sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Cadê minha auto estima?

Auto estima é algo sério, muito sério. A falta dela, na verdade é o pivô de muitos problemas como depressão, fins de relacionamento, doenças psiquiátricas e até mesmo suicídio. É duro, mas é sério. Tenho que falar sobre isso, até por que sempre tive algo abalando a minha auto estima. Não tenho um bom relacionamento comigo mesma e com o espelho. Às vezes passamos a impressão de segurança, de auto-estima, de amor próprio, mas é só uma fachada, uma impressão que se quer passar.

E por mais que você tenha um marido ou namorado super fofo, que te ama e diga a cada cinco minutos que você é bonita, que você não é gorda e que é sim muito sensual, a coisa já está tão entranhada em você, que você não consegue se desvencilhar dela. Afinal o espelho não mente e você passou a vida toda olhando para ele. Está aí um homem que não mente: o espelho. A gente vem com questões familiares em nossas vidas. Palavras que são ditas até mesmo pelo nossos pais, principalmente as nossas mães, desde a mais tenra infância ajudam a destruir a nossa auto estima.

E é difícil fazer com que ela retorne para o seu devido lugar, da forma que era para ter sido. A minha auto estima nunca foi como deveria ter sido. Ela é e ao que me parece sempre será abalada por tudo, pelo espelho e por questões internas principalmente. Por mais que quem esteja de fora me elogie constantemente, eu sempre vou me diminuir diante de uma bela loira, magra e bunduda. Por que é esse modelo que é mais aceito por todos, pela sociedade, pelos outros homens que não seja meu marido e/ou namorado.

 A coisa se torna pior quando você está em um ambiente com esse modelo, esse tipo de meninas. Meninas bonitas que não precisam de recursos e já nasceram lindas. Os cabelos são compridos e perfeitos, o rosto não tem marcas, elas não usam óculos e não estão acima do peso, portanto todas as roupas cabem nelas e ficam bem, muito bem. Além disso elas têm olhos claro e belas unhas. É isso aí, o mundo da auto estima é muito colorido para uns e preto e branco para outras. Nem todas somos contempladas com a total estima pelo "corpo em que Deus te encarnou..."


Rafaela Valverde






quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Monogamia = prisão?

Foto:Google

Traição é uma palavra muito forte. Infidelidade em um relacionamento, é diferente de traição. Alguém pode te trair sem ser infiel. Trair é ser desleal, ser sacana mesmo, sabe? Essa coisa de monogamia é muito relativa, eu não acredito nela. As pessoas hoje em dia se sentem muito incomodadas com esse assunto, eu não. É um assunto normal, todo mundo se não é infiel, já foi alguma vez, é fato. Os seres humanos sempre foram seres polígamos, o intuito, afinal de contas era apenas procriar.

As regras criadas e convencionadas posteriormente é que incutiram a ideia de não poderíamos mais ter múltiplos parceiros. Sobretudo a sociedade patriarcal que, influenciada pela igreja, queria ter pleno domínio sobre as mulheres, enquanto os homens continuavam tendo seus casinhos e era super normal. Hoje as mulheres traem mais, assumem que traem e os homens se sentem muito incomodados com isso, eles entendem como ofensa ser chamado de corno.

 Ainda há essa cultura de taxar os homens de corno e daí começam as piadinhas, as gracinhas, a vergonha, e até mesmo crimes que podem ser cometidos em razão dessa cultura que existe em nossa sociedade, onde homem não pode ser corno. É muita ofensa ser traído! Oh coitados. Depois de séculos e séculos, mantendo duas famílias, desrespeitando suas mulheres de todas as formas possíveis e agora a masculinidade deles é ameaçada por que são cornos e se isso acontece eles fazem um drama, terminam o relacionamento e aquela mulher é vagabunda e ele nunca mais quer vê-la. Acho essas atitudes de uma cara de pau sem tamanho.

Não, não estou dizendo que os homens de hoje têm que pagar pelo que foi feito nas décadas passadas e nem nos séculos passados, apenas estou dizendo que é natural que as mulheres comecem a agir de uma forma mais libertária. Até demorou! O que tenho visto e inclusive tenho lido algumas coisas sobre isso, é que as relações têm se adaptado e em alguns casos a fidelidade, a monogamia já caiu por terra. Há o novíssimo Poliamor que traz a ideia de amar, é amar mesmo, várias pessoas ao mesmo tempo. Se relacionar com todas elas e respeitá-las mutuamente. Sobre o poliamor eu falarei depois, por enquanto é isso. E vocês o que acham disso? Qual a sua opinião? Comente!


Rafaela Valverde

Impala X Risqué

Vou falar um pouco sobre esmaltes. Há muito tempo eu não falo sobre esmaltes aqui no blog, mas hoje quero falar. Eu faço a unha e pinto toda semana, mas a unha não cresce e quando cresce quebra. Desisti de ter unha grande, mas continuarei cuidando. Uso base antes de pintar e sempre uso três camadas de esmaltes para que ele dure mais. Após pintar, óleo secante e extra brilho. Agora, o quero realmente falar é sobre a comparação entre esmaltes que fiz essa semana. Já havia feito essa comparação entre o Risqué e o esmalte da AVON. Dessa vez fiz entre o Risqué e um vermelho lindo da Impala. Minha opinião é que a Risqué é mais marca e fama. Os da AVON e agora constatei que os da Impala também são melhores que os esmaltes da Risqué. Na semana passada, usei um da risqué e com poucos dias descascou quase todo e eu tive que tirar. Essa semana usei um vermelho da Impala. Pintei no domingo e já lavei prato, roupa e hoje é quinta, não descascou quase nada. Só as pontinhas, então eu mais que recomendo os esmaltes da Avon e da Impala, pois no meu caso eles duram e duraram mais do que os da risqué. Não sou muito fã dessa marca, não.
 É isso.


Rafaela Valverde
RA

Apaziguado

Esse mês de fevereiro foi bem tumultuado. Mudei tanto esse blog que as coisas ficaram confusas até para mim, imagina para vocês, meus poucos leitores. Mas agora as coisas voltaram ao normal. Mudei para o wordpress, não me me adaptei lá, afinal já são quase seis anos aqui no blogger! Voltei, mudei o domínio, depois voltei com o mesmo domínio, enfim. Agora as coisas aparentemente se normalizaram e eu voltei para o espaço que gosto e o espaço que estou acostumada. Sei mexer em tudo aqui e lá no wordpress e ficava perdida, ficava sem saber o que fazer com os recursos do blog ou falta deles. Enfim agora estou aqui de novo e tudo está se arranjando, inclusive fora do blog também. A vida está se arrumando e eu estou muito feliz.


Rafaela Valverde

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Gargalhadas!

Dar risada é mesmo muito bom. Dizem que faz bem para pele e reduz riscos de doenças, além de aliviar a mente e relaxar. A vida na maioria das vezes não nos dá muito tempo e oportunidade de rir, gargalhar mesmo. Mas  volta e meia nos encontramos com oportunidades de rir, de gargalhar. Cenas engraçadas, piadas, imagens,etc. Eu particularmente dou gargalhadas altas na rua, no ônibus, em qualquer lugar com meu fone de ouvido, ouvindo a Rádio  Metrópole. É uma rádio descontraída, onde rola várias piadas e tiradas interessantes e engraçadas. Eu sempre gosto de encontrar momentos no meu dia para rir, gargalhar e isso me deixa feliz. A prática do riso, da gargalhada dá uma sensação inexplicável, não dá para mensurar a satisfação de uma boa gargalhada! A satisfação de ouvir algo engraçado e rir daquilo é uma sensação que nos enche de prazer. Não conheço ninguém que não seja um pouco piadista. Na minha família é coisa constante e sempre tem alguém contando piada. A internet também é um bom veículo para rir. É só saber usar. O meio jornalístico também é bastante propício, pois geralmente aspirantes e jornalistas são seres com muito senso de humor. Geralmente, não sempre! Além disso tem a TV, hoje em dia não vejo tanto, especialmente a TV aberta, mas me lembro da época da minha infância que ria mil litros vendo as vídeos cassetadas do Domingão do Faustão. E os Trapalhões? Nossa, bateu uma breve nostalgia agora, mas vai passar… Passou! Enfim, agora a pouco descobri um site com diversas fotos hilárias e ri muito. Rir é muito bom, nem que seja de você mesmo. E vocês qual as suas motivações e formas de rir e gargalhar?

Rafaela Valverde

Meus cachos, amo cada vez mais!

Comprei o Yamasterol branco. O da embalagem pequena, pois foi por acaso, já que não tinham troco na farmácia. Ele é um creme multifuncional, já que pode ser usado como creme de pentear, hidratação e até mesmo como shampoo em algumas técnicas. Pois bem, mas como todos nós cometemos erros, eu tentei fazer escova no cabelo e desandou. Não sei se foi por que eu mesma estava tentando fazer a escova e o meu secado não é lá essas coisas, ou se meus cachos são muito resistentes e que realmente eu não devo mais fazer isso com eles, nunca mais, mas o cabelo ficou muito opaco, ressecado e sem vida.Não deu outra:voltei para debaixo de chuveiro e voltei tranquilamente a ver meus lindos cachinhos dourados. Esse  foi o apelido que ganhei lá no trabalho, essa semana e gostei muito. Não quero mais me olhar no espelho e não vem mais meus cachos. Eu quero vê-los aqui, eu quero senti-los aqui. Eu amo meus cachinhos e isso serviu para confirmar isso. Quanto ao Yamasterol ele segurou mais o frizz. Pelo menos por enquanto. vamos ver amanhã.

Rafaela Valverde

As aventuras de Pi

Eu como sempre retardatária em ver filmes, vi ontem As aventuras de Pi. Como sempre os filmes indianos, se destacam na minha trajetória fílmica. Aliás quanto mais afastada do circuito comercial de Hollywood melhor.Não que as magníficas produções de Hollywood sejam ruins, ou que eu não gostem delas, pelo contrário, mas ver coisas novas, boas e diferentes é muito bom.
Voltando ao filme, eu gostei muito. A fotografia é linda, as atuações, tiradas engraçadas e diálogos são bons e me atraíram até o final do filme. Os animais e as cenas protagonizadas por eles são brilhantes  e nos dão a dimensão do quanto somos frágeis e ao mesmo tempo fortes dos instintos animais. Isso me remete a um texto de antropologia que diz que se não fosse a cultura, o homem seria um ser monstruoso, movido apenas pelo instinto. Há nesse filme uma profunda reflexão sobre a solidão e sobre a imaginação. A amizade também é contada de uma forma, ao meu ver jamais vista no cinema, pelo menos não com tanta intensidade não com um tigre.
Eu fiquei atenta e apreensiva para saber o que ia acontecer. Na verdade tirando a beleza do filme e a intensidade dos momentos passados no mar e a narrativa impressionante de Pi, que está contando a história anos depois, não têm muitas histórias. É mais o embate entre o humano e o animal. Mas ainda tem a dubiedade no final. Essa é a que mais nos revolta e nos fascina em qualquer meio. Seja ele, cinema, livro, novela, ou seja lá o que for. Essa é uma das genialidades do filme. Nós somos muito objetivos e sempre vamos querer saber com certeza o que aconteceu, ou o que vai acontecer. A dúvida e a opção de escolher a melhor história, consagra esse filme, para mim.
Rafaela Valverde

Ler, ler e ler

Começou tudo de novo. Essa rotina que eu amo de ler, ler e ler mais ainda. Ler dois livros ao mesmo tempo, fazer anotações, fichamentos, tentar absorver o que o autor disse e aprender. Aprender é o maior barato! A frase é cafona, mas a ideia dela não, apesar de muita gente achar. Sou sedenta por conhecimento e eu não sei como é que alguém consegue ignorar um conhecimento que esteja tão próximo, se despejando, doido para ser apreendido, assimilado e praticado. Aliás tenho visto cada vez mais gente ignorando e querendo permanecer apenas no conhecimento raso e superficial que os best sellers oferecem. Não tenho nada contra os best sellers, inclusive tenho certeza que toda leitura é válida, mas emburrecer, lendo só o que tá na moda, ou o que é mais vendido não é lá uma coisa muito boa a meu ver, principalmente para quem está na academia. Mas é apenas o que eu penso, o que sou, não posso influenciar a cabeça de ninguém e nem mudá-la. O que posso fazer é continuar agindo assim, é a minha essência afinal de contas, e quem sabe um dia vire um espelho para alguém. Que alguém leia isso e possa ir buscar seu caminho na busca do conhecimento, por que é muito bom.

Rafaela Valverde

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Salvador rima com amor

Bahia, São Salvador
Tantos já cantaram seu sabor
E por você, amor.
Não seria portanto original
Vir mais uma pessoa banal
E assim agir
Gritando bem alto que daqui
Não quer sair!
Mas mesmo assim o faço
Grito igual um palhaço
Que te amo mesmo assim
Mesmo com os pesares, mesmo
com todo atraso
Com que somos obrigados a
conviver.
Aqui tive a honra de nascer
E aqui ei de morrer
Antes queria fugir,
Mas sei que meu crescimento
Será aqui.


Rafaela Valverde

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

As pessoas e a rua

No sábado fui fazer o exame admissional e aproveitei para pegar a minha nova filha Nina (já mostrei ela para vocês aqui). Só que para isso, tive que aguardar a senhora que intermediou a adoção dela. Esperei por quase uma hora, sentada em um degrau de uma escada próxima a clínica. 

Nesse período eu vi de tudo: gente correndo para pegar ônibus, dois homens parando o carro para um deles fumar, uma loiraça parou perto o carro e foi pedir ajuda a um mecânico  para trocar o pneu (não sei onde ela arrumou aquele cara tão rápido!), vi algumas imprudências no trânsito que quase viraram acidentes, vi velhinhos com dificuldade de se locomover subindo as escadas e correndo para atravessar a rua antes que o sinal abrisse novamente,vi pobres, ricos, jovens, crianças, negros, brancos; gente de bicicleta, de moto, de carro, descendo do ônibus, gente conversando, andando, correndo para pegar o ônibus... 

Vi também lixos, copos plásticos, serem atirados pela janela do carro, gente atravessando fora da faixa e/ou fora da passarela. Enfim, a gente parada na rua em uma hora, vê muita coisa, observa as pessoas, contempla a vida. Sempre vai ter alguém nas ruas, as ruas nunca estão totalmente vazia, já repararam?  Se não tiver gente na rua, eu acho que a cidade vira cidade fantasma. Ou seja, são as pessoas que fazem as cidades ficarem mais bonitas, com suas vozes, cores, jeitos e formas diferentes, cabelos e cores diferentes, enfim... É pena que não nos damos conta disso e sujamos, andamos de cabeça baixa, não reparamos nas flores, nos passarinhos, para a gente é só caminho de asfalto e concreto.


Rafaela Valverde

Música grudenta

Sabe quando você fica com uma música o dia todo rondando seus pensamentos? Sabe quando isso não é agradável? Fica uma coisa martelando a cada cinco minutos na sua cabeça e você não consegue arrancar ela de lá. E o pior que geralmente é aquela música chata, chiclete mesmo, que é tão chata, tão chata que gruda na sua cabeça e só sai depois de um banho frio, ou depois que outra coisa mais preocupante, ou uma boa notícia se apodera da sua cabeça. Assim a "grudice"da música sai!

 E o pior quando é uma música que  você não suporta, sabe aquelas músicas que não tem nada a ver com você e que ficam infernizando o juízo da gente.Para que a música chiclete-grudenta-chata-feia saia da minha mente, e da minha vida eu encho ambas de coisas úteis significantes e menos barulhentas. Elas afugentam o lixo a que somos submetidos diariamente. 

Ah, uma boa música também ajuda. Aí vem uma outra questão: o que é uma boa música? Isso é muito relativo, muito pessoal. O fato é que na maioria das vezes, a que fica grudada em minha cabeça é sempre a mais chata e grudenta possível.


Rafaela Valverde

sábado, 8 de fevereiro de 2014

Dois filmes: O homem do ano e Psicose

Semana passada eu assisti dois filmes que gostei muito. O primeiro é filme brasileiro, antigo, acho que do ano de 2003 com Murilo Benício no papel principal. Não sei se o filme é considerado bom pelos críticos, mas eu gostei por que gosto muito de filmes brasileiros, pois os acho geniais e também por que ele é baseado em um livro que já li há alguns anos: O matador de Patrícia Melo, livro também brasileiro.O livro é bem intenso, bem mais forte que o filme, até por que o tempo é diferente, claro, mas é um bom filme. Têm cenas de ação um pouco manjadas para o meu gosto, mas que agradam o público em geral. Destaque para o cabelo loiro de Murílo que está muito bem no filme. Aliás ele é um bom ator na minha opinião.

O segundo filme que assisti no mesmo dia foi Psicose de Alfred Hitckock. O clássico dos filmes de terror, sobretudo por conta da famosa cena de assassinato a faca no chuveiro. O filme tem uma ótima qualidade de imagem, apesar de ter sido lançado em 1960. É um ótimo suspense, que nos instiga a tentar resolver o mistério.Como eu nunca havia assistido, analisei detalhadamente cena por cena e desvendei o mistério antes mesmo do filme acabar. Hitckock realmente é genial, eu gostei muito e do filme e apesar da inocência, com falta de cenas de sexo, por exemplo ficou bem  demarcado os motivos sexuais e passionais do crime d chuveiro. Recomendo  a passagem pela internet ou pelo Telecine Cult, que foi onde assisti o filme.




Rafaela Valverde

Adotei uma gatinha - Seja bem vinda Nina

Hoje adotei uma gatinha, o nome que eu escolhi para ela é Nina e vi um anúncio com uma foto dela no Facebook, da página Sotero Bichanos, mandei um e-mail para a mediadora da página, marcamos e ela levou a minha filha até mim. Assinei um termo de compromisso de adoção responsável, umas instruções de como  ministrar as doses de medicamentos que ainda faltam para a vermifugação, enfim.Ela já é castrada, isso me adianta muito o lado, é claro. Estávamos lá nós duas na rua fazendo todos os "procedimentos legais" para a adoção e a mediadora da adoção pediu para tirar essa foto:



Nina já chegou chegando  e está se sentindo em casa já. É claro que meu outro filho Boris está um tanto quanto enciumado, mas já estou providenciando castrá-lo também e tudo vai se ajeitar. Por enquanto estamos monitorando os dois e o contato entre eles. E é isso, bem vinda Nina.



Rafaela Valverde





sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Boas novas

Ontem foi meu primeiro dia de aula. Em plena quinta feira, pode? Pois é, mas é que ontem foi apenas para os calouros, onde tivemos tipo uma apresentação da faculdade, do curso, das regras, de alguns professores, etc. A faculdade tem uma estrutura incrível para comunicação e eu fiquei apaixonada de novo pelo curso e pela faculdade. Gostei do ambiente e já fiz até amizade com algumas pessoas. O cima é bem diferente em tudo no que diz respeito ao curso e a faculdade que eu fazia antes. Já que fazia Pedagogia na UNEB que é uma universidade pública. Hoje eu não fui e perdi uma oficina sobre os equipamentos que vamos utilizar ao longo do curso. Mas não fui por que fui para a segunda etapa de uma seleção e inclusive fui aprovada. Estou um pouco sem tempo de  contar agora, mas em breve, quando tudo estiver concretizado, passo aqui para contar as novidades. São coisas boas, dignas de um  início de ano par. Volto em breve, ok? Agora tenho algumas coisas para resolver.



Rafaela Valverde

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Rio Jubilou

Uma folha não cai,
Um dia não acaba,
Não escureceu.
O tempo parou.
Assim aconteceu
Esse dia em que a
minha cabeça rolou.
Eu não morri de primeira
Ainda vi minha cabeça
Rolar pela beira
do Rio Jubilou.


Rafaela Valverde

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Cremes de pentear

Hoje fui ao supermercado e passei na prateleira dos cremes de cabelo. Fui em três supermercados e esse,o último que fui, tinha uma variedade incrível de produtos capilares. Fiquei doida na seção. Mas dura como estava e estou não podia, mas queria comprar todos, ou pelo menos uns dez cremes de hidratação e para pentear. Alguns supermercados não investem muito nessa área, mas nesse que eu fui aqui do bairro mesmo, eles capricham na variedade de cremes. Gostei e agora vou frequentar mais esses lugares que têm uma maior variedade de produtos. 

Destaque especial para o creme de pentear Argan da Kanechown, não se se é assim que escreve. Um que tem a embalagem azul. Destaque também para o Kolene. É isso mesmo, o bom e velho Kolene e o Yamasterol. 

  


Os três super baratinhos e bons segundo as minhas pesquisas em blogs especializados em cabelos cacheados. Inclusive esses são mais baratos do que eu comprei, que o foi seda cachos comportados, que também é muito bom. Enfim, Fiquei com vontade de comprar quatro cremes e a falta de dinheiro só deixou eu comprar um. Hehehe.



Recomendo esses cremes.


Rafaela Valverde

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Livro A culpa é das estrelas - John Green

Hazel Grace tem dezesseis anos e se acha uma granada. Efeito colateral do câncer, ser uma granada. Mas lendo esse livro compreendi que não existem granadas. Pelo menos não no contexto em que a palavra foi utilizada no livro. Geralmente não costumo ler best sellers ou grandes febres que geralmente vêm do exterior e que fazem sucessos com adolescentes, mas tive a curiosidade de ler e veio a oportunidade através do site da Le livros, onde fiz o download e mesmo sem gostar muito, li em PDF no PC.


Mas valeu a pena, viu? Me surpreendi muito com esse livro e amei Hazel. Sabe quando a gente se apaixona de cara por um personagem, a ponto de querer imitá-lo? Mas eu não consigo, por mais que eu tente, ser encantadora e engraçada como ela. Não dá para ser mais fatalista e realista que ela. Ela é demais. É sem dúvida, uma das melhores personagens de livros que eu já li. É irônica, inteligente e tem câncer.

Câncer na tireóide com metástase nos pulmões, o que faz com que ela tenha dificuldade de respirar, de andar, de correr, enfim, de viver como uma adolescente normal. Já está acostumada com o oxigênio que tem que levar a todo lugar e conhece em um grupo de apoio, que é obrigada pela a mãe a frequentar, Augustus Waters, a quem vai amar e viver cenas românticas e reais. Com ele, Hazel descobre que mesmo com o câncer, a vida pode ficar um pouco melhor.

Augustus é lindo, atraente, sexy, tem um lindo sorriso e apenas uma perna, devido a um osteosarcoma. É ex jogador de basquete e adora jogar vídeo game. Ele se apaixona por Hazel e sempre a chama de Hazel Grace. Eles vivem um amor incrível e aventuras que podem até durar pouco tempo, mas são tão intensas. Aceitam ou tentam aceitar as vicissitudes da vida e quem sabe também da morte.


Aceito.

Eu aceito!


Rafaela Valverde







domingo, 2 de fevereiro de 2014

Um beijo

Na sexta feira dia 31/01 foi o último capítulo da novela Amor à vida estréia do autor Walcyr Carrasco em horário nobre. Uma novela que teve altos e baixos e até cenas e histórias com gosto duvidoso, mas que no fim teve seu momento de glória com o último capítulo. Foi o melhor final de novela que eu assisti nos últimos anos. Eu gosto de novela, principalmente as das oito. São as que eu mais acompanho. Acho que a maioria dos brasileiros gosta e assiste sim, novelas fazem parte da nossa cultura. 

Enfim, não tem como escapar, por que por mais que você não goste, não veja novelas, todo mundo ao seu redor vai estar ligado em tendências de moda e comportamento que possam surgir, os dramas e comédias dos folhetins, etc. O grande acontecimento desse  último capítulo, foi o tão esperado por alguns e rejeitado por outros: o beijo entre dois homens. Foi a primeira vez que isso aconteceu em uma novela das oito/ nove da emissora Globo. Em algumas pesquisas que fiz, pude verificar que já havia acontecido um beijo em 2008, em uma série que não vou lembrar o nome, na mesma emissora, protagonizado por Guilherme Weber e Bruno Garcia. 

Mas em novelas foi a primeira vez. O casal que não estava previsto no roteiro original da novela, é o ex vilão Félix, a quem o Brasil aprendeu a amar e Niko, vivido por Thiago Fragoso, que logo ganha a simpatia do público devido ao seu drama familiar. Eles protagonizaram cenas lindas de amor, de carinho, de companheirismo e deram lições em muitos casais que existem por aí fingindo que são felizes. E por fim, o discreto beijo aconteceu. Discreto e cheio de ternura. Um beijo de despedida, já que  Niko ia trabalhar, ou seja uma coisa bastante comum entre qualquer casal hétero!

Pois bem, a homofobia foi tratada de forma bem explícita nessa novela, onde o próprio pai desprezava o filho, apenas por ele ser ele mesmo. E por ser a gente mesmo, a gente paga um preço alto. Sou totalmente livre de preconceitos e não me preocupo com o que o outro está fazendo. Acredito e torço por qualquer forma de amor. O amor é o amor em qualquer definição (ou não) de gêneros. Todo mundo tem o direito de amar e todo cidadão pode e deve ser representado em um canal cultural tão amplamente arraigado em nossas vidas como a novela. A novela brasileira, que faz tanto sucesso no mundo inteiro! E estava faltando uma representação mais justa, verdadeira e simplesmente comum, banal dos homossexuais, que sempre eram tratados, e até foram um pouco na novela, de forma caricata e sem direito de ser o que é, sem direito de amar e sem direito de beijar.

Paradigmas foram quebrados, sobretudo  com a torcida que vinha acontecendo desde o inicio da semana. Isso é bom, mas ainda tem os raivosos que acham que realmente existe o apocalipse! E que ele ocorrerá apenas por que duas pessoas que se amam, se beijaram. Agora em diante, eu quero ver cenas como essa se tornando realidade em nossas novelas, para que possamos transformar nossos filhos em pessoas mais tolerantes que nós. A nossa sociedade grita por direitos iguais entre seus membros. Enfim, apesar dos erros do autor em relação às mulheres e outras coisas mais, eu vejo isso como um ponto positivo sim.




Foto da internet





Rafaela Valverde

sábado, 1 de fevereiro de 2014

Bem vindo fevereiro

Fevereiro chegou. Nem dá para dizer que é o mês do carnaval, por que esse vai começar no final de fevereiro, mas é o segundo mês do ano, já e agora nos damos conta de que o ano não é só janeiro, o ano vai correr, vai se mover, vai trazer coisas boas e ruins e depois também vai embora. É o círculo normal da vida. Eu já estou matriculada na faculdade UNIJORGE e minhas aulas começam no dia 06. Consegui, vou fazer jornalismo. E estou muito feliz. Mudando completamente os ares, já que abandonei faculdade pública e vou para uma faculdade particular. É tudo diferente e terei que me adaptar e acho que vou gostar. Aliás, eu vou gostar. Estou muito feliz em voltar a estudar, principalmente estudar o que eu realmente gosto. Estou super ansiosa para o início dessa nova fase da minha vida.


Rafaela Valverde
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