terça-feira, 30 de abril de 2013

Inscrição no pré-vestibular Universidade para Todos

E está chegando maio. O tempo está passando mesmo muito rápido e a sensação que eu estou tendo é que daqui a pouco estaremos novamente na praia aguardando o novo ano chegar. Hoje dia 30/05 começaram as inscrições para o cursinho pré-vestibular gratuito Universidade para Todos que eu já me inscrevi. Preciso de horários e dias definidos para estudar. Nunca fiz cursinho, só agora senti essa necessidade e vontade de fazer. Enfim, vou esperar o resultado e para mim será uma boa, pois é aqui mesmo no meu bairro, no Nordeste de Amaralina. Agora é só torcer para conseguir a vaga no cursinho gratuito. E que venha o mês de maio cheio de oportunidades.

Rafaela Valverde

segunda-feira, 29 de abril de 2013

É bonito isso, sardinhas?

Foto: Google

Pequena demonstração da rivalidade entre Bahia e Vitória. Eu é claro torço para o Vitória e ontem após tomar dois gols, alguns torcedores fizeram esse ataque desnecessário e que demonstra e comprova o tamanho da nossa falta de educação e civilidade, como um todo e não apenas na área futebolística. Quem está por dentro da notícia sabe do que se trata, não preciso nem entrar em detalhes.


Rafaela Valverde



A hipocrisia é necessária para o Brasil, pois através dela, deixamos de enxergar

Foto: Google
A hipocrisia me enoja e vem me deixando mais desanimada a cada dia que passa. As pessoas pensam o quê? Que estão vivendo no mundo de Alice? Não, não, é o mundo de Poliana, só pode ser. Por que vivemos em um país que não há terremotos (oh!), temos abundância de alimentos, temos carnaval e futebol, somos festeiros, alegres e temos belas praias. Oh que maravilha! Não precisamos de mais nada. Temos tragédias e mais tragédias passando na TV todo santo dia, a educação, saúde e segurança vão mal, pessimamente mal. A roubalheira e esculhambação na política continuam livremente pairando acima de nossas cabeças e nós continuamos passivos, calados e felizes, pois afinal de contas, somos um país maravilhoso, com todas as características já ditas não é mesmo? Pois bem, então estamos no mundo perfeito não precisamos mudar nada, reclamar e nem criticar nada e quem ousar criticar e reclamar é taxado como chato, metido a intelectual, porém burro (como já fui chamada por alguém que nem vale a pena lembrar e que só tem como referência de leitura, o livro sagrado), enfim, independente do que os conformados achem (se joguem do pé de coentro!) eu vou continuar reclamando e falando do que me incomodar. Criticarei sempre o que há de errado em nossa sociedade, pelo menos o que eu tenha capacidade em identificar não é? Se não têm capacidade de enxergar, continuem cegos pois eu continuarei desenvolvendo o meu olhar crítico por que a hipocrisia é detestável em uma país como o nosso que precisa o tempo todo de fiscais e de fiscalização, infelizmente!


Vamos continuar caindo em um buraco?



Rafaela Valverde

Tentando acompanhar...

Foto: Google
Todos à minha volta como sempre estão progredindo e eu continuo aqui parada no tempo, talvez seja culpa minha, eu não sei. Talvez eu não esteja parada no tempo, apenas estou subindo os degraus e os meus degraus sejam mais tortuosos, ou talvez os outros não estejam progredindo tanto assim como aparentam e como eu imagino. Afinal não significa necessariamente que alguém que se formou e esteja em um bom emprego na sua área esteja progredindo. Às vezes o progresso que vemos no outro, o outro não vê em si mesmo. Mas que no fundo dá uma invejinha quando vemos alguém em nossa frente dá. Não podemos negar. O fato é que em uma sociedade do agora, onde as pessoas obtém o diploma em detrimento do conhecimento e do saber técnico e intelectual, caminhar devagar construindo um conhecimento gradativamente dá uma sensação de involução mesmo. O que é questionável. Afinal não podemos nos sentir inferiores por estar seguindo os sonhos, estudando e obtendo conhecimentos, até por que um diploma é somente consequência do estudo e de se fazer o que gosta e isso é que deve ser valorizado.


Eis minha opinião.


Rafaela Valverde

sexta-feira, 26 de abril de 2013

Recrutadores: E o meu feedback?

Uma coisa muito comum e que sempre aconteceu comigo desde que comecei a procurar emprego, é a falta de respeito dos empregadores e recrutadores em relação aos candidatos. Como se aquilo fosse uma via de mão única, onde só o trabalhador está precisando do trabalho e o empregador não está querendo e precisando de bons profissionais para obter e manter seus lucros.

Foto: Google
Em primeiro lugar a seleção, ou entrevista nunca começam no horário marcado. Resultado: o trabalhador acorda cedo, sai de casa cedo para evitar engarrafamentos e quando chegam ao local estabelecido, a seleção começa meia hora, uma hora e até duas depois do marcado. E ficamos lá parados esperando se alguém vai se dar ao trabalho de nos atender.

Pois é isso aconteceu comigo hoje. Na verdade sempre aconteceu. Nunca nenhuma seleção que eu fiz começou no horário. Isso chega a ser ridículo até por que os atrasadinhos acabam se dando bem em cima da gente que chega cedo e isso não entra mais como critério de eliminação, o que é uma pena. Para mim, uma das principais características de um bom profissional é a pontualidade e assiduidade. Mas como não sou eu quem escolhe os candidatos, até por que não sou psicóloga e nem profissional de RH. Mas considero lamentável esse tipo de comportamento que é recorrente, como se não tivéssemos nada para fazer e afinal de contas estamos desempregados mesmo, então podemos esperar, esperar e esperar.

Outra atitude que considero desrespeitosa, principalmente na turma em que estive hoje com dezesseis pessoas, onde dava perfeitamente para dar feedback às três pessoas reprovadas, onde eu estava incluída, mas isso parece que não é permitido, parece que estamos ali morrendo de fome ou algo assim. Passamos por uma tensão danada na frente de várias pessoas que não conhecemos e no final das contas nem sabemos o por quê somos reprovados. E isso é regra, viu? Só merece respeito e feedback quem passou nos processos de seleção. 

Não pude evitar o sentimento de humilhação que senti quando saí de lá, até por que não esperava perder, foi uma surpresa. Frustração, decepção. Tudo isso vem à nossa cabeça e não sabemos como agir e nem em que melhorar e investir, já que não sabemos o que nos reprovou. Lamentável.


Rafaela Valverde

quinta-feira, 25 de abril de 2013

O jornalista deve sim ter diploma

Ainda ouço indagações sobre a decisão de querer fazer jornalismo. As pessoas questionam se terei área para trabalhar aqui em Salvador e afirmam que não é mais necessário o diploma para atuar na área de jornalismo. Em minhas pesquisas, verifiquei em alguns sites de jornais e revistas que essa decisão foi revogada e que se torna- se necessário e obrigatório sim o diploma para atuar na área. Sou absolutamente contra à entrada de alguém em alguma área de trabalho sem uma qualificação básica. 

No caso de jornalistas que já estão na ativa, que trabalham, que escrevem, esses sim não precisam obter um diploma, pois já são jornalistas no exercício da profissão, na prática diária. Mas no meu caso por exemplo, sem nenhum tipo de conhecimento técnico na área, sem conhecer as  especificidades da carreira jornalística, acredito que o subsídio principal para o desenvolvimento da minha carreira e para que eu seja uma profissional de sucesso, é sim o curso superior. 

Daí vem a importância do diploma para mim, já que ele não vai ser apenas um papel para alavancar a minha carreira e sim só a conclusão, a consequência de muito estudo, de um curso abrangente e técnico que exige muito de quem decide encará-lo. Defendo uma flexibilização da lei, emenda ou seja lá o que for, onde a mesma estivesse adaptada a certas peculiaridades de alguns casos. Nada nesse mundo dever ser tão radical e inconstitucional para mim seria alguém sem o mínimo de qualificação, conhecimento, bagagem cultural e senso crítico exercer uma profissão que tem tanta importância em um país como o Brasil, onde a imprensa tem grande importância política, cultural e social.

Entendo que o jornalista tem uma função social, de interferência, de análise crítica e construção de conceitos e opiniões, portanto acredito sim ser importante alguma qualificação que é claro nem sempre vem com o diploma de graduação em Comunicação Social e sim com as experiências de vida, viagens, etc. Mas nenhuma outra profissão aclamada socialmente, pelo menos não que eu saiba, tem  autorização de exercer a mesma sem o mínimo de formação técnica na área. 

Aliás, devo me lembrar que infelizmente, isso existe na área docente. Pois é, em minhas pesquisas na área de educação e em algumas leituras pude verificar que ainda existe no Brasil um número razoável de professores apenas com nível médio, ou em muitos casos nem isso, atuando. Isso é lamentável e o meu posicionamento não vem de agora, desse momento em que me apaixonei pela área e decidi ser jornalista. Não. Esses questionamentos eu já trazia antes  de pensar em escrever algum artigo ou trabalhar em uma rádio de notícias.

Para terminar, independente de se precisar ou não de diploma eu vou fazer o curso pois as empresas exigem sim que seus novos jornalistas sejam formados e tenham uma boa qualificação. Até por que se eu também tivesse uma empresa, seja lá de qual ramo eu também ia querer profissionais com o mínimo de conhecimento técnico e prático na sua área e pelo menos com alguma coisa inteligente na cabeça nesses tempos de mulheres frutas e 'lek, lek, lek...'


Rafaela Valverde



'Sou honesto, voto aberto'

Depois da baixaria de nossos digníssimos vereadores que em sua maioria votaram contra a decisão do TCM - Tribunal de Contas dos Municípios e em maior número votaram a favor do ex prefeito João Henrique e da aprovação das suas contas do ano de 2010, veio à tona uma ideia que já tenho em mente há muitos anos. Defendo plenamente o voto aberto em todas as instâncias do legislativo brasileiro. O Grupo Metrópole, junto com outros dois grupos de comunicação de nossa cidade inciaram a campanha: "Sou  honesto voto aberto", campanha que tem meu total apoio inclusive para que cresça a nível nacional. Temos que entender que nós juntos, sociedade civil, somos capazes de pelo menos tentar, mudar algumas coisas em nosso país. Estou trazendo o link da campanha para quem quiser votar. É super rápido, basta digitar nome e e-mail. Vamos lá, colabore!





Rafaela Valverde

Uma imagem engraçada que troça a carreira de jornalista

Em algumas pesquisas sobre o jornalismo. Encontrei essa imagem e decidi postar aqui. É do Google:

Google

terça-feira, 23 de abril de 2013

Meu aniversário: 24 anos

Hoje é dia vinte e três de abril e é meu aniversário. Estou completando vinte e quatro anos. Hoje é dia de São Jorge que é Ogum na Umbanda e Oxóssi no Candomblé. Além disso é dia de nascimento e morte de Shakespeare, que transformou esse dia no dia mundial do livro. Então eu acho que não poderia ter nascido em uma outra data. Não há outra data melhor. Amo esse meu aniversário e esse ano se superou, comi tanto. Fui almoçar com minha mãe, comi pizza à tarde e peixe à noite. Pronto, engordei 20 quilos só hoje! (Hahahahaha)

Enfim, o meu aniversário foi maravilhoso! E amanhã eu tenho que ir procurar emprego.

Rafaela Valverde

sexta-feira, 19 de abril de 2013

Coisas de Salvador: Abordagens da Avenida Sete de Setembro

Hoje fui fazer o orçamento do meu óculos no centro da cidade, mais especificamente na Avenida Sete de Setembro, na Fotótica. Então, fiz o orçamento dos meus óculos e saí pois quem vai fazer o pagamento depois, é o meu pai. Saímos (eu e meu marido) e fomos abordados duas vezes por mulheres que se diziam funcionárias de óticas quaisquer, perguntando se já tínhamos comprado e que tinham experiência há anos no mercado, que eu podia ganhar outro óculos e ela ainda cobriria o orçamento da Fotótica, enfim... Ladainhas absurdas. Uma delas até disse que estava acompanhando desde quando nós entramos e que não nos viu passar o cartão. O que é isso? Perdemos o direito de comprar onde quisermos e quando quisermos? Que assédio horroroso, não temos mais nenhum sossego andando em Salvador. Já não basta a violência, por que hoje nessa saída saltamos de um ônibus e pegamos outro quando um cara estranho entrou pela frente... Enfim, além da violência, temos essas abordagens inconvenientes de óticas de péssima qualidade para nos vender gato por lebre. Isso é uma falta de respeito e o pior é que não vejo como isso pode acabar. Aliás, somente se as pessoas não derem bola como não demos e afirmamos categoricamente que já havíamos comprado para que elas saíssem de perto. Mas infelizmente sabemos que isso não acontece, sempre vai haver alguém que vai comprar com essas pessoas atraídas pelo preço "mais em conta". Então se há procura, há oferta. Lamentável, ter que passar por isso.


Rafaela Valverde

quinta-feira, 18 de abril de 2013

Quem não tem preconceito?

Tem gente que diz que não tem nenhum preconceito. Particularmente eu não acredito nisso. Ter preconceito é uma característica inerente do ser humano. Sempre temos algum tipo de reserva, ou um conceito pré-estabelecido de alguém, algo ou algum lugar que não conhecemos. É normal, até por uma medida de proteção, de instinto.

Imagem: Google
Soa no mínimo hipócrita alguém dizer que não tem nenhum preconceito e que ama tudo e todos. É por isso que as coisas estão como estão, por que as pessoas continuam tendo medo de falar o que pensam, de fazer o que querem e pensam que perdemos os direito de não gostar de alguma coisa. Por que se falamos que não gostamos de alguma coisa, de alguma música, algum artista, ou qualquer coisa que seja, somos chamados de preconceituosos direta ou indiretamente. O que é? Perdemos o direito de gostar do que quisermos? E perdemos o direito de falar sobre isso?

Ah, já sei! No meu caso,tenho que gostar de tudo que o povo gosta, por que está na moda e por que é conveniente, para não ser preconceituosa. Estou muito incomodada com o que pensam de mim. "Oh, você não gosta? Por quê? Ah, minha filha, eu gosto, sou livre de preconceitos."

Pelamor! Me poupe desses comentários estúpidos e politicamente corretos, por que se não me poupar vai ouvir ou ler, como foi o caso hoje, já que a resposta foi dada via Facebook. Além de soar como hipócrita demonstra uma certa ignorância por parte da pessoa, pois falta leituras, uma análise mais profunda sobre preconceitos, discriminação, intolerância, etnocentrismo, enfim... Entender esses conceitos e as suas utilizações já seria alguma coisa, que melhoraria um pouco o diálogo, mas as pessoas hoje em dia não querem ler, não querem estudar e dessa forma só ficam concentradas em "conceitos" do senso comum.


Esse é o meu recado.



Rafaela Valverde








segunda-feira, 15 de abril de 2013

Relacionamento que chega ao fim e Livro Quarup

Hoje estou inspirada e estou escrevendo, escrevendo e escrevendo. Estudei um pouco e estou motivada para estudar para vestibular e não para a faculdade. Não tenho vontade de ir às aulas e nem leio e faço as atividades solicitadas. Não tenho ânimo, vontade e motivação para nada que se relacione as atividades do curso e o meu relacionamento com ele está realmente chegando ao fim, depois de se arrastar, e depois de ir e vir. Estou preferindo estudar as disciplinas das ciências humanas, como geografia, história, redação, interpretação e novas regras gramaticais do que as disciplinas do curso. É tudo muito chato, repetitivo e sem sentido para mim. Não consigo mais acompanhar e esqueço das atividades que são para entregar. Enfim, essa relação está mesmo falida, não adianta insistir.

Estou lendoE como já disse, estou me preparando para o vestibular da UFBA e estou lendo o livro Quarup que é um dos solicitados para a seleção, além dos filmes e uma grande gama cultural  que devemos dar conta. O livro anda me esclarecendo algumas coisas e  estou aprendendo um pouco sobre a religião católica, os índios da região do Xingú, no Rio de Janeiro. Em algumas pesquisas, verifiquei que Quarup é um ritual indígena e que Nando, o jovem padre personagem principal do livro se apaixona e mantém relações sexuais com alguém. Daí já podemos ver o tamanho da polêmica do livro. O livro foi transformado em filme e foi protagonizado por Taumaturgo Ferreira e Fernanda Torres. Bem, quem quiser saber mais, faça como eu e leia o livro.


Rafaela Valverde

Tragédias Sociais

Foto: Google
Em meio a tantas tragédia acontecidas em nossa cidade nesses últimos dias, onde dois irmãos morreram em um acidente de carro, um estudante de Produção Cultural da UFBA foi assassinado e jogado em uma fonte no Campo Grande e ontem ainda houve um acidente no Iguatemi, onde dois ônibus bateram de frente, matando cinco pessoas e deixando vinte e duas feridas, temos que pensar nesses tipos de tragédias que ceifam vidas desnecessariamente e  fazem nos questionar as motivações, os possíveis culpados e o que poderia ter sido feito para se evitar  tamanhas tragédias. 

Na verdade, pensamos, refletimos, nos chocamos e continuamos sem essas respostas. São tragédias isoladas, mas que com a aproximação das suas datas, se tornam uma só e com uma dimensão inestimável. Ficamos tristes, sentidos e nos solidarizamos com as famílias que perderam seus entes, ao mesmo tempo em que ficamos tensos, apreensivos. Principalmente quando se trata da via exclusiva para ônibus na região em que ocorreu o acidente. Digo isso por que passei por lá hoje, de ônibus e senti um clima tenso, amedrontado e até mesmo constrangido dentro do transporte coletivo. Ficamos apreensivos e cuidadosos, atentos, olhando ao redor, enfim...

Em relação aos outros acontecimentos trágicos, o acidente provavelmente foi causado por ingestão de bebidas alcoólicas. Não querendo julgar, mas já julgando, por que é inevitável. Todos nós sabemos que um acidente durante a madrugada quando o trânsito está livre, só pode ser motivado por álcool, imprudência, alta velocidade ou cansaço. Sinceramente, não vamos ser hipócritas e dizer que foi simplesmente uma fatalidade. Isso infelizmente vai continuar acontecendo, enquanto continuarmos criando crianças, adolescentes, jovens e adultos sem educação, sem valores, sem ética, sem moral. E nós vamos continuar assistindo calados e quietos como se nada estivesse acontecendo, afinal é com o outro mesmo, não é?

E sobre o assassinato do estudante da FACOM, não tenho muita propriedade para falar, pois não acompanhei muito bem as informações sobre o ocorrido, mas já ouvi dizer que  pode ter tido uma motivação passional ou sexual talvez. E que foi cometido por supostos moradores de rua.

Enfim, acredito que todas essas tragédias têm sua origem em problemas de cunho social. Afinal, vivemos uma sociedade vazia e oca de todos esses valores citados acima. Nos tornamos superficiais e assim estamos criando nossos filhos e transformando a nova geração em uma geração pior que a nossa, onde não se constrói cultura, boa música, educação, valores, ética, verdadeiro patriotismo e cuidado com nossas origens, e com nossa história. Bem, esse é o meu recado de hoje.


Rafaela Valverde






sexta-feira, 12 de abril de 2013

Sonhos de criança: Uma vida mais tranquila

Sonhava em ter uma vida diferente. Imaginava que quando crescesse a vida seria um sonho interminável, onde eu só teria coisas boas: amor, dinheiro, uma boa carreira, carro, filhos, enfim. Imaginava que antes dos trinta anos já estaria com a minha vida muito bem estabilizada e segura, teria filhos e um bom emprego. Não me faltaria nada e tudo seria perfeito. 

Foto: Reprodução: Google
Pura ilusão infantil. A vida de adulto não é perfeita como eu imaginava e como eu lia nos livros. Viver é muito bom, mas temos altos e baixos, crescemos e os enchemos de responsabilidade e de afazeres e simplesmente nos esquecemos dos sonhos de criança. Ou eles simplesmente desaparecem por si só e não conseguimos mais alcançá-los. Aliás é tudo um tanto quanto paradoxal, pois enquanto estamos em nossa correria diária para conseguir alcançar alguma coisa na vida e talvez ter um lapso dos sonhos infantes, simplesmente perdemos a capacidade de sonhar e de buscar a subjetividade a que ficamos "enfiados" a infância toda.

Esquecemos de fantasiar, esquecemos de imaginar e de respirar um pouco, parar para pensar na vida, para deitar e ficar sem fazer nada...

Esquecemos ou a nossa cansada, frustrada e agitada vidinha não nos deixa ser crianças ás vezes e voltar a sonhar com uma vida fantasiosa que somente uma criança pode imaginar? Não que eu esteja insatisfeita com a minha vida de adulta, não é isso, tenho um ótimo casamento, bons amigos, um bom relacionamento com minha família, mas a sensação que dá é que estou sempre buscando, construindo um muro, bloco a bloco. Esse muro me parece interminável ás vezes e eu fico com vontade de desistir. Deixá-lo pela metade ou então pedir para um pedreiro terminá-lo. Afinal são eles os profissionais dos muros.

Metáforas e palavras sem nexo à parte, penso que os sonhos de criança podiam vir à tona de ez em quando e se tornar um por cento de realidade, para que as coisas finalmente possam se tornar menos complicado e que possamos ter um tempinho ao menos para respirar e para voltar a sonhar como crinaça.


Rafaela Valverde

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Estão crescendo!



Vá cuidar da sua vida!

Fonte: Facebook

Expurgando todos os males.

Fiz uma coisa libertadora hoje e aconselho que todo mundo faça algo desse tipo um dia. Por enquanto não posso dizer o que foi, mas gostaria de dizer que todos devem perder o medo e fazer o que seu coração mandar. Só fazer o que te der na telha e não ficar se privando e se prendendo. Ninguém merece isso! Ninguém merece levar uma vida sem graça, arrastando coisas que não quer mais, infeliz se lastimando, sofrendo e chorando pelos cantos. Isso não é vida, isso '"não é de Deus", como costumamos falar aqui em Salvador. Enfim, desde o ano passado que eu comecei uma limpeza em minha vida, me livrando de tudo que estava me fazendo mal, inclusive a química do meu cabelo (hehehehe) e de agora em diante sempre vai ser assim, mesmo que as coisas fiquem um pouco complicadas, difíceis, não devo pestanejar e desistir de caminhar para frente. Expurgarei TUDO que não me fizer bem da minha vida e assim será. Bola para frente e a fila anda.


Rafaela Valverde

terça-feira, 9 de abril de 2013

Velho é o mundo

Para não ficar chato e repetitivo o assunto de ontem, não vou falar nada em relação, mas devo dizer que não estou vendo significação em estar sentada nessas cadeiras, em estar ouvindo esse conteúdo e pensar em quanto tempo ainda levará ainda para terminar. Além de pensar na prática profissional que nunca me atraiu em nada, mas até um ano atrás eu ainda não tinha outra opção de curso para fazer de carreira para seguir, não sabia o que fazer da vida e agora sigo em um dilema. O que era significativo para mim há um tempo atrás, hoje deixou de ser e não posso continuar empurrando com a barriga. Isso não é do meu feitio. Costumo ser comprometida em tudo o que faço, pelo menos até aquilo perder a importância, o significado e agora a minha cabeça está tão lá na frente, que eu já não consigo raciocinar aqui, não consigo mais fincar o pé, não mais me sinto motivada e quero partir para outra coisa. Eu achava que estava velha e que não havia perspectivas para mim, para eu mudar de faculdade e de curso, agora, a essa altura do campeonato, começar tudo de novo, ser caloura de novo. Velha? O quê? Quem é velha começando uma faculdade com vinte e cinco anos (idade que eu terei no ano que vem se passar)??? Aqui mesmo no Departamento de Educação da UNEB, tem tantas pessoas com bem mais idade pessoas com quarenta, cinquenta anos e que reviram a possibilidade de recomeçar nessa nova oportunidade e eu aqui me achando velha. Me poupe, viu? Aí acabei entendendo e acomodando que nunca é tarde para recomeçar, e para fazer o que realmente se gosta. Eu não vou ficar me remoendo, me frustrando em uma coisa que eu não quero só por que estou me achando velha demais para começar um curso do zero, afinal como diz minha mãe:  "Velho é o mundo." E tenho dito.


Rafaela Valverde

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Tenho certeza absoluta a cada dia que passa!

Estou me preparando para o ENEM e para o vestibular da UFBA no final do ano. Hoje realmente cheguei a conclusão que a minha carreira é outra, a minha área é outra. Espero ansiosamente que chegue o dia, se é que vai chegar, que eu vou entrar na área em que eu quero. Porque é isso que eu quero e eu tenho plena certeza. Ah, se eu tivesse descoberto isso antes! Com certeza agora já estaria formada e trabalhando na área, principalmente na área da internet e das rádios, mas agora sei que tudo tem hora certa para acontecer e me lembro do dia, há exatamente um ano atrás que eu descobri que era jornalismo que eu queria e desde então vivo quase como se fosse uma obsessão. Penso na área, de manhã, de tarde e de noite e tenho mais que certeza que é a carreira que eu quero seguir. Hoje, depois de mais uma aula de  Estágio Supervisionado I super chata e com conteúdos desnecessários, eu me convenci disso e provavelmente vou entrar em algum cursinho para me desenferrujar e vou mandar ver. No ano que vem pretendo já estar lá, apesar de as pessoas botarem gosto ruim e dizerem que aqui não tem área, que é uma área saturada e que não precisa de diploma, entendi que é realmente o que eu quero fazer e mais uma vez não vou deixar as opiniões alheias me abalarem. Quem quiser que se jogue de um pé de coentro e veja a minha vitória. E tenho dito!

Rafaela Valverde

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Aniversário da Metrópole 2013 - Não fui, mas ganhei os brindes e amei!

Uma crítica a uma aula vazia

Estamos caminhando mesmo para o final do túnel. E lá, no final desse túnel não há luz, pelo menos eu não a vislumbro. Estamos sentados na cadeira da universidade e ao meu ver ainda nessa altura do campeonato continuamos com a velha mania da educação brasileira de "encher linguiça". Nós, que estudamos a vida toda em escola pública, tivemos muitas oportunidades de presenciar essa enrolação e hoje em dia ainda, na universidade, que por acaso é pública, estadual, continuamos observando dia após dia, tempo ser perdido, conhecimento que podia ser construído e desenvolvido ser jogado fora.

Não consigo entender como jogamos tanta conversa fora, como desperdiçamos tempo que podia ser utilizado para discutir nossos problemas sociais e educacionais. Temos muitas horas de uma disciplina , em que estaremos inseridos  na escola e sala de aula e antes de partimos para os trabalhos externos nas escolas, estamos em nossa sala de aula, falando e fazendo exercícios que ao meu ver não nos acrescentará em nada. Pelo menos não no trabalho prático em si, que se trata de um trabalho de observação, intervenção e projetos práticos.

Na verdade estamos tendo aula de língua portuguesa e de como construir uma narrativa e uma descrição. Para mim, isso é artifício para completar carga horária e estou de saco cheio. Entramos na terceira semana de aula e não andamos, não avançamos nas discussões sobre a prática da sala de aula, do dia-a-dia do professor. Não houve nenhuma discussão acerca de como se esse cotidiano e do que vamos encontrar nas escolas e olhe que nem conhecemos a escola onde vamos atuar como estagiários, onde seremos obrigados a criar um plano de intervenção com temas que ainda não discutimos e não construímos nada.

Não vou mentir e esconder o meu receio de adentrar à escola novamente. Para mim é um ambiente constrangedor e opressor. Foi assim para mim quando fui estudante e tem sido assim ao longo dos anos e ao longo das novas gerações. Trata- se uma instituição tida como aparelho ideológico do estado, onde as relações de poder são bem definidas, bem hierarquizadas e bastante tiranas, onde quem estar no poder é dono de todas as decisões. Portanto trata- se  de um ambiente físico e abstrato que  deve ser exaustivamente discutido, tratado, elogiado e criticado em seus pontos fracos. E nós, que seríamos um vetor de debate e democratização desse espaço, que seríamos os pensadores da educação, estamos falando besteira e deixando de lado o que poderiam ser grandes construções e contribuições para a educação;


Texto construído durante a aula de Estágio Supervisionado I na UNEB, enquanto rolaava a tal aula da besteira...


Rafaela Valverde





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