quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Carta de amor

Foto: Google
Fico pensando em como você deveria vir logo, em como é duro esperar por você e você não aparecer. Fico analisando minha expectativa e percebo que ela é muito normal. Ela chega a ser óbvia. Mas você não aparece. Você não liga, você não faz sinal de fogo. Eu não te vejo, eu não te toco, eu não te ouço. Você não está aqui, constato com tristeza. Qualquer movimento no portão e eu olho atentamente pela greta da janela. A cortina é escura de forma que quem estiver no lado de fora não me veja, não veja minha ansiedade, não veja meu sofrer.

Olho pelo olho mágico, pego o telefone, levanto no meio da noite, fico com o e-mail aberto. E nada. Nada. Preciso me conformar, preciso entender, preciso na verdade é de você. Você tem que estar aqui! Amaldiçoou cada momento, os momentos das brigas, os momentos de egoísmo, os momentos de dissabores. Amaldiçoou o momento que mandei você ir embora e não voltar  mais.

E você foi. Obedientemente foi. Pela primeira vez foi obediente. Para ser dessa forma e sair daqui? Sair da minha vida? Sair de orbita? Mas o erro foi meu, eu sou culpada. Eu menti. Pensei que queria que você sumisse da minha vida. Pensei que isso era eterno, que o nosso amor era eterno. E talvez seja. Mas você não está aqui e eu não sei se saberei disso algum dia com certeza. Eu não tenho dúvida, mas sinto que no fundo você tem e é por isso que eu te escrevo essa carta. Isso mesmo, carta, o modo antigo. Era a minha forma de chamar atenção e de fazer você entender que nada é em vão. Vem, volta para casa, mas não na velocidade de uma carta, vem rápido, vem logo, eu preciso de você.


Rafaela Valverde

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Psicologia

Foto: Google
A vida é uma ironia. Ou uma série de ironias, intermináveis e consecutivas. Eu sou a pessoa das ironias, da coisas inesperadas e ruins que de repente se tornam boas ou vice versa. Há uns dez anos mais ou menos eu sonhava em ser psicóloga. Sobretudo quando lia livros de suspense, ou romances policiais. 

Queria atuar na psicologia forense, ou na área de terapia sexual. Passei anos da minha vida dizendo isso e em 2009 fiz o vestibular na UNEB, em Pedagogia. Como não tinha Psicologia na UNEB, hoje já tem, eu fui fazer Pedagogia, achando que tinha alguma coisa a ver. Não tinha. Não tem.

Fiquei uns semestres fazendo Pedagogia, por que não sabia realmente o que queria e algumas disciplinas até tinha alguma coisa de psicologia. Fui fazendo, mas quando chegou muito no foco do ensino, do magistério, eu entendi que não era aquilo que eu queria para mim. Ainda não sabia o que queria exatamente, mas o que eu  'não' queria eu tinha certeza. E estar cercada de crianças, com temas relacionadas às crianças eu não quero! 

Logo nessa época, em um evento da Rádio Metrópole, no aniversário de doze anos, descobri o jornalismo e passei cerca de dois anos me empenhando e pesquisando sobre a área. Entrei em jornalismo no início do ano, pelo FIES em uma faculdade elitista em Salvador. Muito conhecida, pouca qualidade efetiva no ensino. Pelo menos é o que eu acho. Não vou me ater a esse assunto, vou prosseguir. Agora no segundo semestre me candidatei novamente a uma vaga no PROUNI (essa história eu já contei).

O fato é que conforme fui informada em jornalismo, na minha atual faculdade que é a FSBA (Faculdade Social da Bahia) poderia haver a não formação da turma para jornalismo. E eu teria que escolher outro turno, ou outro curso. Pois foi isso que aconteceu e a faculdade entrou em contato comigo alguns dias antes de começar as aulas para me informar. Tentei ver o turno noturno e o curso de Publicidade para não me afastar muito da área que eu queria, mas não foi possível.

Dentro das áreas a mim oferecidas: Direito, Administração, Educação Física, Fisioterapia e Psicologia, eu optei por psicologia. As coisas são difíceis e eu não queria perder minha bolsa. A faculdade fez minha transferência interna e cá estou eu realizando meu desejo de adolescência, estou cursando Psicologia em uma conceituada faculdade, preocupada com os alunos e com a qualidade de ensino. Estou gostando. Estou feliz. E dessa vez, juro que me formo. 

Depois faço jornalismo. E ainda pretendo fazer uma especialização em terapia sexual, ou sexologia para ser sexóloga. Bem, é isso.


Rafaela Valverde

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Livro O outro lado da meia noite

Foto: Google
Para mim continua sendo o melhor livro de Sidney Sheldon. Li esse livro há uns dez anos e já de cara o elegi para ser o meu preferido. E continua sendo, principalmente agora, depois de reler. Decidi reler para  para relembrar e constatei que gosto muito mesmo desse livro e para mim ele é o melhor.

Nunca esqueci Noelle Page, a mocinha não tão mocinha, a mulher que quis de vingar e no fim foi alvo de uma grande vingança. O livro envolve três personagens principais: Catherine, Noelle e Larry que em determinado momento da trama viram um triangulo amoroso envolvido em intrigas, ciúmes, vingança,crimes e sentimentos arrebatadores ao longo do mesmo.

O livro traz a história de Cathy e Noelle desde as sofridas infância e adolescência de ambas, o sofrimento, o crescimento profissional. Tudo isso embalado em um cenário de guerra, a segunda guerra mundial, com detalhes na narração, desse período tão crítico na história mundia. Tudo isso diversos lugares como Marselha, Grécia, Washington, Londrees, etc.

Livro maravilhoso, prende até o fim. Para quem gosta do gênero e do autor, é um bom livro. Para mim, o melhor dos melhores! Recomendo o meu livro preferido.


Rafaela Valverde

Livro Cidades de Papel

Foto: Google
Li o livro Cidades de Papel. Comprei ele por que me indicaram como uma boa leitura e como o melhor livro de John Green. Eu gostei, mas A culpa é das estrelas é bem melhor. É um livro razoável, na verdade. Talvez bom. Vai depender de quem esteja lendo.

É um livro direcionado para jovens e sobre jovens. Mas jovens mesmo, meninos e meninas que estão saindo do ensino médio e indo para a faculdade. Margo e Quentin se conhecem desde crianças, moram no mesmo bairro em Orlando, mas nos últimos anos se afastaram devido a grande mudança de comportamento de Margo.

Aventuras na escola, vinganças, mistérios, questionamentos sobre a vida e o sentido (ou não) dela estão no livro. A vontade de saber como vai terminar nos prende até o final. Margo some mais uma vez antes da formatura. Quentin e seus amigos passam a seguir as pistas deixadas por ela para encontrá-la. A partir daí surgem as aventuras - que podiam ser mais emocionantes por sinal- para encontrar Margo.

Desde o início não tive ilusões e sabia que ia acabar do jeito que acabou. Mas pelo decorrer da leitura, valeu a pena. O livro é divertido, engraçado e têm palavrões que dão todo um charme para o livro. É um bom livro, no final das contas. Não é excepcional, mas é bom.


Rafaela Valverde

Não tenho nada contra novelas

Ouço algumas pessoas falando com um desprezo sobre novelas e sobra a TV aberta em si, principalmente a Rede Globo_ o mais engraçado é que uma parte dessas pessoas passam todo o final de semana vendo enriquecedores programas da Record, Sbt, etc. Fico me perguntando por que as pessoas demonstram em público, odiar tanto as novelas.

As novelas são tradição antiga em nosso país. Tínhamos antes as rádio-novelas e também as fotonovelas. Com o advento da televisão e após o surgimento da Rede Globo as novelas caíram ainda mais no gosto popular. 

Foto: Google
Eu particularmente adoro novelas. Principalmente as boas novelas. Não tenho vergonha de dizer, como a maioria das pessoas que falam mal e no fundo assistem sempre que é possível. As novelas fizeram no passado e ainda fazem parte das nossas vidas. Minha infância eu passei vendo novelas, admirando os artistas e personagens; aprendendo com suas histórias e campanhas para o bem. Com essas campanhas, as novelas já ajudaram e conscientizaram muita gente.

Mas ainda existem os pseudointelectuais e "pseudomoralistas" - hipócritas no final das conts- que desprezam a cultura novelística que existe em nosso país. Recentemente ouvi duas pessoas conversando e diziam que não viam a Globo de jeito nenhum e nem novela, que nem sabiam mais nada sobre a programação, enfim. Direito delas, mas eu também vejo muito pouco, TV, seja aberta ou fechada e nem por isso preciso ficar falando e vomitando furiosamente sobre o assunto.

Enquanto elas falavam fiquei pensando que não precisava deixar de assistir nada, apenas era necessário desenvolver um senso crítico e assistir todas as coisas, utilizando-o. Levantei de onde estava sentada e rebati calmamente dizendo que era uma noveleira, que adorava e que tinha planos der um dia escrever novelas e talvez até fazer uma especialização sobre elas no Rio ou em Sampa.

Isso é o que eu penso sobre novelas e sobre aqueles que dizem que odeiam novelas.


Rafaela Valverde

sexta-feira, 15 de agosto de 2014

Eu gosto é de comer!

Foto: Google
Como as pessoas se privam de viver! Não aguento ouvir diariamente algumas pessoas dizerem que não comem determinada coisa ou determinada quantidade de comida para não engordar. Pura e simplesmente para não engordar. Geralmente ouço isso da boca de mulheres. Mulheres que se privam de sua vontade, do prazer de comer e de viver _comer é um dos maiores prazeres da vida _ passam fome mesmo e acham normal. Não podem engordar. Aquela calça nova tem que caber nela e o marido precisa continuar achando- a atraente.

Será que essas mulheres que vivem de dieta _dietas inúteis por sinal_não param para pensar que o problema pode estar nesse marido? Será que ele não deveria amá-la e achá-la linda e se não achasse mais, não deviam se separar? Será que ele não poderia achá-la atraente com pneuzinhos?

Não deixo de comer ou fazer quaisquer coisas para satisfazer a sociedade ou a um homem, mesmo que seja meu marido. Isso é injusto. Isso está errado, afinal alguns homens conservam por anos e anos suas barriguinhas inconvenientes de chope e não precisam prestar satisfação alguma para quem quer que seja.

Eu gosto de comer. Como de tudo. Desde um bom ensopado com bastante verdura, até pizza, coxinhas e todas as besteiras que existem no mundo. Doces então, nem se fala. Adoro!

Olhe quer saber: Viva a fome! Viva a gula! Viva a não privação! Viva a liberdade!



Rafaela Valverde

domingo, 10 de agosto de 2014

Hidratação de Maizena

Foto: Google
Estou sem internet, por culpa da Oi, a operadora que eu uso e que é a única que é pega aqui no meu bairro. Por isso estou tanto tempo sem postar. Se conseguir essa semana, postarei em outro computador. Mas hoje quero falar rapidinho de algo que fiz no meu cabelo essa semana. Já tinha ouvido falar antes, mas essa semana resolvi experimentar. 

É  a hidratação de maizena. Eu fiz da seguinte forma: fiz um creme, com a maizena, como se fosse um mingau, porém com água ao invés do leite, depois apliquei duas colheres de um creme de hidratação que eu já tinha em casa e uma colher de azeite de oliva extra virgem. Misturei bem, lavei o cabelo e depois apliquei a mistura nas pontas do cabelo, massageando bem. 

Após o desembarace, coloquei um plástico na cabeça e fiquei com ela cerca de quarenta minutos, depois enxaguei bem. Na hora da aplicação, já senti a maciez do cabelo e a sedosidade. E depois na hora da fitagem, a coisa melhorou ainda mais. Os cachos ficam definidos, muito definidos, o cabelo fica gostoso de pegar, muito macio, o frizz diminui consideravelmente, pelo menos nos dois primeiros dias eu fiquei com o cabelo lindo. Diferente de todo o resultado que já obtive com qualquer outra hidratação.

É ótima, eu gostei muito e recomendo.


Rafaela Valverde
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