quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

Livro - Um gato de rua chamado Bob - James Bowen

Foto: Google
Nossa, o que dizer desse livro? Primeiro que é uma mini auto-biografia. Um caso real que acontece nas ruas de Londres e traz a história de James Bowen que é um ex viciado em drogas que está em processo de recuperação e que um belo dia dá de cara com um gato laranja, todo maltratado na frente de um dos apartamentos do seu prédio e resolve cuidar dele.

James trabalha nas ruas de Londres, tocando e cantando e tenta se reerguer na vida dia após dia e o ganha nas ruas mal dá para sobreviver, mas mesmo assim ele fica com o gato e logo se apega a ele, batizando- o de Bob. James cuida de Bob, leva- o ao médico para tratar do ferimento que ele tinha em uma das patas e das pulgas e depois de observar o comportamento agressivo de seu novo companheiro, resolve castrá-lo. O que é feito de forma gratuita e rápida na Inglaterra, sem burocracia.

Daí vem a discussão da importância da castração para qualquer animal e para seu dono também. Um animal castrado deica de produzir hormônios, tornando-se assim mais calmo e saudável. Além é claro da impossibilidade de procriação, o que pode evitar muitos problemas, especialmente o problema de super população de animais nas ruas abandonados e sofrendo.

Mas é esse é um assunto para outros post. O livro é fascinante, bem escrito, com uma narrativa gostosa que nos prende até o final. Bob e suas peripécias também fascinam. Ele é um gato muito inteligente! O amor e amizade que ele e James nutrem um pelo outro é comovente. Gostei muito desse livro.

Bob ganha muitos fãs e faz muito amigos durante as andanças de James, que sempre diz que o gato salvou sua vida. Uma coisa que me impressionou muito no livro foi a crise de abstinência de drogas que James tem durante 48 horas. É tocante e ao mesmo tempo dá medo e compaixão. Mas Bob estava ao seu lado.

É isso aí, Bob é um gato sensacional. Inteligente, amigo fiel, cuidadoso. É muito bom ver uma história real como essa se tornar famosa para retirar dos gatos a visão preconceituosa que muitas pessoas têm, que eles são falsos, traiçoeiros e que não se apegam ao dono. Pois isso não é verdade. Gatos são maravilhosos, eu adoro. Adorei o livro e recomendo!


Rafaela Valverde

Livro O casamento - Nicholas Sparks

Foto: Google
O livro traz a história do casal de meia idade Jane e Wilson. Jane é  a filha mais velha do casal Noah e Allie do livro O diário de uma paixão. Pois é trata se de uma sequência do grande sucesso que foi esse livro e que depois virou filme.

Jane e Wilson estão frustrados com o casamento, até que um dia Wilson se dá conta de que ama sua esposa e resolve salvar seu casamento. A história é narrada por ele e eu gosto disso. Da visão masculina da vida. É o segundo livro dele que eu leio com narração masculina.

Wilson quer salvar seu casamento e para isso decide mudar algumas atitudes e assumir outras. Ele é muito próximo de Noah, que  continuava morando em um lar para idosos após a morte de Allie e dele ouviu o conselho que mudaria sua vida.

Tudo começa com o esquecimento de Wilson com o vigésimo nono aniversário de casamento. Jane ficara triste e daí viria sua decisão de reconquistar sua esposa. Um belo dia, porém, Anna a filha mais velha do casal aparece em casa em New Bern e informa que apesar de já morar com o namorado, vai se casar com ele no sábado seguinte - dia do aniversário de trinta anos de casamento dos pais.

Eles concordam com o casamento mas convencem a filha a dar uma festa e conseguem organizar tudo em menos de uma semana. É organizada com afinco por todos e é aprontada para o dia desejado. Ao longo da leitura, a vida presente do casal, vai sendo narrada junto com flashs do passado, onde é narrada toda a trajetória deles ao longo dos trinta anos em que estiveram juntos.

É um bom livro e a festa de casamento se torna um acontecimento inesquecível e com elementos surpresa no final. Eu gostei muito, o livro prende e surpreende e eu até me emocionei Super bem escrito. Esse Sparks é bom. Recomento muito!


Rafaela Valverde


quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Gel relaxante redutor de volume da Capicilin

Foto: Google
Quero escrever hoje também sobre o gel relaxante da Capicilin. Já tinha ouvido falar dele, Pois é muito famoso entre as blogueiras cacheadas. Mas o que despertou minha atenção para ele realmente foi a indicação de uma prima que mora em Porto Alegre. No dia que comprei a tintura e aproveitei e coloquei o gel no "bolo".

Ele custou $ 9,85  na loja Bela Mania no shopping Iguatemi, vem em uma embalagem de 300 ml. É bem grande e deve render já que a quantidade a ser utilizada não é muita.. Pois bem, o gel é um relaxante natural porém sem química de transformação é claro. Ele promete reduzir de forma drástica o volume, cachos definidos e relaxados, efeito brilho molhado e fim dos (poucos) que já usei, já que contém óleo de abacate, óleo de macadâmia e proteínas hodrolisadas.

Possui filtro solar e é sem enxágue. Indicado para cabelos volumosos, armados, ressecados e com frizz. O óleo de macadâmia é rico em oxidantes, vitaminas e minerais, trazendo dessa forma nutrição e restauração dos fios; as proteínas hidrolisadas proporcionam maciez e brilho; e o óleo de abacate confere toque sedoso e hidratação. Juntos eles penetram profundamente em toda a estrutura capilar, promovendo redução drástica do volume e evitando que os fios se armem com o passar do dia.

O modo de uso é para aplicar uma pequena quantidade, mecha a mecha nos cabelos limpos, úmidos e condicionados, puxando-os como se fosse uma hidratação. Não é necessário enxaguar e pode deixar secar naturalmente.  O gel relaxante indica ainda como resultado, controle absoluto, ondas definidas e relaxadas o dia todo.

Para mim foi ótimo o efeito desse relaxante. Eu vi em um vídeo no YouTube, uma cacheada passando ele depois de fitar com o seda cachos comportados. E como esse é o creme que eu mais uso, meu queridinho, acatei a sugestão de uso. Fitei com esse creme, após uma hidratação e quando ele estava quase seco, passei pequenas quantidades mecha a mecha e apertei um pouco. 

O resultado é efeito molhado, cachos definidos e certinhos e menos efeito palha e ressecamento. Mas não senti muito a redução do frizz até por que não me incomoda muito, mesmo depois da tintura que aumentou um pouco. No mais eu amei o gel relaxante, o efeito é ótimo, meus day afters duram mais e meu cabelo agora fica mais bonito. Com certeza virou meu queridinho também. Recomendo.


Rafaela Valverde

Carta de despedida

Foto: Google
Quando o dia amanhecer eu já vou ter te esquecido. Ah eu vou esquecer! Não mais você vai me ver e vou estar se não feliz, ao menos satisfeita de não pensar em você como uma louca alucinada sentimental.

Na maioria das vezes me odeio por me importar tanto, de pegar meu celular assim que acordo esperando por notícias suas. Me odeio por tudo. Me odeio quase sempre. Mas isso será superado em breve e findará. Já que você não faz questão eu também não mais farei e você sabe do que estou falando.

Ouço sempre as pessoas dizerem que é quando a gente perde, que valorizamos o que temos. Você vai me perder e eu não quero o seu valor. A essa altura do campeonato? Não adianta mais. Esqueça. Hoje para mim tanto faz o que vai acontecer na sua vida Eu não me importo mais.

Já me importei demais  e isso não me levou a nada. Vou me importar com quem faz o mesmo por mim, por que assim ganho mais. Só assim poderei vencer. Sem o atraso que é pensar em você o dia inteiro. Já chega, eu cansei, me libertei e nunca mais você vai me ver. Adeus.



Rafaela Valverde

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Livro Fortaleza Digital - Dan Brown

Foto: Google


Li esse livro em dois dias. Ele prende a gente até o final e é alucinante. Gostei bastante, apesar de não ter entendido algumas coisas, falando sobre computadores potentes, criptografia e tecnologia muito avançada. É demais para o meu Q.I . No mais é um bom suspense, você fica sempre querendo saber o que vai acontecer e vai lendo, lendo e quando vê, puff acabou.

O livro traz mais uma Susan e David, o casal herói de Dan Brown dessa vez. Ela trabalha para a NSA, a Agência de segurança responsável  por muitas espionagens entre outras coisas ao longo do tempo e desde o surgimento e abertura da internet. Enfim, junto com os conceitos e explicações sobre a NSA e suas máquinas poderosas, vem a trama de assassinato, jogo de poder e mistério.

O livro traz uma ampla discissão sobre a privacidade ou falta dela. Se ela é realmente necessária e Susan a criptógrafa sênior da agência passa pelo jogo mais difícil da sua carreira, onde corre o risco de perder seu amor e seu sucesso na profissão com a destruição do mais potente e caro computador da NSA.  Ele é capaz de decifrar qualquer código, mas de repente aprece um código de criptografia indecifrável. Será mesmo?

David, um professor universitário de lingas é mandado (de forma mal intencionada) para a Espanha e lá passa por muitas aventuras e perigos. É preciso salvar a sua vida e o objeto que pode salvar uma nação. Entre os EUA e a Espanha, vão acontecendo assassinatos interligados e o jogo para salvar a reputação da NSA vai ficando cada vez mais emocionante e misterioso. Mais uma vez Dan Brown desafia seu país e coloca nossa cabeça para pensar em várias coisas que está acontecendo por aí. Recomendo.



Rafaela Valverde




Morando com minha nova gatinha Julia

Está ótima essa coisa de morar sozinha. Acordo e durmo a hora que quero, como o que quero e na hora que quero. Não presto contas de onde estou, enfim. A comida dura mais. São muitas as vantagens. Mas como tudo na vida há sempre o lado ruim. Depois de duas semanas, (sem tv, sem internet) , já que a OI ainda não foi instalar meu telefone (ódio!!) vem aquela coisa de não ter com quem conversar. Mas depois eu me animo, vou fazer outras coisas e tudo fica melhor.

Por que compensa e como compensa! Estou realizando meu sonho de criança, como já disse da outra vez e realmente não experimentei ainda algo mais libertador do que ter ido morar sozinha. Moro no lugar mais tranquilo que já morei desde sempre, em relação a barulho, a crianças, animais, tudo. Quase não ouço as vozes dos meus vizinhos e nada paga o preço da nossa tranquilidade e paz.

Não ter televisão está me fazendo ler mais e brincar com a minha nova gatinha Julia. Pois é ainda não tinha falado sobre ela aqui no blog, mas poucos dias antes de minha mudança eu encontrei a Julia na rua e a livrei duas vezes de ser atropelada. Não resisti, pus na minha mochila e levei pra casa. Ela é branquinha e brinca muito, portanto tem sido minha principal companhia e diversão.Depois posto fotos da minha branquinha. É isso.


Rafaela Valverde

Livro Você me pertence - Mary Higgins Clark

Foto: Google
Hoje  vou falar sobre o livro Você me pertence de Mary Higgins Clark. Foi um livro que peguei na biblioteca do SESC e gostei bastante. Conta a história da psicóloga Susan que além de ter um consultório, possui também um programa de rádio chamado "Pergunte a Dra Susan", onde ela aborda diversos temas e recebe ligações de ouvintes.

Influenciada pela sua antiga profissão de advogada e pelo fato de ter trabalhado durante um tempo na promotoria, Susan resolve abordar em seu programa histórias de mulheres desaparecidas, junto com um psiquiatra que escrevera um livro sobre o tema. A partir de uma primeira ligação Susan descobre a existência de um anel, com a seguinte inscrição: "Você me pertence", retirada da letra de uma música. 

Esse anel é um "souvenir" do assassino, uma marca que ele deixa com as vítimas e possíveis vítimas. Pois é o filme trata de um serial killer de mulheres. A dra Susan começa a investigar e descobre que o assassino sempre age em cruzeiros e a partir daí a sua investigação começa a avançar. O que ela não sabe é que pode estar correndo perigo e o assassino pode estar muito, muito perto.

O livro é bem escrito e vai trazendo a cada momento, os perfis e histórias particulares de cada personagem. Deixa dicas ao longo do texto e vai deixando a gente na dúvida sobre a identidade do assassino. Prende até o final, eu gostei muito e recomendo.


Rafaela Valverde


sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Morar sozinha

Foto: Google
O ano já está acabando e em breve farei o balanço dele aqui no blog. Ver as metas que tracei em janeiro e ver quais foram cumpridas (quase nenhuma) Esse ano está sendo marcante para mim. Muitas mudanças na minha vida. Porém a mudança mais drástica foi na faculdade, pois como já é sabido mudei de curso após ganhar uma bolsa.

Estou na segunda mudança de casa  do ano e agora eu vou morar sozinha, É isso. Eu estou "desjuntando os trapos" e estou indo amanhã para mais uma nova etapa. Não sei como será, ainda mais que estou sem trabalhar. Creio que será um pouco difícil no início, mas vou realizar em 2014 mais um sonho de infância. 

Vou morar sozinha, às vezes nem acredito! Pense naquela menina chatinha que quando era repreendida pelos pais ou por qualquer outra circunstância bradava que quando fizesse dezoito anos iria morar sozinha e ser independente. Essa menina era eu. Isso não foi possível com 18, mas agora com 25 estou conseguindo. Estou numa dualidade de sentimentos. Às vezes me sinto muito triste, mas muitas vezes fico feliz por poder realizar mais um sonho.

Por falar em emprego, sinto a necessidade de arrumar logo um. Não apenas por questões financeiras, mas por que preciso ocupar a minha mente e não passar o dia inteiro pensando besteira.  Logo vêm as férias da faculdade e é assim que vou passar os dias, em casa. Portanto até um temporário estou topando agora para o final do ano, apesar de ter seguro desemprego que vai até o mês de março de 2015.

Não quero ficar todo esse tempo recebendo não, e portanto desde que fui demitida estou enviando currículos. Agora os desafios são novos, vida nova em um ano novo e uma sensação de felicidade sem precedentes. É claro que felicidade não é plena e os percalços continuam, para mim e para todo mundo, não é mesmo? Mas é isso. Devo ficar sem internet por alguns dias, devido a transferência de endereço, mas assim que puder retorno e em dezembro vem o balanço de 2014. Mais um ano que vai, mais experiência e sabedoria que vem. Eu só tenho que agradecer.



Rafaela Valverde

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

O indizível presente

Foto: Google
Um desejo fora de série, daqueles inacreditáveis, sabe? Indizível. Você não adora quando eu uso essa palavra? Diz que é difícil e tudo mais... Só mesmo palavras difíceis para te descrever e para descrever isso, esse desejo enorme e algo que é muito mais que apenas desejo. Apesar desejo já é muita coisa e esse então, meu Deus do céu. É tão intenso, é tão arrebatador e nem me deixa dormir direito mais.

E o pior é que ele não veio sozinho, esse danado. Ele traz um acompanhante, que é um sentimento indescritivelmente arrebatador. Não dá para descrever e não dá para se livrar assim tão facilmente como eu gostaria. E com esses dois tormentos vou vivendo. Durmo e acordo te desejando,  te
querendo,  te cuidando, pensando em você...

É uma coisa louca, algo que não consigo controlar. Digo que não quero mais, brigo comigo mesma diariamente, mas depois tudo volta, tudo vem à tona de forma que nem batendo na minha própria cara, eu conseguiria diminuir. Não dá. Você é forte, sua presença é forte. Até mesmo na minha cabeça, em meu corpo, o desejo exala. Exala através do olhar, da fala, do suor, enfim.

O desejo e a paixão. Pronto. Tenho que parar de falar "sentimento" e tenho que admitir. Paixão, é paixão sim. Como pode? Podendo! Como eu deixo? É maior que eu! Você me diverte, você me encanta com essa sua "timidez" e pode até parecer que foi rápido demais, mas é assim que acontecem as coisas boas, de forma rápida, repentina e avassaladora.

E assim é o seu efeito sobre mim. É assim que eu fico com a sua fofice, ou seria fofura? Ou feitiço, ou o que? Não sei. Não sei em que vai dar, afinal não espero nada de você, somente atenção só isso. Continue ouvindo minhas baboseiras. Apenas isso. Mas como dizia, eu não sei em que vai dar, mas eu estou muito feliz com o que está dando no presente. 


Rafaela Valverde

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Yamasterol como máscara e Seda cachos comportados na fitagem

Yamasterol branco, foi o que eu usei. Foto: Google
Hoje utilizei o intensificador da cor que veio junto com a minha tintura. Não sei se gostei muito dessa ideia. Até por que usei de maneira errada. Sabia como era, mas acabei me passando. O produto é para ser usado com o cabelo molhado e eu não molhei, ou seja, sem efeito aparentemente. Segunda coisa é que vem muito pouquinho. Quando os fabricantes de produtos capilares vão entender que temos cabelo cacheado e volumoso? Não existem só aqueles cabelos lisos, alisados e ralos não, tá?

Enfim, depois de retirar o produto que possui pigmentação quase da mesma cor da minha tintura, eu passei o condicionador/ tratamento que vem junto com a Koleston e deve ser usado uma vez na semana  durante quatro semanas. Eu gosto desse produto, sua ação é de apenas dois minutos e deixa o cabelo macio e cheiroso. Ah, devo lembrar que usei shampoo antes do condicionador. É um shampoo  super baratinho da palmolive para cabelos coloridos, depois falo sobre ele.

Aguardei o tempo, enxaguei e passei o Yamasterol como se fosse uma máscara. Passei em toda a extensão do cabelo, fazendo twists da forma que aprendi com Raíza Nincácio. As cacheadas sabem quem é. Depois retirei os twists e fui massageando como se fosse uma fitagem. Prendi os cabelos e deixei agir por cerca de quarenta minutos. Nunca tinha  usado o Yamasterol puro como máscara. Apenas como condicionador. Ou seja o tempo de ação era sempre menor.

Já utilizei como creme de pentear em minhas fitagens, mas hoje o Yamasterol me surpreendeu. Gente eu até tirei algumas fotos do resultado, mas meu cabo USB resolveu que não ia funcionar hoje, Afff... Vamos lá então, o meu cabelo é um pouco cismado eu preciso usar um produto sempre mais de uma vez para ver se ele vai gostar ou não. Então, hoje ele gostou muito do Yamasterol. Mais do que as outras vezes.

Quando enxaguei senti a maciez e o cabelo está com brilho. Quanto à definição dos cachos, essa eu devo ao meu queridinho seda cachos comportados. Eu amo esse creme. Já falei muitas vezes aqui sobre ele.  Agora para fechar e completar o conjunto, quero afirmar mais uma vez a importância da fitagem, gente. 

A fitagem bem feita faz muita diferença. Eu andava com preguiça e com pão durice, afinal meu cabelo não é mais aquele Joãozinho, não é? Então eu pegava mechas maiores e passava menos creme. Resultado: cachos não definidos, day afters menores. Enfim. Mas entendi que isso é importante para a beleza e saúde do cabelo. Os cabelos cacheados, precisam de muito creme e eles absorvem mesmo. O meu cabelo não fica pesado, com aquele aspecto feio por que ele "chupa" todo o creme que eu ponho, ele necessita disso. 

Então agora a minha fitagem volta a ser caprichada. Maior quantidade de creme (o equivalente a uma moeda de um real para cada mecha) e mechas mais finas, sempre enluvando e penteando com as mãos, separando em "fitas", e para finalizar a definição dos seus cachos, é necessário apertar um pouco, de forma suave, as pontas, com as mãos em forma de concha para que eles fiquem mais definidinhos. E aí é aguardar o day after. Outras dicas: Fronha de cetim e toalha de algodão. 

Rafaela Valverde

terça-feira, 25 de novembro de 2014

Em breve: Mais livros, mais resenhas

Foto: Google
Eu sei que estou super em falta com os livros, com as resenhas. Dei uma diminuída em minhas leituras, depois do segundo semestre, por causa da faculdade. Eu agora estou tendo mais dificuldade em ler e estudar, pois certas pessoas me fazem conversar demais pelo Whatsapp (rsrs), mas eu prometo que agora que praticamente acabou o semestre e que eu estou sem trabalhar, vou dar um gás em minhas leituras até o final do ano. 

As resenhas estão raras aqui.  E parei no número 27 quando minha meta era ultrapassar trinta livros, batendo meu próprio recorde.É na verdade, apesar de não estar trabalhando a vida está um pouco bagunçada e já já eu conto o porquê. Então eu fico tendo todos os dias, milhões de atividades. Mas inclusive vou recomeçar a ler hoje o livro 'Você me pertence', que por sinal é uma história muito boa, um livro muito bem escrito, mas que as atribuições de fim de semestre, me fizeram parar de ler por alguns dias.

Bem é isso, só queria explicar por que as "resenhas literárias" estão paradas no blog. Por que eu estou sem ler muito mesmo. Ponho resenha literária entre aspas, por que não considero o que escrevo após a leitura de um livro ou filme, uma resenha propriamente dita, como as dos blogs especializados. Faço apenas um pequeno texto dizendo se gostei ou não do livro e por que, ou indicando ou não. 

Ahhh, ia esquecendo, comprei o livro A culpa é das estrelas. Eu só tinha lido ele em PDF no PC, (na época eu não tinha ainda o tablet) e não foi uma experiência muito boa e como a gente que gosta de ler e gosta de livros, gosta de tê-lo em mãos, sentir o cheiro, pegar, eu resolvi comprar. Foi super baratinho na AVON, 16,00. Fica a dica.

É isso. Fui. Vou ali ler. 


Rafaela Valverde

Viver de aparência: O que você diz é o que você vive?

Foto: Google
Há pessoas de todos os tipos nesse mundo. Há as pessoas boas, há pessoas ruins e existem as intermediárias, como eu. Eu não vim a esse mundo para ser boazinha, para tratar todo mundo bem, para falar mentiras para agradar, ou para deixar de ser quem eu sou por ninguém, repito: por ninguém. Mas também eu não sou ruim, disso eu tenho plena consciência.

Mas voltando às outras pessoas, ás que são de todos os tipos.  Ms eu não estou aqui para julgar ninguém, quem sou eu, mas as pessoas que metem e vivem de aparências, junto com as que emanam preconceito contra os diferentes são as piores. Eu detesto gente que prega uma imagem ou demonstra através de palavras e gestos que são uma coisa, mas dentro de casa é outra.

Há aquelas que posam de família feliz, casamento feliz, vida maravilhosa, emprego bom, carro do ano, enfim. Mas quando você vai ver mesmo, é pura balela. Não condiz com a realidade, ou simplesmente a pessoa gosta mesmo de contar vantagem como a gente fala aqui na Bahia. E há as que são ao contrário, aquelas pessoas que contam miséria, fazem a gente acreditar que a suas vidas são muito ruins, que o casamento é infeliz, o emprego paga mal, o filho dá trabalho, enfim. 

Parece história de homem casado, ou até mesmo mulher casada, quando quer enganar o/a amante, fala que a vida está infeliz, mas nunca sai dali. Por que será, não é? As redes sociais como o Istagram e o Facebook chegaram com força para desmentir essas pessoas que são tão, mas tão caras- de- pau que ainda ousam postar foto de aniversários, viagens, etc. Tudo lindo e feliz. Enquanto o que diz é o contrário.

E há aquelas que nem postam foto nenhuma por que sabem que se fizerem isso vão ser pegas na mentira e todo mundo vai saber que a sua geladeira só têm água (em garrafa pet, ainda por cima) e grades vazias. Nem um ovo! Então o que nos resta fazer? Aprender a lidar com esse tipo de pessoa que vive de aparência, que mente, que inventa e que no fundo só quer mesmo enganar os outros e viver no mundo de Alice, Polyanna ou sei lá quem
.



Rafaela Valverde 

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Pensativa

Foto: Google



Me pego às vezes a pensar
Na vida
Nas ironias que ela tem
Na falta de um vintém
Penso no mês que sobra
No dinheiro que falta

Abrindo uma lata
Vejo-a vazia
A vida também
E a sua apatia
Me pego às vezes a pensar
O quão injusta pode ser

Aquela falta de pensar
Esse breve esmorecer
Que me abate
E que me faz às vezes pensar
Em desistir de lutar
Que força pode ser essa?

Que não me deixa desistir
Que não me deixa esquecer
De viver,
Não há nada que me impeça.



Rafaela Valverde

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Tédio

Foto: Google
O que será que o tédio nos quer dizer? O que será que estamos procrastinando através desse tédio incontrolável, dessa procura incessante por algo animador, mas ao mesmo tempo, sem achar graça em nada? O que era bom de se fazer ontem, hoje virou um porre e a gente não tem mais vontade de fazer nada. Só de ficar de bobeira, deitada. 

Tem momentos que até a leitura chateia um pouco sobretudo em uma época atribulada de fim de semestre como essa, em que quem estuda como eu não aguenta mas ver uma letrinha na frente. Hoje estou inquieta e paradoxalmente parada, sem querer agir, sem querer ação, sem querer nada para fazer. 

Os pratos estão na pia, estou em semana de prova e não consigo agir, não consigo sair do lugar. Os conteúdos estão lá para serem lidos, para serem relidos, para serem absorvidos e nada. Eu e a minha moleza continuamos aqui olhando para os textos e os textos olhando para mim. O engraçado é que não costumo ser assim, porém estou  muito cansada. Os dias se arrastam, o semestre demora para acabar e agora a onda é correr atrás do prejuízo.

O fato é que ainda continuo entediada e mesmo com tanta coisa para fazer eu continuo achando que eu não tenho nada para fazer e continuo ignorando tudo solenemente. Talvez daqui a pouco ou amanhã eu estude, talvez daqui a pouco ou amanhã, eu lave os pratos. Talvez, talvez...



Rafaela Valverde

terça-feira, 18 de novembro de 2014

Estatísticas da homofobia

Foto: http://homofobiamata.wordpress.com/
Estou escrevendo um artigo de opinião sobre a homofobia em nosso país e é duro ver que nada é feito para acabar com atos homofóbicos contra homossexuais. Violência contra qualquer ser é inadmissível, imagine com um ser humano, só por que tem a orientação e o desejo diferentes. 

Segundo a Constituição somos todos iguais e em até um certo ponto somos, mas isso acaba onde começam as diferenças individuais tão próprias do ser humano. Somos diferentes e ponto final. Cabe cada um viver a sua própria vida, cada um no seu quadrado, com a sua filosofia e respeito ao outro. Sem agredir, sem xingar, permitindo direitos iguais, e por fim sem matar!

Segundo o blog homofobiamata.wordpress.com que traz dados do relatório do grupo gay da Bahia (GGB) de 2013-2014, um gay é morto a cada 28 horas no país. Há ainda registros de 312 assassinatos de gays, travestis e lésbicas no Brasil no ano passado. O relatório mostra ainda que o Brasil continua sendo o campeão mundial de crimes homo-transfóbicos. Ainda segundo o relatório, algumas agências internacionais apontam que 40% dos assassinatos de transexuais e travestis no ano passado foram cometidos aqui.

Essas estatísticas me indignam ao mesmo tempo que me entristecem e o pior de tudo é a gente não vê nenhuma mobilização, nenhuma ação por parte  da maioria dos governantes. Nada é feito para criminalizar a homofobia e o PLC 122, projeto que criminalizaria atos homofóbicos está parado na câmara federal. Além da criminalização, defendo também uma educação voltada para a diversidade, onde desde a primeira infância passaríamos para nossas crianças, valores de respeito ao outro e as diferenças.

 Até quando pessoas, seres humanos vão continuar sofrendo e sendo mortos apenas por serem o que são enquanto seus assassinos ficam impunes? Até quando a sociedade brasileira vai merecer e suportar isso? 


Rafaela Valverde


Lentes de contato

Foto: Google
Estou realizando um sonho muito antigo. Estou usando lentes de contato. Como é bom realizar um sonho, um desejo nosso. Não há palavras para descrever como foi meu dia ontem sem os óculos. Ontem foi meu primeiro dia e eu ficava procurando os óculos no rosto. Meu rosto fica mais aparente e consequentemente as olheiras que me acompanham desde criança também.

Passei duas noites sem dormir direito então elas estavam profundas, por isso não tirei foto para postar aqui no blog. Mas em breve tem foto sim. Consegui achar as lentes com um preço ótimo em relação às óticas (achei em uma clínica) e depois de muita pesquisa, muita batalha.

Mas consegui e hoje estou livre da escravidão dos óculos. Meu grau de miopia é muito forte e também tenho astigmatismo, seja lá o que isso seja, (haha) portanto enxergo muito pouco sem óculos, ou sem lentes, ou seja dependência total. Mas agora tudo mudou. Liberdade para mim.

As lentes exigem um certo cuidado e disciplina, quem não tem, nem compre lentes. É necessário lavar, enxaguar, e deixá-las em um potinho apropriado com um produto específico. Ah, não é permitido lavar com água da torneira. Usei ontem e gostei demais. Hoje não pus, pois não saí de casa e não vi necessidade. Na verdade fiquei com preguiça mesmo, mas a partir de agora estarei liberta dos óculos que tanto escondiam as janelas da minha alma.


Rafaela Valverde

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

O que eu quero

Foto: Google
Sei que estou errada, na verdade eu estou pirada mesmo. Como pude permitir? Como me submeti a algo tão maravilhoso, mas ao mesmo tempo tão cruel e destruidor?  Mas não posso me culpar mais, já chega! Agora eu tenho duas opções, ou me acabo de vez ou desisto de vez também, tirando meu time de campo. Enfrentando a solidão e a abstinência de algo que já me viciou e me deixa cada vez mais dependente.

Mas é uma boa dependência. Algo que me deixa bem na maior parte das vezes. A angústia vem depois e essa me sufoca, faz meu peito ficar apertado e a minha cabeça ficar vazia de qualquer outro pensamento que não seja esse, que não seja isso. Isso está me matando aos poucos e já estou sem dormir, já estou ansiosa ao ponto de assaltar a geladeira à noite e me contentando com o pouco que sobra. É pouco, mas para mim é muito. Para mim tem sido tudo ultimamente.

Ando distraída. Desço no andar errado do elevador e não sei como ainda não bati o carro. A minha cabeça só funciona em um sentido em uma direção e a sensação que dá é que isso continuará assim por muito tempo. Talvez não. Talvez acabe. Talvez eu morra desse mal, talvez eu morra de mal de parkinson, sei lá. Não dá para saber, nunca vou saber. Por isso, vou me jogar, por isso vou continuar nesse mar de lágrimas e nesse mar de tecido adiposo, de tanto comer. Quanto desespero!

Enquanto isso, vou tentando me distrair, me divertir. Você não quer que eu curta? Eu vou curtir, mas sempre estarei aqui esperando ansiosamente o momento de não mais curtir, ou pelo menos não mais curtir sozinha ou com outras pessoas. Quero curtir com você. Curtir sua pele macia, seu jeito meigo e seu olhar matreiro. É isso que eu quero.


Rafaela Valverde




sábado, 15 de novembro de 2014

Esquecimento

Gente que tudo esquece
Não acontece
Esmorece
E nos dá estresse

Não dá para esquecer
Tudo
Não dá para esquecer nada

Gente que esquece de
rimar, de andar,
de chorar, de sorrir
de cumprir

Gente que esquece
de amar, de plantar,
de vencer, de viver

Gente que esquece
Não merece acontecer
E bem suceder!



Rafaela Valverde

Estou ruiva. Koleston Vermelho intenso 7744

Como já deve ter dado para perceber, eu estou de cabelos vermelhos. Esse foi um desejo novo na minha vida e confesso que foi bem influenciado pela moda de cabelos vermelhos que está tomando o Brasil. Era novo, mas eu já estava pensando nisso há uns meses, pensava inclusive em tingir em dezembro, porém resolvi antecipar. A antecipação veio por causa do meu estado de espírito. Essa semana estava triste e desanimada então resolvi me animar, dá um up e cá estou ruiva.



Eu amei o resultado. Não dá nem para descrever. Estou me sentindo poderosa, fatal. Haha. Sei lá eleva a auto estima, né? Eu achei que não ia pegar bem, por isso pensei em ir num salão, afinal seria a primeira vez que pintaria de vermelho assim tão forte. Mas eu tenho a regra de que em meu xodó, em meus cachos só eu mexo, pelo menos por enquanto, então eu mesma fiz a loucura. 
Foto: Google
Essa é a responsável pelas minhas madeixas vermelhas. Na verdade a foto de capa nem é essa, é outra. Eles sempre mudam. O Koleston é uma boa marca e já há uns quatro anos utilizo essa tintura, só que antes era o loiro e agora essa mudança radical. Não tenho o que falar mal da tintura, só bem. Comigo o loiro demorava de desbotar ( o vermelho só vou saber agora), não resseca tanto e agora ainda conta com pré e pós coloração e no meu cado veio um  "reativador" de cor para usar no 15° dia. É como se fosse uma nova tintura, porém mais fraco é claro.

Meu cabelo não ressecou muito e continua com o aspecto macio que tinha. Ele já estava com as pontas abertas das luzes que fiz,  descolorindo com pó descolorante e água oxigenada, veja aqui Luzes. Então a cor pegou melhor nas pontas que já estavam claras. Ficou bem forte nas pontas e na raiz, que estava mais escura com a cor natural, pegou menos, está com algumas falhas, sobretudo por que eu fiquei com medo de manchar minha testa e não caprichei muito na frente do cabelo não.

Mas mesmo assim o resultado ficou bem melhor que o esperado. Achava que nem ia ficar tão vermelho assim e como eu fiz em casa e pela primeira vez, achei até que tive um bom resultado. Agora é cuidar. Amanhã vou comprar outra hidratação, shampoo e condicionador para cabelos com tintura ruiva, e os meus cremes já possuem proteção UV. Bem é isso. Estou adorando esse meu novo momento ruiva e acredito que isso vai de cada pessoa, tem gente que não tem coragem de fazer em casa, então vá no salão. Mas não fique na vontade. Quer pintar, pinte. Coragem!


Rafaela Valverde




Quente ou frio

Foto: Google
Viver é fogo
Morrer é neve
Vida quente
Morte fria
Quem há de nos salvar?
Às vezes tudo pode mudar
E a vida fica fria
Fria demais para suportar
Aí vem a pergunta:
Será que é mais quente do lado de lá?





Rafaela Valverde

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Filme Revelações

Foto: Google
Assisti novamente na semana passada, o filme Revelações, lançado em 2004, com Nicole Kidman e Anthony Hopkins. Tenho ele em casa, já havia assistido há uns três anos, mas não lembrava dele não. Então, o filme se passa em uma cidade do interior americano, onde  Coleman Silk (Anthony Hopkins) trabalha como professor universitário e tem um segredo.

Um dia por causa de uma palavra mal interpretada em sala de aula, Coleman é acusado de racismo e demitido da faculdade. Em seguida sua esposa morre. Depois  de um tempo, Coleman conhece a personagem de  Nicole e eles passam a ter um caso. O ex marido dela é muito ciumento e esse é um detalhe importante no filme.

Enquanto Coleman é retratado com sessenta e poucos anos, a história da sua vida vai sendo contada aos poucos no filme. É retratada sua juventude, suas namoradas, seu casamento, seu segredo e as mentiras que contou para mantê-lo. Se quiser saber qual é o segredo assista o filme, eu indico. É bem interessante, sobretudo com a interpretação de Kidman e Hopkins,



Rafaela Valverde



segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Eu e o ENEM

Foto: Google
O ENEM é um porre, um saco mesmo. Ano passado eu já havia dito que não faria mais essa prova, mas mesmo com bolsa integral, inventei fazer por causa de uma pequena possibilidade de entrar na UFBA. Mas é o último ano que faço com certeza, pelo menos até me formar.

A prova é cansativa, cheia de textos, questões de conteúdos que não são dados em ensinos médios de escolas públicas. Teve uma questão sobre o método de Descartes que eu só vi na universidade, mas enfim, deixa quieto. Tive tontura mais uma vez (ano passado também tive) e tive que me ausentar para ir ao banheiro.

As letrinhas da prova dançavam, eu tinha almoçado às nove da manhã, já que saí às dez, estava em uma cadeira baixa, desconfortável, a postura ruim, as costas doendo, enfim. Teste de resistência pesado, viu? A redação não achei o tem tão bom para mim e nem a minha redação não foi tão boa como a do ano passado e sinceramente acho difícil tirar algo próximo dos 940 do ano passado, mas tudo bem, vida segue.

O resultado sai em janeiro, mas não vou ficar com a mesma ansiedade do ano passado, é claro. Já tenho minha bolsa, afinal de contas. Mas queria superar a minha nota na redação, isso eu queria. Agora é esperar. Boa sorte para todos nós.




Rafaela Valverde

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Minha primeira tatuagem




Bem, fiz essa tatoo em julho e só agora lembrei de fazer um post sobre ela aqui no blog. Falha minha, mas prometo que com a próxima isso não vai mais acontecer. É, a próxima. Já está escolhida, mas é surpresa e além disso não sei se vai dar para mostrá-la aqui, portanto se contentem com esta aqui, a minha primeira tatuagem.

É claro que demorei muito para fazer e fiz até mais tarde do que o que eu queria. Gente, minha mãe fez a tatoo dela antes de mim, dá para acreditar? Não, mas é verdade. Eu sempre quis tatuar uma estrela e uma vez estava no ônibus e vi uma menina com uma estrela menor e mais singela que essa no pulso, então decidi que ia sim ter a minha estrela.

E aí está ela. Amo minha tatuagem e quis finalmente mostrá-la para vocês depois de tanto tempo.


Rafaela Valverde




Me encontrei, essa sou eu

Foto: Google
Vivia andando por aí buscando algo que realmente fizesse sentido, algo que me fizesse entender quem eu sou de verdade. Agora entendo quem eu sou, como sou. Estou completa. Sou eu, estou viva, me aceito, me amo, me compreendo. Gostaria que todo mundo se encontrasse assim um dia. Isso considerando que muita gente morre sem ao menos saber quem foi.

É sensação maravilhosa e plena, viver bem consigo mesmo, estar em paz e livre é a melhor coisa que eu acho que pode acontecer com uma pessoa. Deixo claro para as pessoas que elas não tem nada a ver com a minha vida. Viver plenamente e o que for independente da opinião alheia. 

Eu deixo pensar, eu deixo falar, eu deixo quem não paga minhas contas pensar o que quiser de mim, afinal não tenho nada do que me envergonhar. A vida é minha, sou adulta e vacinada e ninguém tem nada a ver com o que eu digo com o que eu penso, com o que eu falo, com quem eu sou, com quem ando, com minhas atitudes, com  o que visto, ou com o que quer que seja que eu faço ou farei da minha vida.

Queria deixar de ser criança  para  deixar de dar satisfação aos meus pais e hoje eu cresci. Eles nem me cobram isso, entenderam há muito que da minha vida cuido eu e ponto final. Sem discussão, sem confusão. Cada um na sua. Eu não me meto na vida deles, eles não se metem na minha e está tudo certo. Afinal somos todos adultos agora, sou igual a eles, apenas tenho menos anos de vida, só isso.

A minha experiência e capacidade de pensar não são inferiores, apenas diferentes. Penso diferente, sou diferente, sou quase herege, sou descrente, sou insana, sou chorona, sou briguenta, sou insensata quando necessário, sou cética e só acredito em mim mesma. E pronto.


Rafaela Valverde

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Livro O lado bom da vida

Foto: Google
Terminei de ler o livro O lado bom da vida. O livro traz a história de Pat Peoples um cara otimista demais, chato e ingênuo demais. Eu não gostei desse livro. Esse Pat é insuportável, a ingenuidade e credulidade dele me deixam impaciente. Quase não termino de ler,mas como já tinha comprado mesmo eu li. 

Tudo bem que ele estava mentalmente perturbado, tinha depressão, bipolaridade e sempre tinha ataques, ou estava querendo esquecer, mas não concebo a ideia de alguém ser assim, Eu já tinha visto o filme e também não achei essas coisas todas não. O livro falava muito de futebol americano, o que eu não entendo nada e nem gosto.

O livro traz ainda muitos clichês, muitas frases repetitivas. Pat tem um pai idiota que não se enturma e não se dá bem com a família. Pat quer voltar para Nikki, sua ex- esposa que não quer ver pintado de ouro. Depois de sair do lugar ruim, uma clínica de recuperação, ele vive em função de recuperar sua ex- esposa, malha igual a um louco e volta a morar com os pais.

Apesar de não lembrar de nada, Pat sente uma necessidade grande de ser bom, de ser melhor. Ele que tanto isso que vira um chato de marca maior, Ele, apenas no intuito de reconquistar Nikki passa a querer ser gentil ao invés de ter razão. Esse é um dos seus principais lemas ao longo do livro. Um belo dia ele conhece Tiffany e aí começa a confusão maior.

Bom, é meio parado, fala muito de futebol, tem um pai impossível de existir, um psicoterapeuta que vai ao estádio com o paciente, enfim. Quem quiser ler, leia, mas eu não recomendo muito não.




Rafaela Valverde










Condicionador feito em casa

Ontem fiz um condicionador para meu cabelo. Ele serviu como hidratante e nutrição. Peguei uma vasilha que sempre uso para misturar meus cremes, coloquei uma quantidade de boa de yamasterol, uma colher de azeite de oliva e duas de leite de coco. Misturei bem com uma colher e apliquei nas pontas do cabelo depois de lavar. Massageei as mechas, desembaracei e logo de cara senti uma textura mais macia. Ah, coloquei uma pequena quantidade de condicionador, mas foi o equivalente a uma moeda de um real. Gostei do resultado. Principalmente no day after. Pouco frizz, cachos definidos e um cheirinho incrível depois da fitagem.Vou colocar aqui no blog, duas fotos que tirei ontem logo após a fitagem.








Rafaela Valverde

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Fillme O juiz

Foto: Google
Assisti na semana passada o filme que está no cinema O juiz. Um filme excelente com pouca visibilidade dada pela mídia e poucas importância dada pelas pessoas que só querem assistir besteiras. Não vi e nem ouvi ninguém falando desse filme. Mas enfim, vamos lá. O filme traz Robert Downey Jr vivendo o bem sucedido advogado Hank Palmer que vai para a sua cidade natal para o velório da mãe.

Há muito tempo não via sua família e não é recebido muito bem, devido a sua longa ausência. Ao enterrar sua mãe Hank se vê numa situação complicada: seu pai, o juíz da cidade, está sendo acusado de atropelar e matar um homem que havia condenado no passado. Porém ele não quer ser defendido por Hank, mas acaba cedendo devido o interesse do filho em querer defendê-lo.

Revelações acontecem e o filme vai ficando mais rico ao longo de toda a trama dessa família. Não vou contar mais nada, muito menos o final. Vá ao cinema.  O filme conta ainda com a participação e excelente atuação de Robert Duvall, que faz o juíz, pai de Hank. Gostei bastante e recomendo! 




Rafaela Valverde


"Desmergulhando"

Foto: Google
E de repente você se dá conta de que deve andar é para frente, nada de querer retroceder ou ficar empurrando com a barriga. Nada de ficar dando importância a quem não merece, a quem está em outras sintonias. De repente você "desmergulha" a cabeça da névoa viciante em que está enfiada e tudo fica claro, límpido e transparente.

Você olha para trás e vê todas as besteiras que estava fazendo e besteiras vem de ser besta mesmo. E junto com esse sentimento de ser besta, vem todas as coisas idiotas que são feitas. Colheres de chá desnecessárias são dadas, palavras são ditas, e você sempre na posição inferior, sempre se colocando assim, sempre enaltecendo outras pessoas, outras coisas, outros momentos.

De repente você percebe que não compensa por que o retorno não vem. Sabe aquela palavra, aquele momento, aquela data, aquela hora, aquele instante, aquela atitude? Não vêm! Nunca vêm. Você espera, espera e espera e vê todas as suas expectativas dissolverem. Ninguém venha me dizer que não tem expectativas, que faz as coisas sem esperar pelo menos um reconhecimento, um obrigada, um algo mais, um alento.

Não diga, por que se disser eu direi que é mentira. Então, você é um mentiroso. Pois sempre há a espera, a expectativa, a ansiedade, a esperança, ou sei lá o que. Isso é intrínseco ao ser humano. Qualquer ser que seja humano. Não é possível conter, não é possível controlar. O que pode ser feito é aguardar a dor, a decepção, a frustração, o desprezo, a pouca importância. Enfim.

O fato é que você sempre se dá mal no final. Não existem finais felizes como eu sempre digo. Sou pessimista e adoro ser assim, é essa a essência da vida. É isso que ajuda a sobreviver diante de tanta sujeira e gente egoísta. Gente que além de não dar a devida importância para você, ainda te dá a corda, coloca no seu pescoço e  tenta puxar. Mas você simplesmente decide que não vai mais deixar. E assim, quem sabe tudo acaba?




Rafaela Valverde

terça-feira, 28 de outubro de 2014

Filme - O segredo de Brokeback Mountain

Foto: Google
O filme traz a história de Jack Twist  (Jake Gyllenhaal) e Ennie Del Mar (Heath Ledger) dois jovens que se conheceram nos anos sessenta durante um trabalho sazonal de pastoreio de ovelhas na montanha que dá nome ao filme. No período em que estão trabalhando eles ficam acampados juntos e uma amizade começa a surgir entre eles. Amizade essa que logo se transforma em um relacionamento amoroso que vai marcar a vida desses dois homens para sempre.

Depois que o trabalho acaba cada um vai para um lado e se casam. Eles ficam anos anos sem se encontrar, mas um belo dia o relacionamento do passado ressurge e eles passam a sair sempre para "pescar". Os casamentos começam a ficar prejudicados com esse relacionamento. A esposa de Ennie,  Alma (Michelle Williams) descobre o relacionamento do marido e já se sentindo abandonada pede o divórcio.

A áurea de preconceito e da não aceitação paira em todo o filme, de forma explícita ou não, pois Ennie lembra- se da sua infância, onde um homossexual foi assassinado nas redondezas onde morava, justamente pelo fato de ser homossexual. O pai o levou para ver o corpo e Ennie ainda desconfia de que o próprio pai pode ter participado do crime.

Eles mantêm o relacionamento por mais de vinte anos e vivem esse amor, não de uma forma plena como gostariam e como deveria ser, mas da forma que era possível, sem se importar com o restante do mundo. Jack morre em um acidente aos trinta e nove anos, é cremado, mas não tem seu desejo realizado, o desejo de ter suas cinzas jogadas na montanha. Ennie tenta mas os pais de Jack não permitem e as cinzas vão para o jazigo da família.

O filme termina já nos anos 90 com Ennie com filhos adultos e morando sozinho. O filme conta ainda com Anne Hathaway, no papel da esposa de Jack. Eu gostei bastante e recomendo. Claro para quem gosta da temática e tem a mente aberta, o filme é excelente. As atuações são maravilhosas, principalmente a de Heath Ledger , saudoso ator de quem eu tanto gostava.




Rafaela Valverde

Nós e as eleições

Foto: Google
Acabaram as eleições. Apesar de algumas pessoas chatíssimas ainda não terem percebido isso. Os comentários chatos ainda continuam, as pessoas sempre achando que têm mais razão que as outras, que são as mais certas continuam falando besteiras. Comentários preconceituosos contra nordestinos continuam sendo vomitados nas redes sociais. 

Aliás o mundo ficou mais nojento e mais careta depois das chamadas redes sociais aparecerem. Por incrível que pareça. Conseguimos o feito de ficarmos caretas, retrógrados, chatos e preconceituosos em pleno século vinte e um. No auge da civilização! Todos nós. A humanidade, as sociedades, o mundo, nós.

Os que lutaram pelo que temos hoje: liberdade, tecnologias avançadas, avanço da ciência, saúde, etc, devem estar se remoendo em seus túmulos. Viramos um bando de hipócritas, sem nada interessante na vida para ficar brigando por candidatos, políticos e partidos que sequer sabe que existimos! E olhe que a paixão política para mim e em outros tempos era vista de outra forma.

Não era e não é necessário xingar pessoas, brigar, discutir, ser chato de galocha. Não. Política devia ser algo positivo, algo que nos enalteça enquanto pessoas, enquanto sociedade, enquanto democracia. E não algo que vire apenas politicagem, no pior sentido da palavra. Não algo que nos torne vazios, medíocres e perturbadores da vida alheia como tenho visto esse mês, por causa das eleições.

Principalmente com o antagonismo existente nas eleições presidenciáveis e entre os próprios candidatos. Era o que se via entre os principais candidatos, os que foram para o segundo turno. Eles fomentaram todo esse clima tenso durante a campanha, durante os debates. Eles nos tornaram ainda mais tacanhos, pequenos e antiquados em nossas atitudes e palavras.


Rafaela Valverde

sábado, 25 de outubro de 2014

Creme para pentear Seda Keraforce Original ativador de cachos

Hoje quero falar de um produto que eu descobri sem querer no mercado. Nem sabia que existia esse creme de pentear da seda. Nunca tinha visto esse creme e com minha ignorância, achei que a seda só tinha o  'Cachos  comportados', o meu xodó. Pois então, passei no mercado e vi esse creme sem por acaso.





Ele custou apenas 3,90, mas o que me atraiu mais foi a possibilidade de ter outro creme de pentear (para cacheados) da seda, já que já uso o  'Cachos comportados'.  O que diz na embalagem também me fez comprar o creme. A indicação é para cabelos crespos e sem química. A informação da embalagem é que ele é ativador de cachos, contém queratina e óleo de argan, Promete ainda definição e controle dos cachos para um cabelo mais forte e hidratado.

O resultado foi sim o esperado. Ele tem uma ótima consistência e cheiro. Realmente deixa os cachos bem definidos e é um ótimo ativador de cachos. Eu gostei bastante. A definição dura menos no day after e não é tão boa ao longo dos dias até a próxima lavagem, mas como ativador e definidor de cachos, cumpre o que promete.



Rafaela Valverde

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Unha vermelha

Foto: Google
Unha vermelha
Cor rubra
Como meu rosto
Quando te olho
Quando você passa

Unha vermelha
Sensualidade
Dualidade
De sentimentos

Pensamentos rubros
Assim como a unha
Unha Vermelha
Como a da mulher

Que quer conhecer
Que quer conquistar
Que quer fazer sofrer
Unha vermelha

Qual a intenção
Do vermelhar?



Rafaela Valverde

Tempo

De repente a gente está andando no shopping e já vê decoração de natal. Luzes e enfeites de natal para todo lado. As compras aumentam, as pessoas se agitam, o clima muda e passamos a contemplar todos os dias ( pelo menos aqui em Salvador) dias lindos, calor e sol forte. Como já disse aqui gosto dessa época do ano e como estou sem trabalhar, fui ontem ao shopping e já vi em algumas lojas decorações natalinas. Enfeites para árvores, luzes, papai noéis, enfim. 

Tomei um susto. Aquele susto típico do final do mês de outubro que a gente toma todo ano... Quero apenas fazer uma pequena reflexão sobre o tempo. Sobre esse que pode ser e quase sempre é, nosso amigo e nosso inimigo. É só a gente saber como tratá-lo, como aproveitar esse tempo que é nosso e ao mesmo tempo é de todos.




Rafaela Valverde

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Aqui dentro

Foto: Google
Já percebi a beleza
A beleza de ter você aqui
Aqui dentro do quarto
Dentro de mim
E tudo fica assim
Tranquilo
Límpido
Claro e perfeito
Tudo fica direito
Com você aqui
Dentro do quarto
Dentro de mim
O dia amanhece
Deixar você ir não me apetece...




Rafaela Valverde

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Filme O guardião de Memórias

Assisti na faculdade sábado passado, na disciplina Psicologia da Adolescência o filme O guardião de Memórias.  O filme se passa nos EUA, no ano 1964. É  a história de um livro com mesmo nome, baseado em fatos reais. O doutor David, ortopedista, em um momento de emergência de vê obrigado a fazer o parto de sua esposa.



Com isso ele vê que nasceram gêmeos, um menino e uma menina. O menino nasce primeiro e nasce "normal", trazendo muita felicidade ao casal. Porém uns minutos depois, a esposa de David começa a sentir as contrações novamente e ele percebe que ali tem outro bebê. É uma menina e ela nasceu com síndrome de down. O  pai logo a rejeita, por já ter um histórico de "doença" em sua família, já que sua irmã morreu aos doze anos, trazendo muita dor para a sua mãe.


Ele não quer que a esposa sofra da mesma forma que a sua mãe sofreu e achando que estava fazendo o melhor que podia naquele momento, ele pede a enfermeira mandar a menina "mongolóide" para um abrigo onde eram mandadas pessoas com síndrome de down e outros problemas de desenvolvimento. A enfermeira vai até o local e não consegue deixar a menina no abrigo que trata os doente de forma pouco ortodoxa.

Ela acaba ficando com Phoebe, esse é o nome dela e  a partir dessa decisão sua vida muda. Ela se apaixona, se casa e sua filha ganha um pai. Formam uma família, enquanto a família do doutor David passa a desmoronar, sobretudo por causa da sua mentira que mudou a vida da esposa, do filho e da filha especial que vive com a enfermeira. O filme vai mostrando as trajetórias das duas famílias e o final é emocionante. É um filme que nos faz refletir sobre a força que às vezes não temos para enfrentar coisas pequenas, enquanto outras pessoas enfrentam obstáculos tão maiores.


Bem, é essa a maior intenção do filme, é nos fazer pensar, refletir sobre nossas vidas. Muitos acharão familiar essa história, já que várias outras se originaram dela, inclusive a novela da Globo. Acho que Viver a Vida de 2009. Se não me engano é isso. Recomendo, principalmente para estudantes e pessoas que se interessam pelo tema.






Rafaela Valverde

Comprovado: Mudei minha visão, tudo mudou!

Foto: Google

De onde será que vem essa vontade que me bateu de curtir e desbravar o mundo? De onde vem esse novo e repentino sorriso no rosto? De onde vem essa preguicinha que me deixa a tarde inteira enfiada em baixo de um lençol, deitada no sofá? De onde vem essa vontade de ficar magra e ao mesmo tempo comer o dobro do que já comia? De onde vem essa leveza que acorda comigo todo dia de manhã? De onde vem essa ânsia de futuro, essa vontade de crescer, viver e viver.

Questionamentos como esses são novos para mim. Antes eram perguntas diferentes, bem diferentes. Antes me questionava por que minha vida era ruim, por que as coisas não mudavam ou sempre mudavam para pior. Mas agora percebi e entendi que essas coisas, essas mudanças só dependem de de mim. Das minhas atitudes ou da falta delas.

Nada que acontece comigo é responsabilidade dos outros. Tudo o que me acontece é minha responsabilidade e de mais ninguém. É isso que devo ter em mente. Devo me olhar todos os dias de amanhã e constatar que  abrir um sorriso é a melhor coisa a ser feita, já que pelo menos com ele, melhoro minha aparência e faço ginástica facial. Sei lá! Mas me sinto melhor sorrindo, me sinto viva, realmente viva, com sangue correndo nas veias e um coração pulsando dentro da cavidade torácica.

Por isso que agora me empenharei da melhor forma a responder essas perguntas acima. Em que posso melhorar? Em que minha vida pode melhorar? Em que eu posso amadurecer e evoluir? O que a minha vida melhorou? Por que o sorriso não sai mais daqui, do meu rosto? Já que antes não era assim... Acho que passei a enxergar a vida de outra forma, só isso. Espero que continue assim e espero que os bons frutos continuem nascendo dessa árvore.



Rafaela Valverde

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Comportamentalismo

Se opôs ao funcionalismo
E a Titchener
Seu objeto não é mais a mente
E sim o comportamento
Interagindo com o ambiente
Watson inaugurou
O que a psicologia buscou
Métodos científicos:
Observação e experimentação
Trouxeram resultados magníficos
Que consolidaram
A psicologia como ciência
Mas nada de auto-observação!
Muitas correntes da psicologia
Apesar da oposição
Fazem parte da sua essência
Uma delas, a psicofísica
Que dizia
Que a mente com o físico
Não se relacionaria
Apenas um ao outro acompanharia
O sujeito do conhecimento
É organismo apenas
É um ser  somente biológico
A vivência do sujeito
Sua experiência imediata
Não são importantes
Para Watson é lógico
Ele apenas se interessa
Pelo comportamento observável
Que pode ser constatado
Que pode ser controlado.




Poema escrito por mim para trabalho da faculdade na disciplina História da Psicologia


Rafaela Valverde

domingo, 12 de outubro de 2014

Filme Azul é a Cor Mais Quente

Há alguns dias vi o tão polêmico filme Azul é a cor mais quente do diretor Abdellatif Kechiche. O filme foi lançado em 2013 e foi mal recebido na nossa sociedade brasileira que apesar de dizer que não, ainda é muito preconceituosa.O filme foi exibido em alguns cinemas do país, porém  o DVD foi proibido. 
Foto: Google

Mas não quero aqui no meu blog, dar espaço para preconceito. Quero é falar sobre o filme. Achei um bom filme. É lento em alguns momentos, mas não achei chato nem monótono. As coisas demoram um pouco para acontecer, mas as cenas são bem feitas, os diálogos bem construídos e as atrizes  principais dão um show de interpretação.
Foto: Google
Adéle (Adèle Exarchopoulos) é uma adolescente que se sente diferente das outras meninas. Ela não se interessa muito por meninos, mas na verdade ela não se interessa por quase nada. Vive com os pais e vive buscando alguma coisa interessante para a sua vida. Um belo dia, ao atravessar a rua vê Emma (Léa Seydoux) pela primeira vez e fica curiosa e interessada no cabelo azul da moça.

Cena em que elas se vêem pela primeira vez

Elas só voltam a se encontrar em bar gay que Adéle vai com um amigo, um tempo depois. Daí surge o que começa com uma amizade, logo vai parar na cama e depois vira um relacionamento. E por falar em cama, muito se falou sobre as cenas de sexo das duas que foram bem reais e ardentes. Na verdade achei as cenas necessárias para o filme, não vi nada demais. Nada que duas pessoas que estão a fim não façam entre quatro paredes. As cenas são bem interessantes até. Para quem tem mente aberta e sem preconceitos. Gostei bastante.

Foto: Google

Algumas pessoas podem achar que não é um bom filme por que não teve um "final feliz" ou algo parecido. Tipo aquelas coisas horrendas que começam com "Era uma vez" e terminam com  "viveram felizes para sempre". Não existe "viveram felizes para sempre", não existem apenas finais felizes e nem somente casais héteros. O final foi como tinha de ser. Gostei muito desse filme e recomendo.


Rafaela Valverde




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