sábado, 18 de setembro de 2010

Livro a servidão humana- Somerset Maughman

Hoje é um sábado. Vou terminar de fazer faxina. Gostaria de sair para assistir o filme, Nosso lar, mas estou dura. O filme que já está em dois milhões de expectadores em duas semanas. Estou lendo ainda o livro servidão humana, inclusive desde maio. E também  tenho que terminar de ler a revista nova escola desse mês, qual eu sou assinante.
O livro citado fala de uma coisa que eu venho pensando há muito tempo: o sentido da vida. Ou a falta dele. Estamos aqui para que? Para onde vamos? Etc... Critica duramente o cristianismo e seus dogmas e mostra como podemos mudar o rumo das nossas vidas, várias vezes, e que é para isso que serve o livre arbítrio. Bom, por hoje é isso.

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Os quatro pilares da educação



Aprender a Conhecer


Esta aprendizagem refere-se à aquisição dos “instrumentos do conhecimento”. Debruça-se sobre o raciocínio lógico, compreensão, dedução, memória, ou seja, sobre os processos cognitivos por excelência. Contudo, deve existir a preocupação de despertar no estudante, não só estes processos em si, como o desejo de os desenvolver, a vontade de aprender, de querer saber mais e melhor. O ideal será sempre que a educação seja encarada, não apenas como um meio para um fim mas também como um fim por si. Esta motivação pode apenas ser despertada por educadores competentes, sensíveis às necessidades, dificuldades e idiossincrasias dos estudantes, capazes de lhes apresentarem metodologias adequadas, ilustradoras das matérias em estudos e facilitadoras da retenção e compreensão das mesmas.



Pretende-se despertar em cada aluno a sede de conhecimento, a capacidade de aprender cada vez melhor, ajudando-os a desenvolver as armas e dispositivos intelectuais e cognitivos que lhes permitam construir as suas próprias opiniões e o seu próprio pensamento crítico.



Em vista a este objectivo, sugere-se o incentivo, não apenas do pensamento dedutivo, como também do intuitivo, porque, se é importante ensinar o “espírito” e método científicos ao estudante, não é menos importante ensiná-lo a lidar com a sua intuição, de modo a que possa chegar às suas próprias conclusões e aventurar-se sozinho pelos domínios do saber e do desconhecido.


Aprender a Fazer

Indissociável do aprender a conhecer, que lhe confere as bases teóricas, o aprender a fazer refere-se essencialmente à formação técnico-profissional do educando. Consiste essencialmente em aplicar, na prática, os seus conhecimentos teóricos. Actualmente existe outro ponto essencial a focar nesta aprendizagem, referente à comunicação. É essencial que cada indivíduo saiba comunicar. Não apenas reter e transmitir informação mas também interpretar e seleccionar as torrentes de informação, muitas vezes contraditórias, com que somos bombardeados diariamente, analisar diferentes perspectivas, e refazer as suas próprias opiniões mediante novos factos e informações.Aprender a fazer envolve uma série de técnicas a serem trabalhadas. • Aprender a conhecer, combinando uma cultura geral, suficientemente vasta, com a possibilidade de trabalhar em profundidade um pequeno número de matérias. O que também significa: aprender a aprender, para beneficiar-se das oportunidades oferecidas pela educação ao longo de toda a vida.

Aprender a viver com os outros

Este domínio da aprendizagem consiste num dos maiores desafios para os educadores, pois atua no campo das atitudes e valores. Cai neste campo o combate ao conflito, ao preconceito, às rivalidades milenares ou diárias. Aposta-se na educação como veículo de paz, tolerância e compreensão; mas como fazê-lo?



O relatório para UNESCO não oferece receitas, mas avança uma proposta baseada em dois princípios: primeiro a “descoberta progressiva do outro” pois, sendo o desconhecido a grande fonte de preconceitos, o conhecimento real e profundo da diversidade humana combate diretamente este “desconhecido”. Depois e sempre, a participação em projetos comuns que surge como veículo preferencial na diluição de atritos e na descoberta de pontos comuns entre povos, pois, se analisarmos a História Humana, constataremos que o Homem tende a temer o desconhecido e a aceitar o semelhante.



 Aprender a ser

Este tipo de aprendizagem depende diretamente dos outros três. Considera-se que a Educação deve ter como finalidade o desenvolvimento total do indivíduo “espírito e corpo, sensibilidade, sentido estético, responsabilidade pessoal, espiritualidade”.



À semelhança do aprender a viver com os outros, fala-se aqui da educação de valores e atitudes, mas já não direccionados para a vida em sociedade em particular, mas concretamente para o desenvolvimento individual.



Pretende-se formar indivíduos autônomos, intelectualmente activos e independentes, capazes de estabelecer relações interpessoais, de comunicarem e evoluírem permanentemente, de intervirem de forma consciente e proactiva na sociedade.

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Muitas mudanças!

Bom, estou de volta.Muita coisa aconteceu desde a minha última passada aqui. Estou em um emprego novo, trabalhando para o governo da Bahia, através de um concurso que eu fiz em 2008. Passei agora para o segundo semestre de pedagogia, e estou adorando, ñ poderia estar em outro curso. Ah! Trabalho para a Saeb-Sac! E finalmente fui morar com meu amor.Alugamos uma casa,  e fomos viver a nossa vida, juntos, livres e mais independentes ainda. Fizemos um chá de cozinha, no dia07/08 e no dia 09/08 nos mudamos. Quando esse ano de 2010 começou,eu sabia que ia se operar uma mudança na minha vida,mas não sabia,qual ou quais. Foram várias e a primeira e ótima, foi eu ter passado no vestibular e agora minha vida, meus diálogos, minhas leituras estão contaminados pelo tema: Educação.
Nesse momento estou no trabalho, e hoje me considero uma pessoa feliz. Tentarei escrever mais, mas só que estousem pc em casa por enquanto. Então quando estiver com um tempinho passarei. Se é que eu ainda tenho leitores.... Mas vida de dona de casa, estudante e trabalhadora, ñ é fácil!
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