sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Morar sozinha

Foto: Google
O ano já está acabando e em breve farei o balanço dele aqui no blog. Ver as metas que tracei em janeiro e ver quais foram cumpridas (quase nenhuma) Esse ano está sendo marcante para mim. Muitas mudanças na minha vida. Porém a mudança mais drástica foi na faculdade, pois como já é sabido mudei de curso após ganhar uma bolsa.

Estou na segunda mudança de casa  do ano e agora eu vou morar sozinha, É isso. Eu estou "desjuntando os trapos" e estou indo amanhã para mais uma nova etapa. Não sei como será, ainda mais que estou sem trabalhar. Creio que será um pouco difícil no início, mas vou realizar em 2014 mais um sonho de infância. 

Vou morar sozinha, às vezes nem acredito! Pense naquela menina chatinha que quando era repreendida pelos pais ou por qualquer outra circunstância bradava que quando fizesse dezoito anos iria morar sozinha e ser independente. Essa menina era eu. Isso não foi possível com 18, mas agora com 25 estou conseguindo. Estou numa dualidade de sentimentos. Às vezes me sinto muito triste, mas muitas vezes fico feliz por poder realizar mais um sonho.

Por falar em emprego, sinto a necessidade de arrumar logo um. Não apenas por questões financeiras, mas por que preciso ocupar a minha mente e não passar o dia inteiro pensando besteira.  Logo vêm as férias da faculdade e é assim que vou passar os dias, em casa. Portanto até um temporário estou topando agora para o final do ano, apesar de ter seguro desemprego que vai até o mês de março de 2015.

Não quero ficar todo esse tempo recebendo não, e portanto desde que fui demitida estou enviando currículos. Agora os desafios são novos, vida nova em um ano novo e uma sensação de felicidade sem precedentes. É claro que felicidade não é plena e os percalços continuam, para mim e para todo mundo, não é mesmo? Mas é isso. Devo ficar sem internet por alguns dias, devido a transferência de endereço, mas assim que puder retorno e em dezembro vem o balanço de 2014. Mais um ano que vai, mais experiência e sabedoria que vem. Eu só tenho que agradecer.



Rafaela Valverde

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

O indizível presente

Foto: Google
Um desejo fora de série, daqueles inacreditáveis, sabe? Indizível. Você não adora quando eu uso essa palavra? Diz que é difícil e tudo mais... Só mesmo palavras difíceis para te descrever e para descrever isso, esse desejo enorme e algo que é muito mais que apenas desejo. Apesar desejo já é muita coisa e esse então, meu Deus do céu. É tão intenso, é tão arrebatador e nem me deixa dormir direito mais.

E o pior é que ele não veio sozinho, esse danado. Ele traz um acompanhante, que é um sentimento indescritivelmente arrebatador. Não dá para descrever e não dá para se livrar assim tão facilmente como eu gostaria. E com esses dois tormentos vou vivendo. Durmo e acordo te desejando,  te
querendo,  te cuidando, pensando em você...

É uma coisa louca, algo que não consigo controlar. Digo que não quero mais, brigo comigo mesma diariamente, mas depois tudo volta, tudo vem à tona de forma que nem batendo na minha própria cara, eu conseguiria diminuir. Não dá. Você é forte, sua presença é forte. Até mesmo na minha cabeça, em meu corpo, o desejo exala. Exala através do olhar, da fala, do suor, enfim.

O desejo e a paixão. Pronto. Tenho que parar de falar "sentimento" e tenho que admitir. Paixão, é paixão sim. Como pode? Podendo! Como eu deixo? É maior que eu! Você me diverte, você me encanta com essa sua "timidez" e pode até parecer que foi rápido demais, mas é assim que acontecem as coisas boas, de forma rápida, repentina e avassaladora.

E assim é o seu efeito sobre mim. É assim que eu fico com a sua fofice, ou seria fofura? Ou feitiço, ou o que? Não sei. Não sei em que vai dar, afinal não espero nada de você, somente atenção só isso. Continue ouvindo minhas baboseiras. Apenas isso. Mas como dizia, eu não sei em que vai dar, mas eu estou muito feliz com o que está dando no presente. 


Rafaela Valverde

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Yamasterol como máscara e Seda cachos comportados na fitagem

Yamasterol branco, foi o que eu usei. Foto: Google
Hoje utilizei o intensificador da cor que veio junto com a minha tintura. Não sei se gostei muito dessa ideia. Até por que usei de maneira errada. Sabia como era, mas acabei me passando. O produto é para ser usado com o cabelo molhado e eu não molhei, ou seja, sem efeito aparentemente. Segunda coisa é que vem muito pouquinho. Quando os fabricantes de produtos capilares vão entender que temos cabelo cacheado e volumoso? Não existem só aqueles cabelos lisos, alisados e ralos não, tá?

Enfim, depois de retirar o produto que possui pigmentação quase da mesma cor da minha tintura, eu passei o condicionador/ tratamento que vem junto com a Koleston e deve ser usado uma vez na semana  durante quatro semanas. Eu gosto desse produto, sua ação é de apenas dois minutos e deixa o cabelo macio e cheiroso. Ah, devo lembrar que usei shampoo antes do condicionador. É um shampoo  super baratinho da palmolive para cabelos coloridos, depois falo sobre ele.

Aguardei o tempo, enxaguei e passei o Yamasterol como se fosse uma máscara. Passei em toda a extensão do cabelo, fazendo twists da forma que aprendi com Raíza Nincácio. As cacheadas sabem quem é. Depois retirei os twists e fui massageando como se fosse uma fitagem. Prendi os cabelos e deixei agir por cerca de quarenta minutos. Nunca tinha  usado o Yamasterol puro como máscara. Apenas como condicionador. Ou seja o tempo de ação era sempre menor.

Já utilizei como creme de pentear em minhas fitagens, mas hoje o Yamasterol me surpreendeu. Gente eu até tirei algumas fotos do resultado, mas meu cabo USB resolveu que não ia funcionar hoje, Afff... Vamos lá então, o meu cabelo é um pouco cismado eu preciso usar um produto sempre mais de uma vez para ver se ele vai gostar ou não. Então, hoje ele gostou muito do Yamasterol. Mais do que as outras vezes.

Quando enxaguei senti a maciez e o cabelo está com brilho. Quanto à definição dos cachos, essa eu devo ao meu queridinho seda cachos comportados. Eu amo esse creme. Já falei muitas vezes aqui sobre ele.  Agora para fechar e completar o conjunto, quero afirmar mais uma vez a importância da fitagem, gente. 

A fitagem bem feita faz muita diferença. Eu andava com preguiça e com pão durice, afinal meu cabelo não é mais aquele Joãozinho, não é? Então eu pegava mechas maiores e passava menos creme. Resultado: cachos não definidos, day afters menores. Enfim. Mas entendi que isso é importante para a beleza e saúde do cabelo. Os cabelos cacheados, precisam de muito creme e eles absorvem mesmo. O meu cabelo não fica pesado, com aquele aspecto feio por que ele "chupa" todo o creme que eu ponho, ele necessita disso. 

Então agora a minha fitagem volta a ser caprichada. Maior quantidade de creme (o equivalente a uma moeda de um real para cada mecha) e mechas mais finas, sempre enluvando e penteando com as mãos, separando em "fitas", e para finalizar a definição dos seus cachos, é necessário apertar um pouco, de forma suave, as pontas, com as mãos em forma de concha para que eles fiquem mais definidinhos. E aí é aguardar o day after. Outras dicas: Fronha de cetim e toalha de algodão. 

Rafaela Valverde

terça-feira, 25 de novembro de 2014

Em breve: Mais livros, mais resenhas

Foto: Google
Eu sei que estou super em falta com os livros, com as resenhas. Dei uma diminuída em minhas leituras, depois do segundo semestre, por causa da faculdade. Eu agora estou tendo mais dificuldade em ler e estudar, pois certas pessoas me fazem conversar demais pelo Whatsapp (rsrs), mas eu prometo que agora que praticamente acabou o semestre e que eu estou sem trabalhar, vou dar um gás em minhas leituras até o final do ano. 

As resenhas estão raras aqui.  E parei no número 27 quando minha meta era ultrapassar trinta livros, batendo meu próprio recorde.É na verdade, apesar de não estar trabalhando a vida está um pouco bagunçada e já já eu conto o porquê. Então eu fico tendo todos os dias, milhões de atividades. Mas inclusive vou recomeçar a ler hoje o livro 'Você me pertence', que por sinal é uma história muito boa, um livro muito bem escrito, mas que as atribuições de fim de semestre, me fizeram parar de ler por alguns dias.

Bem é isso, só queria explicar por que as "resenhas literárias" estão paradas no blog. Por que eu estou sem ler muito mesmo. Ponho resenha literária entre aspas, por que não considero o que escrevo após a leitura de um livro ou filme, uma resenha propriamente dita, como as dos blogs especializados. Faço apenas um pequeno texto dizendo se gostei ou não do livro e por que, ou indicando ou não. 

Ahhh, ia esquecendo, comprei o livro A culpa é das estrelas. Eu só tinha lido ele em PDF no PC, (na época eu não tinha ainda o tablet) e não foi uma experiência muito boa e como a gente que gosta de ler e gosta de livros, gosta de tê-lo em mãos, sentir o cheiro, pegar, eu resolvi comprar. Foi super baratinho na AVON, 16,00. Fica a dica.

É isso. Fui. Vou ali ler. 


Rafaela Valverde

Viver de aparência: O que você diz é o que você vive?

Foto: Google
Há pessoas de todos os tipos nesse mundo. Há as pessoas boas, há pessoas ruins e existem as intermediárias, como eu. Eu não vim a esse mundo para ser boazinha, para tratar todo mundo bem, para falar mentiras para agradar, ou para deixar de ser quem eu sou por ninguém, repito: por ninguém. Mas também eu não sou ruim, disso eu tenho plena consciência.

Mas voltando às outras pessoas, ás que são de todos os tipos.  Ms eu não estou aqui para julgar ninguém, quem sou eu, mas as pessoas que metem e vivem de aparências, junto com as que emanam preconceito contra os diferentes são as piores. Eu detesto gente que prega uma imagem ou demonstra através de palavras e gestos que são uma coisa, mas dentro de casa é outra.

Há aquelas que posam de família feliz, casamento feliz, vida maravilhosa, emprego bom, carro do ano, enfim. Mas quando você vai ver mesmo, é pura balela. Não condiz com a realidade, ou simplesmente a pessoa gosta mesmo de contar vantagem como a gente fala aqui na Bahia. E há as que são ao contrário, aquelas pessoas que contam miséria, fazem a gente acreditar que a suas vidas são muito ruins, que o casamento é infeliz, o emprego paga mal, o filho dá trabalho, enfim. 

Parece história de homem casado, ou até mesmo mulher casada, quando quer enganar o/a amante, fala que a vida está infeliz, mas nunca sai dali. Por que será, não é? As redes sociais como o Istagram e o Facebook chegaram com força para desmentir essas pessoas que são tão, mas tão caras- de- pau que ainda ousam postar foto de aniversários, viagens, etc. Tudo lindo e feliz. Enquanto o que diz é o contrário.

E há aquelas que nem postam foto nenhuma por que sabem que se fizerem isso vão ser pegas na mentira e todo mundo vai saber que a sua geladeira só têm água (em garrafa pet, ainda por cima) e grades vazias. Nem um ovo! Então o que nos resta fazer? Aprender a lidar com esse tipo de pessoa que vive de aparência, que mente, que inventa e que no fundo só quer mesmo enganar os outros e viver no mundo de Alice, Polyanna ou sei lá quem
.



Rafaela Valverde 

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Pensativa

Foto: Google



Me pego às vezes a pensar
Na vida
Nas ironias que ela tem
Na falta de um vintém
Penso no mês que sobra
No dinheiro que falta

Abrindo uma lata
Vejo-a vazia
A vida também
E a sua apatia
Me pego às vezes a pensar
O quão injusta pode ser

Aquela falta de pensar
Esse breve esmorecer
Que me abate
E que me faz às vezes pensar
Em desistir de lutar
Que força pode ser essa?

Que não me deixa desistir
Que não me deixa esquecer
De viver,
Não há nada que me impeça.



Rafaela Valverde

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Tédio

Foto: Google
O que será que o tédio nos quer dizer? O que será que estamos procrastinando através desse tédio incontrolável, dessa procura incessante por algo animador, mas ao mesmo tempo, sem achar graça em nada? O que era bom de se fazer ontem, hoje virou um porre e a gente não tem mais vontade de fazer nada. Só de ficar de bobeira, deitada. 

Tem momentos que até a leitura chateia um pouco sobretudo em uma época atribulada de fim de semestre como essa, em que quem estuda como eu não aguenta mas ver uma letrinha na frente. Hoje estou inquieta e paradoxalmente parada, sem querer agir, sem querer ação, sem querer nada para fazer. 

Os pratos estão na pia, estou em semana de prova e não consigo agir, não consigo sair do lugar. Os conteúdos estão lá para serem lidos, para serem relidos, para serem absorvidos e nada. Eu e a minha moleza continuamos aqui olhando para os textos e os textos olhando para mim. O engraçado é que não costumo ser assim, porém estou  muito cansada. Os dias se arrastam, o semestre demora para acabar e agora a onda é correr atrás do prejuízo.

O fato é que ainda continuo entediada e mesmo com tanta coisa para fazer eu continuo achando que eu não tenho nada para fazer e continuo ignorando tudo solenemente. Talvez daqui a pouco ou amanhã eu estude, talvez daqui a pouco ou amanhã, eu lave os pratos. Talvez, talvez...



Rafaela Valverde

terça-feira, 18 de novembro de 2014

Estatísticas da homofobia

Foto: http://homofobiamata.wordpress.com/
Estou escrevendo um artigo de opinião sobre a homofobia em nosso país e é duro ver que nada é feito para acabar com atos homofóbicos contra homossexuais. Violência contra qualquer ser é inadmissível, imagine com um ser humano, só por que tem a orientação e o desejo diferentes. 

Segundo a Constituição somos todos iguais e em até um certo ponto somos, mas isso acaba onde começam as diferenças individuais tão próprias do ser humano. Somos diferentes e ponto final. Cabe cada um viver a sua própria vida, cada um no seu quadrado, com a sua filosofia e respeito ao outro. Sem agredir, sem xingar, permitindo direitos iguais, e por fim sem matar!

Segundo o blog homofobiamata.wordpress.com que traz dados do relatório do grupo gay da Bahia (GGB) de 2013-2014, um gay é morto a cada 28 horas no país. Há ainda registros de 312 assassinatos de gays, travestis e lésbicas no Brasil no ano passado. O relatório mostra ainda que o Brasil continua sendo o campeão mundial de crimes homo-transfóbicos. Ainda segundo o relatório, algumas agências internacionais apontam que 40% dos assassinatos de transexuais e travestis no ano passado foram cometidos aqui.

Essas estatísticas me indignam ao mesmo tempo que me entristecem e o pior de tudo é a gente não vê nenhuma mobilização, nenhuma ação por parte  da maioria dos governantes. Nada é feito para criminalizar a homofobia e o PLC 122, projeto que criminalizaria atos homofóbicos está parado na câmara federal. Além da criminalização, defendo também uma educação voltada para a diversidade, onde desde a primeira infância passaríamos para nossas crianças, valores de respeito ao outro e as diferenças.

 Até quando pessoas, seres humanos vão continuar sofrendo e sendo mortos apenas por serem o que são enquanto seus assassinos ficam impunes? Até quando a sociedade brasileira vai merecer e suportar isso? 


Rafaela Valverde


Lentes de contato

Foto: Google
Estou realizando um sonho muito antigo. Estou usando lentes de contato. Como é bom realizar um sonho, um desejo nosso. Não há palavras para descrever como foi meu dia ontem sem os óculos. Ontem foi meu primeiro dia e eu ficava procurando os óculos no rosto. Meu rosto fica mais aparente e consequentemente as olheiras que me acompanham desde criança também.

Passei duas noites sem dormir direito então elas estavam profundas, por isso não tirei foto para postar aqui no blog. Mas em breve tem foto sim. Consegui achar as lentes com um preço ótimo em relação às óticas (achei em uma clínica) e depois de muita pesquisa, muita batalha.

Mas consegui e hoje estou livre da escravidão dos óculos. Meu grau de miopia é muito forte e também tenho astigmatismo, seja lá o que isso seja, (haha) portanto enxergo muito pouco sem óculos, ou sem lentes, ou seja dependência total. Mas agora tudo mudou. Liberdade para mim.

As lentes exigem um certo cuidado e disciplina, quem não tem, nem compre lentes. É necessário lavar, enxaguar, e deixá-las em um potinho apropriado com um produto específico. Ah, não é permitido lavar com água da torneira. Usei ontem e gostei demais. Hoje não pus, pois não saí de casa e não vi necessidade. Na verdade fiquei com preguiça mesmo, mas a partir de agora estarei liberta dos óculos que tanto escondiam as janelas da minha alma.


Rafaela Valverde

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

O que eu quero

Foto: Google
Sei que estou errada, na verdade eu estou pirada mesmo. Como pude permitir? Como me submeti a algo tão maravilhoso, mas ao mesmo tempo tão cruel e destruidor?  Mas não posso me culpar mais, já chega! Agora eu tenho duas opções, ou me acabo de vez ou desisto de vez também, tirando meu time de campo. Enfrentando a solidão e a abstinência de algo que já me viciou e me deixa cada vez mais dependente.

Mas é uma boa dependência. Algo que me deixa bem na maior parte das vezes. A angústia vem depois e essa me sufoca, faz meu peito ficar apertado e a minha cabeça ficar vazia de qualquer outro pensamento que não seja esse, que não seja isso. Isso está me matando aos poucos e já estou sem dormir, já estou ansiosa ao ponto de assaltar a geladeira à noite e me contentando com o pouco que sobra. É pouco, mas para mim é muito. Para mim tem sido tudo ultimamente.

Ando distraída. Desço no andar errado do elevador e não sei como ainda não bati o carro. A minha cabeça só funciona em um sentido em uma direção e a sensação que dá é que isso continuará assim por muito tempo. Talvez não. Talvez acabe. Talvez eu morra desse mal, talvez eu morra de mal de parkinson, sei lá. Não dá para saber, nunca vou saber. Por isso, vou me jogar, por isso vou continuar nesse mar de lágrimas e nesse mar de tecido adiposo, de tanto comer. Quanto desespero!

Enquanto isso, vou tentando me distrair, me divertir. Você não quer que eu curta? Eu vou curtir, mas sempre estarei aqui esperando ansiosamente o momento de não mais curtir, ou pelo menos não mais curtir sozinha ou com outras pessoas. Quero curtir com você. Curtir sua pele macia, seu jeito meigo e seu olhar matreiro. É isso que eu quero.


Rafaela Valverde




sábado, 15 de novembro de 2014

Esquecimento

Gente que tudo esquece
Não acontece
Esmorece
E nos dá estresse

Não dá para esquecer
Tudo
Não dá para esquecer nada

Gente que esquece de
rimar, de andar,
de chorar, de sorrir
de cumprir

Gente que esquece
de amar, de plantar,
de vencer, de viver

Gente que esquece
Não merece acontecer
E bem suceder!



Rafaela Valverde

Estou ruiva. Koleston Vermelho intenso 7744

Como já deve ter dado para perceber, eu estou de cabelos vermelhos. Esse foi um desejo novo na minha vida e confesso que foi bem influenciado pela moda de cabelos vermelhos que está tomando o Brasil. Era novo, mas eu já estava pensando nisso há uns meses, pensava inclusive em tingir em dezembro, porém resolvi antecipar. A antecipação veio por causa do meu estado de espírito. Essa semana estava triste e desanimada então resolvi me animar, dá um up e cá estou ruiva.



Eu amei o resultado. Não dá nem para descrever. Estou me sentindo poderosa, fatal. Haha. Sei lá eleva a auto estima, né? Eu achei que não ia pegar bem, por isso pensei em ir num salão, afinal seria a primeira vez que pintaria de vermelho assim tão forte. Mas eu tenho a regra de que em meu xodó, em meus cachos só eu mexo, pelo menos por enquanto, então eu mesma fiz a loucura. 
Foto: Google
Essa é a responsável pelas minhas madeixas vermelhas. Na verdade a foto de capa nem é essa, é outra. Eles sempre mudam. O Koleston é uma boa marca e já há uns quatro anos utilizo essa tintura, só que antes era o loiro e agora essa mudança radical. Não tenho o que falar mal da tintura, só bem. Comigo o loiro demorava de desbotar ( o vermelho só vou saber agora), não resseca tanto e agora ainda conta com pré e pós coloração e no meu cado veio um  "reativador" de cor para usar no 15° dia. É como se fosse uma nova tintura, porém mais fraco é claro.

Meu cabelo não ressecou muito e continua com o aspecto macio que tinha. Ele já estava com as pontas abertas das luzes que fiz,  descolorindo com pó descolorante e água oxigenada, veja aqui Luzes. Então a cor pegou melhor nas pontas que já estavam claras. Ficou bem forte nas pontas e na raiz, que estava mais escura com a cor natural, pegou menos, está com algumas falhas, sobretudo por que eu fiquei com medo de manchar minha testa e não caprichei muito na frente do cabelo não.

Mas mesmo assim o resultado ficou bem melhor que o esperado. Achava que nem ia ficar tão vermelho assim e como eu fiz em casa e pela primeira vez, achei até que tive um bom resultado. Agora é cuidar. Amanhã vou comprar outra hidratação, shampoo e condicionador para cabelos com tintura ruiva, e os meus cremes já possuem proteção UV. Bem é isso. Estou adorando esse meu novo momento ruiva e acredito que isso vai de cada pessoa, tem gente que não tem coragem de fazer em casa, então vá no salão. Mas não fique na vontade. Quer pintar, pinte. Coragem!


Rafaela Valverde




Quente ou frio

Foto: Google
Viver é fogo
Morrer é neve
Vida quente
Morte fria
Quem há de nos salvar?
Às vezes tudo pode mudar
E a vida fica fria
Fria demais para suportar
Aí vem a pergunta:
Será que é mais quente do lado de lá?





Rafaela Valverde

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Filme Revelações

Foto: Google
Assisti novamente na semana passada, o filme Revelações, lançado em 2004, com Nicole Kidman e Anthony Hopkins. Tenho ele em casa, já havia assistido há uns três anos, mas não lembrava dele não. Então, o filme se passa em uma cidade do interior americano, onde  Coleman Silk (Anthony Hopkins) trabalha como professor universitário e tem um segredo.

Um dia por causa de uma palavra mal interpretada em sala de aula, Coleman é acusado de racismo e demitido da faculdade. Em seguida sua esposa morre. Depois  de um tempo, Coleman conhece a personagem de  Nicole e eles passam a ter um caso. O ex marido dela é muito ciumento e esse é um detalhe importante no filme.

Enquanto Coleman é retratado com sessenta e poucos anos, a história da sua vida vai sendo contada aos poucos no filme. É retratada sua juventude, suas namoradas, seu casamento, seu segredo e as mentiras que contou para mantê-lo. Se quiser saber qual é o segredo assista o filme, eu indico. É bem interessante, sobretudo com a interpretação de Kidman e Hopkins,



Rafaela Valverde



segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Eu e o ENEM

Foto: Google
O ENEM é um porre, um saco mesmo. Ano passado eu já havia dito que não faria mais essa prova, mas mesmo com bolsa integral, inventei fazer por causa de uma pequena possibilidade de entrar na UFBA. Mas é o último ano que faço com certeza, pelo menos até me formar.

A prova é cansativa, cheia de textos, questões de conteúdos que não são dados em ensinos médios de escolas públicas. Teve uma questão sobre o método de Descartes que eu só vi na universidade, mas enfim, deixa quieto. Tive tontura mais uma vez (ano passado também tive) e tive que me ausentar para ir ao banheiro.

As letrinhas da prova dançavam, eu tinha almoçado às nove da manhã, já que saí às dez, estava em uma cadeira baixa, desconfortável, a postura ruim, as costas doendo, enfim. Teste de resistência pesado, viu? A redação não achei o tem tão bom para mim e nem a minha redação não foi tão boa como a do ano passado e sinceramente acho difícil tirar algo próximo dos 940 do ano passado, mas tudo bem, vida segue.

O resultado sai em janeiro, mas não vou ficar com a mesma ansiedade do ano passado, é claro. Já tenho minha bolsa, afinal de contas. Mas queria superar a minha nota na redação, isso eu queria. Agora é esperar. Boa sorte para todos nós.




Rafaela Valverde

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Minha primeira tatuagem




Bem, fiz essa tatoo em julho e só agora lembrei de fazer um post sobre ela aqui no blog. Falha minha, mas prometo que com a próxima isso não vai mais acontecer. É, a próxima. Já está escolhida, mas é surpresa e além disso não sei se vai dar para mostrá-la aqui, portanto se contentem com esta aqui, a minha primeira tatuagem.

É claro que demorei muito para fazer e fiz até mais tarde do que o que eu queria. Gente, minha mãe fez a tatoo dela antes de mim, dá para acreditar? Não, mas é verdade. Eu sempre quis tatuar uma estrela e uma vez estava no ônibus e vi uma menina com uma estrela menor e mais singela que essa no pulso, então decidi que ia sim ter a minha estrela.

E aí está ela. Amo minha tatuagem e quis finalmente mostrá-la para vocês depois de tanto tempo.


Rafaela Valverde




Me encontrei, essa sou eu

Foto: Google
Vivia andando por aí buscando algo que realmente fizesse sentido, algo que me fizesse entender quem eu sou de verdade. Agora entendo quem eu sou, como sou. Estou completa. Sou eu, estou viva, me aceito, me amo, me compreendo. Gostaria que todo mundo se encontrasse assim um dia. Isso considerando que muita gente morre sem ao menos saber quem foi.

É sensação maravilhosa e plena, viver bem consigo mesmo, estar em paz e livre é a melhor coisa que eu acho que pode acontecer com uma pessoa. Deixo claro para as pessoas que elas não tem nada a ver com a minha vida. Viver plenamente e o que for independente da opinião alheia. 

Eu deixo pensar, eu deixo falar, eu deixo quem não paga minhas contas pensar o que quiser de mim, afinal não tenho nada do que me envergonhar. A vida é minha, sou adulta e vacinada e ninguém tem nada a ver com o que eu digo com o que eu penso, com o que eu falo, com quem eu sou, com quem ando, com minhas atitudes, com  o que visto, ou com o que quer que seja que eu faço ou farei da minha vida.

Queria deixar de ser criança  para  deixar de dar satisfação aos meus pais e hoje eu cresci. Eles nem me cobram isso, entenderam há muito que da minha vida cuido eu e ponto final. Sem discussão, sem confusão. Cada um na sua. Eu não me meto na vida deles, eles não se metem na minha e está tudo certo. Afinal somos todos adultos agora, sou igual a eles, apenas tenho menos anos de vida, só isso.

A minha experiência e capacidade de pensar não são inferiores, apenas diferentes. Penso diferente, sou diferente, sou quase herege, sou descrente, sou insana, sou chorona, sou briguenta, sou insensata quando necessário, sou cética e só acredito em mim mesma. E pronto.


Rafaela Valverde
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