quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

A rádio Metrópole vai ser obrigada a retransmitir a Voz do Brasil

A rádio Metrópole por causa de uma decisão judicial vai ser obrigada a partir da próxima segunda feira a retransmitir a chatice da Voz do Brasil. Considero que até é uma coisa importante, mas que não devia ser imposta e engessada do jeito que é. Enfim, não creio que uma rádio a menos transmitindo a voz do Brasil, faça alguma diferença. Ninguém ouve mesmo. Então seria bem melhor se continuássemos a ouvir o Jornal da cidade nesse horário das sete às oito da noite, que é o horário em que muitas pessoas estão voltando para casa e ligam o rádio na Metrópole que é uma rádio de qualidade, uma rádio de notícias diferente, afim de se informar, principalmente sobre o trânsito, se divertir e aprender. 

Foto/ Reprodução Google
Pois é, por que além de notícias, entretenimento, a arte oferece cultura, entretenimento, diversão, literatura, enfim, uma gama de coisas muito melhores para a gente e que estamos precisando, do que a voz do Brasil que é totalmente descontextualizada de nossa realidade e distante de nossos problemas. Fiquei bastante chateada com essa decisão judicial,aliás eu acho que a justiça teria que arranjar algo mais importante para fazer, afinal de contas, são tantos processos, tantos julgamentos, tantas pendências... 

O motivo principal da minha chateação foi sobretudo o fato disso confirmar a minha teoria de que NÃO vivemos em um país democrático. Não podemos falar o que pensamos e ainda temos imposições desse tipo acontecendo a todo tempo, em pleno século XXI. E nós continuamos passivos. Como ouvi hoje na referida rádio, a opinião de um dos ouvintes através de um e-mail: "Temos um milhão e seiscentas assinaturas para o protesto contra Renan Calheiros e setenta e cinco milhões de votos no BBB 13". Que discrepância! E enquanto isso temos que engolir imposições insensatas e cruéis. 

 Termos que escutar a voz do Brasil, um programa obsoleto e atrasado em seu formato e em seu modo de ser, é sermos cerceados do nosso direito de falarmos e de ouvirmos, nesse horário, já que a rádio é uma tribuna aberta. Quem conhece sabe!Há um tempo, há especificamente dez anos, a rádio não retransmitia o programa, pois também por um ganho na justiça entendeu- se que o veículo era de utilidade pública e prestava um grande papel social em nossa cidade e em nosso estado. Mas e aí? Perdeu- se essa utilidade pública? Não tem mais o papel social? Realmente não entendi.


Rafaela Valverde

Ambiente de trabalho não saudável

Odeio ser feita de besta. E quem gosta? Odeio ser tratada como lixo, como um ser dispensável e descartável. Quando essa situação chega ao ambiente de trabalho, entramos em uma situação insuportável. Fico me perguntando às vezes por que nunca tive um trabalho que eu realmente gostasse, que realmente fosse significativo para mim. Aliás me pergunto isso a todo momento. Não posso admitir ser tratada dessa forma e hoje eu explodi. Desatei a falar e a protestar. Não tem jeito. Eu sou assim e sempre serei. Não aguento ver pessoas erradas e hipócritas, com empáfia e arrogância no poder, achando que são melhores que você e dizendo isso na sua cara, com a boca ou com o olhar. Mais uma vez me encontro em uma situação ultrajante em um ambiente de trabalho, onde tenho que permanecer por que infelizmente tenho contas para pagar e não quero ficar novamente sem emprego e sem perspectiva como fiquei no ano passado. Isso não! Mas é muito complicado estar em um lugar onde não somos respeitados, onde não somos tratados com o cuidado e o respeito que merecemos por sermos bons funcionários. Estou me sentindo muito mal ultimamente, por ainda não ter conseguido um emprego na vida de que realmente gostasse, que não fosse monótono, chato, e que tivesse algum sentido, algum significado, alguma alegria, algum reconhecimento. Dá vontade de largar tudo. Jogar tudo para o ar e sair correndo. É essa a vontade que tenho às vezes. Estou mais uma vez nessa empresa, e não vou dizer que é por que eu quis. Não, a necessidade me fez voltar. Passamos por uma pindaíba danada no ano passado e o primeiro lugar que me aceitou foi essa empresa e agora eu amadureci o suficiente para saber que é melhor estar trabalhando do que não estar. Como dizem os conformados: "Ruim com ele, pior sem ele." Vou começar a tomar aulinhas com os conformados, os pacientes, os acomodados, os calmos e os não rebeldes. Parecem que as pessoas passivas que aceitam tudo numa boa são melhores recepcionadas e tratadas em nossas empresas. É duro!


Rafaela Valverde

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Não passei, mas mesmo assim estarei de novo na universidade

Bom, eu não passei no vestibular da UNEB. Pelo menos não em primeira chamada. Na verdade eu já esperava isso, já que fui mal na prova. Então vou continuar no meu curso de Pedagogia e terminá- lo. Essa é a decisão tomada por mim agora, nesse exato momento. Nem quero saber das outras chamadas. Vou é terminar o que comecei isso sim. E assim, tentar ter uma perspectiva melhor lá na frente. Precisava parar esse último semestre, pensar, analisar sobre o que realmente quero e ver o resultado desse vestibular. O fato é que percebi que quero terminar o que comecei, pela primeira vez na vida. Sempre tive essa mania aterrorizante de largar as coisas pela metade, mas dessa vez, conforme eu já havia falado que se eu não passasse eu ia concluir meu curso, eu vou sim terminar, algo que comecei há três anos. Falta um pouco mais de vinte matérias para terminar e se depois eu ainda tiver interessada eu vou fazer jornalismo, pois ainda não desisti dele. O fato é que por conta do trabalho, não vou poder pegar muitas matérias por semestre, então essa conclusão vai demorar mais um pouco, mas não tem problema. O fato é que estou morrendo de saudades e de vontade de voltar a estudar. Tenho uma imensa necessidade de estudar e é isso que vou fazer, estudar e estudar. Sempre, a vida toda. Essa é a minha essência e não estou nem aí para o que os outros pensam.

Rafaela Valverde

Estou de mudança. Mais uma vez!

Foto/ Reprodução Google
Vou me mudar pela quarta vez em menos de três anos. Bem, mas isso é depois que eu casei, por que antes de eu casar ainda tive muitas mudanças de casas. "Já morei em tanta casa, que nem me lembro mais..." (Renato Russo- Pais e Filhos) Pois é, essa é a minha vida. Mas agora a coisa toda é diferente por que me mudarei de bairro. Pois é, o bairro que moro desde que tinha sete anos, onde vivi os piores momentos da minha vida, e os melhores também, vai se tornar apenas um bairro onde virei para visitar minha avó e meu pai. 

O fato é que nunca fui muito com a cara daqui e apesar de ser um bairro tranquilo, com apenas alguns acontecimentos, eu não gosto daqui. Sair de um lugar onde tenho mais lembranças desagradáveis do que agradáveis, vai me fazer bem, eu sei disso, ainda mais que aonde vou morar é melhor em transporte, estrutura, comércio, é perto de tudo, inclusive da praia, onde vou fazer minha caminhada todo dia. Esse inclusive sempre foi um sonho que eu tive, morar o mais próximo possível da praia para fazer minhas caminhadas com aquela vista e cheiro maravilhosos de mar e de maresia. 

Pois bem, minha casa está um caos, com caixas, sacolas e móveis desmontados por todo lado e no sábado à tarde quando eu voltar do trabalho, estaremos nos mudando para a casa que é um ovo, mas que é nossa. Onde poderemos fazer o quisermos e todas as intervenções necessárias.

Bem é isso.

Rafaela Valverde

domingo, 17 de fevereiro de 2013

Arena que não é arena. É esse o presente que Salvador precisa?

Essa semana estava em pé em um ônibus cheio, sendo empurrada por todos que desciam e observando a sujeira e o caos que se formava em cada ponto de ônibus de nossa cidade, após o carnaval e com a proximidade do fim de semana quando de repente ouvi na rádio. A rádio Metrópole, cuja programação está sempre em meus ouvidos através do fone de ouvido, que a arena Fonte Nova será entregue no dia 29 de março, dia do aniversário da cidade.

 E que será um grande presente de aniversário, enfim, toda aquela ladainha que já estamos acostumados a ouvir de pessoas que não tem coragem de admitir que estamos vivendo em um verdadeiro caos, com uma ínfima qualidade de vida. É claro, essas pessoas, como no caso do rádio, foi o senhor secretário dos assuntos da copa e as duas comunicadoras, apresentadoras do programa em questão, vivem em seus condomínios fechados e "seguros", andam em seus carros bem refrigerados e estão em um veículo de mídia. 

Foto/ Reprodução Google
Não podem assumir papéis tão pessimistas e afirmar que a conclusão e a inauguração da Arena Fonte Nova é uma bosta, me desculpe pelos termos, já que nem se trata de uma arena esportiva que pelo menos incentive nossos jovens a praticar esporte ao invés de correr para a marginalidade. Então, o ginásio Antônio Balbino que servia para eventos esportivos e musicais foi retirado, a piscina também e até a escola pública que ali funcionava deixou de existir. 

Que triste, nenhum incentivo à cultura, ao esporte e à educação, e sim ao consumo, já que soube que vamos ter lá dentro lojas e lanchonetes, põe logo um cinema e transforma em shopping! E olhe que meu marido nadou lá em sua infância e pré adolescência e agora temos apenas um belo monstrengo "pra inglês ver" e estamos felizes e satisfeitos, somos o pais da copa, do futebol e da cerveja, onde a Ambev é a empresa com mais lucros no ano passado! Somo esse o país que nunca se consagrou em nada além de futebol e boas novelas, somente isso que temos em nosso país? Será? É com essa mediocridade que vamos sempre nos contentar? 

Temos os piores índices educacionais, científicos, culturais, sociais do mundo. Ainda temos doenças do século passado, escravidão e racismo. Temos lixo em cada esquina de nossas grandes metrópoles, não somos civilizados, ouvimos som alto do celular alheio no ônibus, ouvimos pregações religiosas e recebemos também folhetos bíblicos que emporcalham ainda mais nossos ambientes. Tudo isso em um país dito laico.

Não respeitamos os outros e somos intolerantes com os diferentes. Amplio a questão a nível nacional, porém sabemos que a gênese do problema se encontra nas cidades que em sua coletividade forma o que devia ser uma nação. Cidades mal administradas e saqueadas descaradamente, com a educação básica relegada e diminuída e em nossa cidade ainda temos aquela cultura dos baianos alegres e que gostam de se divertir, beber e dançar com os carros abertos no meio da rua (e ainda saem dirigindo) e que jogam lixo na rua para para gerar emprego.

Ou seja, cenários dignos de alguma providência urgente e ninguém faz nada. Não faz nada e ainda acham bonito o que está aí. Só cuidamos de uma ponte Salvador- Itaparica que nunca vai sair, do carnaval, futebol e Arena que NÃO é arena! Por isso tenho certeza que esse não é o presente mais adequado para Salvador, pois precisamos de muito mais que um estádio de futebol e de uma copa do mundo.


Rafaela Valverde

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Somos maus. E onde podemos constatar isso?

Eu poderia dizer que estamos em sinal dos tempos, mas isso faz parte de um discurso de cunho religioso com qual eu não coaduno, mas o que tenho observado me leva a acreditar em um final muito próximo. Final não do mundo como é o nosso sonho, mas final nosso, final de uma humanidade cada vez menos humana e cada vez mais egoísta. Somos tão insensatos, inconvenientes, mal educados e só vemos e pensamos em nosso próprio umbigo e em nossos próprios interesses. 

Um exemplo simples disso é a sensação nada prazerosa que tenho ao pegar três, quatro ônibus por dia e constatar isso tristemente. Quem entrou não quer mais que ninguém entre, pois já está muito cheio, não cabe mais ninguém e o motorista deve levar direto sem parar em lugar nenhum, por que assim chega- se mais rápido.

Mas quem está no ponto querendo entrar no ônibus, também não quer ir ao trabalho, à escola ou à praia? Não entendo que mentalidade é essa e nunca vou entender.  Outra coisa é quem está sentado, está pouco se lixando para quem está sendo empurrado, pisado, acotovelado de pé no ônibus. Pouco importa, problema de cada qual! 

E por último, que foi o que me irritou hoje logo cedo, foi as pessoas que não vão saltar, ficarem em pé bem na frente da porta do ônibus. Saem de lá do fundo e ficam na frente, esperando chegar o seu ponto e quem vai saltar ali que se lixe. E ainda teve o bonito do motorista que mesmo e tendo pedindo o ponto, só parou afastado do mesmo, por que eu pedi e ainda acho ruim. Isso cansa, estressa a gente e já chegamos em nossos trabalhos estressantes, estressados. Os motoristas, caixas, atendentes e todo tipo de trabalhadores de serviços de nossa cidade acham que estão fazendo favores para nós e nós ainda acreditamos.

E as pessoas comuns perderam a compostura, a gentileza, o bem querer ao seu irmão, o respeito, a consideração, a educação doméstica, a sensatez, a  maturidade e a noção de senso coletivo não sei não, mas até posso começar acreditar que as profecias apocalípticas estão se cumprindo e estamos mesmo chegando ao famoso sinal dos tempos, ou final dos tempos como eu falava antigamente.



Rafaela Valverde

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Filhotes que precisam de um lar.

Gente por favor, estou precisando de ajuda. Então eu estou com três gatinhas de um mês e meio. Elas são duas pretinhas e uma preto com branco. Muito engraçadas, brincam o dia inteiro. Eu não teria problema nenhum em ficar com elas e mais o casal que eu tenho na minha casa atual, porém eu tive uma emergência e vou me mudar agora no dia 23/02, para uma casa que é um ovo, em relação a que eu moro atualmente.

 Os machos morreram e  ninguém quer fêmea, por achar que é difícil mantê-las sem engravidar. Isso não é verdade, pois hoje em dia dia temos uma facilidade muito grande para castrar animais, eu mesma já castrei um gato meu há três anos gratuitamente, através de um convênio com a prefeitura e uma clínica veterinária. A escola de medicina da UFBA também realiza esse procedimento com apenas uma taxa, me parece.

 Os adotadores que eu havia arrumado desistiram quando souberam que eu só fiquei com as fêmeas. Isso é lamentável e eu não sei o que fazer. Vou castrar a mãe delas ainda esse mês e não tenho condições de mantê-las na pequena casa onde vou morar com meu meu marido e com meu filho gato Boris. Quem souber de alguém aqui em Salvador, que queira adotar um bichinho pode entrar em contato comigo, compartilha esse texto. Ou então alguma instituição. 

O fato é que eu não tenho como ficar com todos, já acolhi a mãe da rua e infelizmente não tenho como mantê-los juntos. Quem tiver alguma dúvida também eu posso orientar sobre como ensiná-los a fazer suas necessidades, já que gato é muito limpo e organizado, não há muito com o que se preocupar, basta apenas comprar grãos específicos para eles fazerem suas necessidades. Ou se morar em casa que tenha quintal, melhor ainda. Eu crio gatos há muitos anos e posso dar dicas de como educá-los, alimentá- los e vermifugá-los. Além de arrumar alguém que dê carinho, preciso de alguém realmente consciente e que goste de bichos. Doou um tanto de ração no início para ajudar, pois elas já comem ração sólida.

Fico muito agradecida a quem puder me ajudar de alguma forma e amanhã pstarei algumas fotos delas.


Rafaela Valverde 

Providências pós carnaval

Ontem fui para a emergência, mais uma vez com infecção urinária, mas estou em tratamento. O carnaval acabou e agora é hora dos resultados de provas, matriculas, mudanças de horários e de rotinas, alterações cadastrais, marcações de médicos, inícios de anos e semestres letivos, enfim. Agora que o ano começa a ficar mais sério. Eu mesmo, agora no final de mês de fevereiro e início do mês de março tenho várias providências a tomar, principalmente no que diz respeito a consultas de rotina, por exemplo.

Mas tenho também o resultado do vestibular da UNEB, a matrícula, seja lá que para que curso, e em março tenho um concurso e revalidação do Salvador Card. Então, agora é que vem as providências mais importantes do ano, e no meu caso são fatos decisivos na minha vida estudantil e profissional, por que se eu não passar no vestibular, voltarei sim para concluir (!) meu curso de Pedagogia. Afinal de contas preciso de um rumo na minha vida, preciso me afincar em alguma coisa, e como falta bem pouquinho para terminar em relação ao início de um novo curso, eu prefiro terminar logo de vez. 

Então, por conta disso estou cheia de ansiedade, estou transbordando para saber o que vai acontecer. Chego até a nem dormir direito, pensando nos rumos que minha vida vai tomar em 2013 e que esses rumos, dependem inteiramente de mim. E sim, eu vou fazer alguma coisa por mim mesma, ao invés de ficar apenas esperando o tempo passar e perceber o quanto tempo eu já desperdicei, por conta da minha procrastinação e por não terminar o que começo. Isso a partir de agora vai ser diferente!

E estou de mudança novamente. A casa está um caos, por conta da mudança, sacolas, caixas e móveis desmontados em todo canto. Mas estou mais uma vez na expectativa, ainda mais que depois  de dezessete anos eu vou mudar de bairro. Enfim, uma vida nova me espera, pois vou morar perto da praia, em um bairro onde terei maiores variedades de supermercados e comércio em geral, além de mais transporte, enfim, um bairro bem melhor do que o que moro hoje.

Bem para concluir, como vocês meus queridos leitores já sabem, eu não gosto dessa história que o ano só começa após o carnaval, mas as maiores providências que você pode tomar em relação a ele, sim só podem ser tomadas após a tão amada festa momesca.


Rafaela Valverde

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Filme Prenda-me se for capaz

Esse final de semana vi um filme que nunca tinha visto, mas que é antigo. O filme é Prenda- me se for capaz de 2002. Com direção de Steven Spielberg e com Ton Hanks e Leonardo DiCaprio nos papéis principais, o filme que é baseado em fatos reais, beira ao incrível no mínimo.

 As cenas e as sequências são bem feitas. A história é empolgante e prende a gente até o final por que queremos saber o que vai acontecer. Ele se passa nos anos 60 e isso me deixa ainda mais encantada com os cenários, as roupas e os carros (menos os papéis de parede, vai!) 

Sim, voltando à trama. O filme traz a história de Frank (Leonardo DiCaprio), que pratica golpes e afana muito dinheiro de bancos com falsificações perfeitas de cheques, documentos, diplomas e até uniformes, pois é, o cara até inventou que era médico. 

Cenas hilariantes nos esperam daí em diante, como ele fugindo do próprio casamento por que ia ser pego pelo detetive de fraudes bancárias do FBI, interpretado pelo fantástico Tom Hanks. Bem, o filme é interessantíssimo e eu recomendo. Tem um final surpreendente e arrebatador, pois fiquei na expectativa para saber o que ele realmente faria após ser pego. Assistam e saberão.


Rafaela Valverde

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Desânimo.

Não estou muito no clima do carnaval não. Apesar de gostar. Não sei por que estou me sentindo um pouco desanimada hoje, acho que é coisa de quem está vendo o tempo passar e nada de concreto acontecer na vida. Até agora a coisa mais importante que tive foi o meu relacionamento de quase sete anos. Vamos oficializar esse ano, e fora isso não tenho nenhuma realização nenhuma conquista, enfim, nada concreto. 

Isso é bastante comum acontecer comigo, volta e meia me pego chorando pelos cantos, literalmente. Não há o que se possa fazer, o tempo não anda e eu não posso forçá-lo a andar mais rápido. Enquanto ele se arrasta eu espero, espero e espero. E aí um belo dia saio me arrastando desanimada pelas ruas e sentindo as lágrimas em meu rosto e pensando o qual longa ainda será a minha caminhada. 

Não sei o que devo fazer para que as coisas mudem e não sei o que devo fazer para que aconteça alguma coisa. Nem sei se desejo que que algo mude e também não sei se quero que aconteça algo. O fato é que esse sentimento de frustração vem e vem forte e com isso fico apática, estressada, nervosa e inconstante e impaciente. Tem dias que nem aguento ouvir a minha própria voz.

E ainda com esse sono, esse cansaço e essa falta de ânimo para agir é que as coisas se tornam piores. Um círculo vicioso! Por que se eu não faço nada, não acontece nada e se não acontece nada eu fico apática e não faço nada. Dá para entender? Bom, nem eu.



Rafaela Valverde

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Cinquenta Tons Mais Escuros - Minhas impressões

Estou lendoComo vocês já perceberam eu estou lendo o segundo livro da trilogia Cinquenta Tons de Cinza, o Cinquenta Tons mais escuros. Devo dizer que a narrativa de Erika L. James não melhorou muito, só diminuiu algumas coisas que eram toscas de doer no livro anterior.

 Algumas dessas frases e palavras sem noção sumiram, mas foram substituídas por outras e agora temos cenas, palavras e frases ditas pelos personagens que soam como desnecessárias. Devo no entanto afirmar que essa é a minha opinião e não estou aqui de forma alguma, criticando deliberadamente o trabalho da autora que se fosse tão ruim assim, não teria deixado ela milionária em tão pouco tempo, enfim. 

Admito que gosto bastante da história e sou apaixonada por Anastasia e Christian. Acho que eles têm química e estou louca na ansiedade para sair o filme, se é que vai realmente sair. 

Então, parece que a autora estava mesmo querendo encher linguiça na história desse segundo livro e acrescentou detalhes como "... Taylor entrou no carro e dirigiu." É óbvio que ele vai entrar no carro pra dirigir, considerando que ele é o motorista de Christian e considerando que todos nós leitores estamos cientes disso. 

O fato de em todas as cenas de sexo, haver a descrição da abertura da embalagem do preservativo me irrita profundamente. Todos sabemos que eles só usam preservativo quando ela não está tomando a pílula, não era necessário descrever isso. E não acho também que seja uma boa ideia, considerando que eles se conhecem a tão pouco tempo e ele já tendo várias outras parceiras anteriormente.

 Considerando que ainda estou no quinto ou sexto capítulo, não posso escrever muito, mas já pude notar algumas coisas desse tipo e em um determinado momento, há uma cena que ela se diz cercada de tecnologia e fica olhando para o Blackberry, o MacBook e o Ipad. Precisa dizer o quão desnecessária é essa cena? Pura propaganda. Vou continuar a minha leitura e continuarei atualizando vocês com  as minhas impressões sobre esse segundo livro da saga.


Rafaela Valverde




Ponderando alguns fatos...

E chegamos ao segundo mês do ano. Janeiro demorou, custou, custou, mas acabou e agora, após o carnaval, é claro é que o ano realmente começa. Não sei quando vamos largar o costume de dizer essa frase infame, mas enquanto isso vamos aproveitando ela para demarcarmos simbolicamente o tempo, pois algumas escolas e faculdades aguardam o final da festa momesca pra iniciarem suas atividades escolares. Algumas já começaram e assim começamos tudo de novo, daqui a pouco estaremos já em março, último mês do verão e provavelmente meu mês de retorno à faculdade, seja em um curso ou em outro. Decidi que se não passar em Comunicação Social ( o que é bem provável, considerando os gabritos que eu corrigi), volto e concluo Pedagogia e em seguida entro para jornalismo, se assim tiver de ser. Na verdade esse ano, as coisas vão acontecer por si só. Vou deixar a vida me levar. A depender dos resultados é que vou resolver o que faço da vida. E assim vamos vivendo. E acredito que essa é a graça da vida, não saber o que vai acontecer amanhã, não ficar definindo muito as coisas, e deixar ser levado às vezes pelos acontecimentos cotidianos.  Bem, é isso.


Rafaela Valverde

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Caos cultural - Parte II

Continuação...

A escola não cumpre nem um terço da sua função de fomentar a cultura e a arte em seus ambientes internos e na comunidade externa. Digo isso por que em minhas andanças como ex aluna do curso de Pedagogia, pude ter acesso à várias escolas públicas municipais e constatar com meus próprios olhos.

Sem investimentos dos vários lados a quem de direito, sobra somente para as associações de bairro, se existirem. No caso de não existirem, nossas crianças e adultos ficam como em relação à cultura e ao conhecimento existentes? Resposta: Ficam do jeito que estão, sem acesso, sem poder conhecer e contemplar esses conteúdos e isso acaba gerando uma ausência de pertencimento e ausência de ser dono do nosso patrimônio, o que consequentemente causa toda aquela destruição de produtos artísticos que citei na primeira parte do texto.

O que fazer? Além de mudar toda essa estrutura já citada, tem é que acabar com a impunidade, fazendo com que os "sem educação e sem cultura", vão buscar na "marra" o que o Estado não lhe ofereceu e vão ler ao invés de destruir nosso monumentos, para não serem multados e/ou presos. Aí sim veríamos algum tipo de consideração com nossos patrimônios artísticos. Educação, sensibilização, cidadania e punição.



Rafaela Valverde
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