quarta-feira, 30 de abril de 2014

Livro Manhã, Tarde e Noite - Sidney Sheldon

Foto: Google

Três filhos, três herdeiros, ou pelo menos suposto herdeiros de uma fortuna quase incalculável. Eles só não contavam com uma morte tão repentina do cara odioso que eles tinham como pai. Tyler, Woody, Kendall e uma quarta filha, Júlia, a bastarda, vão ter que sair das suas próprias vidas para se encaixar na fortuna do pai. Isso não é muito difícil, não é?

Afinal quem não quer ficar bilionário de uma hora para outra? Todos eles, com exceção de Júlia têm coisas a esconder e um pouco de dinheiro para "tapar buracos" não cairá mal. O livro traz uma trama instigante e deixa a gente preso. Eu como fã assumida de Sheldon, já tinha lido esse livro pelo menos umas duas vezes, essa deve ser a terceira! É eu não me canso.

Dizem que quando a gente lê o mesmo livro em diferentes épocas da vida, ele se torna diferente, nós dá sensações diferentes. E isso é verdade mesmo. Eu gosto muito de ler livros apenas por hobby e recomendo todos os desse autor. É só isso mesmo, uma  mini resenha. O final é surpreendente, leiam!


Rafaela Valverde

terça-feira, 29 de abril de 2014

Creme para estilizar Wella Proseries Hydration

Hoje vou escrever sobre o novo creme para estilizar Wella Proseries Hydration.  Ele tem uma embalagem comprida, com 240 ml e custou apenas R$ 8,85. Ouvi falar desse creme na internet em alguns blogs e  vídeos sobre cabelo. Então um dia vi super baratinho na farmácia que minha mãe trabalha e ela comprou para mim.
Foto: Pablo Almeida

Usei pela primeira vez há uns dez dias e não gostei muito. Não gostei do cheiro, e os aspecto não tinha ficado bom. Meu cabelo estava diferente, com um cheiro diferente e os cachos sem firmeza. Resolvi dar uma segunda chance para o creme. Quem é que não merece uma segunda chance, não é mesmo? Sábado passado resolvi usar de novo em uma fitagem. Achei o resultado pós fitagem um pouco melhor, mas ainda assim não tão satisfatório como outros cremes que já usei.

Foto: Pablo Almeida



Não ficou muito nítido, portanto vou descrever a forma de uso: a embalagem pede que  a gente coloque 1 a 2 jatos na palma da mão e esfregue as mãos. Em seguida é necessário aplicar o conteúdo sobre os cabelos úmidos. Não aplicar sobre a raiz, já é uma dica conhecida para nós não é mesmo? Para uso em cabelos secos: aplicar uma pequena quantidade na palma da mão e em seguida aplicar nas pontas e nas áreas que estiverem mais danificadas.

Bem, é isso. Eu não usei ainda o creme com o cabelo seco, mas vou usar hoje conto depois. Mas a minha sensação com a fitagem, com ele úmido logo após a lavagem, não foi muito boa. Ele não segura os cachos por muitos dias, mas notei que o frizz ficou um pouco controlado, mas não tanto. É um creme razoável e pode ser que outras cacheadas ou não cacheadas se deem bem. É isso.

E você já usou? 
Me conte o que achou?


Rafaela Valverde






Para lembrar: estamos em ano eleitoral

Foto: Google

Em um momento pós greve de policiais. A segunda greve em dois anos, depois da semana santa da páscoa e da prisão do  chefe do motim que deflagrou a greve, passo a perceber as eleições que estão em cima. Ops, antes vem a copa. Que copa? Para mim as eleições 2014 são mais importantes e eu estou ligada nelas há algum tempo. Os candidatos estão pré definidos e agora depois de uns dias conturbados que tivemos em nossa cidade com inúmeros prejuízos em diversos setores, devido a essa greve, devemos estar atentos para esse acontecimento que ocorrerá em outubro.

 Agora chegou a hora de começar a se decidir, é chegada a hora de analisar os candidatos e vices. Além da eleição para governador, temos para deputados, senadores e presidente da república. Não podemos continuar quietos, calmos e mansos. Esse nosso marasmo político não está nos levando a lugar nenhum. Não podemos nos abster de votar. Sou a favor do voto opcional, mas é necessário votar, é necessário exercer nosso papel crítico de cidadão. 

Pois também não adianta votar em qualquer um, ou em troca de favores políticos. Não adianta votar em branco ou nulo. Mais de centenas de milhares de pessoas vão votar e você vai ter que conviver com isso. Digo isso por experiência própria, pois imaginei que esse ano fosse votar nulo, mas agora que os pré candidatos estão definidos, resolvi ouvir melhor as propostas, investigar, pesquisar e entender essas pessoas que estão se predispondo não simplesmente a nos representar, mas também serão responsáveis em determinar nossos futuros. Pense nisso!



Rafaela Valverde

sábado, 26 de abril de 2014

Filme Até que a sorte nos separe 2

Foto: Google


Semana passada assisti o filme "Até que a sorte nos separe 2". É uma boa comédia. O ator principal Leandro Hassun é hilário. A atriz Daniele Wints foi substituída por Camila Morgado, que é uma boa atriz, porém não se encaixou muito bem nessa comédia. Pelo menos é a minha opinião. É um filme engraçado sim e o grande destaque é Leandro.

Eles ficam ricos de novo e conseguem perder tudo de novo. Dessa vez o filme é gravado em Las Vegas. Piadas, cenas de dança sensuais e engraçadas, morte, testamento, herança, jogo em cassinos luta, etc. Tudo isso faz parte do filme. O filme ainda conta com Anderson Silva e o próprio Hassun fazendo o personagem de sua mãe.

Já passaram três anos na história e Tino, continua sem trabalhar. Agora com três filhos, as coisas ficam ainda piores, mas o tio de Jane morre e deixa 50 milhões para a sobrinha . Daí começa a história de "gastação" e esbanjamento da família que se mete em uma confusão enorme, até mesmo com criminosos. Com a entrada de Camila Morgado, podemos verificar no filme até uma sátira de uma cena do filme Olga. Impagável.

Ainda no filme podemos ver a participação de Jerry Lewis, que é um comediante veterano nos EUA.

Foto: Google

Bem, não vou falar mais nada sobre o filme. Apenas digo que recomento, pois é bastante engraçado, prepare a pipoca e divirta- se!



Rafaela Valverde

Se você estivesse aqui


Estou dentro de um táxi, são duas da manhã e desembarquei com pouca bagagem em um aeroporto vazio e calmo. Esperava te encontrar lá, mas você não foi. Aliás eu já havia imaginado que não ia me buscar depois da nossa última conversa. Você estava reticente e dando respostas vagas. E eu logo entendi que chegaria sozinha. Você nunca vai conseguir me entender e eu não te condeno. A nossa história sempre vai estar cercada por esses fantasmas. Fantasmas do meu passado, fantasmas da sua intolerância. Tudo que é fantasma aparecerá em nossas vidas.

Pago o táxi, desço na frente do seu prédio e ali fico parada imaginado se subo ou não. Estiquei o dedo para tocar o interfone, desisti e tirei o dedo. Tentei de novo, mas não tive coragem de tocar. Não sabia o que ia encontrar, afinal não sou a única mulher que vem aqui. Olhei para o céu e a madrugada estava bonita, com estrelas e uma bela lua cheia. Mas nada disso me inspirava mais, estava triste, deprimida e angustiada. Finalmente tomei coragem para tocar o interfone. Nada. Toquei de novo. Nenhum sinal de vida.

Você não estava em casa ou já tinha visto que era eu pela janela e não quis abrir? Não sei. Sentei na calçada e fiquei olhando o chão de asfalto. Duro, cinza e cruel. Como a minha vida. Abri minha bolsa, tirei o celular e liguei pedindo um táxi. Vinte minutos depois cheguei na porta do meu prédio e ali minha alma se iluminou. Vi você ali sentado, com uma rosa branca na mão. Estava de cabeça baixa. Desci do táxi, andei devagar e sentei ao seu lado. Daquele momento em diante a madrugada ficou curta e agitada. Subimos e desisti de sentir toda a angústia que estava sentindo desde que pisei no aeroporto. Você estava comigo e nada mais importava.


Rafaela Valverde

terça-feira, 22 de abril de 2014

Livro Extraordinário

Capa do livro

Terminei de ler o livro Extraordinário de R.J Palacio. Pensei que era um homem, mas R.J é um pseudônimo de uma mulher, a autora que se inspirou na menina da porta da sorveteria, segundo a mesma no final do livro. No início julguei o livro pela capa e achei que seria um livro água com açúcar. Chato e sem história. Mas não. É um bom livro, é um livro bem escrito e emocionante.

August Pullman é um garoto de dez anos, que nunca foi à escola. Ele costumava aprender em casa, com a mãe. Mas um dia ele teve que ir. Auggie, como era chamado pela família, tem uma deformidade no rosto. Ele foi o "sorteado" e nasceu com esse problema super raro. Mas Auggie é muito mais que isso. Ele é definitivamente extraordinário, apesar de ser uma criança.

Uma criança que tem muito o que ensinar para todos nós. O que são nossos problemas em relação a um susto ou olhar diferente de alguém toda vez que o vê? Isso não tem preço. Nem dá para a gente ter noção. Mas ele luta bravamente pelo seu lugar, em um ambiente tão hostil como a escola. August já passou por inúmeras cirurgias e no final precisa usar um aparelho auditivo, tem uma irmã mais velha, mãe e pai que o amam incondicionalmente.

Vai à escola e passa por poucas e boas. Sofre bullying e alguns colegas não querem papo com ele. Se não querem papo, imagina então tocar nele. Alguns se afastam e aí começam os problemas e aprendizados dele e nossos. Pois é, dá para aprender e se emocionar com esse livro. E rir também! O que achei mais interessante é que alguns personagens coadjuvantes narram a história, Às vezes a mesma história, com o seu ponto de vista. É isso mesmo, em determinados momentos o livro é narrado pelo amigo de August, pela irmã, pela amiga, etc. E cada um conta como se sente em relação a ele e sobre como é viver e estar ao lado de Auggie. É um bom livro. Recomendo.


Rafaela Valverde

Estou fazendo 25

Amanhã é meu aniversário. Nem acredito que já vou fazer 25 anos. Parece que foi ontem que estava fazendo quinze. Parece que foi ontem que estava começando esse blog. Enfim, o tempo passa rápido, a gente vai amadurecendo e evoluindo (pelo menos é pra ser assim, né?). E vamos adquirindo experiência, ganhando cabeça como costumamos dizer por aqui. Antes eu achava que estar com vinte e cinco anos, era estar velha, ainda mais retornando a faculdade com um monte de adolescente. Mas não é assim, eu me sinto muito jovem mesmo e as pessoas costumam me dar menos idade. Isso é muito bom. Mas o bom mesmo é estar vivo para ver mais um ano passar e adquirir experiências e conhecimento.

Viva os 25!


Rafaela Valverde

segunda-feira, 21 de abril de 2014

Um ano e sete meses sem química

No dia 18/04, sexta feira santa, meus cachos fizeram aniversário. É sim. Um ano sete meses de big chop, que fiz nesse mesmo dia de setembro de 2012. Parece que já faz tanto tempo. Mas o tempo é apenas um ano e sete meses. Nesse tempo, os cachos cresceram se desenvolveram e eu aprendi muitas técnicas para cuidar deles. Fiz luzes e pintei e loiro, como já disse aqui. Quero que o tempo passe logo, para eu ficar com o cabelão. Hoje trouxe umas fotos atuais para comemorar e para mostrar o tamanho e o jeito que meu cabelo está hoje.
Acabei de fazer uma fitagem

Loiro
Não estou ficando careca!

De costas. Amo meus cachos!


Rafaela Valverde

domingo, 20 de abril de 2014

WhatsApp

Foto: Google


WhatsApp é uma febre que chegou de repente. Pelo menos para mim foi de repente. Um belo dia estava eu no Facebook, quando li a publicação de alguém divulgando o número de celular para que outros alguém adicionassem na rede social/aplicativo. Eu não tenho. O meu celular é ainda primitivo, não tem sistema operacional nem nada.

Porém com ele eu ainda consigo realizar e receber chamadas, enviar SMS, ouvir música, acordar todos os dias, através do despertador e até acessar a internet, também de forma um tanto primitiva. Mas ele me foi dado de presente, tenho um apreço por ele e não pretendo alimentar o consumismo, adquirindo um aparelho mais moderno, com o meu ainda estando em plenas condições de uso. Sinto muito zap zap, como é carinhosamente chamado.

Segundo a Wikipédia, o whatsapp é uma aplicação multi plataforma de mensagens instantâneas paras smartphone. Seus usuários podem enviar arquivos de áudio, vídeo e fotos, além do tradicional bate papo digitado. O whatsapp cresceu absurdamente no Brasil, de um ou dois anos para cá e recentemente foi comprado pelo Facebook e seu dono, o super poderoso Mark Zuckerbeg (acho que é assim), pela bagatela de 16 bilhões de dólares.

Particularmente, eu não dou muita bola para ele. Acho que em breve vai acalmar essa febre e essa pergunta: "tem whatsapp"? Já vi essa febre com o orkut e o msn e as mesmas morreram. Tudo é efêmero nesse mundo. Um dia tudo vira lembrança, até a gente. Mas voltando ao aplicativo, resolvi escrever sobre isso pois cada vez mais ouço mais gente falando por ele e sobre ele.

Essa semana que tivemos uma rápida greve dos policiais miliares, vi pessoas aterrorizadas, com arrastões inexistentes que estavam sendo espalhados via zap zap. Fotos de um rolezinho em outra cidade, foram disseminados como foto de arrastão no Salvador shopping. O pânico tomou conta da nossa cidade e a frase mais ouvida por mim foi: "eu vi/ouvi no whatsapp..."

Aí me peguei pensando, que será que tudo isso não está demais, não? Isso já não é alienação? Já não virou algo que nos impede de ver a realidade com clareza? Precisamos refletir mais e raciocinar em relação a essas coisas que vêm, vão e tomam conta das nossas vidas de uma maneira irreversível. Estou de fora, e talvez por isso veja essas coisas com mais clareza. Isso vai passar. Na verdade eu nem preciso me desgastar muito.

Eu sempre resisti um pouco ao whatsapp, principalmente quando percebi que para obtê-lo seria necessário sair por aí divulgando que nem uma doida, o meu número de celular. Um número que antigamente era meu e eu só dava a quem eu quisesse que me encontrasse. Hoje as coisas mudaram e número de celular não é mais pessoal e pode ser divulgado com muitas pessoas, enfim, cada um tem seu gosto. Não estou aqui para julgar. É apenas meu ponto de vista. O que valeu foi essa reflexão que eu fiz.


Rafaela Valverde

quarta-feira, 16 de abril de 2014

Filme Nunca mais


Hoje assisti um suspense interessante com Jennifer Lopez. Eu gosto bastante de suspenses, é um bom prato para um dia em casa, como foi esse meu hoje. O filme é antigo de 2002 e não foi bem visto pela crítica na época, segundo minhas pesquisas. Jennifer Lopez também concorreu por causa dele ao troféu framboesa de pior atriz daquele ano. Mas eu gostei. É um filme razoável. Gosto de suspense e sou fã de JLo.

O filme conta a história de Slim, uma ex garçonete que depois de casada larga o emprego e vai ser apenas esposa e mãe. Um belo dia descobre que o marido tem um caso. Após descobrir, ela ainda passa a apanhar constantemente do marido e passa a ser humilhada. Um belo dia resolve fugir junto com a filha Grace. No início o pesadelo parece não ter fim e Mitch, seu marido sempre a encontra, independente para onde ela vá.

Ele é muito possessivo e agora pretende matá-la. É um homem violento e quer a guarda da filha, porém chega a ameaçar também a criança. Ela muda várias vezes, de casa, de vida e muda como pessoa também. Cresce, amadurece e passa a viver por si própria. No fim cansada de fugir e depois de tantos traumas causados a sua filha, Slim resolve tomar decisões surpreendentes que vão mudar o rumo da sua vida e faz ela retomar as rédeas. O filme deixa a gente apreensivo e querendo saber como vai terminar. Gostei.

Recomendo.


Rafaela Valverde

terça-feira, 15 de abril de 2014

Hidratação Kanechom Aloe Vera Cachos Disciplinados

Esses dias comprei a máscara condicionante hidratante que promete cachos disciplinados, da marca Kanechom. Como sempre, a gente não quer acreditar que um produto tão barato (R$ 4,75) é efetivamente bom e acaba não comprando. Era o que eu fazia, mas depois de ver algumas resenhas sobre outros produtos da marca, resolvi dar uma chance, até por que no momento só posso comprar produtos desse preço mesmo.

Embalagem de 1kg/ Foto: Pablo Almeida



Possui elastina e aloe vera, promete hidratação e controle de volume. A consistência é boa, o cheiro mais ou menos. Promete ainda cachos definidos, disciplinados e movimento natural aos cabelos. Pode ser usado como condicionador, no banho por dois minutos, ou pode ser feito um banho de creme, como diz a própria embalagem. Esse banho de creme, ainda segundo as instruções da embalagem, deve ser feito com touca de alumínio e agir por 30 a 40 minutos. Foi o que eu fiz.

Foto: Pablo Almeida



Como eu já tenho uma touca super feia de alumínio e que raramente uso, resolvi seguir a instrução da embalagem. Lavei o cabelo com o shampoo da Luna para conservar a cor e depois peguei o creme com uma espátula plástica (nada de mão, ok?) e apliquei no cabelo como um todo. Massageei bastante, com movimentos em direção às pontas e coloquei a touca, deixando agir por uns quarenta minutos.

Foto: Pablo Almeida


No momento do enxágue senti o cabelo mais macio, mais maleável e com o volume mais controlado. Sério, senti a diferença na hora. Depois de secar, olhei no espelho e percebi que os cachos estavam bem modelados e definidos. Sem finalizar, sem fitar, apenas lavando e hidratando, os cachos se definiram. Eu amei o resultado. Agora está definido ainda,hidratado e cheiroso. Adorei e recomendo.


Rafaela Valverde



segunda-feira, 14 de abril de 2014

Livro Inferno de Dan Brown


Terminei de ler o livro Inferno de Dan Brown. Gostei do livro. É uma das histórias mais diferentes que eu já li, e olhe que eu já li muitas coisas.  O livro inicia com a confusão mental de Langdon, que nem precisa de muito esforço para ser tonto, mas as coisas vão acontecendo em um ritmo tão alucinado, que em um determinado momento da leitura, eu acabei diminuindo o ritmo propositalmente para não pirar. 

Enquanto a trama vai se desenrolando, ou se enrolando ainda mais, sei lá, vão surgindo conhecimentos interessantes sobre arte, sobre o poema A Divina Comédia, sobre Dante, sobre a história que envolve esse autor que teve um amor impossível por Beatriz, foi considerado traidor e expulso de sua cidade Florença na Itália. 

As pessoas podem dizer o que quiser sobre Dan Brown, mas sua narrativa é encantadora. Rica em detalhes, com fatos históricos, artísticos e políticos. Ele sabe o que escreve. Ninguém vai escrever algo que não tenha pesquisado com afinco, sob pena de ver sua reputação como escritor morrer. Essa coisa de ter o mesmo personagem em vários livros, é interessante pois dessa forma é possível construir e solidificar o perfil psicológico do mesmo, até para fortalecer a narrativa.

Apesar de que Robert Langdon não é bem um personagem encantador. Chato, antiquado, conhece todos os lugares do mundo, sabe demaispara meu gosto. É professor de Harvard e um americano típico. Usa um relógio de Mickey que ganhou quando era criança (?). É inacreditável! Só usa um tipo de roupa, é claustrofóbico, cheio de manias e tem memória visual aguçada. Algumas dessas características já lhe renderam uma sorte incrível não só nesse, como em outros livros de Dan que ele aparece.

Dessa vez está acompanhado da médica super dotada Sienna Brooks em uma fuga  emocionante e muitas vezes sem sentido para nós leitores. Pelo menos para mim foi. No meio da corrida, eu parei e me perguntei se aquilo era realmente necessário e se era possível duas pessoas fugirem tanto tempo. passarem despercebidas tanto tempo. A resposta veio no final. O final surpreendente que junto com toda a história do livro, mexe com a gente como ser humano.

Nós estamos acomodados, não pensamos no amanhã. Negação, como é dita no livro. A negação da humanidade, vai ter seu preço. As consequências dessa negação aparecerão logo, logo. A população se multiplica, aumenta a cada dia. Será que o planeta é capaz de suportar um crescimento tão grande? O que se pode fazer para controlar de forma efetiva a natalidade humana? Isso é possível? Vale a pena continuar pondo filhos no mundo, para sofrer todas as dores disponíveis nesse mundão?


Fica a reflexão. Recomendo o livro, para tanto é necessário abrir a cabeça e se livrar de amarras!


Rafaela Valverde

domingo, 13 de abril de 2014

Como clareei o cabelo

Contei para algumas pessoas que eu mesma quem pintou o cabelo. As pessoas se admiraram e algumas nem acreditaram que eu mesma que fiz isso. Ainda mais quando veem minhas fotos com cabelo escuro. Pois bem, comecei a pesquisar na época que queria voltar a ser loira, sobre como poderia fazer isso em casa. Pesquisei e acabei encontrando um vídeo de uma das cacheadas que eu sigo, mas agora não vou lembrar o nome e qual o vídeo. Mas sei que ela mostrava como havia feito suas luzes em casa. Só para lembrar que o cabelo dela é cacheado e estava curto no época, então acredito que nesse caso a técnica tenha sido mais fácil. Não sei como isso funcionaria em cabelos lisos e compridos, vou mostrar a minha experiência, ok?
Foto: Google

No caso da menina que eu me inspirei, ela fez o processo com pó descolorante e água oxigenada, depois fez a matização, para o cabelo não ficar amarelado demais, ou cor de ferrugem como ela mesmo disse.Ela mostrou um produto consistente e azul que mostrou no vídeo e usou depois de fazer as luzes. Eu não matizei. Assumi o risco de ficar com o cabelo de Ronald Mcdonalds e resolvi fazer o processo de luzes. Mas comprei esse pós descolorante mostrado acima. Ele promete maciez e hidratação e a melhor parte é azul e tem o efeito anti-amarelamento. Interpretei que ele poderia, mesmo que não com a mesma eficiência, substituir o matizador.
Água oxigenada que usei/ Foto: Google


Misturei o conteúdo do sachê, o pó azul, junto com metade de  uma água oxigenada quarenta volumes. Essa mistura foi feita em um recipiente plástico específico para tintura. Misturei com uma espátula de plástico que comprei para não manusear os cremes de hidratação com as mãos. Misturei bem mesmo, até virar uma pasta cremosa azul clara. Soltei o cabelo, ele estava bem menor do que está hoje, espalhei uma parte da pastinha na mão, esfreguei uma mão na outra, como se fosse um creme qualquer e passei nas pontas do cabelo.

Isso mesmo, foi com as mãos. Tentei passar da maneira mais igual possível, pelas pontas do cabelo e deixei cerca de quinze minutos. Fui vendo as pontas abrirem aos poucos e confesso que fiquei com um pouco de receio de abrir muito e fiquei pouco tempo com a mistura no cabelo, podia ter ficado mais tempo. Depois lavei e hidratei o cabelo.


Quando secou, gostei muito do resultado, mas achei que poderia ter ficado mais claro. Fiz isso em novembro do ano passado. Em dezembro resolvi fazer mais uma tintura, dessa vez com tinta mesmo. Fui na farmácia e escolhi a tintura mais barata que encontrei, mas não queria uma tintura ruim. Peguei uma baratinha por que se não desse certo não ia gastar meu dinheiro à toa. A tintura que usei foi essa:
Foto: Google

Pintei normal, como indicado na embalagem.  Após enxaguar e secar percebi que a tinta pegou mais na parte que já estava aberta pela mistura de água oxigenada e pó descolorante. Na parte mais próxima da raiz ficou uma cor feia, um castanho escuro, mas nas pontas ficou mais claro. A tintura foi destacada pela descoloração que havia feito antes e eu gostei muito do resultado. Todo mundo percebeu a diferença e eu não tenho certeza, mas acho que foi por conta dessa tintura que eu não fiquei igual ao Ronald, com o cabelo laranja!

Depois disso não dei mais nenhuma tintura. Já estamos em abril e a cor ainda continua viva. Eu dei um pouco de sorte também. O passo a passo da minha cor clara é esse, para quem pediu.


Rafaela Valverde

sábado, 12 de abril de 2014

Creme para pentear SEDA Cocriações Pós alisamento químico

Há alguns dias minha cunhada apareceu aqui com uns cremes para pentear e perguntou se eu queria um. Quando vi era esse creme de pentear aí embaixo, SEDA Cocriações Pós Alisamento Químico de 150 ml. Hesitei um pouco em aceitar, porém uma vez ouvi Fernanda Chaves do blog Cantinho da Nanda, falando em um dos seus vídeos, que não tinha problema algum usar produtos apropriados para cabelos lisos ou alisados. Então resolvi aceitar o creme.

Foto: Pablo Almeida

No dia seguinte lavei o cabelo e fiz uma fitagem com ele. O cheiro e a textura parecem um pouco com o SEDA Cachos Comportados. Mas ele é um pouco menos consistente. O cheiro é uma delícia e depois quando vai secando vai ficando ainda melhor. É claro que ele não segura tanto os cachos como o específico para cachos e que promete deixar os mesmos comportados, mas dá para usar sim. Eu gostei bastante. O day after foi tranquilo e o dia seguinte ao day after também.

A embalagem informa que ele é um creme para pentear 3 em 1, onde  o 3 é: hidratação, anti- frizz e protetor de pontas. A parte da hidratação e o anti -frizz  foi notória, mas a parte das pontas é específica para cabelos alisados. A embalagem informa sobre filtro UV e fórmula de alta performance.


Foto: Pablo Almeida




Falando um pouco mais sobre os resultados do creme. Ele não deixa o cabelo pesado, permaneci o dia todo com balanço e como gosto mais de um pouco de volume, baguncei um pouco, mas ele não desestabilizou, ou seja, segura o tranco. Claro que não como o Cachos comportados, volto o dizer, mas segura sim. O frizz ficou controlado o dia todo e eu gostei muito desse creme, apesar de ser para cabelos com alisamento químico.



Rafaela Valverde

A criação da internet - Parte II

Foto: Google

Nos anos 90 a internet já estava privatizada e contava com uma arquitetura técnica totalmente aberta. Essa abertura permitia a conexão de todas as redes de computadores em qualquer lugar do mundo. A WWW já estava funcionando com softwares adequados e vários navegadores fáceis já estavam disponíveis para serem utilizados.

 A internet nasceu da junção da intenção de pesquisa militar e da cultura libertária.A verdadeira intenção na verdade ao criar a Arpanet foi  financiar a ciência da computação nos EUA e deixar que os cientistas trabalhassem, Algo de interessante e diferente tinha que sair dali.  E saiu. 

O uso mais popular da internet naquela época foi o correio eletrônico, e até hoje ainda é o recurso mais usado na net. A Arpanet já era usada para conversas entre estudantes e compras de determinados itens como maconha, por exemplo. Isso acontecia devido à política de flexibilidade e liberdade acadêmica da ARPA, que deu espaço para a criatividade de universitários e americanos de forma geral. Com isso ofereceu-lhes recursos para transformar ideias em pesquisa e pesquisa em tecnologias possíveis de acontecer.

Sem a ARPA não teria havido a Arpanet, e sem ela não haveria a internet como conhecemos hoje. O mundo dos negócios não aceitou a internet. Afinal era uma tecnologia ousada demais, cara e arriscada demais para se dá alguma importância. Os empresários da época eram muito conservadores e estavam totalmente voltados para o lucro. Não havia espaço para inovações tecnológicas nesse mundo antiquado e quadrado.

Houve uma rápida difusão dos  protocolos de comunicação entre computadores, Isso não teria ocorrido sem a distribuição gratuita de softwares e  uso cooperativo de recursos. Isso se tornou o primeiro código de contato entre os hackers. Afinal não havia intenção de lucro com isso. Havia valores de liberdade individual do pensamento independente e de solidariedade e cooperação.

Essa cultura adotou uma interconexão de computadores como um instrumento da livre comunicação e um instrumento da livre comunicação e libertação política, que junto com o PC daria às pessoas, cada vez mais informações e saberes e as libertaria dos governos e corporações. 

Será?

Rafaela Valverde

quinta-feira, 10 de abril de 2014

Perguntas sobre meus cachos e fitagem.

Foto do Google. Isso aí é FITAGEM!
Hoje eu lavei o cabelo. Acordei cedo e fiz a lavagem e a fitagem de sempre, inclusive com o mesmo creme. O maravilhoso creme cachos comportados da SEDA. Meu amor eterno a esse creme! O cheiro é uma delícia e deixa o cabelo bem definido e os cachos realmente ficam comportados. O aspecto muda quando eu lavo o cabelo. 

Pois bem, as pessoas são muito sem noção e acham completamente impossível a gente ser feliz como a gente é. Ser feliz sendo nós mesmos, não tem preço. Hoje me perguntaram se eu havia cortado, por que estava mais encolhido, perguntaram o que eu havia feito, pois estava diferente. Eu expliquei apenas que havia lavado e feito fitagem com creme.

Fui interrogada sobre o fato de  não usar pente e só desembaraçar meu cabelo com os dedos durante o banho. Essa questão de cabelo é muito individual. Faz parte da nossa personalidade, e o povo fica tentando interferir. Dá uma raiva! Daqui a uns dias eu vou me recusar a responder perguntas sobre meu cabelo, meus cachos e não falo mais sobre eles. Um dia eu me reto!

Mas o que houve foi: perguntaram se eu realmente não dava nada para definir os cachos. Nenhuma química, é mole?  "Você não deu nenhum permanente?" E eu respondi na lata, achando aquilo um acinte: é química de transformação zero. Só tem tinta! Estou danada aqui! As pessoas acham que eu estou mentindo? Quem pensam quem são? Quem pensam que EU sou? Aí disseram que fica difícil acreditar que tanto cacho é natural, e que eu não uso nada.

Mas eu disse: "É meu, é natural. Se quiser saber o que eu faço, digite fitagem capilar no Google." Se isso continuar, eu vou parar de falar sobre meu cabelo. É meu e ninguém toma! Nem a química!
 Meu marido brinca, dizendo que eu tenho que mandar benzer. Recado dado.


Rafaela Valverde

O tempo, as mídias e a copa

Foto: Google Imagens/http://www.meemblogando.com.br/category/eventos/
Estamos há dois meses da copa do mundo no Brasil. A minha geração está ansiosa. Nunca assistimos uma copa do mundo em nosso país. Eu me lembro quando saiu o resultado sobre qual país seria essa copa, isso foi há sete anos. Bem, mas isso é coisa de gente que está ficando velha e lembra nitidamente coisas que aconteceram há muitos anos. Há sete anos não estavam popularizadas coisas como aplicativos, sistemas operacionais como android e windows phone, smartphones, tablets, etc.

 Tudo que existia era muito mais caro do que hoje. E consequentemente o acesso não era tão fácil. A copa de 2010 foi importante para mim apesar de o Brasil ter sido eliminado pela Holanda, mas esse foi o ano que eu fui morar com meu marido. Morava na casa de minha mãe e assisti aos jogos em uma TV de 22 polegadas. Era preta, enorme e de tubo. Bem, ela não existe mais e logo foi substituída por uma de LED. Menos espaço gasto, mais qualidade de imagem, som e modernidade!

A tecnologia faz as mídias mudarem todos os dias e consequentemente nossa vida e nossos pensamentos mudam na mesma proporção. Os dias passam rápido e depois de sete anos, cá estamos nós, nos preparando para a copa no Brasil. Os ânimos estão alterados desde o ano passado, com todas as manifestações, inclusive na copa das confederações. Foi um ensaio. E foi tudo "tramado" pelas redes sociais.

Esse ano eu não sei se as manifestações vão continuar, mas vejo pairando nas redes um movimento com o nome "Não vai ter copa." É claro que sabemos que a copa vai acontecer, apesar de todos os problemas. Elefantes brancos em forma de estádios que não servirão para nada, obras atrasadas, infra estrutura, precária, etc. Esses são alguns dos nossos problemas. Mas temos o 4G, temos mais acesso aos equipamentos tecnológicos, compartilhamos, teclamos (ainda se usa essa palavra?), os dedos estão nervosos. Não param!

Conquistamos muitas coisas nesse período de uma copa para outra. Hoje é possível ter informação instantânea, compartilhá-la, comentar, alterar seu conteúdo, formar grupos para discutir o que está sendo noticiado, etc. Hoje há a possibilidade de tirar foto do que está acontecendo nos estádio e postar em tempo real. Um mesmo fato pode ter várias versões e várias fotos. Um mesmo lance pode ser fotografado ou filmado de vários ângulos e ganhar muitas nuances, a depender da intencionalidade do seu uso.

Não podemos esquecer das TVs fechada e aberta, essa última que ainda é a garantia para muitos de acompanhar o mundial se aprimorou nas transmissões. A TV fechada também se popularizou e hoje o que mais se vê nas ruas são as antenas captoras de sinal de satélite. Ganhamos o sinal digital,  a TV 3D e ainda há a possibilidade da mobilidade, pois é possível ver os jogos por meio do celular ou tablet, gravar, curtir, comentar e gerar conteúdo.

Para não esquecer e para finalizar, há ainda que se falar sobre a mobilidade urbana, tendo em vista que o crescimento das nossas cidades nos deixa cada vez mais presos e reféns do trânsito, surgem novos aplicativos também para celulares e tablets, que facilitarão o acesso aos estádios e ainda o monitoramento on line de linhas e serviços de ônibus, metrôs e táxis. Todas as tecnologias nos levam à copa. Todas as facilidades que alcançamos nos permite interpretar, analisar e utilizar a copa da melhor forma que nos convier, para trabalho, diversão, lazer e informação.



Rafaela Valverde







A rotina faz parte da vida.

Foto: Google
A rotina é boa. Eu gosto da rotina, gosto do dia a dia, gosto do cotidiano. Até gosto da segunda feira. Digo sempre que ela nos dá chances de recomeçar ou de consertar alguma possível burrada que tenha sido feita na semana anterior ou no final de semana. Tudo que remete ao recomeço é admirável para mim. E a segunda feira nos traz essa possibilidade. Gosto de preencher o meu dia. Apesar de tudo, gosto de sair de manhã cedo e voltar à noite com sensação de dever cumprido. Essa sensação é importante para mim. Não sei para os outros, danem- se os outros na verdade. Não estou ligando para os que reclamam de tudo. Reclamam de ter que acordar as cinco, reclamam de ter que ir pra aulas ou trabalhar. Os eternos reclamões! Ah, vocês me enojam! Me deixem aqui, cumprindo meus afazeres, minhas tarefas que me dão prazer, me fazem bem. Tem gente que gostaria que sempre fosse final de semana, tem gente que não gosta de ralar. Quer tudo no mole. Quer que o curso termine logo e não curte o momento. Quer logo entrar de férias do trabalho, ou sair e ficar eternamente recebendo seguro desemprego. Eu não. Eu acho que o final de semana não teria sentido de existir se não houvesse a: "segunda a sexta". Para alguns: "sábado até o meio dia."  Procuro viver um dia de cada vez e extrair dele o máximo. Fazer meu dia ser produtivo, aprender mais, estar com quem eu gosto, fazer, trabalhar e estudar com o que eu gosto... Enfim. Viva a rotina! Viva seus dias. Viva seu dia a dia. Ame sua vida, acima de qualquer coisa, mesmo que ela seja chata, ou seja lá o que for que você diga dela. Não conseguimos nem um real sem batalhar e termino mais uma vez um texto com um clichê: O único lugar que o sucesso vem antes do trabalho é no dicionário.

Bom dia!




Rafaela Valverde

segunda-feira, 7 de abril de 2014

Não aconteceu por acaso

Uma flor plantada no chão
Não nasce sem razão
Não brota e não cresce sem a luz do sol
Sem água também não
Assim é você, você é o meu farol

Assim como a flor
Dependo de estímulos externos para crescer
E para viver
Preciso de você
Esses estímulos dependem de você

Você me ilumina
Me anima
Me dá motivação
E sustentação
E bem querer

Me trata a seu bel prazer
Me faz eu te querer
Cada vez mais
E mesmo tirando minha paz
Eu sempre te quero mais


Rafaela Valverde

Hoje é dia do jornalista!



Hoje é o dia do jornalista. O mês de abril é mesmo especial. Ainda não sou jornalista e estou longe disso, pois o primeiro semestre não me gabarita para nada, mas um dia serei e gostaria de dizer que nunca me senti tão feliz. Não havia me encontrado ainda. Mas me encontrei na cachaça viciante que é ser jornalista, ou estudante de jornalismo. É tudo delicioso. Fazer prova sobre redes sociais, mídias, tecnologias, criação da internet não tem preço. Coisas do primeiro semestre que ainda traz disciplinas mais basiconas. Eu estou amando, eu estou realizada. Só para lembrar que ainda está rolando a história do diploma, as discussões continuam e me parece que ainda vai ter alguma votação. Mas nenhuma empresa vai contratar alguém que não tenha diploma, ok? Vamos lutar por mais valorização da profissão, obrigatoriedade do diploma, boa formação, liberdade para trabalhar e se pronunciar, etc. Parabéns!!!



Rafaela Valverde

quinta-feira, 3 de abril de 2014

Parabéns Metrópole! Que venham muitos anos!!!


Hoje é aniversário da rádio Metrópole. A minha radinha. Devo muita coisa do que sou hoje a esse grupo, a essa rádio que comecei a ouvir mesmo, diariamente, há cerca de sete anos. Sempre que posso, em meus momentos livres, estou ouvindo a Metrópole, acompanhando o site e o Facebook. Tudo. A minha vida diária está conectada com a rádio. Há dois anos, no aniversário de doze anos da rádio, estava lá no Teatro Eva Hertez na livraria Cultura e percebi, descobri que a minha vocação e a minha verdadeira felicidade seria no jornalismo. Ainda me lembro do dia, da sensação que tive e da alegria que senti, quando pensei: "É aí que eu quero trabalhar." E não vou descansar enquanto não conseguir meu objetivo. Já pensou? De fã à funcionária? Cultura, arte, história, literatura, humor, política, vida, vivacidade! AMO! E sempre vou amar! Parabéns Metrópole! Continue existindo, e eu sempre estarei com você, minha radinha!



Rafaela Valverde

A criação da internet - Parte I



Nós temos uma capacidade enorme de subverter o que está posto, desobedecer regras e adaptar recursos existentes para o uso que melhor nos represente e beneficie.
A criação da internet se dá nesse contexto. Em setembro de 1969 o Departamento de Defesa dos EUA formou a ARPA (Advanced Research Projects Agency). A ARPA tinha um departamento, o Information Processing Techniques Office (IPTO), onde surgiu a Arpanet, que era uma rede de computadores interligados, com o objetivo de superar tecnologicamente a União Soviética que havia lançado seu primeiro Sputnik em 1957. Da rivalidade e da necessidade de fazer pesquisas em diversos campus universitários, nasceu a ideia da internet como conhecemos hoje.
 Daí podemos perceber a intencionalidade de compartilhamento de dados e informações, já nascendo. Em 1983, o Departamento de Defesa resolveu separar as coisas e como ainda estava preocupado com a segurança, criou a MILNET dedicada exclusivamente para fins militares e transformou a Arpanet em ARPA- INTERNET, que ficou apenas destinada à pesquisa.E em 1990, mais especificamente em fevereiro, a Arpanet foi retirada de operação, pois já era considerada obsoleta, devido ao desenvolvimento e aperfeiçoamento de programas parecidos. Nesse período o governo americano deixou a administração da Arpanet a cargo da NSF (National Science Foudation), porém a NSF privatizou a internet pouco tempo depois. A partir desse período, a internet, diversos provedores e a rede global de computadores, tomaram pé e cresceram rapidamente.
O projeto original da Arpanet possuía uma arquitetura aberta e descentralizada. Foi isso que permitiu esse rápido crescimento. Em um período anterior, em 1977, pouco tempo depois do surgimento da Arpanet, dois estudantes, Ward Christensen e  Randy Swess criaram o modem, que permitiu a transferência entre seus computadores pessoais.Após a criação e consolidação dessa nova rede, surgiram várias criações que possibilitaram e facilitaram o seu uso. Já citei o modem, mas ainda tem o mouse e um sistema operacional como o Linux, por exemplo. Criado em 1991 por Linus Torvalds que distribuiu gratuitamente na internet e manteve seus códigos abertos. Além disso há o windows que conhecemos tão bem, não é mesmo?
 Outro detalhe importante para o crescimento da internet até chegar a internet que conhecemos hoje, foi o desenvolvimento da WWW. O WWW é uma aplicação de compartilhamento. Em 1995 lançaram o software Navigator através da Net gratuitamente para fins educacionais. Custava 39 dólares e era usado comercialmente.Depois do sucesso do Navigator, a Microsoft finalmente descobriu a internet e em 1995 junto com seu windows 95, introduziu seu próprio navegador: o internet explorer.

Fonte: A galáxia da internet - Manuel Castells



Rafaela Valverde

terça-feira, 1 de abril de 2014

Meu amor por você



Estaremos daqui há alguns meses comemorando mais um ano juntos. Serão oito anos, oito longos anos e eu descobri que quero muito mais que oito. Mesmo depois dessa última tempestade, onde por minha culpa mais uma vez, nos molhamos, ficamos vulneráveis, é pra você que eu sempre volto. É o seu cheiro que eu quero sentir à noite. É em você que eu quero me enroscar, dormir de conchinha e fazer performances sensuais. E a sua pele que eu quero entre os meus dedos.

Querer estar junto, querer estar bem, não significa necessariamente que tenhamos que dividir a mesma casa por muitos anos até morrer. A convivência às vezes irrita e pode acabar com a privacidade e o jeito individual de ser, mas o amor. Ah, o amor, ele sempre vai estar aqui. Pelo menos da minha parte, pelo menos de uma forma diferente da habitual. Eu não sou habitual, nenhum ser humano é. 

Esse amor é calmo, é sereno, não traz sofrimento nem encrenca. É tranquilo. É na dele, mas ao mesmo tempo é suado, é conquistado e multiplicado todos  os dias e é assim que deve ser. Me iludo achando que posso, mas eu não posso, nesse momento, imaginar a minha vida sem a sua presença. Quando tentei me imaginar vivendo uma vida vazia sem você, me bateu uma profunda tristeza, minha mente se esvaziou e as lágrimas vieram aos olhos. Além do aperto no peito. Esse parece que eu sempre vou sentir em qualquer coisa que se relacione a você.

Seja lembrando nossas noites de amor, ou seja recordando nosso passado, vivendo nosso presente e traçando nosso futuro, sempre sinto um baque no peito, que como você já percebeu, não consigo controlar em alguns momentos. Temos intimidade, sabemos do que o outro gosta na cama, temos nossa sexualidade própria e não "travamos". O sexo flui, tudo flui. Nos entendemos, compartilhamos as mesmas opiniões (em alguns assuntos), gostamos de comer, de ler e de brincar. Piadas e brincadeiras são constantes em nossa vida. Eu amo a nossa vida. Nossa vidinha! Eu amo nossa simplicidade de viver, nossa casa, nossos gatos. Eu amo você. Eu sempre vou te amar, mesmo que não estejamos mais juntos daqui a oito anos, sei lá.

Como te falei, estava lendo uma matéria em uma revista sobre relacionamentos longos. Sobre casais que já estavam juntos há um tempo e que gostavam disso, gostavam da intimidade, da amizade, do olho no olho, da falta de cerimônia e rodeios para falar de certos assuntos. Gostavam de estar apenas com um e de estarem satisfeitos com um. Apenas um. Aquele que nos completa. Blá, blá, blá. Você sabe o que eu penso sobre isso, mas nessas horas eu fico bobona mesmo e acabo entrando em todos os clichês românticos possíveis para provar para você a enormidade do meu amor.

Não dou conta de uma vida vazia. Vida vazia é vida sem ouvir sua voz, sem estar com você nos momentos de conquista e de derrota, sem ter você para dar bronca, enfim, vida vazia é não amar você, não tocar você, não morder você. Eu sei que muita coisa aqui eu já te disse, mas como eu costumo dizer, palavras são apenas palavras e voam conforme a vontade do vento. Escrevê-las aqui, faz com que elas fiquem eternamente registradas. Eu sou idiota, mas eu amo você. Não me deixa, independente do que eu faça, ou deixe de fazer! Vamos crescer juntos?




Rafaela Valverde

O mundo muda, a palestra muda

     

 A palestra “O mundo muda, a palestra muda” do professor doutor em comunicação Dado Schneider começou vinte minutos depois do horário marcado. Pelo menos no meu relógio. Mas a expectativa era grande e quando começou, esqueci o horário. Não imaginava como seria a tal palestra muda até ela começar.

  A palestra muda é feita a partir de apresentações em Power point e músicas. As músicas são bem escolhidas, todas internacionais e voltadas para o público jovem. Artistas como David Gueta, Jay Z e Alicia Keys, Lady Gaga, entre outros, apareceram na playlist da palestra. Achei muito boa a escolha das músicas. Primeiro por serem de artistas jovens e direcionadas para jovens, além de Pop e comerciais. Segundo por estarem em outra língua, inglês. Como a maioria das pessoas não entende inglês, não há distração em cantar a letra em português e podem ler melhor os textos das apresentações.

A expressão “sem noção” apareceu muito nessa primeira parte da palestra. “Não seja um sem noção”. Achei isso sensacional. Dado, o palestrante gaúcho, mestre e doutro, criados e idealizador da marca Claro, é muito engraçado. Mas sabe dar dicas sérias acerca da vida e da carreira, por exemplo. Entre elas estão: ler muito, evoluir sempre, conectar, avançar, acompanhar o noticiário, ter sempre opinião sobre tudo e “não seja um plâncton”. Além de “tenha história para contar e faça alguma coisa na vida.” Dicas úteis e valiosas, a meu ver. Dicas não só para a carreira, mas para a vida.

A segunda parte da palestra não foi muda. Dado, depois de chamar e manter nossa atenção inicia seu monólogo. Diz que era um dinossauro analógico. Com o advento do SMS, há alguns anos, já começou a perder a atenção dos alunos. Então contratou um profissional e tratou de se conectar e aprender a usar a internet, as redes sociais, etc. A sua aula agora seria em tablets e smatphones, já que a atenção dos alunos se concentra nesses pequenos aparelhos, de acordo com o que ele próprio falou.

Uma palestra motivacional (?) que se preze, deve mostrar como chegar lá. O palestrante deve, portanto, ser bem sucedido. Ele mostra seu currículo e seus feitos. Convence-nos sobre a importância de sempre realizar algo na vida. Somente ser não adianta. Ele diz que nós, jovens e estudantes da área de comunicação ou não, devemos estudar e sempre nos reciclar. Isso é obrigação! Devemos ser curiosos e trabalhar muito, além de ter o diferencial: o noticiário básico na ponta da língua.

 A briga entre as gerações X e Y tem hora para acabar, afinal em breve a geração X não estará mais aqui e a geração Y será do século passado. Vem aí a geração Z, que já é diferente da gente em tudo, e vai nos superar. E por falar em século, nos damos conta nessa palestra, que o século XX foi vertical e o XXI é horizontal, no sentido que não há mais chefes. Hoje há os líderes, que trabalham a mesma quantidade de tempo, ou mais que seus subordinados. Além disso o nosso século, traz muita mais gente boa e qualificada, tornando o mercado ainda mais competitivo.

O século XXI traz novas economias e novas empresas, exigindo, portanto um novo profissional e novos hábitos. Daí a importância de se destacar, de ter diferenciais. Um desses diferenciais pode ser a capacidade de solucionar problemas. De acordo com Dado, se tivermos um problema a ser resolvido, é preferível que o resolvamos pessoalmente ou por telefone. E-mail ainda é impessoal e pouco instantâneo, principalmente para resolver problemas.

Dado deixa duas frases sobre a nossa era. Tratei logo de anotar, pois as achei geniais. A primeira é: “Não estamos na era da mudança. A mudança é a nossa era!”. A outra frase é: “Estamos na era da diferenciação de mentalidades.” Essas frases, assim como toda a palestra, nos obriga a pensar e repensar em nossas atitudes e na falta delas.
      
O último registro que tenho da palestra é sobre o livro de Dado:  “O mundo mudou bem na minha vez” que ele leva  “no braço” para todas as palestras em todas as cidades do Brasil, e vende a vinte reais cada.
     


Rafaela Valverde
     


Bem vindo abril sem internet.

Hoje inicia - se um novo mês. É o dia da mentira e o mês do meu aniversário, que é daqui a 22 dias. Enfim, não sei se me sinto muito feliz em comemorar 25 anos, tão rápido, mas o importante é estar viva, é estar bem e feliz. Estou sem internet nesse início de mês e só estou podendo postar aqui na faculdade, que onde eu estou agora. As visualizações vão cair um pouco, pois  não posso divulgar e atualizar a página do Facebook. 

Pois é, aqui na faculdade não "pega" o Facebook e em curso como o meu, onde as disciplinas nesse semestre são praticamente sobre mídias, tecnologias e redes sociais, incoerentemente a gente não entra nem no Youtube! Estou tentando ver vídeos para um trabalho de uma disciplina chamada Sociedade e Tecnologia e NÃO CONSIGO. As redes sociais são bloqueadas aqui. E o Youtube acaba sendo considerado rede social.

Pode até ser, mas eu acho incoerente os professores falarem em sala de aula, sobre a necessidade de jornalistas e futuros jornalistas estarem antenados e nossos laboratórios de informática, não abrirem um site como o Youtube! Quando eu estudava na UNEB, tínhamos esses recursos disponíveis, porém agora, mesmo com as disciplinas tendo grupos no Facebook, com divulgação de textos, e informações sobre ter ou não aulas nessa rede, nós não temos acesso.

Bem, é isso. Só queria saudar abril, desejar que ele venha lindo para todos nós, cheio de boas notícias e muito chocolate!! Não esqueçam de mim e do meu aniversário, quero chocolate, hein!



Rafaela Valverde
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