quinta-feira, 27 de março de 2014

Biometria no Salvador Card

Foto: Google
Há alguns dias, acho que há um mês mais ou menos, começou em Salvador a apuração, se é que podemos dizer assim das biometria para identificação dos estudantes que pagam meia passagem nos ônibus. Não tivemos aviso prévio desse procedimento e eis que um belo dia, tomo um susto ao adentrar o "buzú" e ter que "colocar o dedo" na maquininha, onde são validadas as informações dos estudantes

Agora as coisas estão melhorando um pouco, mas no início eu particularmente tive muita dificuldade em utilizar o recurso. Colocávamos o cartão na maquininha e era solicitado o dedo direito, depois o esquerdo. Dava erro e demorava. O cobrador tinha que liberar nosso acesso com o seu próprio cartão. Isso atrasava a viagem e era motivo de estresse, pois as pessoas não queriam esperar os estudantes passarem para adentrar no ônibus.

Hoje ainda dá erro, mas eles já diminuíram consideravelmente. Em mudanças, é sempre comum resistência, palavras e atitudes de rebeldia, principalmente sobre quem está sendo diretamente afetado pela mudança. Mas depois que a gente se adapta e se as coisas passam a funcionar melhor, tudo se acalma e a gente acaba se acostumando e até gostando.

Eu particularmente achei boa a impossibilidade de os espertinhos usarem cartões alheios. É claro que isso só funciona para os estudantes e a regra não vai abranger a todos os cartões, mas os estudantes pagam meia e isso já será um grande avanço na economia de recursos e quem sabe, ilusoriamente podemos acreditar, em uma melhoria do nosso transporte público, já que a grande desculpa dos donos de empresas e de quem é responsável por fiscalizá-las, era que a quantidade de não pagantes e os pagantes de meia passagem oneravam demasiadamente o sistema. Vamos esperar para ver e fora alguns problemas iniciais, considero a iniciativa positiva.



Rafaela Valverde

terça-feira, 25 de março de 2014

Meu corpo é livre e é meu



Sou uma pessoa libertária, live e talvez até libertina. Não sei se realmente sou. Ainda estou tentando descobrir esse detalhe. Tenho desejo de abarcar tudo, todas as experiências possíveis em uma vida só. Acredito na doutrina espírita e sei que essa não é a única vida que estou vivendo. Como não vou me lembrar dessa vida nas próximas, quero passar por todas as experiências que ficarem disponíveis para mim. Muitas pessoas não entendem isso e até se chocam.

Meu corpo é livre, minha mente é livre e eu demorei para assimilar e acomodar isso, como diria Piaget. Demorei, mas compreendi. A sociedade não vai jamais mandar em mim. Mandar em meus sonhos, vontades e desejos. Não vou deixá-la convencionar a minha vida, meu corpo e minha mente. A minha sexualidade é ainda mais minha e também é livre. Ninguém vai me dizer o que fazer em relação a ela, como vou usá-la, com quem vou transar ou deixar de transar.

A busca pelo prazer é o objetivo maior do sexo e na sexualidade como um todo. Pelo menos hoje, que a reprodução é facilmente controlada. E o que seria a vida se não fosse o prazer? O que seria do prazer sem a liberdade? O que seria da liberdade sem uma mente aberta para alimentá-la e persegui-la? A vida seria muito chata se ficássemos presos pelo pudor.

O pudor é algo inventado pela sociedade. Sobretudo a sociedade patriarcal, que tem ou tinha um interesse ideológico por trás da fidelidade feminina. Dominavam nossos corpos. Hoje as coisas são mais fáceis, não por que tinham que ser, mas por que houve muita luta! Não me vejo vivendo em séculos passados, dominada por um pai durão e um marido machista. Viva a era da liberdade!  Mas ainda não é suficiente. Viva a era da luta. E vamos lutar para realmente termos domínio sobre nosso próprio corpo.


Rafaela Valverde

Livro No princípio era o som - Regis Cardoso





Terminei o livro No princípio era o som, de Regis Cardoso. Esse livro eu ganhei do meu professor da disciplina Sociedade e Tecnologia. Ele me deu, com direito a dedicatória e tudo, depois de ler um texto meu e gostar muito. Pelo menos foi o que ele disse. Segundo ele, tenho criatividade e senso poético.

Regis Cardoso traz os bastidores, primeiro do rádio, onde começou ainda adolescente, e depois quando a TV chegou ao Brasil. Explica como funcionavam as rádios novelas, as sonoplastias necessárias, já que ele era o responsável por elas, e tudo que circunda esse universo.

Tendo  pais atores, Regis se vê desde cedo nesse mundo encantado que é o mundo do teatro, do teleteatro e da dramaturgia. Trabalhou na TV Tupi, Manchete e Rede Globo, entre outras. Ao lado de Boni, Chacrinha, Lauro César Muniz, etc. Dirigiu novelas como O Bem Amado, O Espigão, Pecado Rasgado, Sem Lenço, Sem Documento,, Estúpido Cupido, Anjo Mau, Escalada e várias outras.

Foi contra regras e ator; recebeu prêmios, trabalhou em Portugal e foi casado com Suzana Vieira. Sendo pai do filho da atriz, que começou como dançarina clássica e foi indicada por ele, para ser a protagonista de Anjo Mau.

O livro flui. Regis conta muito bem a sua história que se confunde com a história da TV e rádio brasileiros. Contribuiu para o desenvolvimento da arte televisiva de forma efetiva e atuante e conta isso de forma direta e objetiva, sem floreios. O que eu não gostei muito nesse livro foi a descontinuidade em algumas histórias. Algo que ele contou, mas não terminou e que fiquei curiosa. Aliás foram várias histórias que poderiam ter tido seus finais contados. Histórias curiosas inclusive, mas que agora não vou conseguir citar um exemplo.

Fora isso, o livro é ótimo. Aprendi muita coisa e me inspirou a querer continuar escrever minhas próprias histórias, usando minha criatividade e meu senso poético.


Rafaela Valverde

quinta-feira, 20 de março de 2014

Acreditar


Como saber se o que você está vivendoé realmente verdade? Como saber se é algo realmente palpável, real? Como interpretar os sinais, como não achar que é pura imaginação? Como não achar que é ilusão? Como acreditar, acreditar e acreditar? É possível  ser tão tolo? É possível ser tão pessimista, e nunca, realmente nunca acreditar? O que é acreditar? Por que acreditamos e desde quando? Por que não acreditamos? 

Para quê cultivar a síndrome de São Tomé e só crer quando ver? E é realmente vantajoso acreditar em tudo e em todos? O que ganhamos com isso? Cá estão os dois lados da moeda, por que se você acreditar e acreditar mais, você pode facilmente ser passado para trás. E se você não acreditar, for uma pessoa extremamente cética, desacreditada, sem fé na humanidade, realista e sensata, você pode correr o risco, e provavelmente vai correr, de perder bons momentos, com pessoas ótimas, não vai arriscar, não vai se apaixonar e nem transar com ninguém.

O que eu proponho na verdade é que vocês esteja com o sensor ligado, mas que ao mesmo tempo se deixe levar ingenuamente por algo que seria inimaginável que pudesse acreditar.  Por que é disso que se vive a vida: de pequenas ilusões rotineiras, desnecessárias e cheias de calor, paz, sorrisos e tranquilidade. Acreditar é isso, ser feliz por pequenos momentos e sofrer a maioria das vezes, sobretudo com o travesseiro na hora de dormir, mas é também entender que vale a pena viver, se decepcionar, chorar, amar, beijar e acreditar. 

Acredite. Acredite nas pessoas, mas só um pouquinho, afinal elas são pessoas, acredite no mundo, ele ainda pode ser salvo, acredite na sua intuição,acredite no bem, mas também acredite no mal, acredite que tudo vai dar certo, mas não desacredite que também pode dar errado, acredite em você e na sua presença, no seu sorriso, na sua imagem, na sua cabeça, na sua vida. Construa o hábito do acreditar desacreditando, mesclando uma pitada de ambos, você saberá do que estou falando.


Rafaela Valverde

terça-feira, 18 de março de 2014

Ser gentil não faz mal.


Pelo que eu me lembro, antigamente as pessoas entravam em qualquer ambiente e desejavam bom dia, boa tarde, boa noite. Pelo menos era o que eu via. Talvez fosse apenas ilusão. Mas os meus pais me ensinaram assim. "Quando entrar no ônibus (ou em qualquer outro lugar) dê bom dia. Ninguém dormiu com você!" Assim eles diziam.

Hoje só se dá bom  dia a que conhece e olhe lá. E também para quem está bem vestido, aparentando ter um alto cargo na empresa por exemplo. A moça que limpa nosso banheiro não merece ouvir nosso bom dia, boa tarde, boa noite, ou seja lá qual turno for? Qual é a dificuldade de articular a língua e os músculos da boca e pronunciar palavras tão simples? Para mim, nenhuma, mas vai ver as pessoas têm algum problema nas cordas vocais, sei lá...

O fato é que faltam várias palavrinhas mágicas como: com licença, por favor, desculpe, obrigado, etc. Acabamos com a gentileza, com os bons modos, com o bom senso e o respeito ao outro. Destruímos a educação doméstica. Pode até ser exagero meu pensar assim, mas é o que se percebe observando as pessoas nas ruas. As pessoas acham que não têm obrigação de ser gentis.

Mas ser gentil faz até bem, sabe? Se nós soubéssemos disso, teríamos um mundo mais gentil, solidário e amoroso. Eu me sinto gratificada quando sou gentil, quando ajudo alguém. Já ajudei uma velhinha atravessar a rua (sim, isso não é cena de desenho animado, foi real!), já ajudei um ceguinho a encontrar e pegar o ônibus correto e sempre pego o caderno, o livro, a bolsa de alguém no ônibus.

Por falar nisso, esse costume de segurar as coisas de alguém ainda persiste entre nós. Ainda em, mas volta e meia entro em um ônibus cheio, apertado, fico cambaleando. Bolsa cheia, livros e caderno pesado. E já vim até em casa com isso na mão. Na melhor das hipóteses, já fiquei com isso na mão até vagar um lugar. O que quero dizer aqui hoje é que não custa nada, ajudar alguém, ser gentil e educado, pedir desculpas quando pisa no pé, enfim...


Rafaela Valverde





segunda-feira, 17 de março de 2014

A raiva feroz da decepção


Dizem que decepção não mata, mas eu tenho dúvidas em relação a essa afirmação. Acho que várias decepções ao longo de uma vida inteira, podem sim matar. Considerando que a expectativa de vida do brasileiro aumentou e uma mulher hoje vive cerca  de 75 anos, ainda vislumbro muitas decepções na vida. Decepções que se não matam, vão fazer sofrer um bocado, por um bom tempo. E vão fazer jorrar muitas lágrimas.

Fico pensando também em quanto isso pode afetar nossa qualidade de vida, nossa saúde física e mental. Decepção causa tristeza e dor. O coração fica oprimido, parecendo que diminuiu de tamanho e você fica murcha que nem as rosas de um casamento no dia seguinte. Fica jururu, como me disse a minha professora hoje. Vêm a depressão, o desalento, a dor, a tristeza e por fim a raiva.


A raiva é pior coisa, por que ela nós faz fazer besteiras. A raiva cega. E a raiva vinda da decepção é ainda mais feroz. Se decepcionar com alguém ou com algo que aconteceu, ou deixou de acontecer é algo comum para qualquer pessoa. Se esse alguém for um FDP. Sim FDP. Não costumo usar esses termos aqui. Pelo menos não aqui, mas é isso que estou sentindo vontade de falar nesse momento. Gente FDP, mentirosa, covarde, que não se impõe, decepciona. E faz sofrer. Dá dor de cabeça, Dá vontade de chorar. Dá raiva!


É assim que estou hoje, com a raiva feroz da decepção.

sexta-feira, 14 de março de 2014

Imagem retirada do Facebook







Rafaela Valverde

Como eu lavo meu cabelo


A lavagem do cabelo é muito importante para o seu crescimento. Eu acho que até já falei aqui, mas por alto. Agora quero falar de forma mais detalhada. Sempre que lavo meu cabelo sinto ele maior. Geralmente lavo duas vezes por semana, por que as fitagens que faço seguram bem os cachos e não é necessário lavar mais que isso.

Mas quem gosta de lavar mais, ou quem malha por exemplo pode lavar sim. E com esse calor infernal que faz aqui em Salvador, hein? Então, eu geralmente lavo essas duas vezes, sendo que uma é com a hidratação e uma fitagem mais caprichada, geralmente no final de semana. Quando lavo durante a semana tenho que acordar 04:30 da manhã!

Então, eu molho bem o cabelo, geralmente com água corrente, no chuveiro, fria, ok? Depois pego uma quantidade de shampoo equivalente a uma moeda de um real e aplico na raiz do cabelo. Não nas pontas. Só no couro cabeludo, quando ele descer vai limpar o comprimento do cabelo. Como eu uso vários produtos sem enxágue, como óleos e cremes de pentear, sempre é necessário uma segunda e às vezes até terceira mão de shampoo. Sempre na mesma quantidade.

Não fica muito ressecado por que eu só aplico na raiz e gosto de sentir ele bem limpinho. Massageio o couro cabeludo com as pontas dos dedos em movimentos circulares e após isso enxáguo bem. Mas bem mesmo. Não pode deixar nenhum resíduo de shampoo no cabelo, aliás de nada que é para enxaguar. Se é para enxaguar, é para enxaguar!

Em seguida vem o condicionador. Esse, eu não vou mentir coloco uma quantidade maior. percebo que o cabelo precisa de mais condicionador para hidratar e desembaraçar melhor. É por isso que o nosso condicionador acaba tão rápido, não é cacheadas? Aplico o condicionador nas pontas apenas e vou massageando o cabelo. Faço luvagens em cada mecha e em seguida vou desembaraçando, fazendo uma mini fitagem. Não uso pente mais, apesar de ele ficar no banheiro! É com as mãos mesmo que desembaraço meu cabelo. Pelo menos por enquanto que ele está curto. Pode ser que quando cresça eu precise usar pente por que não tem mão que aguente não, é mesmo?

Ah, seco com uma camisa de algodão delicadamente, sem apertar. Vou fazendo movimentos com a camisa das pontas para a raiz, de forma tranquila e calma. Isso melhorou muito o meu frizz.

Então é isso, espero que tenha ajudado com as minhas dicas.


Rafaela Valverde




Comentário de Regina Navarro Lins de hoje na Metrópole, sobre separação

 Áudio


Comentário da psicóloga Regina Navarro Lins  na rádio Metrópole sobre um tema muito interessante, que é a separação. Como era encarada a separação há anos e como ela pode vir a ser encarada hoje a depender do casal e do tipo de relacionamento que tenham, se tenham filhos ou não. É algo a se pensar. Todos nós, sem exceção. Regina fala da famosa frase de Vinícius de Moraes. "Que seja eterno enquanto dure." E analisa o quanto apenas utilizamos a frase, por utilizar. Não fazemos o que falamos, principalmente quando se trata desse assunto tão complicado: casamentos e relacionamentos como um todo. Mesmo apesar de toda modernidade pela qual a nossa sociedade está passando, ainda não conseguimos ver, não trabalhamos a nossa mente para perceber um relacionamento/casamento como algo temporário, transitório. Que consequentemente um dia vai acabar. Para mim essa percepção veio cedo, e hoje eu consigo entender de verdade que nada é para sempre. Nada mesmo. Viva Regina Navarro Lins e a sua sensibilidade e ao mesmo tempo clareza  e lucidez para lidar com temas tão delicados ainda nos tempos de hoje.


Rafaela Valverde

quinta-feira, 13 de março de 2014

Não. Eu não trato meu cabelo no Beleza Natural!

Sempre tem alguém elogiando meu cabelo. Ou simplesmente olhando com admiração. Ontem a atendente do banco, assim que eu sentei na frente dela, passou a observar atentamente meu cabelo. Pude perceber, pois ela olhava  para o contorno do meu rosto. Depois falou: "  É bonito seu cabelo, dourado..." Tinha lavado ele ontem, e fiz uma fitagem, então estava muito bonitinho. Arrumado e sem frizz!  Porém com volume.

Hoje também ouvi elogios. Hoje é o meu Day After. As cacheadas conhecem a expressão, mas para quem não conhece, day after é o dia seguinte a lavagem. Significa dia seguinte. Pois bem, continuando... Ouvi mais elogios hoje. A pessoa, era uma mulher, tocou no meu cabelo e disse que era lindo. Perguntou o que eu havia feito para voltar aos cachos, já que na minha Carteira de Trabalho eu estava com o cabelo alisado. Em seguida ela falou que gostaria de voltar aos dela também.

Meus cachos!


Falei que havia cortado e ela se admirou. Fazendo em seguida a pergunta que eu mais odeio que me faça: se eu tratava no Beleza Natural. Eu não tenho nada contra a instituição, ao contrário, soube que  os produtos diários, como shampoo, condicionador, hidratação são muito bons. Mas por que que não posso cuidar do meu próprio cabelo? Por que sempre  tenho que deixar isso a cargo de outra pessoa ou instituição? Eu leio muito, aprendo coisas novas todo dia e até mesmo na prática, na convivência com o cabelo eu aprendo. A depender do produto que é utilizado e como é utilizado, o cabelo vai reagir de formas diferentes. Ou não vai reagir.

Será que as pessoas não percebem o quanto essa pergunta é degradável? Pelo menos é para mim. Desfaz de todo cuidado que eu tenho com o meu cabelo. Cuido só em casa! Nunca gostei de cuidar de cabelo em salão. Eu olho para elas com um olhar quase mortal, provavelmente deixando clara minha irritação. É inevitável! Por que ninguém pergunta: "É você quem cuida? Poxa, cuida bem. Como aprendeu tudo isso?" Não, ninguém pergunta isso, ninguém dá valor ao que você faz. Até nesse sentido. Como se a beleza do meu cabelo se devesse apenas ao fato de passar por um salão especializado.

Ele não pode ser bonito naturalmente? Não pode ser assim, cacheado dourado? Não. Tem que passar por "um profissional" para respaldar  a presença dos cachos. O beleza Natural chegou aqui em Salvador há uns cinco anos mais ou menos. Eu fico me perguntando se ele não tivesse chegado aqui, que pergunta esse povo ia fazer? Não cheguei a nenhuma resposta plausível, mas não me perguntem isso por favor. Meus cachos são naturais e lindos. Eu nasci assim e depois do Big Chop há um ano e meio, aprendi a cuidar bem deles. Não me importo que olhe, que  pegue, ou elogie, mas não me pergunte se eu já fui ao Beleza Natural!


Rafaela Valverde







Deixa o coração mandar, com Waltinho Queiroz

  Áudio

Hoje me emocionei com esse programa da Rádio Metrópole. Um programa de cinco minutos, mas que toca a gente de forma tão maravilhosa. Está há três anos no ar e é apresentado por Waltinho Queiroz. Uma ótima edição, texto e músicas maravilhosos. Eu adoro! Ele passa dentro dos Jornais. O matutino, meio dia ou noturno. Esse me emocionou por causa das músicas, do belo texto de Waltinho e por falar sobre o amor o ciúmes, que pode matar literalmente o amor e seus envolvidos e sobre a confusão que as pessoas fazem entre lealdade e exclusividade sexual. São coisas diferentes. O amor é livre!

Curtam o programa. Mas ouçam mesmo, são menos de cinco minutos. Me deu um trabalhão para aprender a fazer e postar aqui.



Rafaela Valverde

terça-feira, 11 de março de 2014

Consequências da paixão


Paixão arrasa a vida. Ela vem repentina e sorrateiramente, abalando as estruturas físicas, mentais e emocionais. A gente perde a atenção, o foco e o juízo. Vergonha na cara então, nem se fala. O sono não vem, a cabeça dói, o mundo fica girando paralelamente à nossa vida. "Tanto faz". Essa vira nossa resposta para tudo. Por que quando estamos nesse estado alucinante de constante esquecimento, constante hipnose, tanto faz mesmo.

Pouco importa que o mundo exploda, que a vida na terra acabe, tampouco importa ser coerente e realista. A sensação é de atropelamento. O coração não cabe no corpo, as pernas ficam bambas, a boca seca e o sangue fica correndo de forma acelerada em todas as artérias e veias do corpo. Corpo esse que vira "o fortão", o "bam bam bam", deixa de ser frágil, fica metido a "super" corpo, sem medo de nada e ao mesmo tempo tão medroso, frágil e chorão.

Esse paradoxo em nosso corpo é a prova do buraco e da cilada em que estamos enfiados. Tomamos consciência desse torpor e ao mesmo tempo não conseguimos sair dele. Cada vez mais o buraco vai ficando fundo e estreito. Apenas o ser alvo da nossa paixão pode nos salvar, ou não. Ela, a pessoa, é o foco perdido. É ela quem vai responder as perguntas, solucionar os problemas, puxar você pelo braço durante a queda. Essa pessoa vai impedir que a sua resposta seja sempre: "tanto faz", ela vai te dar um norte, um sul e todas as direções possíveis. Estar com ela vai te dar uma paz absurda, uma fé na humanidade. O tempo não vai passar. Você vai ficar lerda e doce.

Mas também essa pessoa pode destruir ainda mais você, junto com a horrenda paixão que você tenha por ela. Ela, a pessoa, pode destruir suas esperanças de viver, sua força de vontade de respirar e te afundar aina mais nesse poço fundo de loucura. Ela pode não te  corresponder e te ignorar totalmente, afinal ela não é obrigada, não é mesmo? Ela pode até corresponder, mas é livre e não quer viver paixão nenhuma. Ela pode simplesmente estar impossibilitada de ser o seu objeto de adoração. Ela comete atos cruéis contra você, mesmos sem intenção. Ela magoa, maltrata, te deixa sozinha e ansiosa, não liga e também não atende suas ligações.

Isso pode ser apenas cuidado com ela mesma, ela não quer se envolver, não quer sentir paixão. Não quer ficar como você está agora. Ela sim é uma pessoa livre! Você não, você é aprisionado, acorrentado por essa absurda paixão que deveria ser proibida de existir.


Rafaela Valverde

segunda-feira, 10 de março de 2014

A mentira não devia ter pernas


Todo dia deixo de acreditar em alguém. Toda hora percebo que alguém está mentindo. Estou quase aleijada de tanto andar com o pé atrás. A minha orelha já está cheia de bolhas de tanto que a pulga fica atrás dela. Todo mundo já mentiu alguma vez para alguém. Deve ter escola de mentirosos em alguma maldita caverna escura e cheia de limo. 

Fica difícil acreditar numa humanidade tão mentirosa, sacana mesmo. Hoje em dia até os olhares mentem. A pessoa consegue dissimular a tão ponto que o olhar dela mente por ela, mente antes dela. O gestos mentem, o corpo mente. Devia haver um sensor de gente mentirosa, para que a identificação fique mais fácil e nós não caiamos em armadilhas atrozes. Mas também cai quem é besta, não é? 

Todo ser humano mente, mas tem gente que exagera e quer deixar acumular até deixar de herança para os filhos! A mentira se impregnou de tal forma em seu corpo, que nunca mais sai. Tal qual o Pinóquio na imagem acima, fica sorrindo para você com a cara mais lavada do mundo e ainda acha que você é tão besta que é obrigada a acreditar mesmo.



Rafaela Valverde

Fotos da praça de Taipoca

Lembram que eu disse que depois postaria as fotos que faltavam da praça de Taipoca? Não vou escrever mais nada, já disse tudo que tinha para dizer ontem. Vou postar as fotos:

Muito lixo

A vendedora de mingau 


Tipo uma cidade fantasma

Cadê o banco???








Rafaela Valverde






domingo, 9 de março de 2014

Taipoca, na ilha de Vera Cruz, está abandonada.

Apesar de muitas pessoas enfrentarem filas gigantescas para atravessar o mar para as diversas ilhas que temos em nosso litoral, as prefeituras das mesmas não têm dado importância para esse ambiente praieiro tão procurado por soteropolitanos e baianos de forma geral. Na verdade temos nessa bagunça generalizada que é o embarque e a permanência nas ilhas há muitos anos e de forma muito complexa, já que a administração estadual e sua Agerba não conseguem resolver o grande pepino dos Ferrys e das empresas que os administram. 

Pedras que eram para ser do chão.


O governo comprou dois FerryBoats de empresas gregas em novembro, pelo equivalente a 54 milhões de reais e depois de muitos prazos, o governador e o secretário responsável pela Agerba informaram que as embarcações chegarão no final de março. Depois que já passou o carnaval e o verão. Ótimo. Vamos esperar para ver em que vai dar. Mas o que eu quero falar hoje mais uma vez, é sobre a situação da ilha de Vera Cruz em Itaparica. A localidade de Taipoca, onde eu costumo ficar está abandonada. 

Poças e mais poças de lama




No feriado de carnaval, na semana passada, passei lá três dias. Enfrentamos fortes chuvas. A falta de estrutura, calçamento e o fato de as ruas serem de terra, causaram transtornos para quem estava lá. Até casas alagadas eu vi. Ainda bem que a minha é mais afastada da rua e não teve alagamento. Mas a situação é terrível e já pôde ser notada desde quando chegamos lá na noite da sexta feira de carnaval. 



Como andar?


Poças de lama enormes, falta de lugar para andar, terra escorregadia, lixo. Um horror. Ao que me parece no início do ano foram iniciadas as reformas da rua e o calçamento, sobretudo com a feitura das ruas com aquelas pedras, sabe? Mas as obras foram interrompidas e o que vemos são pedras e materiais abandonados ao longo do caminho. Essas obras eram uma parceria da Embasa com a prefeitura do município, que de acordo com última informação que eu tive a Embasa teria que fazer as obras da rede de esgoto e saneamento e depois a prefeitura viria com o calçamento.

Outra poça


Verifiquei (pena que não tenho fotos) que constam algumas tampas de caixas de água da Embasa no chão das ruas de Taipoca, em vários lugares. Elas são novas, não havia isso antes. O que dá a entender (eu não posso afirmar) que a Embasa já fez a parte dela. E o que está faltando para a prefeitura agir? Não sei, mas a porqueira continua lá e ninguém aguenta mais isso. Está bem complicado passar dias lá.





Além dos dias, as noites também estão sendo sacrificantes, pois somos obrigados a ficar dentro de casa, ao invés de frequentar a pracinha de Taipoca, que fica de frente para a praia. A praça está destruída. Sem condições de permanência lá. Algumas pessoas insistem, pois somos brasileiros e não desistimos nunca, mas o local está muito abandonado.

Havia muito lixo nesse local há dois ou três meses


Como eu já havia dito em outro texto, já frequento essa ilha há uns dez anos e  nunca vi essa praça assim. Costumávamos frequentá- la à noite. Onde ouvimos músicas, curtíamos a noite e a brisa marítima, além de tomar os coquetéis que lá são vendidos, comer besteiras, simplesmente relaxar e ver gente. Não temos mais uma praça e sim o esqueleto do que um dia foi uma praça. 

Esse é o caminho para ir à praia (!)


Os bancos estão todos, ou quase todos quebrados, a quantidade de lixo é absurda, não têm lixeiras, têm apenas algumas plantas. A grama está acabada e eu não sei se ainda dá para piorar. A quantidade de lixo, devo ressaltar que também é responsabilidade da população nativa e de nós visitantes que  somos muito mal educados e não costumamos cuidar do que é nosso. É lamentável que em feriadões como esse do carnaval a quantidade de lixo fique ainda maior.

O que foi um banco de praça um dia


Dá tristeza em ver como está a situação de abandono que se encontra nosso local de veraneio, de lazer de prazer. O que resta é esperar ação da prefeitura e a colaboração dos visitantes e nativos, para melhorar e um ambiente que é nosso.

Vista linda, mas a praça deixando a desejar.





Tem mais fotos, viu? Mas vou colocar em outro post. As fotos são de Pablo Almeida, meu marido.



Rafaela Valverde



sábado, 8 de março de 2014

Paixão?


Te levo pra minha casa, você me pergunta se eu sempre levo alguém ali eu dou aquele sorrisinho de canto da boca, desconverso e sinto a minha mão suar. Eu sempre fico assim diante de você. O corpo fica leve, flutuando, mas o coração pesado querendo sair do peito. Caminho até a janela e levanto a persiana. Sei que você gosta de ver as estrelas quando está comigo, acho uma babaquice, mas não te digo pra você não dizer que eu sou insensível que não tenho romantismo. Se isso que estou sentindo agora não for romantismo, é o quê, hein?

Mas a noite está linda e convidativa e agora a minha barriga está gelada. Frio na barriga eu sinto quando vou apresentar trabalho no mestrado. Com você sinto um gelo na barriga e ao mesmo tempo um calor que não sei de onde vem. É claro que trago outros caras para o apartamento, mas é com você que a magia acontece. É para você que eu abro a janela e levanto a persiana, é com você que fico sem graça e sem palavras.


O que emana de mim no momento em que te vejo é forte, mas ainda assim nem chega perto do que sinto quando você entra no meu apartamento depois de uma balada, onde poderia ter escolhido qualquer uma das que dançavam alegremente em meio a pista pouco iluminada da boate, mas escolheu a mim de novo, a desengonçada de óculos que fica sentada a noite toda bebendo com amigas "prafrentex" e ouvindo suas peripécias.

Me escolheu de novo e cá estamos no meu apartamento. Você olha para mim e eu mantenho o olhar, se desvio passo a impressão de insegurança. E nesse momento o que eu menos estou é insegura. Não. Você está aqui e a segurança vem instantaneamente. Não tenho mais medo de nada, com você nada me atinge, e eu me sinto altiva quando você me olha desse jeito que está olhando agora. Da janela vou direto para seus braços, você me aperta em seu corpo, sinto seu cheiro, beijo seu pescoço e daqui não quero mais sair.


Rafaela Valverde

No final tudo vai dar certo

"Como num filme, no final tudo vai dar certo..." Como diz a música, tudo acaba se encaixando no final das contas. A gente acha que não vai dar certo, que as coisas nunca vão parar em seus devidos lugares, mas vão, sempre vão. Ás vezes a gente pensa que algo vai ser assim e acontece assado.

Não sei por que a gente tem mania de sempre imaginar o que pode vir a acontecer se ainda nem aconteceu. Por que ao invés de nos deixarmos agir por impulso, por emoção logo de cara, a gente fica remoendo e tentando ser racional?

Chega uma hora que não dá mais para ser racional, você tem que agir pela emoção mesmo, pelo calor do momento e isso apesar de te deixar apreensiva dá um alívio sobretudo quando as coisas saem como você esperava, de forma positiva. Aí sim. Aí fica tudo lindo e do jeito que você queria, do jeito que você sempre sonhou.

Mas será que conseguir o que quer será uma coisa boa sempre? Será sempre as custas da felicidade dos outros também? Ou alguém vai sofrer nesse meio tempo? Será que é realmente necessário que alguém sofra? Será que depende de você evitar que essa pessoa sofra? Depende de você se ela vai sofrer ou não? Você vai deixar de viver a sua vida, tomar suas decisões importantes para evitar que outras pessoas sofram? Isso é possível? Acho que esse tipo de sacrifício só é feito por nossas mães, sabe?

Não acho que temos que fazer sacrifícios por ninguém, evitar que esse alguém sofra. Essa é uma responsabilidade individual. Temos que ser por nós mesmo, por que então quem será? Mas mesmo com lágrimas, com desespero e sofrimento, tudo no final se resolve.


Rafaela Valverde

sexta-feira, 7 de março de 2014

Paródia do poema Canção do exílio feita em 2013

No meu interior tem bananeiras
Que na cidade grande são difíceis de achar
As frutas que dão nelas,
Com agrotóxico aí, vocês vão achar.
Nossas praças são mais tranquilas,
Nosso povo mais unido,
Nossas ruas são mais limpas,
Nossos filhos respeitam filas.
Em matutar sozinho à noite,
Mais coisas boas encontro cá.
Meu interior têm canções que aí,
Vocês não podem imitar.
Meu campo tem uma graça
Que a sua cidade não há de imitar.
Em ruminar sozinho à noite,
Mais benefícios encontro eu cá.
Minha terra tem ar livre
Que aí vocês não conseguem respirar.
Não deixe Senhor que eu vá
Para essa metrópole que ilude
Quem lá vai trabalhar.
E não encontra as maravilhas

Que temos pra cá.



*Paródia do poema Canção do exílio, que fiz no ano passado a pedido da minha irmã para um trabalho da faculdade.O tema é: campo X cidade.

Rafaela Valverde

Em paz com as religiões

Depois de uma aula de antropologia ontem, percebi que sou muito etnocêntrica, sobretudo em relação às religiões. Para quem não sabe o etnocentrismo  é o olhar para o outro e a partir dos seus próprios conceitos e sua visão do mundo, julgar o outro inferior. Esse conceito foi formulado agora por mim, mas já estudei antropologia em 2010 quando entrei em Pedagogia e consigo hoje ser menosetnocêntrica do que era antes.

Mas ainda sim tenho sido extremamente preconceituosa com quem segue fortemente religiões. Sobretudo as vertentes do cristianismo. Só por que não sigo, não acredito mais não posso desprezar quem tem sua fé. Não acredito mais, por que já acreditei, inclusive já fiz parte de uma congregação batista durante a minha infância e pré adolescência. Talvez por conta desse longo período passado lá dentro é que hoje eu não acredito e tenho aversão. Não sei ao certo, nunca saberei.

Que fique claro que sou cética em relação a vertentes religiosas, que ao meu ver, segregam e desunem os que deveriam ser realmente irmãos. Mas eu acredito em Deus. E também não acho um demérito não acreditar. Cada um é livre. Eu acredito em Deus como uma força que está dentro de nós e não um ser antropomorfizado que está dentro de igrejas. É nessas que eu não acredito, é nas pessoas que as fazem, suas doutrinas e dogmas que eu não acredito.

Ontem diante desta aula se antropologia, o professor trazendo o teórico Geertz, falou que Religião é cultura, fé é algo subjetivo. Não dá para discutir algo tão subjetivo e fantástico como a fé. Eu perguntei se atitudes de aversão, poderiam ser considerados etnocentrismo e a resposta positiva veio de imediato: SIM! E vice versa também, ok? Então, vocês que têm suas religiões e acham a gente: "os sem religião", uns hereges babacas, vocês também estão sendo etnocêntricos e intolerantes, tá? 

Pensemos um pouco em nossas atitudes. Eu sempre estou me dando a oportunidade de repensá-las, e mudar tudo que eu perceber que não está  dentro do meu perfil, dentro do que realmente sou. Tenho mente aberta, sem preconceitos e não sou ninguém para julgar ninguém. Ninguém é melhor que ninguém, afinal de contas. Eu só não acredito em religiões e apesar de tudo, eu vou continuar a criticá-las,


Rafaela Valverde





quinta-feira, 6 de março de 2014

A internet de Caco

Era uma vez uma garoto tímido que gostava de ver desenhos animados e não gostava da escola. O nome dele era Caco. Uma noite qualquer ele teve um sonho diferente. Sonhou que as pessoas flutuavam e se conectavam entre si através de toques de dedos. As pontas dos dedos se tocavam e eles se tornavam amigos. Flutuar só era algo imaginado em outra dimensão, no espaço. Pelo menos era assim que Caco pensava e passava dias imaginando nas aulas de matemática.

As ideias se tornaram obsessivas, ele só pensava nisso e um belo dia resolveu lançá-las a um papel. Desenhou, desenhou, rabiscou e consegui enfim, tornar mais tangível seus sonhos e pensamentos.

Caco conseguiu divulgar sua invenção através da escola e pelo menos para isso ela serviria. Contou e mostrou o projeto a um dos colegas mais próximos e pediu segredo. Sabia que assim a notícia se espalharia. "Ninguém guarda segredo nessa escola." Assim surgiu a internet particular de Caco.





*Esse texto foi escrito por mim na faculdade na disciplina Sociedade e Tecnologia. É sobre a invenção da internet. O professor pediu que fôssemos criativos ao escrever como surgiu a internet. E eu tentei ser o mais criativa possível. Ele gostou e até por causa desse texto eu ganhei um livro, que vou ler e postar logo mais.


Rafaela Valverde

Livro A arte de fazer um jornal diário de Ricardo Noblat


Li o livro A arte de fazer um jornal diário de Ricardo Noblat, é um livro com linguagem clara e objetiva. Ele fala sobre o que acha ser o jornal ideal, traz experiências da sua vida trabalhando no Correio Brasiliense e da reforma que o mesmo passou a partir de 1994. O jornal (o livro traz fotos) fez uma reforma gráfica incrível ao longo dos anos. O livro é de 2003, então já dá para perceber que agora em 2014 deve ter mudado ainda mais.

Ricardo ainda traz dicas de escrita e o mais legal é que ele escreve abaixo do que escreveu, as correções e auto críticas, dizendo o que deveria ter escrito ao invés do que foi publicado. Diz de forma bem direta em que errou no texto, o que é floreio, o que é chavão em um texto. E o que prejudica a escrita do jovem jornalista. Ele escreve diretamente para nós.

Diz o que os jornalistas devem e não devem fazer. O que pode ou não ser feito, e/ou utilizado. Traz muita experiência e matérias antigas e bem feitas. O bom repórter vai atrás da notícia, não fica sentado em redação esperando pela ordem do editor. O bom repórter checa a informação recebida, checa a veracidade do que vai publicar no dia seguinte. É daí que vem a credibilidade do jornal e do jornalista. O leitor quer isso. Notícias verdadeiras e comprometidas com a verdade e com a ética.

Dicas valiosas de como escrever para atrair o leitor, dicas de como ser um jornal moderno arrojado que atraia jovens e mulheres que já têm a internet como maior aliadas e várias outras dicas, que só fazem engrandecer nosso ofício, servem para ser guardadas para sempre. Esse livro eu peguei  na biblioteca da faculdade, mas assim que puder vou comprar para guardar na estante da vida profissional
.


Rafaela Valverde


terça-feira, 4 de março de 2014

Fitagem creme para pentear junto com Yamasterol

Já havia falado aqui sobre o Yamasterol que comprei há alguns dias. Ontem, porém usei ele junto com o creme na hora da fitagem. Usei um creme normal, branco e barato que comprei aqui no mercadinho. Enfim, ontem depois que saí da praia, lavei o cabelo normal e iniciei a fitagem com uma boa quantidade do creme para pentear dito umidificante e depois que passava no cabelo, colocava na mão uma quantidade menor de yamasterol e continuava os movimentos da fitagem.

Assim continuei em todo o comprimento do cabelo. Feito isso, como sempre deixei secar ao vento. Percebi que segurou mais os cachos e diminuiu o frizz. O resultado foi melhor do que quando usei apenas o creme. Dormi na minha camisola de cetim, envolvendo o travesseiro e ainda estou com o cabelo arrumado. Gostei muito disso e passei rapidinho para dividir com vocês essa dica.

E o danado dura, viu? Já usei tanto e ele não acabou. Já usei como condicionador, como protetor solar, e agora como creme de pentear, junto com o creme tradicional. Gostei muito e agora não largo mais. Na embalagem informa que é possível utilizá-lo como protetor e que deve ser reaplicado a cada mergulho, que haverá a proteção contra o sol e o mar.

Resultado da fitagem com yamasterol





Rafaela Valverde

segunda-feira, 3 de março de 2014

O ano não começa depois do carnaval


Um novo mês se inicia e após o carnaval o ano começa cheio de expectativas. Teremos copa do mundo, eleições presidenciais e mais nove meses e alguns dias para fazer nossa vida valer a pena. Na verdade, o meu ano começou junto com o ano do calendário, lá em primeiro de janeiro. Minhas aulas já começaram e a realidade da vida também, desde essa mesma data. 

Não costumo ser dessas que condiciona a vida a nada e nem ninguém, e piorou esperar para fazer alguma coisa de útil depois da festa momesca. Não, 2014 já está em seu terceiro mês e com todo gás. E eu também. É claro que algumas providências são proteladas para após o período de carnaval e até algumas empresas que têm seu expediente interrompido, adiam sua atividades. Mas tirando essas poucas exceções, essa história de o ano começar agora, é só mera brincadeira mesmo.

Enfim, curti praia e não o carnaval. Há muito tempo não vou às ruas durante o carnaval, mas ainda assim gosto, acompanho e vejo pela TV. Mas o meu ano pelo menos já está bem engatilhado e agora é só preparação para o meu aniversário que é no próximo mês. 


Rafaela Valverde


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