quarta-feira, 29 de maio de 2013

O interesse do governo nos planos de saúde

Alguns planos de saúde
Tenho percebido ao longo do tempo, que a ANSS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) tem se preocupado bastante com o funcionamento dos planos de saúde e em como os cliente são tratados. De uns anos pra cá tenho visto várias regulamentações determinadas pela ANSS e pelo que a mídia mostra, a fiscalização tem sido rígida. Pois bem, a pergunta é: Por que o governo federal que é a instância maior da agência, não melhora o SUS, ao invés de tentar melhorar os planos de saúde? Essa é a pergunta que não quer calar. Enquanto os pacientes carentes, a camada preta e favelada da população morre em corredores de hospitais imundos, o governo trata de cuidar dos clientes não tão privilégiados assim coitados, dos planos de saúde. Por que isso é interessante? Por que cega os usuários que tendo medidas paliativas em seu planinho de saúde esquecem da reclamar do SUS, que de uma forma ou outra pode servir para ele também. Ele tem plano de saúde e ele está porreta, então por que ele vai se preocupar em cobrar melhorias do SUS? Creio que seria bem interessante criar uma agência regulamentadora e fiscalizadora do SUS que é o sistema de saúde da população mais carente e que também precisa de ajustes e melhorias. A melhoria de planos de saúde que acima de tudo visam os lucros, não deve vir em detrimento do SUS e sim de forma concomitante, assim vai dar a sensação de que o governo realmente está se importando com os dois e não apenas "tapando o sol com a peneira" e priorizando o atendimento particular e suplementar.


Rafaela Valverde

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Um dia de chuva

Foto Reprodução/ Grupo Metrópole

Esse dia chuvoso com esse caos que tá Salvador, eu vou ficar aqui bem quietinha na minha casa. Bem pelo menos por enquanto, pois mais tarde de qualquer forma eu vou ter que sair. Mas o caos está formado em nossa cidade. Isso, porém não é privilégio nosso não. Geralmente as grandes cidades brasileiras em períodos de fortes chuvas passam por problemas de estrutura trânsito e muito prejuízo seja  para quem perde tudo, ou para quem chega atrasado ou desiste de ir para algum lugar. Enfim, ano após ano assistimos esse caos e aqui em Salvador há algum tempo não tínhamos períodos de chuvas longos nesse período do ano, mas agora estamos presenciando além das chuvas, buracos, acidentes, engarrafamentos, esgotos, enfim. Espero que com a vinda de eventos esportivos, possam vir também melhoras estruturais para a nossa cidade.


Rafaela Valverde

domingo, 26 de maio de 2013

Produtos capilares que estou usando no momento

Set/2012

Todo mundo sabe que em setembro passado e retirei toda a química do meu cabelo com um corte radical, o  Big Chop. Desde então eu vivo às voltas com esses meus cachos. É uma coisa muito nova pra mim e na maioria das vezes eu não sei lidar com eles. É uma aprendizagem diária. Tenho pesquisado diariamente em blogs e sites especializados sobre como cuidar deles, mas estou tendo certa dificuldade em adquirir produtos, devido ao fato de eu estar sem emprego e com pequenos e passageiros problemas financeiros. Mas vou cuidando com os produtos que ainda tenho em casa. Estou usando no momento a linha de shampoo e condicionador Seda Cachos Comportados, aqueles da embalagem verdinha e o creme de hidratação da Novex Beleza Pura, que eu não gostei muito por sinal. Deixou o cabelo bem ressecado. Meu cabelo é misto, a frente e o pé são bem menos crespos que o meio e essa parte fica irritante quando uso esse Novex. Na verdade eu não gosto muito dessa marca, mas foi o que deu para comprar. (Pobreza, vá embora!). Brincadeiras à parte, a linha Seda é boa mesmo e realmente deixa os cachos mais comportados, mas sinto que "relaxaram" um pouco e já estou sentindo necessidade de mudar. Lavo a cabelo de dois em dois dias e geralmente hidrato entre uma e duas vezes na semana. Depende da semana e às vezes essa hidratação acontece direto no banho, quando estou com pressa. 
Tenho pesquisado sobre o creme da Novex e as blogueiras têm gostado, será que o problema é comigo?
Não sei, vou continuar tentando e cuidando dos meus cachos.



Rafaela Valverde



sábado, 25 de maio de 2013

Essa noite ele é meu

Nem ouvia o que ele falava eu só prestava atenção em seus lábios. Os movimentos que faziam, a sua cor vermelha e o conjunto do seu rosto. Ele falava e o seu rosto mudava de expressão e de cor, ficando vermelho algumas vezes.

Ele continuava ali na minha frente, falando e eu nem escutava. Aliás eu já me surpreendera de ele ter ficado. Eu nem merecia, mas ele ficou e agora está aqui falando, falando sem parar.

Se ele não parar de falar agora, eu vou fazê-lo parar. Ele não parou e eu dei três passo e o beijei. Beijei ardentemente para que ele parasse de falar e esquecesse o assunto. Afinal o mais importante e relevante não é o que ele estava falando, pois com certeza era alguma coisa em relação a mim.

Alguma coisa negativa, mas também eu mereci, às vezes eu só faço as coisas erradas, mas ainda assim ele estava ali, ficara ali e era meu. Nos beijamos por um longo período e a noite terminou nos lençóis que eu havia comprado no dia anterior. Amanhã é outro dia. Se ele não quiser ficar, ele não fica. Mas hoje, pelo menos essa noite ele é meu.


Rafaela Valverde

Vídeo super engraçado para descontrair em um sábado à noite em casa


Imagem/ Mensagem retirada do Facebook (Sem mais)



Filme Amanhã Nunca Mais

Ontem vi o filme Amanhã nunca mais com Lázaro Ramos e Fernanda Machado. É um filme de um anestesista, pai de família que não tem tempo para essa família e ainda por cima não sabe dizer não, causando com isso muita confusão. No aniversário de sua filha ele se oferece para pegar o bolo na casa da doceira. Sai do hospital onde trabalha, deixando um desfalque de pessoal e vai correndo em busca do bolo. Só que ele não contava com o trânsito engarrafado e com os demais acontecimentos que se desenrolariam dali em diante, tornando a simples tarefa de pegar um bolo, uma saga noturna. Entre outras coisas ele dá carona a um travesti que faz programa e quase o ataca, fica sem gasolina, tem que trocar de roupa na casa de uma maluca que atende o celular dele, atropela um cara e ainda por cima vai parar em uma festa onde ele não conhece ninguém. Resultado chega em casa depois que a festa acaba e a mulher já estressada achando que foi traída, por conta do que a maluca que atendeu o celular disse, vai embora de casa. No dia seguinte, ele joga tudo pro alto, pede demissão do hospital, surra o médico chefe que tanto o aluga e vai em busca da esposa e pede para ela voltar.

Encarei esse filme como um aprendizado. Sim, por que não? Principalmente para as pessoas que não dizem não, por medo de decepcionar alguém e acaba se prejudicando. Isso eu aprendi desde cedo na vida, não podemos nos anular em benefício de alguém, pois a frustração e arrependimento que vêm depois são os sentimentos mais amargos que se pode ter.


Rafaela Valverde

A moda faz sim parte da nossa vida




Pode não parecer mas eu sou sim ligada em moda. E qual mulher não é? Pelo menos eu não conheço nenhuma mulher que ao menos não goste de ver revistas de moda. Não digo nem ler, digo ver mesmo. Então, eu penso que qualquer mulher se impressiona com um bom look e tem vontade de se vestir igual. Enfim, a moda faz parte de nossa vida, não tem jeito. Mesmo que não esteja antenada com a última novidade da passarela (eu tenho mais o que fazer e não trabalho com isso) eu sempre faço questão de ver programas de TV, revistas, jornais e blogs de moda. Esses últimos são os mais novos queridinhos e os que mais podem ajudar na hora daquela pequena emergência fashion. Em uma de minhas andanças no mundo da moda eu aprendi uma máxima que sempre vou levar. Na dúvida tire alguma coisa, pois o menos é mais. E o bom senso deve imperar, aliás em qualquer ramo da vida, não acham?


Rafaela Valverde


sexta-feira, 24 de maio de 2013

Vamos abrir nossos olhos

Foto/ Reprodução Google
Sempre sou chamada de chata e negativa por não concordar com a realização desse circo que vai ser a  copa do mundo aqui no Brasil. Da Copa das Confederações eu nem falo. Dou uma importância menor ainda. Não sei por que, eventos que só vão servir para encher os bolsos da FIFA e que só serviram para a construção de  elefantes brancos super faturados e inúteis pelo Brasil a fora, podem ser tão aclamados, desejados e comemorados pelo povo brasileiro que continua ano após ano sendo enganado cobrindo os olhos com futebol, carros, cerveja e carnaval. 

Eu nunca vou entender isso. É uma questão que se mostra de forma muito clara para mim e as pessoas se recusam a ver. São diplomáticas demais, condescendentes demais e acham super natural a FIFA fazer exigências e proibições ao longo das sub-sedes e solicitar trabalhadores voluntários. Acham super normal esses desmandos que estamos vendo desde que começou essa onda de eventos esportivos (e por que não políticos?) no país que finalizará com as Olimpíadas de 2016. 

Enquanto dinheiro público é gasto com estádios sem uso em estados que sequer tem futebol e Fulecos- tatu-bola são criados (?) a educação infantil e básica estão um desastre tamanho GG  e as creches prometidas pela digníssima presidente ainda estão caminhando a passos de tartaruga. E ainda iniciam- se propagandas eleitorais antecipadas do partido que está no poder e de futuros candidatos à presidência da república. 

Morre gente toda hora vítima do tráfico de drogas e da criminalidade em geral e vítima de acidentes de carro, causados por motoristas bêbados que não aprendem valores e educação doméstica em casa, por que os pais e o resto da família estavam mais preocupados com os resultados de campeonatos estaduais, copas do mundo e diversas formas de jogos de  futebol que inventam por aí. 

Ah, e ainda por cima parece que só existe futebol no mundo. E os outros esportes que realmente geram educação, união e atletismo e não essa alienação, fixação e estrelismo causados pelo futebol, ficam relegados, se tornam segunda categoria. É interessante para quem manter as coisas como estão? Manter o futebol como tapa-olhos da população é bom para quem?  Cabe a reflexão.


Rafaela Valverde






quinta-feira, 23 de maio de 2013

Bronca de mãe dói


Até hoje fico constrangida quando minha mãe reclama comigo, me dá uma bronca. Pois é, ela acabou de fazer isso por telefone e se eu já estava mal fiquei ainda pior. Mãe tem a capacidade de deixar a gente pior. No meu caso é por que ela está certa. E pela segunda vez. Mas também tenho certeza que nunca poderei agir como ela, afinal temos temperamentos completamente diferente. E ainda sabendo disso sei que é verdade e que eu mereci e além de tudo é a única pessoa que me faz sentir ainda pior e não me causa raiva. Sabe, ela pode falar. Ela tem direito e está correta. Sei que vou tomar esses puxões de orelha e ainda assim insisto em fazer besteira. Quanto tempo eu vou passar tomando puxões de orelha e broncas? Quando é que eu vou parar de fazer essas besteiras? E pior: eu vou parar? Eu terei juízo um dia? Não sei, só sei que toda vez minha mãe diz que eu tenho que aprender. Se ela diz isso toda vez, significa que eu não aprendi ainda. Que saco!


Rafaela Valverde

terça-feira, 21 de maio de 2013

Está difícil demais

Eu disse que era melhor comemorar depois. Aliás na atual situação em que estou vivendo do ano passado para cá, seria bem melhor se eu não comemorasse nada mesmo. Em dia nenhum e em momento nenhum. Estou cansada de tanta frustração e decepção.Aí vem aquela baboseira: ninguém disse que seria fácil, mas pera lá, já está difícil demais. Não sei quem tem tanta resistência para encarar tanto azar, tanta falta de oportunidades e perspectivas. Eu canso e logo volto cheia de energia achando que alguma coisa vai dar certo e logo depois caio do salto. Quase literalmente! Um dia eu aprendo e não mais vou comemorar antes da coisa se concretizar, por que mais uma vez eu fiquei feliz e me decepcionei e me lasquei de novo. Pois é, por hoje é só. Não estou mais afim de escrever e desculpem aí qualquer coisa.


Rafaela Valverde

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Combinação mais que imperfeita

Definitivamente, álcool e direção não combinam

Ontem eu fui a uma festa e bebi. Bebi bastante, aliás. Devo ressaltar que faço isso muito raramente, então em ocasiões como essa, festa de família, natal ano- novo, enfim, eu geralmente costumo beber sim. E misturei um pouco algumas bebidas. Logo fiquei meio alta e sorria à toa, além de ficar com a zona de visão um pouco comprometida e desfocada. Minha concentração e equilíbrio também ficaram prejudicados.

O que estou querendo dizer com esse relato é que: sim o álcool impede alguém de manter uma direção segura sim. Não dá para fazer quase nada quando se está alcoolizado. Principalmente dirigir. Não sei como ainda tem gente que insiste em pegar a direção de um veículo depois de uma farra regada a álcool. Acredito ser no mínimo uma irresponsabilidade e no máximo uma capacidade sobre humana. Sinceramente, não acho possível alguém em sã consciência conseguir andar alguns quilômetros em estados semelhante ao que eu fiquei ontem.

Realmente me preocupa e espero que continuem as punições severas para quem cometer essa atrocidade.


Rafaela Valverde

Respeito ao outro

Será que é só discurso?
Ontem ouvi no Fantástico, Glória Kalil falando sobre se importar com o outro e entender definitivamente que o seu direito começa quando o do outro termina. É isso que está faltando em nossa cultura: se importar com o próximo, entender que as pessoas não querem fazer a mesma coisa que você, na mesma hora e que tudo que fazemos em sociedade vai se refletir um pouco na vida e na qualidade de vida do outro.

Existem várias formas de destruir o sossego do outro, de atormentar mesmo e disso entendemos bem. O povo brasileiro (nós) somos muito mal educados. Quando não é aquele que joga lixo na rua ou põe ou seu saquinho na rua em horários fora da coleta ou ainda aqueles que insistem em tocar música com celulares ou caixas de som nos ônibus. Isso é irritante com o outro, é desrespeitoso, é feio! Fico irremediavelmente cansada de visualizar tudo isso, diariamente. É triste, mas  todo o desrespeito ao outro virou parte do nosso cotidiano.


Rafaela Valverde

sábado, 18 de maio de 2013

Cante o amor sem se lamentar

Uma boa música funciona como uma boa leitura. Me transporta para outra dimensão, me faz pensar, mas não só pensar por pensar, eu penso na poesia, em como uma boa música pode ser construída com boas frases, tons e melodias. Bons arranjos e uma voz encantadora fecham o conjunto e o transformam em música, em música de verdade, uma música que nos faz sonhar e perceber que a vida é mais bela.

A beleza de uma música me encanta eu penso que é possível falar de amor da forma mais calma e natural possível e que apesar de bem piegas às vezes cantar o amor pode ser bem compensador, inclusive para quem ouve.  Sabe, não precisa ficar chorando dor de amor não, como essas músicas chamadas arrocha que  ouvimos  a todo momento espalhadas por nossa cidade. Dá para chorar "dor de corno", "chute na bunda" e falar que está amando alguém sem ter que se lamentar, gritar, chorar e pôr um arranjo horrível, sem qualidade e amador por cima.


Rafaela Valverde

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Depois eu comemoro

Acreditar/ Fonte Google
Ando numa de não acreditar muito em nada. Deixo as coisas se concretizarem primeiro para depois "me assanhar" e achar que é aquilo mesmo. Sabe, a minha maré de azar tem momentos oscilatórios.Volta e meia passo por maus bocados e para me certificar eu acabo esperando que tudo se confirme para eu não começar a jogar confetes antes do tempo. Vem sempre aquela vozinha dentro da minha cabeça: "Se acalme, rapaz." E aí eu espero acontecer de fato para eu abrir meus dentes.

É exatamente assim que eu estou agora, nessa expectativa de doer. Aguardando que a coisa chegue às vias de fato. Portanto não me darei ao luxo de
ficar feliz agora e acabar me decepcionando, quando o meu inconsciente
 verificar e confirmar que tudo é concreto e verdadeiro, eu relaxo abro o sorriso
e enfim posso deixar a ficha cair.



Rafaela Valverde

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Um novo horizonte na carreira

Foto: Google
Não sei mais como dizer que o trabalho dignifica o homem. Isso já é sabido de todos nós. Ainda mais quando estamos em um trabalho que seja significativo, importante e em uma empresa em que somos bem acolhidos e tratados como gente. Pois bem, foi essa a sensação que eu tive hoje que foi o primeiro dia de treinamento na empresa em que com certeza vou trabalhar (digo isso por que o treinamento também é um processo seletivo, onde só seremos aprovados mediante uma prova ao final de tudo). 

Não vou falar o nome da empresa, mas vou dizer que é o call center do Planserv, plano de saúde dos servidores do estado da Bahia. Então, em relação ao call center que eu trabalhava antes, é bem tranquilo e nem sequer marcamos consulta ao lidar com os beneficiários. Somente damos informações e essas é claro que ser dadas da melhor forma possível. Vim de um atendimento muito estressante, na área de telefonia, com muitas ligações, metas, vendas, pouca remuneração variável, pressão de todos os lados e ainda trabalhava domingos e feriados. Agora eu só trabalho domingo e feriado se eu quiser ganhar um dinheiro extra.

Bem, o fato é que me encontro muito satisfeita com isso, e me pergunto se realmente chegou a minha hora de ter um emprego tranquilo. Não sei, sei é que gostei muito e mais uma vez vou trabalhar em algo que realmente faça sentido para alguém, que ajude alguém em alguma coisa efetiva e importante e isso me deixa satisfeita. É um trabalho mais humano, mais social e assim como no SAC, onde trabalhava. Nesse caso o lucro não é o primordial e sim o atendimento em si, a importância e atenção que se dá ao outro é muito mais importante do que simplesmente vender um produto que não serve para nada.

Depois conto mais novidades.

Estou super contente.

Rafaela Valverde

terça-feira, 14 de maio de 2013

Coragem para iniciar caminhadas diárias na praia

Foto: Google
Eu odeio musculação e já tentei entrar na academia várias vezes para praticar tal atividade, mas em todas as vezes desistia terminantemente. 

Pois bem, essa aversão ainda vai permanecer, não tem jeito. Eu nunca vou gostar de fazer musculação, mas sei que é necessário fazer algum tipo de atividade física e que a musculação tem alguns benefícios, como o fortalecimento de ossos e músculos, podendo prevenir por exemplo a osteoporose, doença comum em minha família. 

Eu sei que em algum momento da minha vida eu devo retornar à musculação mesmo sem me identificar com a atividade. Desde que vim morar perto da praia que tenho a intenção de ir caminhar na praia, mas cadê a coragem? 

Estou mais uma vez me sentindo sedentária e preciso fazer alguma atividade física que melhora a disposição, o sono, deixa a pele, cabelo e unhas mais fortalecidos e saudáveis, diminui o estresse. Enfim. A atividade física melhora muito a saúde e eu sei disso pois já pratiquei, portanto sou sabedora de todos os seus benefícios. Só que a preguiça e a falta de vergonha na cara e iniciativa me impedem de começar uma coisa tão simples que é caminhar.


Rafaela Valverde

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Biblioteca Central da Bahia é indiferente aos leitores que a frequentam

Fachada da biblioteca central/ Google
Hoje fui à biblioteca pública da Bahia, conhecida como biblioteca central. É uma biblioteca pública referência em nosso estado, já que é a principal e conta com sala de cinema, teatro, exposições, salas de pesquisas, auditórios enfim.

Mas é apática, não tem atrativos, não podemos manusear os livros, as áreas internas não podem ser adentradas e todo o silêncio existente não pode ser aproveitado pelo público externo que se sente bem rejeitado quando ali chega.

 Pelo menos é essa a minha sensação quando chego ao setor de empréstimos. Hoje entrei no setor e pedi que a atendente verificasse se a minha suspensão havia acabado e fiquei olhando uns livros que ficam expostos em tês estantes (os únicos a que temos acesso). Ela já é conhecida de algum tempo, pois afinal sempre frequentei a biblioteca, ou pelo menos desde que comecei a sair sozinha. Enfim, não tive dificuldades com ela, já que já a conhecia. 

Pois bem, perguntei sobre três livros e nenhum dos três tinha no acervo. Até aí tudo bem, pois é claro que mesmo a biblioteca mais completa não vai ter todos os títulos solicitados. O problema é que quando fui tentar encontrar algum livro que me interessasse em uma lista de livros recém adquiridos, a mesma funcionária sentou- se à minha frente e ficou ali parada me olhando. Esperando eu escolher logo o livro que eu ia levar. Parecia que eu estava incomodando, até parece que não somos bem vindos e que a nossa presença lá não é a causa da biblioteca existir. 

Eu fiquei constrangida pois imaginei que a estava incomodando, acabei adiantando o processo escolhi dois livros e tratei de me retirar. Resultado: toda vez que vou à biblioteca central eu me aborreço um pouco. Como é que vamos atrair as pessoas para ler e frequentar as bibliotecas se nos sentimos como intrusos toda vez que ousamos ir? Não entendo como. Lamentavelmente ainda é assim, depois de tantos anos e pelo visto aqueles formulários para deixar nossa opinião não valem de nada.

Rafaela Valverde

domingo, 12 de maio de 2013

Uma homenagem a minha mãe

Foto/Google
Trata-se de um amor inigualável e incondicional. Não sei como seria a minha vida se não fosse ela para acobertar algumas coisas, aconselhar, reclamar, orientar e dar broncas. Pois é estou falando da minha mãe. Minha mãezinha Romilda que chamo de Mil, mainha e até "moça", um apelidinho carinhoso que inventei recentemente. Pois é, eu não sei de onde saem essas maluquices desses meus apelidos, mas o fato é que tanto minha irmã, quanto ela, minha mãe, minha heroína têm esses apelidos. O fato é que estou homenageando aqui a minha mãe e reiterando a minha opinião que dia das mães é todo dia e que o presente em si não é e nunca vai ser o mais importante. É um dia simbólico e eu faço questão de dizer que dar atenção, carinho e se importar o ano inteiro é o mais importante. Um telefonema diário, ainda mais para quem mora distante como eu é bem importante. Amem sempre quem te ama incondicionalmente e que sempre nutriu amor em relação a você.


Rafaela Valverde

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Um dia bem interessante


Novos óculos
Hoje é um dia em que me sinto muito bem, estou feliz. Primeiro por que depois de alguns dias de desânimo eu consegui passar em uma seleção para trabalhar na empresa que eu quis desde o início, por ser um call center bem mais tranquilo dos que eu já estou acostumada a trabalhar (depois explico com detalhes) e por não trabalhar todos os domingos, só um no mês.

 E já estou retornando finalmente ao mercado de trabalho, bastante rápido até em relação a algumas pessoas que eu conheço. Eu só tenho que agradecer a Deus, Deus um ser que não é antropomorfizado, mas uma energia, um espírito em que eu acredito (só não acredito em religiões) e que vem me abençoando independente de eu estar presa em dogmas religiosos ou não. Enfim, agradeço muito. 

A segunda coisa que me deixou bem feliz hoje foi a minha troca de óculos. Troquei aqueles velhos e antiquados por esses bem mais modernos e estilosos e eu amei. Apesar de mais uma vez ser obrigada a ouvir críticas dos outros, eu não ligo. Amei!

Essa sou eu, essa é a minha essência.


Rafaela Valverde


quarta-feira, 8 de maio de 2013

Cidade violenta

A violência em nosso país já chama atenção há algum tempo, mas Salvador agora está se destacando no que se refere a falta de segurança. Temos cada vez mais medo de sair de casa, em muitos momentos quando eu saio o dinheiro e o celular ficam bem escondidos e temos, eu e alguns conhecidos o celular do ladrão. Ou seja, um celular velho disponível na bolsa, se o ladrão pedir. É ou não é lamentável uma situação dessa? E isso já vem de um certo tempo, não é de agora não, agora tem se agravado o problema que já existe. Lembram quando em 2011 um ônibus em que eu estava foi assaltado às onze e meia da manhã? É, agora é assim, em plena luz do dia eles aprontam. Hoje tivemos dois homicídios em uma praça no centro da cidade na luz do dia também. Perderam a cerimônia, o medo e a vergonha na cara e nós não precisamos mais esperar anoitecer para ter medo. Estou muito chateada e indignada com essa situação de violência a que estamos submetidos. Não podemos deixar de nos indignar pois se isso se perder, não teremos mais solução enquanto sociedade.


Rafaela Valverde

terça-feira, 7 de maio de 2013

Estudando para o ENEM

Foto: Google
Estou estudando para fazer ENEM enquanto não sai o resultado do Universidade Para Todos. Mas confesso que estudar em casa é muito difícil. Na semana passada eu dei uma parada por motivos de preguiça mesmo, ontem eu saí e não deu para pegar no livro, mas hoje eu retornei. Imprimi a prova da UFBA para tentar responder, mas estou tendo dificuldades. Infelizmente a escola pública que temos e a qual eu estudei a vida toda deixa seus rastros. Eu vou continuar estudando e tentar um cursinho social, já que não tenho emprego e nem como pagar um, que custa os olhos da cara e vou esquecer um pouco a ideia de entrar na UFBA, pois o nível dessa prova está muito alto e mesmo com o ENEM, a segunda fase torna-se um obstáculo para mim que não estou fazendo cursinho e passei por bancos de escolas públicas apesar de isso não justificar. O que vou fazer é correr atrás do prejuízo e ler muito mais, me esforçar muito mais e aguardar as provas e os resultados. Que o ano que vem me dê respostas. Seja o que Deus quiser.


Rafaela Valverde

domingo, 5 de maio de 2013

Filme Somos tão jovens

Foto: Google
Ontem fui ver no cinema o filme Somos tão jovens, com o ator Thiago Mendonça interpretando Renato, cuja caracterização foi excepcional. Em alguns momentos revi a imagem do próprio Renato. Gostei bastante, foi emocionante e as músicas quando tocavam arrancavam vozes dos espectadores. É bem interessante ver como tudo começou e  é ótimo reviver a emoção, ou viver, já que eu não vivi essa época. Não encheu muito a sala, mas também não estava vazia e acho que vai dar uma boa bilheteria, por que as pessoas gostam de reviver o passado, ainda mais quando é um passado tão bom como essa banda que junto com outras fizeram história nos anos oitenta. Além da história da Legião Urbana e da Aborto Elétrico, antiga banda de Renato, podemos ver também como nasceram as bandas Plebe Rude e Capital Inicial. Os atores bem parecidos com os originais, bem afinados formam esse elenco que não é tão genial em interpretação, mas que faz fãs como nós, vibrarem e querem viver e reviver todos aqueles acontecimentos.


Rafaela Valverde

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Bandeja ou bandeija?

Foto: Google
Fizemos uma seleção para uma determinada empresa. Eu e meu marido. Fizemos além de outros processos, uma prova de Português, Raciocínio Lógico/ Conhecimentos Gerais, Informática e uma Redação. Era uma prova muito simples e em uma das questões que eu não vou me lembrar os detalhes agora estava perguntando qual a maneira correta de escrever a palavra bandeja. A questão perguntava, entre outras palavras, se a referida palavra se escrevia com o "i"  entre o "e" e o "j". Pois bem, é bandeija ou bandeja? Eu marquei a segunda opção, por que já sabia qual era a grafia correta. Mas meu marido ficou na dúvida, marcou errado e depois veio me perguntar e aí não tinha mais jeito, já era tarde já havia errado e aí me veio à cabeça que muitas pessoas não sabem pequenos detalhes de palavras bestas e acabam se prejudicando em algum ponto da vida, até mesmo em processos seletivos de empresa, como foi o caso. Passa pela minha cabeça também que eu só sei escrever bem, só sei a forma correta de grafar as palavras por que eu leio, leio e leio. Sempre li, desde bem criança. A leitora oficial de manual de instruções e bulas de remédios da casa, sempre fui eu e com orgulho. Isso eu devo à leitura, o mérito é todo das leituras que  fiz durante a vida. Fica a dica.



Rafaela Valverde

Retiro sempre toda a maquiagem

Foto: Google
Vou falar sobre algo que pode até ser considerado besteira, mas para mim é muito importante. É o ato de tirar a maquiagem antes de dormir para que a pele possa descansar e respirar melhor. Sinto que isso é importante a tal ponto que deixa mais leve o rosto quando tiramos tanta maquiagem, principalmente da região dos olhos, como sombra e rímel. Eu faço questão de retirar mesmo que esteja cansada. Retiro o excesso com a água do banho e em seguida uso o removedor bifásico para olhos da Avon e na pele do rosto uso apenas leite de rosas, para retirar o restante de maquiagem, pó, blush, enfim. Retiro o máximo que eu posso e gostaria de deixar registrado aqui.


Rafaela Valverde

quinta-feira, 2 de maio de 2013

Pequeno detalhe

Foto: Google
Em um dia chuvoso não quero sair de casa. Espero ficar embaixo do meu edredom, na minha cama quentinha e confortável, mas aí lembro que tenho uma reunião às nove e sinto uma leve sensação de injustiça  pairando em minha cabeça. Levanto bruscamente para não ser pega pela preguiça. Saio do quarto e percebo que chove muito e a cidade está um caos. Como assim? São seis e meia da manhã. Resignada entro no banho quente que acaba se tornando revigorante, apesar de tudo. Comi o café da manhã de sempre: fatias de mamão, pão integral e uma xícara enorme de café com leite. Afinal, quem não é viciado em café? Vesti a primeira roupa que encontrei, passei uma certa cor na cara e desci para enfrentar mais um dia de trabalho. Ao sair o elevador, já na saída do prédio, Marta, minha melhor amiga liga perguntando como está o meu primeiro de férias? O quê? Férias? Eu esqueci! Por que você não me ligou meia hora antes, Marta? Eu poderia ficar na minha cama mais um pouco. Achei um desaforo contar para ela sobre o meu engano e não sair, já que estava vestida. Disse que estava indo ao shopping, tomar alguma coisa quente e comprar um sapato para o casamento do meu irmão. Um dia terei uma agenda e organizarei minha vida!


Rafaela Valverde

Aprendizados sobre a melhor escrita

Foto: Google
Estou lendo o livro A arte de escrever bem e com ele estou aprendendo algumas formas de enxugar o texto e deixá-lo mais claro e agradável. É importante filtrar o que escrevemos, nos livrando de palavras desnecessárias, cujo única função é aumentar o volume do texto: adjetivos que não qualificam nada, artigos, sejam eles definidos ou indefinidos, pronomes demonstrativos, etc. Eu particularmente já acho a minha escrita clara e objetiva, mas sempre temos o que mudar e o que melhorar. Pelo que eu estou entendendo com essa leitura, a objetividade é a prioridade. O leitor deve entender, gostar e achar o texto agradável. Se isso não fizer parte da escrita, a leitura para mim não existe, pois para haver escritor deve haver o leitor e ele deve se identificar com o texto e o principal de tudo: ele deve compreender o texto. Logo, logo trago mais notícias sobre as minhas leituras.



Rafaela Valverde
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