, Elizabeth andou de bicicleta durante todo o tempo em que lá esteve.  Expurgou todo o sofrimento e depressão e concluiu seu processo de auto conhecimento e auto ccura. E ainda teve tempo para se apaixonar e amar, amar muito.  Super recomendo o livro.


Rafaela Valverde


quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Salvem a sétima arte!

Dia desse conversando com uma amiga sobre filmes, citei para ela alguns dos filmes que eu gosto. Dentre eles citei: O leitor, O pianista, A vida de David Gale entre outros.

Ela me falou que o gosto dela era outro, filmes mais comerciais, daqueles que lotam as salas de cinema, mas que nem sempre possuem bons roteiros.  Apesar dessa amiga e ainda de outras que curtem esse tipo de filme vazio, não posso deixar de dizer o que penso.

Penso que são, em sua maioria, pessoas idiotas de cabeça vazia que não vão ser enchidas de nada útil vendo apenas filmes idiotas e vazios.  Filmes de aventuras,  comédias e efeitos especiais.

Ao contrário, vāo servir para esvaziar ainda mais as cabeças. Pois efeitos especiais e histórias malucas de bruxos e heróis de ferro não contribuem em nada para a grandiosidade do cinema. Muito menos contribuem para encher cabeça vazia de gente estúpida.

Em geral, best-sellers viram filmes e a onda comercial continua, a intenção de apenas obter lucros e gerar consumo atinge grande parcela da população e a meta máxima de consumismo é alcancada. Afinal esses filmes arrecadam muito dinheiro em bilheteria e em todos os produtos gerados após seu lançamento.

Mas e a sétima arte? E as boas histórias que devem ser contadas? Quem vai ver? E a magia do cinema? E os enredos emocionantes ou surpreendentes? E os grandes roteiros  e histórias inspiradas em filósofos e grandes romancistas mundiais como Shakespeare?

São esquecidos em detrimento de publico, das filas enormes e todo o lucro gerado com os filmes bem feitos nos efeitos e mal feitos nos diálogos, interpretações,  e com cenas mal construídas.  E os bons filmes, filmes de verdade que podem ser chamados de cinema vão parar nas salas alternativas e pouco visitadas.


Rafaela Valverde

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Eu sou assim. . .

Eu sou cheia de defeitos e tenho consciência de cada um deles. Consciente ou inconscientemente me cobro, me julgo, me repilo e me faço vítima constante de uma excessiva e repulsiva modéstia.

Seria clichê e indefinível dizer que sou perfeccionista. Não sou tanto. Meu gosto por perfeição até que é moderado. Sou organizada mas nem tanto. Às vezes tenho gosto em bagunçar só para ter o que arrumar depois e assim também faço com a minha cabeça. Essa vive bagunçada. Ou já nasceu um caos?

Eu não sei. Só sei que lembranças embaçadas e ideias embaralhadas se misturam aqui dentro há anos. Ou desde sempre. Eu sou complicada, mas ainda assim insisto em perguntar: qual mulher não é?  Não conheço uma que não seja.

Sou temperamental. Inconstante,  mas coerente.  Sou flexivel e sempre me disponho a conversar e usar o bom senso. Sou calada onde não me sinto a vontade e não me envolvo em fofoca e confusão.  Só falo quando convidada ou quando tenho certeza do que vou falar.

Não falo mal de ninguém e nem meto o nariz e nenhuma outra parte do corpo na vida alheia.  Sou chata, mas sou legal. Em muitos casos, posso ser dificil de lidar, mas sou gente boa como ninguém e sou um túmulo bem fechado para guardar segredos.

Tenho ideias modernas e mente aberta,  o que às vezes pode passar uma impressão não muito boa para as outras
 pessoas.  Mas não ligo para os outros. Afinal sou adulta e pago minhas contas. Além disso não me meto na vida de ninguém,  portanto não quero ninguém metendo o bedelho na minha.


Rafaela Valverde

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Livro O doce Veneno do escorpião - Bruna Surfistinha

Foto: Google
O primeiro livro lido em 2015 é um dos livros em PDF que tenho em meu tablet. O doce veneno do escorpião da ex garota de programa famosa Raquel Pacheco mais conhecida como Bruna Surfistinha. O livro como a própria Raquel contou em uma entrevista que ouvi, foi escrito em forma de roteiro, para a construção de um filme, o que realmente aconteceu.

Ela vai narrando a sua vida, desde a infância em quadros que vão se intercalando com as histórias dos programas. E olhe que são muitas histórias, com muitos detalhes picantes. Raquel conta ainda o fato de ter sido a caçula adotada de uma família de classe média alta. Ela estudou em excelentes escolas e teve todas as oportunidades, mas mesmo assim foi pega pela depressão e roubava. Roubava em casa e roubava na rua. Quase foi parar na FEBEM por causa disso e segundo suas próprias palavras se drogava desde a adolescência.

Era uma garota problema segundo a mesma. Ela se achava feia e queria se auto - afirmar como todo adolescente. Para isso faz sexo em baladas e beija qualquer um. Um belo dia sem ao menos dar tchau, Bruna ou Raquel pôs a mochila da escola nas costas e com pouca roupa saiu de casa aos dezessete anos. Abandonando o luxo e as grufes, mas também abandonando os anti- depressivos. Saiu para nunca mais voltar e foi parar em uma dessas casas de programa.

A vida fácil de que tanto falam não é tão fácil assim, conclui Bruna. E ela passou por vários perrengues, inclusive com as drogas e uma overdose de cocaína que a deixou no hospital. Após esse episódio, Bruna deixou as drogas e passou a refletir sobre a sua vida. Ganhou o apelido de surfistinha de um dos clientes, passou a atender em um flat, criou um blog, ficou famosa e decidiu que com cinco programas diários de segunda a sexta, juntaria grana suficiente para deixar de fazer programa.

Hoje ela não faz mais. Pretende estudar psicologia. Não fala com os pais desde que saiu de casa, mas sabe que o que fez foi mais que necessário para a conquista da sua liberdade e independência e o fim dos anti depressivos.É um livro bem escrito e provoca curiosidade. Traz detalhes bem picantes do dia a dia de uma garota de programa.


Recomendo.



Rafaela Valverde

quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Para o meu amor

Foto: Google
Ter alguém com quem contar sempre, incondicionalmente é algo indescritível. É maravilhoso. Ter amor incondicional é ainda mais. E eu posso dizer que tenho isso. Tenho alguém para contar a qualquer momento, a qualquer hora. Eu tenho você meu amor. Além de amor e dedicação, cuidado e carinho você me oferece a melhor companhia do mundo.

O meu maior amigo de todos os tempos. Alguém com quem se pode conversar sobre tudo. Inclusive aqueles papos cabeça de horas a fio... Você a pessoa que mais me entende, apesar de conhecer todos os meus defeitos. O seu amor por mim é algo que eu sempre quis e pedia desde criança a Deus. É lindo e não vive só de palavras, hoje é mais fácil perceber isso. É mostrado e provado diariamente!

Depois de muitas besteiras que fiz e faço, aprendi a valorizar esse amor. Você é a pessoa mais importante que eu tenho. É quem mais cuida de mim e é quem eu posso ligar a qualquer momento, em qualquer horário. É quem me dedica um amor puro e verdadeiro. É quem eu sou e sempre serei grata.

Eu amo você e amo o amor que você tem por mim. Isso me conquista, isso me atrai, isso me cativa, me fascina. Devo agradecer por ter você na minha vida e é isso que tenho feito sempre que me lembro. Resolvi que vou te valorizar, te cuidar e acarinhar sempre que for possível. Sei que você hoje entende que para amar não precisa estar o tempo todo grudado, nem morar junto e nem ter ciúme e apego.

Eu vou amar você, é você quem me merece, merece minha dedicação, é você quem me deseja e cuida de mim quando eu mais preciso, de forma mais afetuosa e despretensiosa e isso há quase nove anos! Nove anos que nos conhecemos, que somos amigos, amantes e parceiros. Namorados modernos.

Eu amo seu cheiro, seu jeito, seu corpo. Eu te desejo e adoro quando você anda sem roupa pela minha casa. Mesmo esta não sendo mais a sua casa. Ao mesmo tempo é sua, por que é minha. Eu quero ter você na minha vida e tenho a sensação que você ainda vai permanecer nela por um tempo, mesmo que apenas como amigo, amante, ou padrinho... (rsrsrs) Obrigada por ser isso, por ser essa pessoa tão desprendida e boa para mim. Te amo e sempre vou te amar!


Rafaela Valverde

Leve um saquinho para a praia por favor!

Foto: Google
Chegou 2015 e com eles novas resoluções, novas decisões e tudo vai mudando e ao mesmo tempo ficando igual ao ano passado. Esse ano não quis fazer nenhuma lista de metas já que eu nunca cumpro quase nenhuma e acaba virando algo frustrante. 

Enfim, eu ainda continuo sem computador e sem internet e tenho que aproveitar raros momentos para vim postar algo. Hoje vou falar um pouco sobre a nossa educação, sobre nosso comportamento. No primeiro dia de 2015 fui a uma praia daqui de Salvador. Essa é uma tradição que seguimos para curtir o máximo o início de ano e o verão maravilhoso da nossa cidade.

Com céus totalmente azuis e pôres do sol incríveis que nem sei se merecemos. Bom, eu acho que não merecemos. A praia estava cheia de gente e de sujeira. Somos porcos! As pessoas são porcas, por que eu levo meu saquinho. E o que custa fazer isso e catar todo o lixo gerado e botar na bolsa para jogar em uma lixeira? Quebra a mão? É muito cansativo? Não é. Mas o lixo fica lá na areia e acaba indo parar no fundo do mar. Trazendo consequências ainda piores para a natureza.

Vi cocos, latas de cerveja, canudos, palitos, etc. Tudo na areia. Há toda a variedade de lixo possível. Enfeia a praia e prova para a gente como somos mal educados e sujos. Além de toda sujeira que já estava na areia, vi "gente" jogando ainda mais. 

Próximo do local onde estávamos havia uma família grande em uma tenda, com churrasqueira e tudo. Eles acumularam muito lixo. A gente ficou se perguntando se eles iam embora e iam deixar aquele lixo todo ali. Deixaram! E era muito! Me sinto indignada ao ver essas cenas e constatar  que povo porco nós somos. Será que as pessoas não entendem quem isso fere o direito das outras pessoas?

Uma praia suja deixa de ser um lugar agradável. O que esses mal educados pensam? Que a praia tem um mecanismo de auto-limpeza? E o pior é que esse mau costume vai sendo passado de geração em geração, por que as crianças observam tudo atentamente e se ligam  muito nos exemplos que os pais e os adultos em geral dão.

Não sei sinceramente o que pode ser feito. Não há pessoal suficiente para fiscalizar tudo e todos e daqui a pouco teremos que ter um fiscal a cada metro de nossa cidade. O que sei é que somos adultos e que essa conscientização pode e deve  partir de nós mesmos. Devemos tomar a iniciativa para melhorar nossas praias e consequentemente as nossas vidas.

Rafaela Valverde

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