sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Brinquedoteca Paulo Freire- DEDC - I UNEB

Quero abrir espaço  aqui para falar sobre a brinquedoteca Paulo Freire no Departamento de Educação na   UNEB. Estudo nesse departamento e vi nasce a ideia da brinquedoteca. É até uma vergonha isso,mas não conheço ainda a brinquedoteca com detalhes, só a parte da frente e as fotos que foram divulgadas. Vou compartilhar as informações que li no site do departamento.

"QUAIS OS NOSSOS OBJETIVOS?
Imagem da própria brinquedoteca
  • Criar oportunidade para que as crianças possam brincar sem cobrança de desempenho;
  • Estimular o desenvolvimento da capacidade de concentrar a atenção e de construir uma vida interior rica;
  • Ampliar a operatividade da criança, favorecendo assim, o seu equilíbrio emocional;
  • Desenvolver as oportunidades para a manifestação de potencialidades;
  • Despertar a inteligência e a criatividade;
  • Proporcionar maior número de experiências lúdicas na criança;
  • Criar oportunidades para que elas aprendam a jogar, a participar, a esperar a sua vez, a competir e a cooperar;
  • Despertar os sentimentos afetivos e cultivar a sensibilidade;
  • Favorecer o relacionamento entre as crianças, suas famílias e a universidade;
  • Incentivar a valorização do brinquedo como atividade promotora do desenvolvimento intelectual e social;
  • Criar espaço educativo para que alunos e professores possam ampliar os estudos e pesquisas no âmbito de suas disciplinas.

QUAIS ATIVIDADES OFERECEMOS?
Trabalhamos com planejamento específico das atividades que envolvem: brincar livre, música e dança, hora do conto, rodas de conversação e brincadeiras, cinemateca, hora do faz-de-conta, arte, jogos, além de projetos didáticos desenvolvidos pela própria equipe da Brinquedoteca e pelos docentes e seus alunos dos cursos do DEDC I. Sendo assim, estruturamos o espaço da Brinquedoteca dividindo-o em “cantinhos” que facilitam a escolha do brincar.
PÚBLICO ALVO
Crianças de 06 a 10 anos de idade, com no máximo 16 alunos por turno, que sejam oriundas do Ensino Fundamental I das escolas públicas do Cabula e seu entorno e filhos, netos sobrinhos e primos da comunidade interna da UNEB (professores, funcionários e estudantes).
HORÁRIOS DE FUNCIONAMENTO
De segunda-feira a sexta-feira:
  • Matutino (das 08h às 12h);
  • Vespertino (das 13h às 17h).
DE QUE FORMA TRABALHAMOS?
Agendamento através do e-mail: brinquedotecauneb@yahoogrupos.com.br
  • De segunda-feira a quinta-feira – escolas;
  • Sexta-feira – comunidade."


O ato de brincar para a criança é essencial para o seu desenvolvimento psico-motor, neurológico, psicológico e cognitivo, auxiliando - a no seu aprendizado. 

Incentive o brincar !

Rafaela Valverde

E que venha o mês das flores!

No dia 29/08, ou seja anteontem o blog fez quatro anos de postagens ativas. Isso é por que não me lembro exatamente quando abri a página. Mas a primeira postagem data do dia 29/08 de 2008 e isso me deixa muito feliz. Ao reler postagens antigas eu percebo o quanto evoluí em minha escrita e em meu conhecimento da vida e científico.

Nesse mesmo dia 29 fiz seis anos de relacionamento, incluindo tudo. Paquera, primeiro beijo, namoro, noivado e casamento. O casamento fez dois anos no dia 09/08. Portanto para mim, agosto não é de jeito nenhum o mês do desgosto e deixo aqui hoje o registro disso.

Tenho uma simpatia especial pelo mês de setembro. Talvez pelo imaginário que temos desde criança sobre o início da primavera e do período das flores. Aqui em Salvador, por termos clima de verão praticamente o ano todo, não temos essa percepção de flores, mas ainda assim sentimos o clima de verão efetivamente já chegando e isso já me deixa mais satisfeita em viver aqui.

Viva o novo mês, que com ele venham boas energias, conquistas, vitórias, bons sentimentos e melhores soluções para a nossa sociedade.


quinta-feira, 30 de agosto de 2012

As múltiplas histórias de hoje.


Perceberam as mudanças não é mesmo? Não consigo ficar parada e estou querendo tornar nosso espaço em um ambiente mais sério e mais limpo, cada vez melhor para ler e menos cheio de "enfeites". Mas ainda não cheguei à fórmula perfeita. Ou pelo menos que seja perfeita para mim que escrevo e para vocês que leem. Ainda nem sei na verdade se existe essa fórmula perfeita, mas vamos tentando.


Hoje fui ver meu afilhado Davi, depois de mais de um mês sem vê-lo e ele está enorme, feliz, lindo. Como cresce rápido! No mês que vem já faz um ano. O tempo é mesmo o nosso maior inimigo. Mas estou muito feliz por que ele está crescendo saudável, bonito e feliz.

Hoje fui na UNEB fazer o ajuste da matrícula que eu já havia feito desde o início do mês pela internet, em casa. O ajuste no meu caso significou apenas a inclusão de uma disciplina no turno da noite. Vou pegar sete disciplinas para adiantar logo as disciplinas que estou atrasada.

Eis as disciplinas do sexto semestre:

Currículo e Educação (4º SEMESTRE)
Educação e relações étnico-raciais (6º SEMESTRE)
Epistemologia e Metodologia da alfabetização e do letramento (5º Semestre)
Estágio Supervisionado I (5º SEMESTRE)
Psicologia da aprendizagem e da educação (4º Semestre)
Referenciais Teórico- Metodológicos do ensino da geografia (5º semestre)
Referenciais Teórico- Metodológicos do ensino das ciências no ensino fundamental (6ºsemestre)

Algumas matéria abandonei ou tranquei no semestre anterior, mas agora decidi pegar todas essas. 

Boa sorte para mim!

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Que o politicamente correto determine nossas ações, amém!

Estamos vivendo um momento em que o 'politicamente correto' se tornou tão dominante em todas as relações sociais, que não podemos falar mais nada. Depois da censura e da ditadura que foi um momento político que não podíamos falar e nem expressar nossa opinião - digo isso de uma forma genérica, é claro já que não vivi esse período - depois desse período em que éramos proibidos até de respirar, parece que estamos retrocedendo no tempo e voltando a uma era que devia ser esquecida. 

Por que digo isso? Por que apesar de a imprensa hoje ser livre de uma maneira geral, apesar de contarmos com as redes sociais, e apesar de não termos mais censura direta, ainda sofremos represálias quando realmente falamos o que pensamos.

Recentemente compartilhei no Facebook uma frase que dizia o seguinte: "Só falarei o que realmente penso quando puder contratar um advogado." Isso é uma tristeza e já sofri comentários revoltosos no MEU perfil, quando falei alguma coisa mais polêmica. Por isso é que digo isso. Não vivemos ainda em país realmente livre, e eu venho constatando isso todos os dias, ao ter vontade de tecer opiniões sobre religião, sexualidade, política, educação e comportamento de pessoas e ser constantemente tolhida.

Essa semana vi a notícia de que uma aluna de 13 anos da rede estadual de Santa Catarina abriu uma página no Facebook, para denunciar e mostrar todas as deficiências da escola em que estuda e está sendo hostilizada na escola, por funcionários e colegas. Será que perdemos o direito de protestar? Será que realmente tivemos esse direito algum dia? Fico na dúvida quando leio e ouço notícias como essa. Eu mesma já passei por coisas desse tipo aqui no blog, com críticas ferrenhas com o que falo e até ofensas. Mas NUNCA deixarei de escrever e me pronunciar sobre o que quer que seja.

Porém não sinto que posso realmente falar o que penso em público com diferentes pessoas, ou nas redes sociais e isso me deixa triste e faz com que eu fale cada vez menos o que passa de verdade na minha cabeça. E o pior é que isso não acontece só comigo, não. Ouço pessoas dizendo que vão se manifestar para quê, já que nunca são sequer ouvidas e quando são ouvidas, recebem muitas críticas.

Não gostaria de ter que viver assim, sempre calada, usando eufemismos para expressar meus sentimentos de indignação e tristeza com a situação caótica em que vivemos em nossa sociedade, ou então me podar, me privar por causa da opinião alheia politicamente correta e de uma chatice extrema, mas do jeito que a coisa anda, estamos nos encaminhando novamente para uma censura muda e invisível e que vai nos calar ainda por muito tempo.

terça-feira, 28 de agosto de 2012

A minha escolha de curso na Universidade

Estou aqui mais uma vez em uma manhã que começou cedo, pois eu acordei cedo e não tenho nada para fazer além de serviços domésticos. Está bem assim. Então eu vou curtir meus momentos de folga e vou colocar minha cabeça e os meus sentimentos no lugar.

Agora  há pouco estava "namorando" mais uma vez o programa de disciplinas de Jornalismo da UFBA e já me vejo fazendo Jornalismo lá. Em nenhum momento passou na minha cabeça a possibilidade de eu não passar no vestibular, seja lá quando isso aconteça. Será isso muita presunção? Auto-confiança demais? Não sei. O que é sei é que se eu não acreditar nisso, eu já posso até desistir de viver!

Não é exagero não, é verdade. Se eu não sou capaz de acreditar nos meus sonhos então o que eu estou fazendo aqui? O que não dá para entender e eu não havia ainda falado direito sobre isso aqui no blog, é sobre só agora eu ter me despertado para essa nova possibilidade de carreira.

Na verdade, me lembrando agora eu digo que essa pré vocação jornalística, se é que isso existe, não começou agora. NÃO? Pois é, não. Eu sempre quis fazer alguma coisa na área de Humanas, isso é fato.
Letras e Psicologia eram duas fortes opções, mas acabei optando pela Pedagogia, por achar que na UNEB, era a mais próxima da Psicologia, pois na época em que fiz o vestibular, ainda não existia Psicologia na UNEB,

Porém no momento da inscrição no vestibular da referida universidade, o que encontrei além de Pedagogia e Letras, minha primeira e segunda opção respectivamente, foi o curso de Comunicação Social com ênfase em Relações Públicas e ainda por cima no turno vespertino. Impossível, pois além de não ser bem o que eu queria, ainda era em um turno que me impossibilitaria quase que completamente de trabalhar, o que era e é necessário para mim, para poder manter meus estudos.

Então acabei optando pelos cursos já citados acima, pois tinham possibilidade de cursar pela manhã e pela noite. Desde o início também recusei a UFBA, por ter horários específicos que poderiam prejudicar essa possibilidade de trabalhar. Mas agora quero estar lá e vou estar.

Bem, foi bom explicar essa minha trajetória aqui, sobre a escolha do curso. O que importa é que eu amo estudar e nunca vou parar!

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Livro - Suor de Jorge Amado

Ontem fiquei horas lendo o livro Suor de Jorge Amado. Que livro! O preconceito não me fez enxergar outros livros de Jorge Amado antes. Pois achava que eram livros que só tinham apelo sexual, mas mudei completamente o meu conceito depois de ler suor. Só havia lido Capitães da Areia que é maravilhoso e mais uma vez confirmo que a gente se sente muito bem lendo Jorge. Eu me vejo ali. Nossos ambientes, nosso linguajar, nossa cultura, nossa dança, nossa religião, etc.

Terminei o livro ontem e o li em dois dias. Me fez refletir muito essa leitura, pois pude perceber como a nossa qualidade de vida melhorou apesar de tudo. Por que digo isso? Por que as condições de higiene, estrutura e alimentação, entre outras coisas eram no mínimo precárias. As situações retratadas por Jorge. nada mais era do que a pura realidade.

Não tínhamos leis trabalhistas, não tínhamos leis e estrutura de habitação, não tínhamos saúde e muito menos educação. Me lembro de uma passagem do livro que diz que sem sapato as crianças não podiam frequentar a escola, por que a professora é brava e constrange a criança expulsando-a com o argumento de que ela não pode assistir aula sem sapato. Então as mães acabam deixando para lá e as crianças vivem vadiando nas ruas, pois não tem sapato e o dinheiro existente mal dá para comer.

Ainda temos muito o que melhorar e evoluir em nossa cidade e  em nosso país, mas considerando as condições a que os pobres eram submetidos há cerca de oitenta anos como é o caso do livro estamos evoluídos a anos luz. Quem quiser saber mais detalhes vai mesmo ter que ler o livro.

A respeito do prédio de número 68 na Ladeira do Pelourinho em que moravam diversas pessoas, mas diversas mesmo em todos os sentidos da palavra, esse prédio foi habitado pelo próprio Jorge e narrado brilhantemente como protagonista e palco de personagens coadjuvantes, porém não menos brilhantes.

Esse é Suor.

Recomendo!

Suor

domingo, 26 de agosto de 2012

O diário de Bridget Jones

Hoje pela primeira vez vi o filme  O diário de Bridget Jones - que é do ano de 2001. Pois é, nessa época ainda viva na época das vacas magras, era criança e não ia ao cinema regularmente. Então hoje, mais de dez anos depois com o advento da TV por assinatura e com as vacas um pouco mais bem nutridas e acima do peso, pude  ter a oportunidade de ver o filme. 
O Diário de Bridget Jones


É uma comédia romântica mesmo, não há o que negar. Mas é uma comédia romântica bem feita, com diálogos engraçados e divertidos, uma mocinha nada convencional e a divisão dela entre dois homens. O filme me arrancou várias risadas, como há muito uma comédia romântica não arrancava. A impressão que tenho ultimamente é que os diretores de comédias românticas, juntamente com os roteiristas, esquecem a comédia e apenas usam apenas o romance chato e impossível, os estereótipos com seus papéis bem definidos de homens e mulheres e mantêm o sexo quase pornográfico e pouco sensual.

Mas esse não. Dosa muito bem o humor, o romance, as "desastrices" de Bridget, vivida por Reneé Zellweger e a trilha sonora é maravilhosa! De verdade a trilha sonora me faz viajar por outras épocas. O diário da protagonista do filme esconde muito mais do que apenas registros da sua vida, mas também dicas de como se fazia filmes água com açúcar antigamente e como se faz agora. Fica a dica.

Dica de Língua Portuguesa - Direto do Facebook

Minha gatinha morreu

Na sexta-feira saí para garimpar as bibliotecas da cidade, aproveitando esses meus dias de vadiagem, digo de descanso. Qual não foi a minha surpresa quando cheguei em casa? Recebi a notícia que uma das minhas gatinhas havia morrido. Entrei em pânico na hora e fiquei muito revoltada, pois ela foi encontrada dentro de um saco na caixa de lixo do vizinho. Não é a primeira vez que um gato meu desaparece e nem a segunda.

 Passei um dia não muito bom ontem por causa disso e a partir desse momento eu decidi que não quero mais ter bicho nenhum.  Fico com Boris e Anita e só. A gente se apega e depois sofre com o desaparecimento, com uma morte misteriosa como essa, enfim, Não quero mais falar no assunto e deixo apenas uma foto de Tônia aqui em homenagem. Estava conosco há três meses e se chamava assim por causa da irmã de Chris na série Todo mundo odeia o Chris.


Tônia, sentiremos saudades

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

A pesquisa - por Marcos Bagno

Hoje li um livro bem prático e objetivo sobre pesquisa na escola. O que é realmente a pesquisa e como empreendê-la com sucesso e para que os alunos realmente aprendam a pesquisar desde o ensino fundamental ou no médio. Ao invés de aprender apenas quando chegarem no ensino superior e olhe lá. Traz de uma forma bem didática como nós professores e futuros professores devemos encarar e fazer a pesquisa que se torna cada vez mais necessária em nossa vida acadêmica, nossa escola e nossa vida cotidiana. O livro é e não é ao mesmo tempo um manual de como realizar os procedimentos básicos de uma boa pesquisa. 

Vou deixar aqui duas citações do livro. A primeira eu já falo sempre, mas ninguém acredita em mim então quem vai falar agora é Marcos Bagno:

"Para uma pessoa obter o título de doutor numa universidade, ela tem de fazer uma grande pesquisa na sua área de conhecimento e submetê-la a uma banca de examinadores - o que se chama defender uma tese. E essa pesquisa tem de ser inédita, isto é, precisa trazer alguma contribuição nova àquele campo de estudos. Como você pode perceber, essa ideia de chamar de 'doutor' todo médico, advogado e delegado de polícia é apenas uma tradição de linguagem popular. O médico que se forma  e passa o resto de sua  vida profissional em seu consultório apenas examinando seus pacientes e prescrevendo receitas é bem menos 'doutor' do que alguém que defendeu uma tese, por exemplo, sobre as personagens femininas nos romances de Machado de Assis." p. 21

A segunda citação:

"... a pesquisa é mesmo coisa muito séria. Não podemos tratá-la com indiferença, menosprezo ou pouco caso na escola. Se quisermos que nossos alunos tenham algum sucesso na sua atividade futura - seja ela de que tipo for: científica, artística, comercial e industrial, técnica, religiosa, intelectual... -, é fundamental e indispensável que aprendam a pesquisar. E só aprenderão a pesquisar se os professores souberem ensinar." p.22



quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Como é viver sem respostas

Hoje acordei com o nariz e com o juízo entupidos. Não consigo entender certos acontecimentos dessa vida. Na verdade eu não consigo entender quase nada. Como tem gente por exemplo que diz não gostar de ler? E que efetivamente não gosta. Como tem gente que não gosta de animais? Como tem gente que não gosta de praia e não curte olhar infinitamente para o mar? Como tem gente que insiste em se manter na ignorância, já que a fonte de conhecimento é infinita e deliciosa para quem ousa beber a sua água? Como tem gente que para não sair da sua zona de conforto para mudar de ideia e de opinião acaba ficando anos e anos na mesmice, na zona mediana de conhecimento e senso crítico? Como podemos viver em uma selvageria que mata pessoas a troco de quaisquer motivos torpes? Por que as pessoas não podem ser um pouco mais tolerantes e discretas? Corteses e agradecidas? Como podem haver pessoas carrancudas e que se negam terminantemente a lançar um sorriso gratuito a quem quer que seja? Como pode haver gente que não se contenta com o que tem nem por um mísero milésimo de segundo? Como posso presenciar tantas pessoas despreparadas para vagas simples de emprego todos os dias? Como posso assistir tudo isso e não me indignar? Como posso ficar parada enquanto tudo isso acontece? Como posso me contentar e fazer tão pouca coisa para mudar certas situações? Como é possível me questionar tanto, fazer tantas perguntas sem encontrar qualquer rastro de resposta? Não sei até quando serei capaz de suportar isso. Viver sem respostas é duro.

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Não procuro mais emprego ou me formo logo?

Pronto, não aguento mais. Chega! Hoje foi o último dia que procuro emprego, vou para exaustivas seleções que não dão em nada. Cansei. Vou deixar a vida me levar agora. É claro que não sou vida louca assim e nem tenho quem me sustente e me banque, infelizmente. Mas não vou me acabar mais. Fui selecionada para o PIBID (Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência), mas como fui a última colocada em uma lista de seis e as duas primeiras é que vão assumir a bolsa do mês de setembro, então eu terei que me manter "dura" até outubro ou novembro. Porém estou sentindo uma angústia, uma preguiça e uma enorme de falta de vontade de terminar esse curso. Talvez esse projeto tenha até vindo em uma boa hora, para que eu termine logo, mas o que vejo são mais quatro semestres (ao invés de dois, já que estou atrasada) se arrastando. Tenho pressa em estudar e passar para jornalismo na UFBA, pois descobri que é isso que realmente quero. É claro que essa licenciatura em Pedagogia, juntamente com a graduação posterior em jornalismo, vai dar uma outra conotação para a minha vida profissional. E lá vou eu sempre mudando de ideia. Que privilégio maravilhoso a vida nos dá, ao termos a oportunidade de mudar de ideia.
Hoje foi o último dia que corro atrás, mas se pintar alguma coisa, com certeza irei correndo. Gosto mesmo é de trabalhar e ter meu dinheiro na mão todo mês certinho. A seleção que fiz hoje deu certo parcialmente, já que agora temos que aguardar a empresa chamar.
Ao mesmo tempo em que quero sair fora do curso, penso que é um desperdício depois de tanto tempo largar assim, mas agora vou deixar a vida me guiar. Se alguma empresa chamar eu vou, se não eu vou receber a bolsa do PIBID e quem sabe até... me formo!

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Cotas 'tapa-buracos' não são suficientes

UFBA -Ondina
Há duas semanas os senadores brasileiros aprovaram um projeto regulamentar do sistemas de cotas nas universidades federais. Para ser mais específica, essa votação aconteceu na noite do dia 07 de agosto. De acordo com esse projeto de lei, metade das vagas nas universidades deve ser destinadas às cotas. Cotas essas que serão novamente divididas e 25% serão destinadas à estudantes oriundos de escolas públicas e os 25% restantes serão destinadas a pessoas negras, pardas ou indígenas.

Já li um pouco a respeito e ouvi opiniões diversas, mas continuo mantendo a minha. Acho que as cotas raciais são válidas enquanto durarem de forma provisória. Como as cotas raciais funcionariam em minha cabeça? As cotas durariam por determinado tempo e ações efetivas aconteceriam simultânea e obrigatoriamente para melhorar de verdade a educação em seus níveis mais básicos. As cotas não devem ser solução definitiva e sim um dos recursos para reparar e melhorar as condições de vida dessas pessoas através da educação. Não podemos e nem devemos ficar escravos de cotas eternamente. Bem, isso todos já sabem, mas o fato é que somos o país "largadão". Gostaram do novo apelido carinhoso? Largadão. Somos uma país acostumado a ter leis que "pegam" e leis que "não pegam". Não punimos quem bebe e dirige e nem quem corrompe, piorou quem é corrompido.

Então como é que o país "largadão" vai conseguir cumprir isso, se não consegue sequer realizar coisas mais simples? A resposta é simples: Não vai. É por isso que as cotas raciais viram solução, um tapa-buraco de algo que é muito mais complexo do que simplesmente mandar negros para a universidade. Afinal o que adianta eles, nós entrarmos e não podermos nos manter? Sou parda, filha e neta de negros, de classe baixa e vim de escola pública. Entrei em uma universidade pública, mas estou sem poder me manter, pois tenho que trabalhar ao mesmo tempo e é muito difícil. Não existe uma real política de permanência e assistência a alunos pobres em universidades públicas. Quando tem não funciona como deveria. Digo isso com experiência própria.

Falando um pouco das cotas sociais, eu também não sou muito a favor não. Na verdade não gosto muito dessa ideia de criar bandos e mais bandos de "esmolés", que vivem sempre mamando de graça nas tetas do governo, de bolsas famílias, "bolsas sei-lá-das-quantas" e não sei mais o quê. Mas tenho argumentos para sustentar minha opinião. Estamos numa cultura de folga de vida mansa e fácil, estamos criando uma geração que não quer saber de ralar, estudar e trabalhar ao mesmo tempo. Doa a quem doer essa é a verdade e ela tem que ser dita. Sempre damos um jeitinho de nos safar de alguma obrigação. Aquele velho e conhecido "jeitinho brasileiro".

Essas pessoas indolentes, que não têm boas notas, não leem e definitivamente não estudam, vão concorrer em pé de igualdade e com benefício ainda com que estuda e batalha diariamente e acaba sendo bolsista em uma escola particular, por exemplo?  Pessoas de escolas públicas, em sua maioria analfabetos funcionais vão entrar em universidades federais sem ao menos saber fazer um resumo simples? Como é que pode isso? Como vai ficar a produção de conhecimento em nossas universidades, a pesquisa, o ensino e o conhecimento científico? Essas áreas acadêmicas já não andam boas e ainda com essa facilidade vai piorar a situação. Vamos emburrecer ainda mais nossos espaços acadêmicos, que apesar de ainda serem elitistas, já comportam grande quantidade de pessoas oriundas da classe pobre e da escola pública. Observo todos os dias na universidade pessoas com algum nível de analfabetismo funcional, que ao menos sabem falar o que estudaram em público, por que não foram preparadas adequadamente pelas escolas públicas estaduais e municipais do nosso país.


Acredito na provisoriedade desses projetos que segundo minhas pesquisas serão revisados em dez anos, e sou contra a duração muito longa ou eterna de cotas que apenas servem para remendar a ponta de níveis complexos e críticos e mais baixos da educação. A meritocracia acima de tudo deve ser o  principal requisito para entrada em universidades públicas que são bancadas pelo estado, mas como haver meritocracia em um país tão desigual onde mensalidades escolares de certos jovens são maiores do que o valor que outros jovens sustentam suas famílias em um mês? A questão é muito longa e demanda muito debate e tempo para pensar, agir e discutir, antes que transformemos nossas ambientes acadêmicos em jogadas eleitoreiras e frutos de politicagem barata.




domingo, 19 de agosto de 2012

E quando chegar aos trinta?

Essa minha mania de sentir sono nas horas erradas ainda vai acabar comigo. Pois os sono me leva ao   desânimo e o desânimo me leva a inércia. A inércia me deixa efetivamente nesse estado de procrastinação,   onde venho dia após dia adiando a vida.Adio tanto que acabo desperdiçando meu tempo. Ando cansada de  horas, dias, meses, semestres e anos improdutivos. Tempo que não vai dar nenhum resultado útil para a minha vida nem no presente e muito menos no futuro. Ao contrário, vou olhar para esse tempo vazio, oco e vou me perguntar por que eu deixei que ele fosse assim. Vou me perguntar o que eu deveria ter feito para que não houvesse tempo perdido, tempo ocioso e improdutivo. Isso me angustia de uma forma severa e insensível. Aliás o tempo para mim sempre foi um problema, principalmente quando ele já passou e quando não há mais nada o que se fazer. O tempo futuro também me preocupa. Isso por que imagino que daqui a cinco anos não vou poder mais fazer nada, por que o meu desânimo e o meu estado de inércia vão chegar ao seu pico máximo. Imagino também que quando chegar aos trinta e após isso, estarei velha demais para me formar, fazer estágio, etc. É por isso que quero, que preciso fazer tudo logo. Em um tempo que é meu, só meu e que não pára. É um tempo que fica girando na minha cabeça, no meu inconsciente e fica a todo momento me dizendo que tenho que agir, tenho que agir e tenho que agir.Mas o meu corpo não obedece esses comandos e eu acabo ficando mesmo é parada. Parece e é um círculo vicioso, uma bola de neve que vai piorando e aumentando de tamanho a cada momento.

sábado, 18 de agosto de 2012

Sempre me pergunto...

Tenho necessariamente que saber o quero? Tenho sempre que ter vontade própria? Preciso sempre dar respostas? Tenho sempre que ter opinião formada?Tenho sempre que perguntar e ser educada? Tenho sempre que agir certo? O que é agir certo? Preciso seguir conceitos e parâmetros estabelecidos pelos outros? Tenho que aceitar todos os inconvenientes da vida? Tenho mesmo que viver sorrindo e feliz o tempo inteiro? Tenho que me comportar de uma maneira diferente do que eu sou para agradar alguém? Tenho que fingir não estar pensando ou sentindo algo para agradar alguém? Preciso me abster de realizar minhas vontades ou de dizer o que eu quero para não não chocar ou magoar alguém?

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Sejamos banais e precários

Como é difícil observar nossa cidade atualmente. Andar em Salvador tem sido um pesadelo para mim. Tenho espaçado esses momentos externos, nesses dias de "férias". Mas ontem foi inevitável, saí o dia todo e percebi o grau lamentável de abandono em que estamos vivendo. Fica até chata e repetitiva a minha abordagem desse assunto aqui. Mas é necessário que se fale.

Reprodução Google
Ontem saí antes do meio dia e fui para onde? Para a Estação Pirajá, onde já passei a observar algumas cenas. Da sujeira eu nem falo mais. Desisti de tentar importuná-la, ela já faz parte de ambientes coletivos de Salvador, excetuando é claro os shoppings que são os lugares chamados elitistas, apesar de que hoje não é mais assim não. Com a ascensão das classes mais baixas, os shoppings estão sendo cada vez mais diversificados devido  a variedade de seus frequentadores. Agora, por que as mesmas pessoas que frequentam um shopping frequentam uma estação de transbordo e não se comportam de maneira educada em ambos os ambientes? Qual será o limite do espaço público? Não dá para entender como uma mesma pessoa não joga lixo no chão, nem guimba de cigarro, nem faz xixi à toa no shopping e em contrapartida faz pior que isso nas ruas. Triste.

Voltando à minha empreitada de ontem para cruzar essa cidade dos deuses. Enquanto estava na fila do ônibus aguardando o momento mágico de embarcar, dois elementos se aproximaram e um deles na minha frente acendeu um cigarro e se pôs a fumar. Não se deu ao trabalho de se afastar e era eu que ia falar alguma coisa? Logo veio um outro ônibus e eles se afastaram. Disfarçadamente guardei meu fone de ouvido para não chamar atenção.

No momento de entrar no ônibus aparece todo tipo de gente: grávidas, idosos e deficiente. Até aí tudo bem, é o direito deles, mas vêm também os agregados: gente com perna  enfaixada com acompanhantes, estudantes aparentemente sem nenhum problema físico, mães com crianças que não são mais lactentes e que inclusive andam e falam, etc. Ainda entram empurrando quem está atrás na fila. Foi por isso que passei ao entrar no ônibus na referida estação de transbordo.

Fui para uma entrevista de emprego e no final da tarde fui para a UNEB para um reunião/entrevista coletiva para a seleção do PIBID (Programa Institucional de Iniciação à Docência) e a pior parte vem agora: a volta para casa. Saí de lá por volta das 19:30 e passei uma hora no ponto esperando um ônibus, quando soube que a mesma Estação Pirajá estava "travada" como dizemos aqui e que não entrava e não sabia ônibus nenhum, por conta de uma manifestação de desocupados. Claro, em uma cidade abandonada, sem poder público para conter, surge vândalos e protestantes de todos os lados. Não sei exatamente qual tipo de manifestação, nem vi nada. Mas enfrentei toda as consequências do maldito protesto. Cheguei lá às 21:41, era a hora marcada no meu celular. Cheguei em casa uma hora depois.

"Vida de pobre é dura"- eu pensava. E pensava muitas outras coisas, mas que não vou falar aqui. Mas pensava também quando via as pessoas rindo e agindo como se nada tivesse acontecendo, como se aquilo fosse normal, banalizando a situação. Não consigo agir assim. Não trato coisas desse tipo como normais, banais. É uma situação vergonhosa e é assim que me sinto, além de indignada com a tamanha falta de educação, cidadania e civilidade que está nos levando ao completo caos.

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Dom Casmurro - Machado de Assis

A madrugada insone de hoje me serviu para terminar de ler o livro Dom Casmurro. Tento ler esse livro  desde a infância e agora eu consegui. O brilhantismo da narrativa de Machado de Assis fica bem evidenciado ao final do livro, quando você percebe que toda aquela narrativa cansativa e detalhista realmente fez algum sentido. O livro é repleto de informações de outras histórias, principalmente histórias da filosofia, mitologia e do autor Shakespeare. Portanto exige que o leitor tenha alguns conhecimentos prévios. Machado de Assis traz uma narrativa diferente de tudo que eu já li e espero de verdade que mais pessoas possam buscar essa literatura que apesar de um pouco difícil de ler, vale a pena no final. Já que o autor deixa meio que subentendido se houve traição ou não, eu tiro as minhas próprias conclusões e acredito que tenha havido sim a traição. Uma história com final não feliz, com narrativas ácidas e criticando diversos segmentos da sociedade, principalmente as pseudolites e a igreja. Características típicas do Realismo.

Recomendo a leitura.

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Como fazer um resumo? Tipos de resumos

Resumo -NBR 6028:1990 - apresentação sintética e seletiva das ideias de um texto ressaltando a progressão e a articulação delas. Nele devem aparecer as principais ideias do autor do texto.

O conteúdo do texto deve explicitar:

 1. Assunto do texto;
 2. Objetivo do texto;
 3. Articulação das ideias;
 4. Conclusões do autor do texto objeto do resumo.

Procedimentos para redação:

1. Linguagem objetiva;
2. Evitar a repetição de frases inteiras do original;
3. Respeitar a ordem em que as ideias e fatos são apresentados;
4. Não apresentar juízo valorativo ou crítico;
5. Ser compreensivo por si mesmo;
6. Explicitar o plano da obra a ser produzida;
7. Responder as perguntas: o que o autor pretende demonstrar? De que trata o texto?
8. Ater-se às ideias principais do texto e a sua articulação.

Classificação dos Resumos segundo a ABNT:

1.Resumo Indicativo ou Descritivo - sumário narrativo que elimina dados quantitativos e qualitativos;
2.Resumo Informativo ou analítico - salienta o objetivo da obra, métodos e técnicas empregados, resultados e conclusões. Devem-se evitar comentários pessoais e juízos de valor;
3.Resumo Informativo/Indicativo - composição dos dois tipos imediatamente anteriores;
4.Resumo crítico ou recensão ou resenha - análise e interpretação de um texto, com emissão de comentários e juízo de valor.

Extensão de um Resumo segundo a ABNT:

1. Notas e comunicações breves: até 100 palavras;
2. Monografias e artigos: até 250 palavras
3. Relatórios e teses: até 500 palavras

Estilo de um resumo:

1.Frases concisas;
2.Assunto do texto;
3. Categoria do tratamento;
4. Do que trata: estudo de caso; análise de situação;
5. Escrita em terceira pessoa do singular;
6. Verbos na voz ativa.

Técnicas de elaboração de Resumo:

1.Elementos bibliográficos do texto (ficha técnica):

a. Sobrenome do autor, nome;
b.Título da obra;
c. Local de publicação do texto;
d. Editora;
e. Ano;
f. Páginas.

2.Tipo de texto, o gênero a que se filia;

3. Resumo do conteúdo:

a. Assunto do texto;
b.Objetivo;
c.Métodos;
d.Critérios utilizados;
e.Conclusões do Autor da obra resumida.


Referências 
MEDEIROS, João Bosco. Redação Científica: a prática de Fichamento, Resumos, Resenhas. 5ª ed. Roberto Carlos Vieira (Adapt.). São Paulo: Atlas, 2003


segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Filme - Um sonho de liberdade

Um sonho de liberdade- Capa do DVD
Ontem assisti um filme bem antigo já que tinha há algum tempo em DVD, mas ainda não tinha tido saco para  ver, já que é legendado. Mas ontem depois de muita insistência do marido, resolvi vê-lo. O filme é Um sonho de liberdade com Tim Robbins e Morgan Freeman. Um filme brilhante, que me prendeu do início ao fim. E ainda disse ontem que se eu soubesse que era tão bom assim, já tinha assistido há muito tempo.

O filme conta a história de Andy, um bancário bem sucedido e inteligente que é acusado injustamente pelo assassinato da esposa e do amante. Após ser julgado e condenado, vai para uma prisão cumprir pena perpétua. Assim ele se vê sem saída, mas não  perde a esperança, como ele mesmo diz em uma das cenas. O filme é bem detalhista e traz alguns diálogos que só no final fazem sentido pelo menos para mim, só fizeram sentido ao final.

O personagem de Tim passa por vários desafios dentro da prisão, mas faz coisas boas e dá lições em nós espectadores e nos próprios detentos. Fica amigo de Red, personagem de Morgan e nos confirma a velha máxima que amor e amizade verdadeiros não acabam assim tão facilmente.

O decorrer do filme é maravilhoso mesmo. Ainda mais com as interpretações de Morgan e Tim que mais uma vez dão banho e mostram o seu talento. Não gosto de filme legendado, mas confesso que é melhor assim. Sentimos mais as expressões reais dos atores, sem nenhuma interferência de voz e adaptações de idiomas. Ah, o filme é narrado pelo próprio Morgan Freeman, ou pelo sei personagem e o final é surpreendente. Oh que final! Mas é claro que não vou contar, fica a cargo de você, baixar, alugar ou comprar, é baratinho o DVD nas Americanas e não é um filme para se ver apenas uma vez.

Super recomendo!!!

Tim Robbins

domingo, 12 de agosto de 2012

O Facebook em minha vida

Não há como negar a importância das redes sociais hoje, tanto para a vida das pessoas físicas, quanto para as empresas. Para uma empresa em nossos tempos atuais torna- se absolutamente necessário interagir com clientes, fornecedores e sociedade em geral. Para que essa interação aconteça nada melhor do que ter e atualizar perfis no Facebook e Twitter que são os principais meios para esse tipo de contato. Porém hoje quero falar um pouco sobre o Facebook e sobre como ele mudou alguns hábitos da minha vida.

Tenho Facebook desde 2009 ou 2010 não lembro muito bem. O fato é que ele permaneceu muito tempo  em desuso, primeiro por que eu não sabia usar e não queria me desgarrar do velhaco orkut, depois por que ele enchia a minha caixa de e-mail injustamente e a última desculpa utilizada por mim, para não ativar e utilizar a conta do Facebook, era que não queria me prender e me viciar em mais uma rede social inútil.

Esse ano, não lembro bem o mês, resolvi enfrentar a fera e com a pressão social resolvi ativá-lo novamente, mas com um e-mail que também está em desuso agora, o do hotmail. Essa foi a solução para a não lotação da caixa de e-mail dos meus e-mails principais. Em seguida passei a entrar todos os dias e a tomar aulas com o maridão sobre o dito cujo.

Hoje aconteceu o que eu mais temia, eu estou quase dependente do Facebook, não é à toa que estou aqui no PC ÀS 2:15 da madrugada e a primeira coisa que abri foi o perfil do Face, como carinhosamente e cretinamente costumamos chamar. O fato é que não fico sentada perante a um computador mais sem estar  com   página aberta. Isso tem me atrapalhado um pouco, confesso. Principalmente no que diz respeito aos estudos e as leituras. E devido as besteiras que estão sendo reproduzidas dia após dia, creio que brevemente findará mais uma saga social.

As pessoas não mudarão os comportamentos por causa de surgimento dessa ou daquela rede social, muito menos por conta do seu fim. Somos o que somos. Pode parecer clichê, mas quem é exibicionista, jamais vai deixar de sê-lo. A existência de redes como essa não altera em nada esse perfil, que é social e cultural. Só quero dizer que não adianta tentar moldar comportamentos a partir de redes sociais, pois mais cedo ou mais tarde eles vão mesmo se anunciar.

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...